Mas isso é para valer?
26 Janeiro, 2015
Alexis Tsipras reclama vitória: “A era da troika acabou” Quando os votos deixavam o Syriza ainda sem maioria absoluta, Tsipras já enviava uma mensagem aos credores onde dizia que a Grécia não se irá curvar perante as exigências dos credores.
É mesmo para acabar não é? Não há mais pedidos de empréstimos? Eu pela parte que me cabe como contribuinte portuguesa logo credora tb acho que é mesmo para acabar. E assim ficamos amigos para sempre. Acho muito bem que acabe com a austeridade, que mande a troika embora… desde que tudo isso não seja pago com os impostos dos parvos do costume.
14 comentários
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e o dinheiro que investimos no bpn? tambem queres que reponham? gastamos muito mais nisto do que a ajudar a grécia.
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Os gregos não se revoltaram contra os credores . Os gregos e mais propriamente os jovens revoltaram-se contra as elites corruptas e incompetentes que os governaram nas ultimas decadas.. As consequências foram o desemprego maciço sem esperança com impostos altíssimos e um saque brutal a quem ainda consegue trabalhar. Isto é a revolta da juventude que se sente injustiçada e o preço a pagar para que possa existir uma possivel mudança que não passe pelo queimar em lume brando actual.
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Helena,
E se Espanha tomar o mesmo rumo, a opinião é a mesma??? Não se esqueça que um recochete pode atingir-nos a nós para já não falar na queda do projecto europeu. Dai…cautelas e caldos de galinha…
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Bolota,
A única forma de a Espanha não ir pelo mesmo caminho é precisamente a UE dizer à Grécia que acabou a mama. Se a UE ceder ao novo Governo grego, a Espanha vai exigir o mesmo, depois a França e Portugal (ainda mais com as eleições legislativas estão à porta).
Os países pequenos do antigo bloco de leste, que fizeram um enorme esforço para cumprir as regras da adesão e consolidar as contas públicas, vão fazer uma de duas coisas:
– questionar seriamente as vantagens de estar na UE a contribuir para sustentar quem se recusa a fazer o mesmo esforço que eles fizeram ou
– abandonar o rigor orçamental e aderir ao grupo dos irresponsáveis.
E, como os Governos dos países do norte da Europa também têm que responder perante os seus eleitores, a mama secará de forma definitiva e irreversível.
Perante este cenário mais do que provável (caso o Governo grego insista na insanidade do programa eleitoral), qual é a margem de manobra para a União Europeia?
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Joaquim Amado Lopes,
Presidente do Eurogrupo: “Estamos desejosos de trabalhar com novo Governo grego”
Jeroen Dijsselbloem, felicitou hoje o Syriza pela “vitória clara” nas eleições legislativas de domingo na Grécia e garantiu que a zona euro está pronta para colaborar com o novo Governo grego.
Pois…
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http://observador.pt/2015/01/26/merkel-e-bce-uma-voz-fecham-porta-renegociacao-da-divida/
“Começam as reações dos líderes europeus, que confirmam aquilo que as capas dos jornais desta segunda-feira já antecipavam: uma luta entre Alexis Tsipras e a Europa. Angela Merkel, Banco Central Europeu e FMI já fizeram saber que não vai haver margem de manobra para uma renegociação da dívida grega.
O Governo alemão parte em defesa dos seus contribuintes, defendendo que não pode haver redução da dívida para a Grécia. ‘Os contribuintes alemães são responsáveis por uma grande parte da ajuda financeira dada à Grécia’, disse o porta-voz do Governo de Merkel para os assuntos orçamentais, acrescentando que não irá deixar ‘o peso desse risco’ em cima dos ombros dos alemães.”
(vale a pena ler as actualizações)
Pois…
E banalidades protocolares como “vamos colaborar” não querem dizer “vamos ceder às suas exigências”. Para quem sabe ler, claro.
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vão pedir o regresso do Império Otomano
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se a grécia deixar de pagar fica com um belo superavit…
logo, não precisa de pedir nada.
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Ora aí está. Bem visto. Explique-lhes isso e que sigam esse caminho de paz e prosperidade na bendita companhia da Venezuela, Coreia do Norte e Argentina.
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helena, nada de misturar as coisas, sim?
quem está de joelhos são, efectivamente, os credores…
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Ou seja: nós. Os credores somos nós: os “ricos” alemães, mas também os “pobres” eslovenos, eslovacos, estónios e portugueses.
Até podem não nos devolver o dinheiro. Mas então não peçam mais.
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Cuidado os deuses gregos, se rebentam as amarras vai ser o fim anunciado, em especial Zeus, Héracles, Apolo e Dionísio. Desta vez não será uma guerra de Troia, será o Apocalipse.
Segundo uma fuga de informação, o único lugar a seguro, será então Bugarach, nos pireneus franceses
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Em relação aos “hermanos”, é fazer figas e falar baixinho – é que, de há uns trezentos anos para cá ,a coisa tem-se “resolvido” aos gritos,e gritos do estilo “Cierra Espanã !!” e “Viva la Muerte!” ( por pudor omite-se a segunda parte da frase do Milán Astray – um mau dia qualquer tem…). 36/39 foi só a última ( por enquanto) e a mais propagandeada.
Ah!, e depois da “gritaria”, tem-se verificado sempre um acentuado alívio demográfico…
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Nem mais um euro para a Grécia!!
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