Coisas que fascinam
«Paris comptait 25 000 taxis dans les années 20. En 1937, après la grande crise des années 30, le ministre de l’Intérieur du Front Populaire, Max Dormoy, imprégné de l’idéologie malthusienne d’alors, décide de réduire l’offre de taxis à 14 000 pour sauver la profession et augmenter les prix. Quand la croissance est repartie, après 1945, on n’y a pas touché. Charles Pasqua, en 1995, a refait une loi qui redéfinit la profession et autorise la revente des licences. Mais l’article 6 de ce texte dit que, si le nombre de licences de taxi augmente, il ne peut y avoir dédommagement de ceux qui en possédaient déjà une.
Pour être professionnel, il faut un CAP de taxi, avec épreuves générales et locales, une autorisation de la préfecture et une licence. Celle-ci est achetée à un autre taxi ou obtenue gratuitement auprès de l’Etat qui n’en délivre pas plus de 150 par an pour limiter l’offre. Pouvoir être taxi est devenu une sorte de droit féodal. C’est une économie de privilèges dont sont victimes ceux qui doivent acheter le droit de travailler.»
O resto da história sobre o fascinante proteccionismo no universos dos táxis parisienses pode ler-se no Libération


É sempre interessante quando o estado assume o papel de defensor dum grupo económico/profissional. Entre nós temos, por exemplo, o negócio das farmácias que tem cota de mercado assegurada por lei, independentemente dos preços que pratiquem. Ou o das televisões, já que parece que não há mercado publicitário para quantos queiram competir na área. Proibindo-lhes o acesso ao mercado, este estado-deus cuida dos pobres coitados dos empresários, onde se iriam desgraçar, dada a sua falta de olho para o negócio.
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Creio que em Portugal o sistema é semelhante. Creio que, cá também, o número de taxistas é limitado pelo Estado.
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uma economia de grossa e abundante escala é dos taxis novaiorquinos
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http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=909580&div_id=291
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´uma economia de grossa e abundante escala é dos taxis novaiorquinos
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não precisa sair de portugal para constatar isto … cá dentro temos realidades muito semelhantes ou ainda mais proteccionistas em alguns municípios …
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