Desde a viagem do Presidente Carmona a África
4 Janeiro, 2016
que não se via visita tão prazenteira. Deus guarde o sr ministro e o senhor Jerónimo mantenha o dr Mário Nogueira em bom recato. Assim dá gosto ter ministros, governo e fazer reportagens. Os pais indignados desapareceram, as crianças têm vergonha de falar perantes pessoas tão importantes, os professores sorridentes agradecem…
21 comentários
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Cheira a processo acelerado de Venezuelização em curso…
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Noticia daqui a seis meses um ano 2 no máximo:
Novo ministro da Educação promete novo sistema de avaliação”
Noticia daqui a 4 anos:
Novo ministro…….
….
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Ouvi por alto e gostei.
Do que disse registei com muito agrado que vai mandar tirar o amianto (logo que se cumpram umas pequenas formalidades) de todas as escolas, que segundo parece são oitocentas.
Palavra do
ministroSenhor.GostarGostar
AHAAHAHAHAHAH
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As viagens do Américo Thomaz no Continente e no ex-Ultramar eram bem mais prazenteiras, quase todas gostosas e sonsas (tal como o protagonista-mor), e muitas, irrelevantes. Ah !, com uma diferença da actualidade: todas as visitas do AThomaz com bandeirinhas agitadinhas por bastantes ingénuos incluindo crianças.
Então, as crianças podiam fazer-lhe todo o género de perguntas incluindo inesperadas e incómodas, “dava gosto fazer reportagens”.
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Disseram-me que desde há quase duas semanas –e hoje constatei– a flor-de-estufa Maria de Belém sente-se perseguida, insultada, quando colocam em causa o seu carácter como política e simultaneamente paga por interesses privados no sector da saúde… Por que será ?
Mais maçonaria e lobbys que a suportam deixam-na intranquila…
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O lobby das Misericórdias é coisa sinistra e obscura, um Estado Social paralelo desnecessário se houvesse coragem para reformar o Estado Social oficial. Depois há coisas que mostram o nosso défice democrático, por exemplo, o dinheiro dos jogos sociais, desse monopólio, é sugado em todo o país para ser gasto APENAS na capital, e para além disso esse mesmo monopólio bloqueou por completo a liberalização das apostas desportivas, que ocorreu em toda a Europa rica e garantiu a criação de emprego e riqueza e maior eficácia no combate à corrupção de resultados. As Misericórdias converteram-se com a democracia em mais uma mama obscura que come à mesa do Orçamento do Estado.
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Correcto.
Quanto às Misericórdias, poucas têm sabido sair da quase totalidade da mama do Estado e das autarquias. São quase autónomas não só graças a circunstâncias várias –que a vasta maioria não possuem– ao talento e muito trabalho de quem as dirige e acciona.
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Concordo, as Misericórdias são um Estado que deveria ser clarificado.
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avaliação de acordo com o soviete da nojeira.
e be da catarina *a grande
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Repescagem de
17.04.2012
A amplitude das consequências futuras de um modelo educativo, reclama e merece um debate competente, sério e transparente para além da contabilidade caseira nos apontamentos dos partidos. Medidas atabalhoadamente avulsas e apressadamente conjunturais não encaixam num sistema de ensino que se pretende produtivamente escorreito. Enquanto enviesadamente se entender que em cada legislatura, um governo, qualquer governo, pode tudo baralhar e dar de novo, não se ataca a raiz do problema, e principalmente os mais jovens são indecorosamente sujeitos ao papel de cobaias nas mãos de reles experimentadores propagandistas de ocasião. O sistema educativo terá que ser visto como uma questão de regime, bem afinado para durar décadas sem sobressaltos, que como tem andado, nem tempo temos para aferir resultados. Acontece que, a exemplo de muitas outras e diversificadas instituições, as escolas privadas também podem prestar um meritório serviço público. A realidade ensina, que perante a recorrente incapacidade e mesmo prepotência do Estado em muitas áreas sociais como em muitos outros quadrantes, o contributo particular pode diversificar e contribuir sem benefícios chocantemente indecorosos e indevidos. Por desgraça, tem mesmo que se substituir aos inorgânicos órgãos do poder, como por exemplo quando a fome aperta na sociedade. Até pode acontecer que o omnipresente e prepotente estado receie e fuja da demonstração comparada da eficiência do desempenho e dos consequentes resultados. No que respeita a critérios justos para comparticipação do orçamento do País que todos somos, uma regra simples e bem calibrada basta. Abertura nos privados para acesso universal a todas as camadas sociais sem encargos adicionais para famílias abaixo de um determinado rendimento, e a partir do qual a classe dos bem instalados teria que abrir os cordões á bolsa. É tudo uma questão de forma e de fórmula. Em doses excessivas o Estado mata.
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Sem lhe querer mal algum!
Mas estive quasi a pegar no seu texto e mudar aleatoriamente a ordem dos parágrafos. Estou convencido que sairia um post porreiro, com um novo estilo e pleno de ideias novíssimas.
Por puro respeito por si, sugiro que releia (ou peça a alguém que o faça) se um texto seu não for espontâneo, não sair de rajada.
Vexa tem peças boas, mas esta fez lembrar o citado Agostinho.
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leninha aqui vão alguns conselhos para a AZIA.
“Um excelente remédio caseiro para azia é comer 1 torrada ou 2 biscoitos cream cracker, pois eles absorvem o ácido que está provocando a acidez na laringe e na garganta, diminuindo a azia.
Outras opções são chupar um limão puro no momento da azia porque o limão, apesar de ser ácido, diminui a acidez do estômago, ou comer uma fatia de batata crua porque a batata também é capaz de neutralizar a acidez do estômago, combatendo azia em poucos instantes.”
Não precisas de agradecer
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O Sr.ministro vai dar tudo a todos.
Quere-se dizer vai dare o que todos quereram.
OK.
Vai ser a merda do costume.
Ó Nogueira abanssa que o gajo é nabo.
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Quantos mais forem os ministros da educação, mais escolas serão renovadas e equipadas com ginásios.
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A. Silva, parece da família dos santos silvas.
Ninguém lhe pediu tisanas, nem diagnósticos apócrifos, nem lhe permitiu tratar por tu quem está muito longe da enxovia dos silvas.
A liberdade de comentar num blog não se confunde com desaforos, faltas de respeito, parvoíces, asneiras e idiotices. O silva cambaleia por cima delas e não se enxerga.
Já chega, aproveite mais uns feriados religiosos para festejar a vilanagem.
O seu homónimo declara: “Faz parte do programa do Governo repor os feriados civis e não faria sentido não repor os feriados religiosos. O procedimento jurídico agora é muito simples”
Os bipos não cabem em si de contentes. Tudo vai bem no reino do faz de conta. Até ver.
“”Não há mal que sempre dure, nem bem que se não acabe”. Provérbio antigo.
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Não há bem que sempre dure, nem mal que sempre se ature,
Assim é que é.
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Apoiado! Esse silva é mesmo um reco!Estrumeira com ele!
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Vale a pena seguir a narrativa de um certo jornalismo.
A propósito do actual ministro da educação. no Expresso 24.11.2015 às 15h53 lê-se;
“Não é a primeira vez que é notícia nos jornais. Em 2013, deixou de ser um desconhecido investigador, depois de apresentar na revista “Nature Medicine” uma técnica de ressonância magnética mais eficaz e precisa na deteção precoce do cancro, uma descoberta que foi noticiada em todo o mundo”.
O senhor ministro de 36 anos, sem qualquer experiência da gestão educativa, aparece em certos meios como o d. sebastião que vai dissipar a névoa que paira no couto do nogueira, o verdadeiro ministro não empossado.
Quando a jornalista fala da “apresentação na revista Nature” está a omitir que todo o trabalho em curso foi percorrido antes de ele chegar ao Reino Unido.
Pertence somente à equipa do Professor Kevin M. Brindle e não é, nem de longe elemento preponderante do grupo.
Não figura sequer no último trabalho publicado sobre o assunto em Dezembro deste ano.
Estamos habituados a ver nos merdia referências a roçar os fantástico a grupos de investigação portugueses. Um deles até já “descobriu o cancro” várias vezes.
Depois nada se confirma, mas se for de tendência xuxa é extraordinário de certeza.
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Procópio repare nestas duas noticias do jornal de propaganda PS/BE, Público.
Na primeira referente ao dia 7 de Janeiro 2015, diz que não existem doentes a mais, camas a menos, a culpa é da contenção de custos.
Na segunda, de 31 de Dezembro de 2015, a culpa é dos doentes que se deslocam demasiado às urgências e que não existem falta de camas.
http://www.publico.pt/sociedade/noticia/nao-ha-mais-doentes-nas-urgencias-as-equipas-e-que-ja-estao-no-fio-da-navalha-1681391
http://www.publico.pt/sociedade/noticia/hospitais-perto-dos-maximos-de-resposta-utentes-devem-evitar-urgencias-1718869
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Saúdo o retorno da exclente comentadora. Já estava a desanimar.
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