Leitura recomendada
15 Fevereiro, 2008
Os posts de Pedro Arroja sobre o fabuloso mundo dos manuais de direito administrativo:
15 comentários
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Os posts de Pedro Arroja sobre o fabuloso mundo dos manuais de direito administrativo:
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Eu recomendo! Definitivamente!
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O Pedro Arroja continua com os seus devaneios bacocos? Vejo que sim… vejo que sim. Será senilidade? Ou simplesmente tempo a mais?
Enfiou, citou meia dúzia de linhas de mais de 1000 páginas. É interessante. Também reparei que já é uma verdadeira saga de posts com citações aleatórias e descontextualizadas. Fascinante a forma como, orgulhosamente e pretensiosamente, demonstra a sua ignorância.
PS: O João Miranda saberá qual foi o post em que ele renunciou à sua nacionalidade (é isso que deduzo, já que se refere a Portugal como “vosso país”) e decidiu escrever em inglês? Deve ser um post fascinante! O pico da senilidade, imagino? Pico, porque imagino que isto do Direito seja mais do mesmo, já que ele, ao que parece, associa o Direito a uma espécie de seita religiosa (religião que já era uma associação obrigatória, a tudo sobre o que escrevia, quando estava “aqui” no Blasfémias)… A sério. Ninguém avisa o senhor? Já mete pena.
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JAM = Cristian Keller?
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escrever direito por linhas tortas
por falta de viagra nem o direito se põe de pé
o machismo lusitano limita-se a dar pancada na mulher. há que reconhecer a existência da andropausa ou “Serafim de Carvalho”
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O Pedro Arroja de Direito Administrativo sabe ZERO…
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Que humor coberto de ignorância, até choca como o blasfémias, um blog “inteligente” pode linkar tamanho disparate e falácia.
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É preciso ter topete para criticar os muito doutos, muitíssimo, conhecimentos de Freitas do Amaral about Direito Administrativo. Ainda o PA andava de cueiros e já o eminente Professor tinha uma vasta, profuunda e única obra sobre o tema.
PS: porque é que o PA escreve em inglês?!
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Freitas do Amaral é um copista sofrível. Haja justiça.
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É muito fácil descontextualizar meia dúzia de frases e ridicularizar o trabalho sério dos outros.
Quem se descridibiliza, naturalmente, é quem recorre a este tipo de processos.
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Como quase sempre, a Lolo acertou em cheio!
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Ler o artigo “to economize” do P.Arroja, de preferência umas 3 vezes. Sem descontextualizações… e com muita paciência!
Um bom remédio para resistir à tentação de seguir links para os posts de PA.
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“Ler o artigo “to economize” do P.Arroja, de preferência umas 3 vezes. Sem descontextualizações… e com muita paciência”
E depois ir fazer uma mijinha (É como com as cervejas)
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lololinhazinha Diz: ” É muito fácil descontextualizar meia dúzia de frases e ridicularizar o trabalho sério dos outros.”
“Quem se descridibiliza, naturalmente, é quem recorre a este tipo de processos. ”
Curiosamente, poderá ter razão.
Mas algumas das respostas dadas, estão longe de ser da qualidade da sua. O que curiosamente, dá crédito a PArroja.
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São posts com muita piada e que têm algo de verdadeiro.
Na verdade, para quem, como, em parte, eu, trabalha nessa área, é muito difícil encontrar soluções na doutrina portuguesa para a maior parte dos problemas que surgem no dia à dia de municípios ou de empresas que participam em negócios com o Estado.
Maior parte dos administrativistas satisfazem-se com os lugares-comuns do costume (interesse público, princípio da legalidade), evitando dar ~respostas concretas às questões ou guardando-as para pareceres pagos a preço de ouro.
E julgo que a escola Coimbrã é um sintoma, não a causa de uma doença, digamos, cultural. Em Portugal, maior parte da população é iletrada ou analfabeta, pelo que é fácil uma pessoa mediana passar-se por vulto da cultura ou da ciência. Seria injusto generalizar, até porque existem alguns excelentes juristas no país, mas o panorama geral muitas vezes parece-se com os excertos do manual de Freitas do Amaral.
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