Escrever ao Passos para quê?
Os 32 notáveis, personalidades, políticos e tudo o que lhes têm chamado que começaram esta linda missiva nestes tocantes termos enganaram-se no destinatário
Os 32 deviam era escrever a si mesmos. Na carta acrescentavam um parágrafo em que indicavam o valor mensal que descontariam nos seus rendimentos a favor do governo grego (coisa mto diferente da Grécia). Por exemplo 100 euros parece-me um montante razoável e que a avaliar pelos ordenados e pensões que boa parte deles recebe nem lhes faz mossa). Mas e aqui prossegue a originalidade da minha proposta escrevem também hoje mesmo cada um deles a outras 32 personalidades pedindo-lhes que façam o mesmo. Ou seja que também abonem os 100 eurinhos e que cada um escreva a mais 32 personalidades. E avisam: quem quebrar esta cadeia de solidariedade será amaldiçoado para sempre. Os crentes até podem invocar Sao Judas Tadeu patrono das causas impossíveis.
Na próxima reunião do Eurogrupo Vossas Excelências entregam o chequezinho ao Varoufakis que triunfante grita o fim da austeridade, do capitalismo e da tirania dos mercados. Só para se acabar com o folclore do casaco do Varoufakis mais da camisa da Lagarde o Blasfémias – a quem note-se ninguem até agora acudiu ao pedido de empréstimo – participará na cadeia de solidariedade com o governo grego.

Entreguem ao Costa para ajudar a subir o nosso mínimo.
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‘in oculum descansum est’
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Esperava melhor da D. Helena, porque não a fazia no coro dos patriotas indignados que já se cansaram de ajudar a Grécia.
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Essa ideia dos 100 euros parece-me boa. Depois, fazemos o mesmo para Portugal?
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Não, para Portugal basta cortar nos salários da função pública e com isso baixar os impostos, assim o Joaquim o permita.
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Calaceiros. ver aqui. Não sou eu que o digo.
http://causa-nossa.blogspot.pt/2015/02/desigualdade.html
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do drama à drama
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Do drama ao dracma….
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teremos de esperar pelas eleições em espanha para que o blasfémias se deixe de “preocupar” com os gregos…
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eu ofereci 2€, ninguém me deu o NIB…
Para a Grécia – que me perdoem os socialistas – não dou nada, já dei o que tinha a dar.
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Mesmo assim escrevo!
.
.
Oh grande astro! Oh estrela que brilha!
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Que seria da tua felicidade, não houvera aqueles a quem tu brilhas?
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HMatos,
Vc. hoje está irónica ou “no fundo” obcecada com o traje, o estilo, a postura de Varoufakis ?
(O ministro anda nu perante seus pares e na Europa ? “Parece mal” assim vestido e sem gravata ?)
Outra hipótese: não quer de modo algum que a Grécia obtenha um acordo que amenize (por exemplo em tranches) o pagamento à troika duma dívida impagável. Compreende-se: Se tal acontecer, a reacção dos tugas em relação a PPCoelho e à muleta PPortas será eleitoralmente ainda mais drástica — porque se recusaram renegociar, etc e tal.
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A Grécia recebeu um emprestimo por 30 anos a 2% com uma moratória de 10 anos no pagamento dos juros. Os 2% são a inflação e durante 10 anos não pagam nada. Ao BCE têm que pagar o que acordaram, mas quaisquer lucros revertem integralmente para a Grécia. O que é que há mais para amenizar?
Se isto é insustentável, pois deixem de pagar. Não peçam é simultaneamente mais dinheiro a ser pago “quando nos apetecer.”
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http://www.jornaldenegocios.pt/economia/europa/uniao_europeia/zona_euro/detalhe/tsipras_concordou_em_discordar_de_todos_inclusive_de_varoufakis.html
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Note: eu entendo que os gregos devem pagar ! Mas a situação global da Grécia não lhes permite que o façam nos prazos estabelecidos e acordados.
No entanto, compreendo que tentem novo acordo — o que há pouco mais de 2 anos PPCoelho (claro, agora é tarde) não quis sequer pensar e que teria suavizado estes anos de empobrecimento e retrocesso.
Reconheço que graças aos enormes sacrifícios (e passividade…) dos tugas, este governo tem-se portado benzinho perante a troika, a tentativa (factual) de reanimar o país e agora propõe-se pagar os tais 14 mil milhões até 2017.
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“Mas a situação global da Grécia não lhes permite que o façam nos prazos estabelecidos e acordados.”
Os prazos e as condições actualmente estabelecidas ja são muito favoraveis. O reembolso começaria apenas a partir de 2020 e iria até 2041. Se estiverem a cumprir o acordado estes prazos poderiam ainda ser mais alargados.
Dito isto, se não quizerem fazer esforços e sacrificios, se não quizerem austeridade, se não fizerem reformas, se quizerem voltar à bandalheira do passado, ah, então sim, nunca vão conseguir pagar o que quer que seja … Mesmo com todas as ajudas e facilidades !…
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Pois.
Só que do que tem que pagar aos parceiros europeus já têm uma moratória que vai até aos anos 2020s. Não estão a pagar juros nem capital. Querem aliviar o quê? O que ficam a dever?
Do que têm tem que pagar ao BCE vão receber qualquer lucro que o BCE gere. As regras do BCE são: pagam no vencimento e no fim do ano apuram-se e recebem os lucros. Querem alivar, o quê? Antecipar os lucros?
Já quanto ao FMI, nada. Só risinhos para a Lagarde.
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“no coro dos patriotas indignados que já se cansaram de ajudar a Grécia.”
Ou seja, reconhece que se “ajudou” a Grécia. Porque tem-se dito exactamente o contrario !…
A questão não é portanto se se trata de ajudar ou não a Grécia.
Trata-se de saber o que é que pode ou não fazer para ajudar a Grécia.
Emprestar dinheiro à Grécia para esta continuar a poder fazer face às necessidades (incluindo as sociais) mais prementes e a fazer as reformas e os ajustes indispensaveis para sair da crise em que caiu … sim !
Mas emprestar ainda mais dinheiro sem condições, permitindo ao governo grego de extrema-esquerda-direita levar a cabo uma politica irresponsavel que agravaria ainda mais os problemas da Grécia … não !
Não é “ajuda” dar dinheiro a um drogado para ele poder comprar e consumir ainda mais droga !
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Face á simpatia sentida pelos povos europeus quanto às iniciativas do novo governo grego nestes últimos dias, em seus encontros em Roma, Paris e Bruxelas, o urso alemão não poderia deixar generalizar a ideia de que afinal existe uma alternativa às políticas de austeridade. Disposto a manter os países europeus dentro do seu redil, eis que paralelamente ao anúncio em comunicado da sua intransigência quanto às pretensões do governo grego, incumbe o seu braço armado, o BCE (uma demonstração mais de que o BCE não passa de um executor do mando alemão) de travar o curso dos acontecimentos e regredir as negociações gregas à estaca zero, ao anunciar que os bancos gregos deixarão de poder oferecer junto do BCE as obrigações de dívida pública grega como garantia de novos empréstimos. Mais do que uma acção monetária o que o BCE fez foi actuar politicamente a mando do senhor Schauble e da senhora Merkel, mandatários da finança alemã.
A Alemanha pela terceira vez em menos de 100 anos está de novo em guerra com os países europeus, desta vez sem armas convencionais, mas com um poder destrutivo sobre o bem-estar dos povos algo semelhante. Basta verificar para o retrocesso social que está a acontecer na Grécia, em Portugal, no Chipre e também em Espanha, Itália e mesmo na Bélgica ou em França.
E, parece estar a ganhar esta batalha com a ajuda dos governos colaboracionistas europeus. Todos parecem vergar-se perante a autoridade imperial da Alemanha. A história repete-se. Há governos que são mais solícitos do que outros no propósito de lhe prestar vassalagem. É o caso do Governo português, campeão deste colaboracionismo.
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“que a Grécia obtenha um acordo que amenize (por exemplo em tranches) o pagamento à troika duma dívida impagável.”
Todas as dividas são pagáveis. Eventualmente com facilidades. Certamente com esforços e sacrificios por parte do devedor. Estes esforços e sacrificios são possiveis e realizaveis. Com o dinheiro emprestado o pais teve certamente vantagens e beneficios. Trata-se agora de fazer o caminho inverso.
De qualquer modo, no caso da Grécia, os sacrificios presentes e futuros serão menores do que as vantagens passadas : uma parte importante da divida foi perdoada ; os juros são bastante baixos e em parte com periodos de graça ; os prazos de reembolso foram muito alargados.
Ou seja, as condições para que a divida seja pagavel e, sobretudo, para que o seu serviço seja “amenizado”, isto é, não obrigue o pais a fazer os sacrificios que normalmente deveria fazer e permita ao pais a realização das reformas necessarias para corrigir as causas da actual insolvabilidade, já existem, teem vindo a ser aplicadas.
Agora, cabe à Grécia respeitar a sua parte do acordo já existente.
Se o actual governo grego não quer ou não é capaz de respeitar o acordo existente, então os gregos devem tirar as devidas consequencias : ou mudam de governo ou desenrascam-se sozinhos, sem a ajuda da outra parte do acordo.
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Ajudar a Grécia seja para o que for? Não! E se não pagarem o que já devem, bomba neles. Caloteiros aprendem com porrada.
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Não é não ajudar ” seja para o que for” … É ajudar apenas se merecerem e se servir para alguma coisa de bom !
Não há “bomba” nem “porrada” … Façam LIVREMENTE o que entenderem … Não deve é haver mama para quem não paga e não cumpre !
Bom senso e moral !
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Que se saiba, Portugal emprestou dinheiro a juros ALTOS e este governo grego não disse que não vai pagar. OS PORTUGUESES DERAM MUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIITO DINHEIRO QUE FOI ROUBADO POR BANDIDOS CORRUPTOS, EM BANCOS, bpn, bpp, banif, bes, E MAIS ppp’S E SWAP’S E ESTA SENHORA ESTÁ CALADA QUANTO A ISTO. jÁ FEZ AS CONTAS E TODO ESTE DINHEIRO ROUBADO? JÁ APUROU QUANTO DINHEIRO FOI RETIRADO DE PORTUGAL PARA OFF-SHORES E BANCOS SUISSOS E NÃO PAGARAM IMPOSTO? ESTE FUGIR DE DINHEIRO DE PORTUGAL É IGUAL AO PROBLEMA QUE TEM A GRÉCIA. Com esta atitude de negação por parte de certa gentalha que não querem ver o óbvio, a Europa ou irá ter governos iguais aos da Grécia ou será como em França com o partido da Maria Le Pen, mas deste deve gostar.
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Bomba neles! Caloteiros! Só assim aprendem. Não há negação nenhuma.
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Acalme-se lá e explique o que lhe vai na cabeça, porque a primeira tentativa foi um desastre.
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Vão ter governos iguais aos da Grécia? Aposta no Euromilhões e depois empresta a pasta. Ou seja, o socialismo está de volta à Europa de uma forma arrasadora, igualitária e relapsa. À moda socialista vamos igualar por baixo, todos pobrezinhos mesmo que nem todos honrados, uns esforçaram-se por inverter o ciclo, outro continuaram como a cigarra.
O marxismo cultural faz disto até a paneleiros (no offence!) e toda a gente acha bem.
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Kattuxa , porte-se bem , não seja tão radical . vamos dentro de pouco tempo resolver o problema dos gregos . Vamos abdicar do dinheiro do KREN e do PRODER , e de mais algum que possa vir da europa e ajudaremos os irmão gregos . Está de acordo
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“a reacção dos tugas em relação a PPCoelho e à muleta PPortas será eleitoralmente ainda mais drástica — porque se recusaram renegociar, etc e tal.”
Provávelmente …
O que seria uma injustiça.
E, sobretudo, seria um enorme erro : o desperdicio de tudo aquilo que foi feito até agora para recuperar a credibilidade financeira de Portugal, o que é um facto (as taxas de juro da divida portuguesa estão nos minimos historicos) ; uma aventura de altissimo risco e comconsequencias incalculáveis para os proximos tempos !
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“Que se saiba, Portugal emprestou dinheiro a juros ALTOS e este governo grego não disse que não vai pagar.”
Os “juros ALTOS” do dinheiro que Portugal emprestou em 2010 e 2011, através do Fundo Europeu de Estabilização Financeira (FEEF), são actualmente de … 1% !!
O governo grego propõe-se pagar o capital … nas calendas gregas !!! (é mais ou menos assim : “olha, eu vou passar a viver como a cigarra mas quando tiver dinheiro para te pagar, pago-te, claro !”
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Gostava de ver o que se dirá por este blog (e por outros) na eventualidade de a UE chegar a um acordo com Atenas o que implicará, forçosamente, algumas cedências aos gregos.
Imagino a desilusão e o horror!
E, já agora, nessa eventualidade, deve Portugal ir “à boleia dos gregos”?!?
(o PM da Irlanda, despachado, já disse que também quer o hipotético “candy” a ser oferecido à Grécia)
PS – não acredito nessa enventualidade. A cada momento que passa torna-se mais óbvio que a actual coligação (sim que o Syriza tem companhia hoje em dia muito “selectivamente” e convenientemente olvidada) quer saír mas quer fazer o papel de vítima “heróica” perante o seu eleitorado.
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Só chulos que vivem á custa dos impostos dos outros.
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100% dos subscritores da missiva ao 1.º Ministro, vivem à pala do estado!
Sintomático?
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Nem mais.
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“Gostava de ver o que se dirá por este blog (e por outros) na eventualidade de a UE chegar a um acordo com Atenas o que implicará, forçosamente, algumas cedências aos gregos.
(o PM da Irlanda, despachado, já disse que também quer o hipotético “candy” a ser oferecido à Grécia)”
O “candy” que o PM irlandes diz estar disposto a aceitar é o de um alargamento dos prazos de reembolso do capital (30 anos com 10 anos de graça) e uma diminuição adicional dos juros (actualmente, de 1% para 0,5%).
Mais do que “candy” seria um enorme erro politico : daria aos gregos (e a outros europeus) a ilusão de que é sempre possivel “renegociar” para pagar menos e não fazer esforços para mudar o que está na origem do sobre-endividamento !…
Mesmo assim “seria sol de pouca dura” : dentro de pouco tempo a Grécia voltaria a estar em situação de ruptura financeira e a precisar de mais dinheiro de graça !…
Pior a emenda do que o soneto !!
“E, já agora, nessa eventualidade, deve Portugal ir “à boleia dos gregos”?!?”
Não. Portugal deve manter firmemente a linha de que “não é a Grécia”. O que tem ganho em credibilidade e em sustentabilidade, e o que poderia ganhar ainda mais aceitando não ter as mesmas condições, vale largamente qualquer beneficio imediato do género.
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Bagão e Anacleto a subscreverem a mesma redacçãozinha…as voltas que o mundo dá…
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Na Media internacional corre uma história bem gira.
Parece que o Varoufakis até já tinha chegado a um princípio de entendimento (o Schauble, pensando que estava tudo no bom caminho foi dormir) e já estaria a combinar uma boa noitada cheia de “bué-da-style” com a Lagarde a beber umas copadas.
Varoufakis comoteu o erro de telefonar para Atenas.
O desmancha-prazeres do Tsipras disse que “nada de acordo, nada de andar nos copos e na “náite” com os credores e xixi e cama já”.
Isto não se faz. 🙂
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Pelo que se sabe, os ministros tinham chegado a acordo em publicar uma nota onde dariam conta de que não tinha sido possível chegar a acordo. Mesmo sendo só isso, o Tsipras não concordou e nem comunicado houve. Elucidativo.
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ah….o chatarrão do Alexis terá acrescentado:
“pá e vê lá se tiras essa piiiiiii desse cachecol que ainda vão pensar que estamos cheios do guito “
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Ontem ficou claro que os credores da Grécia, FMI incluido, não vão ceder em nenhuma das exigências que o governo syrisista anda a fazer. A reunião de ontem assim como a de hoje e a da próxima 2ª feira, vão servir apenas para arranjar uma maneira de, ficando tudo como está, o Tsypras e o Varoufakis poderem regressar a Atenas de cara levantada. Como dizia ontem o Trigo Pereira, pessoa de quem normalmente discordo, vai ser tudo uma questão de semântica: a troika passará a chamar-se “comissão de acompanhamento” e as avaliações passarão a ser “sessões de trabalho bipartidas”, ou coisa parecida.
Posso até estar enganado, mas como dizia o outro, será mais fácil Cristo descer à terra, do que o governo grego receber mais dinheiro sem cumprir o resto do memorando, com mais prazo ou com menos prazo.
Eles parece que se esqueceram de um pormaior: qualquer alteração aos memorandos assinados, tem de passar pelos parlamentos dos países credores, como é p. ex. o caso do pagamento antecipado ao FMI por Portugal. Basta um dos parlamentos chumbarem as pretensas alterações, para as inviabilizar. É coisa muito diferente do que estarem 19 ou 20 pessoas à volta de uma mesa a discutir o sexo dos anjos, como aconteceu ontem.
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Entretanto o regabofe já recomeçou: em janeiro os gregos pagaram menos mil milhões de euros de impostos do que deviam. Deveriam ter pago 4,62 mil milhões e pagaram 3,68 mil milhões! PQP! é este estado de coisas que a esquerda e os amesentados no OGE que se entretêm a assinar cartas e petições querem sustentar.
FOSDRA-SE!!!
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“[ ] Os credores da Grécia, FMI incluido, não vão ceder em nenhuma das exigências que o governo syrisista anda a fazer… [] vai ser tudo uma questão de semântica … ficando tudo como está, o Tsypras e o Varoufakis poderem regressar a Atenas de cara levantada.”
Alexandre Carvalho da Silveira,
Até é possivel e provavel que seja assim …
Esperemos que não haja efectivamente nenhuma cedencia quanto ao essencial. O essencial é menos a questão do dinheiro (no fim de contas nada que o resto da Europa não pudesse “digerir” financeiramente) do que os compromissos anteriormente assumidos pela Grécia. O essencial é que a Grécia faça o ajustamento que é necessario para voltar a ter uma economia equilibrada e sustentavel. E aqui não vejo o Syriza a fazer. Pode até prometer mas não vai fazer.
Mas espero também que não haja sequer cedencias quanto à “questão semantica” para que o governo grego possa “regressar a Atenas de cara levantada”. Se tal acontecesse, o Syriza e todos aqueles que se opõem à austeridade não deixariam de procurar explorar politicamente tal facto para aparecerem como vencedores e para continuarem a alimentar a ideia de que é possivél “vergar” a “Europa de Merkel”. Ou seja, pelo menos durante ainda algum tempo, iria ser mais dificil denunciar a irresponsabilidade e o irrealismo do Syriza e dos anti-austeridade e muitos eleitores, gregos e europeus em geral, continuariam a acreditar na possibilidade da Europa poder siguir uma via de ajustamento e consolidação que não passe pela austeridade (dos paises endividados) ou pela contenção (dos paises “virtuosos”).
Eu não cederia nem quanto ao nome da “Troika” !!… A esquerda revigora-se com as vitorias simbolicas !!
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A questão essencial é esta: se eles “rasgarem” o memorando como o Tsypras disse e continua a dizer, mas só na Grécia, porque cá fora ainda não o ouvi dizer isso, não recebem mais dinheiro. Entre ontem e hoje, vários 1ºs ministros já afirmaram isso mesmo. Sem memorando ou o que lhe queiram chamar, a Grécia não recebe da Europa nem mais um avo. Curiosamente, e apesar do namorico mediático Lagarde/Varoufakis de ontem, o FMI tem estado muito caladinho. Quando abrir a boca, os gregos só podem esperar o pior.
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Você bebeu?!?
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Você é MESMO imbecil!
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A grande vantagem disto é que começaram por uma Aula Magna, desceram a um grupo de 70 ou 71 e agora vão a 32, estamos a entrar nas eliminatórias, vai começar a Champions e a final é a 6 de Junho, em Berlim, por sinal.
Aos poucos separa-se o trigo da merda que ainda pulula nos Bagões dos tugas ignaros e companhias pouco recomendáveis.
O Louçã já diz que quem nos representa é a Grécia. Ainda vai para Atenas apelar a levantamento de armas contra Lisboa. O pateta Alegre andou a falar à rádio em Argel…
É assim, com os camaradas não se metam, ouçam e baixem o pio.
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Que diferença há entre o jornalismo de causas, ou de combate, e a propaganda? Ou entre um comentador e um jornalista? Bendita net que é à borla. Um clip e aí vou eu para outro sits, nunca pagando. Essa é a regra de base. Com um euro tomo o café e ainda foco com troco. Com o que custa o sol e o expresso dá para um galão e um bolo.
Quero ler jornais? Jornais mesmo? Aí sim posso assinar, o ft, o wsj, o le monde e por aí. Para isso tenho dinheiro, para o jornalismo que cá se faz, decididamente não. O dono do cão que lhe dê de comer.
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Tudo bons rapazes, da direita e da esquerda. Estão é interessados em manter as pensões e regalias miseráveis.
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Há para aí um grupo de rapazes que se especializaram em cartas e abaixo assinados .
E não sei porquê não simpatizo com nenhum .desde sempre .Desde o Pacheco Pereira do PSD , que dá vontade de rir , Bagão do CDS o mesmo , Carvalho da Silva o “meigo” futuro presidente do agrupamento entre outros ,salvo erro são 32 todos a viverem bem a custa do estado e das televisões, nunca fizeram nada de interessante para a sociedade de humildes têm pouco são mesmo sabichões. . Ide passear ao campo que vos faz bem
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O mais engraçado deste grupo são as lagartixas que o assinam nomeadamente os baguinhos e os pachecos.
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