Escândalo em Lisboa
7 Fevereiro, 2008
Parece que a câmara de Lisboa cobra renda por um prédio construido e pago pelos arrendatários. José Sá Fernandes promete acabar com esta pouca vergonha.
14 comentários
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Parece que a câmara de Lisboa cobra renda por um prédio construido e pago pelos arrendatários. José Sá Fernandes promete acabar com esta pouca vergonha.
O que estes casos significam:
O exercício, na CML, na nacional irresponsabilidade.
Dos seus quadros, para com o património da autarquia e das acividades licenciadas.
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Não percebi. Deveria a CML fornecer o terreno de graça?
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Pois…mas há um pequeno pormenor: o terreno é público. E no alto do Parque, o valor talvez seja um pouco maior do que os 500 euros de renda deixa perceber.
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Ou este post é apenas uma sugestão para a actuação típica do BE, de forma a corrigir tal injustiça? 😉
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João Miranda,
Posso construir uma casa num terreno seu, instalar um negócio e não lhe dar cavaco? Diga-me onde.
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A concessão é por vinte anos e o edifício reverte para a câmara no final. Investiram dois milhões de euros e pagam €500 por mês.
Fazendo a conta € 2.000.000,00 a dividir por 20 anos e por 12 meses em cada ano dá € 8.333,33 por mês. Acrescentando os € 500 temos o equivalente a um encargo mensal de € 8.833,33.
É bom negócio para a câmara?
Para os empresários deve ser pois ainda não o venderam.
Qual a renda mensal de um espaço idêntico naquele local?
É só isso que interessa para se poder aferir se o negócio é justo ou má gestão camarária.
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Mas não era o “Zé que faz falta” que ia mandar vender andares abaixo de preço de mercado ou são só os do outros? E os valores de “mercado” também podem servir aos senhorios das rendas congeladas ou esses continuam de castigo? E indemniza os inquilinos pelas benfeitorias ou essa conversa do NRAU é só para entreter? E paga ele ou é para acrescentar à conta-corrente do túnel?
So many doubts, so little time! 🙂
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-Obviamente que 500 Euros por mês não reflectem o valor do metro quadrado no cimo do parque Eduardo VII. Mas finda a concessão, o edifício passa a ser propriedade da CML a custo 0. Não terá de fazer parte da equação? Há que ser sério quando se levantam estas questões, algo que o Zé não foi, populista e demagogo, como sempre. Ou queriam que privados construissem, e ainda pagassem o justo valor de mercado? Por que razão não construiu a CML e depois arrendou? Talvez falta de verba? de inicativa?
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Ai não, que não havia de pagar, e paga pouco, pouquíssimo, ali em cima do Rossio, quase, que mal precisa abrir as portas para a massa entrar ao cêntuplo na caixa ou ao milhar…
Que só os ricos fazem assim negócios da China, como só eles são parolos, lembrei-me, a ver a comadre mais nova da quadratura do círculo corada do solarium que até me fez impressão…
E então disse, oh, ricos são bons, são espertos e ladrões, ca quelas falinhas dengosas, falsas, mas parolos, deus do céu!…
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Mas finda a concessão, o edifício passa a ser propriedade da CML a custo 0.
Pois. Mais essa.
Ao fim de 20 anos ainda vai ser a CML a pagar as obras de demolição.
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As confrarias gastronómicas, das quais alguns da CML e do Eleven são confrades, ajudam nestas negociatas
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Já agora, que Câmara é essa que deixa construir um prédio em pleno e no alto do Parque Eduardo VII, dos mais emblemáticos da capital e do país. E depois falam dos mamarrachos do jovem Sócrtaes em pleno interior.
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E os juros? A negociação com a banca? O não dispor de capitais públicos evitando o desvio doutros lugares mais carenciados?
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João Miranda, a renda é pela ocupação de terrenos públicos. Não me diga que aceitaria que alguém construisse um restaurante num terreno público, sem pagar nada…
Ó António de Almeida, não se preocupe que os gajos do Seven fizeram um excelente negócio
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