sim, mas eu não percebo qual seja o problema. eu não sei em que contexto a professora permitiu que os alunos ouvissem música. mas se foi num momento de resolução individual de exercícios, parece-me aceitável.
independentemente disso, a aluna tem de saber acatar as ordens da professora. se ela passou dos limites (e penso que é isto que está em causa,) deve ser repreendida, porém sem ser crucificada ou condenada à morte.
A Patrícia atendeu uma chamada da mãe e a professora disse-lhe “Passa-me o telemóvel” e a Patrícia respondeu “Não, que estou a falar com a minha mãe” e então a professora roubou o telemóvel à Patrícia porque tinha interesse em ouvir o que a mãe lhe estaria a dizer.
Conclusão: a professora é muito pior do que a Patrícia. A professora está mesmo passada da cabeça. A professora deve ser despedida. Ainda bem que vai haver avaliação dos professores, para que esta Adozinda possa ser posta na prateleira.
Então a miúda atende a chamada da mãe, e a reação da professora é tirar-lhe o telemóvel? Para quê?????? Para que raio queria a professora o telemóvel da Patrícia, lá por ela ter atendido a chamada da mãe? Isto entende-se???
Eu o que me admira é que, perante aquele vídeo confrangedor, não se tenha imediatamente colocado um processo disciplinar à professora. Alguma vez se entende que uma professora confisque o telemóvel a uma aluna e que, depois, ainda aceite andar à bulha com ela?!
“A Patrícia atendeu uma chamada da mãe e a professora disse-lhe “Passa-me o telemóvel” e a Patrícia respondeu “Não, que estou a falar com a minha mãe” e então a professora roubou o telemóvel à Patrícia porque tinha interesse em ouvir o que a mãe lhe estaria a dizer.” (Luis Lavoura)
Afinal o Luís Lavoura estava lá e não quis evitar a cena.
Também merece um processo disciplinar.
Última aula. Entrega de testes. Aula “aligeirada” e descontraída. A “velha” a tentar mostrar ao “ppl novo” que pode ser uma “gaja porreira”? Se calhar foi. Mesmo assim, para a aula não ser o “avacalhamento total”, estabeleceu alguns limites. Pois é… o “ppl novo” não aceita que se estabeleçam “limites”! Ponto. Mas a culpa é sempre da “velha”… que não devia ter dado nenhuma “abébia”!
“Eu o que me admira é que, perante aquele vídeo confrangedor, não se tenha imediatamente colocado um processo disciplinar à professora.”
o primeiro foi logo o daniel oliveira. esse senhor que andou a dias e dias a escrever disparates sobre a avaliação dos professores e da tão concorrida manifestação – culpando a ministra , claro! – face a uma clara falta de respeito de uma aluna perante uma professora, o que é que ele faz? branqueia a atitude da aluna e enterra a professora.
dá para perceber semelhante linha de raciocínio? muito dificilmente.
A professora foi “fixe” e não quis ser autoritária. Deu umas abébias ao pessoal da pior turma de todas. A aluna ultrapassou as abébias. A Mãe fala com a filha no meio da aula.
Culpada ? A professora que não devia ter dado abébias e devia ter sido autoritária.
Ora porra.
Agora nem musica nem falar com a Mãe. Tudo proibido.
O Luís Lavoura percebe pouco de métodos didácticos de aprendizagem. Cristalizou no século passado e por aí ficou. Os métodos mais avançados impõem a obrigatoriedade da audição de música na última aula de cada período. Esta técnica revolucionária elevou de forma muito significativa as taxas de sucesso escolar. Ao contrário do que se diz, esta professora mostrou estar a par dos mecanismos de ensino mais evoluídos ( não admira: esteve em Bruxelas até há bem pouco tempo). Esta professora se fosse avaliada teria que ter obrigatóriamente nota máxima.
Pronto, cá esta. A mesquinhez portuguesa em funcionamento! Ah se eu adivinhasse assim no totoloto: ainda ontem pensei com os meus botões: «não há-de tardar para neste jogo de gatos e ratos, os ratos acabarem por comer os gatos». Daqui até apedrejarem a professora e a atirarem ao fosso é um pouco. Se estes patetas dos psicológos e pedopsiquiatras e e as suas teorias de água benta, e os imbecis do Bloco de Esquerda deixassem de desresponsabilizar os meninos tratando-os mais como adultos e menos como inimputáveis, talvez começássemos por incutir o que faltar verdadeiramente a juventude dos dias de hoje: noção de valor e sentido de responsabilidade. Agora é professora que tem culpa. Quem sabe se não deveria ser ela expulsa? Realmente numa coisa a senhora teve a sua cota parte de culpa que foi o facto de ter deixado arrastar a situação até ao confronto físico. Histerismos resolvem-se com banhos de água fria, um passeio até casa ou um castigo à moda antiga (não se pode dizer isto, não é? coitadinhas das criancinhas…)
Convém dizer ainda que as mais recentes recomendações do comité internacional de aprendizagem vão no sentido de proibir expressamente conversas telefónicas com familiares próximos, no período das aulas. De modo a facilitar uma socialização mais eficaz só são autorizadas conversas telefónicas com amigos, desde que o professor seja informado previamente. Mais uma vez a professora esteve muito bem.
A professora é apoiada pelo corporativismo dos colegas, pelo sindicato, pelo ministério, pelo PGR, pelos velhos, pelos autoritários, pela minha tia Adozinda… enquanto a aluna, o mais que pode é ser apoiada pelos pais e pelo clube de fans da Patrícia.
O que vi no vídeo em causa foi uma aluna que há muito sentiu poder sobre uma sua própria professora, professora essa que baixou ao nível de relacionamento da adolescente e que agora (provavelmente orientada por alguém), segue tristemente para queixa para tribunal contra estes jovens. Não me acredito que esta aluna, e todos os jovens desta turma, tivessem este tipo de comportamento com todos os seus professores.
Eu também já andei no secundário e sei do que falo.
De facto esta anedota revelou imensas coisas. Recordo só mais duas. Fcamos a saber para o Encrespado beócio da SIc-N chafurdar no lixo é denúncia. Ficamos a conhecer o rigor das crónicas do vpv: para o jornalista do séc. XIX o Carolina é um liceu da classe média, não um desses antros mal afamados a que chamam escola (o senhor da rua da palma – sorte a dele – nunca teve de usar o elevador da estação de metro do Carolina…
Ainda bem que a indisciplina nas escolas passa a ser do conhecimento público. Se soubessem que há alunos mal-educados e insurrectos que, ao serem admoestados nas aulas, ameaçam os professores que vão fazer queixa deles (professores) ao Conselho Executivo, o que pensariam sobre o exercício da autoridade dos professores?
E, já agora, com presidentes de CE’s deste calibre, e benquistos nas respectivas DRE’s, quais serão os parâmetros da avaliação dos professores?
Uma alteração positiva nas normas do ME seria, sem dúvida, impor um número reduzido de anos (máximo dois mandatos de 3 anos) para o exercício de funções directivas, uma medida que evitaria muitos abusos de poder, pois muitos presidentes de CE’s esquecem-se que são (foram) professores e passam a desempenhar o papel de senhores feudais e de autênticos tiranos, impedindo, de forma mais ou menos velada, que surjam novas listas de candidatura ao exercício do cargo e, assim, restringem (anulam) a prática democrática e de cidadania dentro de uma instituição cuja vocação é a formação de cidadãos.
1) Dantes a avaliação não servia, agora dizem “esta professora devia receber nota máxima.”
2) Segundo o umbigo, o Ricardo Araújo Pereira é o máximo e é um pensador como não há em Portugal porque escreveu uma crónica na visão onde desresponsabiliza os professores e culpa os alunos. Mas a mesma pessoa disse na televisão pública (por intermédio de um personagem desempenhado no Diz que é uma Espécie de Magazine): “Quanto mais tempo se passa no sistema de ensino português, menos qualificado se fica.”
Eu percebo… se a Ministra responsabilizasse todos menos os professores… era a melhor ministra do mundo. Assim, têm de se contentar com a Ana Drago, que tem no seu curriculo toda aquela obra feita.. que nós sabemos.. aquela, não tão a ver?!
Se calhar a Patrícia pôs uma música que a Adozinda não gostava… e estalou o conflito.
GostarGostar
sim, mas eu não percebo qual seja o problema. eu não sei em que contexto a professora permitiu que os alunos ouvissem música. mas se foi num momento de resolução individual de exercícios, parece-me aceitável.
independentemente disso, a aluna tem de saber acatar as ordens da professora. se ela passou dos limites (e penso que é isto que está em causa,) deve ser repreendida, porém sem ser crucificada ou condenada à morte.
GostarGostar
Se não houvesse Youtube, não havia indisciplina.
GostarGostar
Ora, bendita Professora. Que tal ouvir “nothing else matters” dos Californianos, Mettalica, numa aula de “Francês”!
Ou ainda, ouvir o saudoso Freedy Mercury a cantar o épico, “We are the champions”.
Sim, porque não estou a imaginar nessa aula de “francês”, alguém a ouvir Jacques Brel, “ne me quite pas”!
GostarGostar
A Patrícia atendeu uma chamada da mãe e a professora disse-lhe “Passa-me o telemóvel” e a Patrícia respondeu “Não, que estou a falar com a minha mãe” e então a professora roubou o telemóvel à Patrícia porque tinha interesse em ouvir o que a mãe lhe estaria a dizer.
Conclusão: a professora é muito pior do que a Patrícia. A professora está mesmo passada da cabeça. A professora deve ser despedida. Ainda bem que vai haver avaliação dos professores, para que esta Adozinda possa ser posta na prateleira.
Então a miúda atende a chamada da mãe, e a reação da professora é tirar-lhe o telemóvel? Para quê?????? Para que raio queria a professora o telemóvel da Patrícia, lá por ela ter atendido a chamada da mãe? Isto entende-se???
Eu o que me admira é que, perante aquele vídeo confrangedor, não se tenha imediatamente colocado um processo disciplinar à professora. Alguma vez se entende que uma professora confisque o telemóvel a uma aluna e que, depois, ainda aceite andar à bulha com ela?!
GostarGostar
http://www.liveleak.com/view?i=7d9_1206624103
GostarGostar
Deplorável o estado a que o Estado chegou!
GostarGostar
Provavelmente tratava-se de uma aula de música. Só pode.
GostarGostar
“Deplorável o estado a que o Estado chegou!”
o estado?!?
este pessoal é marado dos carretos
GostarGostar
“A Patrícia atendeu uma chamada da mãe e a professora disse-lhe “Passa-me o telemóvel” e a Patrícia respondeu “Não, que estou a falar com a minha mãe” e então a professora roubou o telemóvel à Patrícia porque tinha interesse em ouvir o que a mãe lhe estaria a dizer.” (Luis Lavoura)
Afinal o Luís Lavoura estava lá e não quis evitar a cena.
Também merece um processo disciplinar.
GostarGostar
Última aula. Entrega de testes. Aula “aligeirada” e descontraída. A “velha” a tentar mostrar ao “ppl novo” que pode ser uma “gaja porreira”? Se calhar foi. Mesmo assim, para a aula não ser o “avacalhamento total”, estabeleceu alguns limites. Pois é… o “ppl novo” não aceita que se estabeleçam “limites”! Ponto. Mas a culpa é sempre da “velha”… que não devia ter dado nenhuma “abébia”!
Choremos, então!
GostarGostar
“Eu o que me admira é que, perante aquele vídeo confrangedor, não se tenha imediatamente colocado um processo disciplinar à professora.”
o primeiro foi logo o daniel oliveira. esse senhor que andou a dias e dias a escrever disparates sobre a avaliação dos professores e da tão concorrida manifestação – culpando a ministra , claro! – face a uma clara falta de respeito de uma aluna perante uma professora, o que é que ele faz? branqueia a atitude da aluna e enterra a professora.
dá para perceber semelhante linha de raciocínio? muito dificilmente.
GostarGostar
A professora foi “fixe” e não quis ser autoritária. Deu umas abébias ao pessoal da pior turma de todas. A aluna ultrapassou as abébias. A Mãe fala com a filha no meio da aula.
Culpada ? A professora que não devia ter dado abébias e devia ter sido autoritária.
Ora porra.
Agora nem musica nem falar com a Mãe. Tudo proibido.
GostarGostar
“Não, que estou a falar com a minha mãe”
Ó Luis Lavoura, V. só pode estar a gozar com o pagode …
GostarGostar
O Luís Lavoura percebe pouco de métodos didácticos de aprendizagem. Cristalizou no século passado e por aí ficou. Os métodos mais avançados impõem a obrigatoriedade da audição de música na última aula de cada período. Esta técnica revolucionária elevou de forma muito significativa as taxas de sucesso escolar. Ao contrário do que se diz, esta professora mostrou estar a par dos mecanismos de ensino mais evoluídos ( não admira: esteve em Bruxelas até há bem pouco tempo). Esta professora se fosse avaliada teria que ter obrigatóriamente nota máxima.
GostarGostar
Já o Luís Lavoura se fosse professor seria um autêntico fiasco.
GostarGostar
Ela não fala com a mãe.
GostarGostar
Pronto, cá esta. A mesquinhez portuguesa em funcionamento! Ah se eu adivinhasse assim no totoloto: ainda ontem pensei com os meus botões: «não há-de tardar para neste jogo de gatos e ratos, os ratos acabarem por comer os gatos». Daqui até apedrejarem a professora e a atirarem ao fosso é um pouco. Se estes patetas dos psicológos e pedopsiquiatras e e as suas teorias de água benta, e os imbecis do Bloco de Esquerda deixassem de desresponsabilizar os meninos tratando-os mais como adultos e menos como inimputáveis, talvez começássemos por incutir o que faltar verdadeiramente a juventude dos dias de hoje: noção de valor e sentido de responsabilidade. Agora é professora que tem culpa. Quem sabe se não deveria ser ela expulsa? Realmente numa coisa a senhora teve a sua cota parte de culpa que foi o facto de ter deixado arrastar a situação até ao confronto físico. Histerismos resolvem-se com banhos de água fria, um passeio até casa ou um castigo à moda antiga (não se pode dizer isto, não é? coitadinhas das criancinhas…)
GostarGostar
Convém dizer ainda que as mais recentes recomendações do comité internacional de aprendizagem vão no sentido de proibir expressamente conversas telefónicas com familiares próximos, no período das aulas. De modo a facilitar uma socialização mais eficaz só são autorizadas conversas telefónicas com amigos, desde que o professor seja informado previamente. Mais uma vez a professora esteve muito bem.
GostarGostar
A professora é apoiada pelo corporativismo dos colegas, pelo sindicato, pelo ministério, pelo PGR, pelos velhos, pelos autoritários, pela minha tia Adozinda… enquanto a aluna, o mais que pode é ser apoiada pelos pais e pelo clube de fans da Patrícia.
GostarGostar
.. e ao menos que seja apoiada pelas empresas de telecomunicaçoes e pelos gato fedorentos da tmn
GostarGostar
Curiosamente… o que pensa a mãe da Patrícia?
Será que também está contra a professora? Não me parece… 🙂
GostarGostar
O que vi no vídeo em causa foi uma aluna que há muito sentiu poder sobre uma sua própria professora, professora essa que baixou ao nível de relacionamento da adolescente e que agora (provavelmente orientada por alguém), segue tristemente para queixa para tribunal contra estes jovens. Não me acredito que esta aluna, e todos os jovens desta turma, tivessem este tipo de comportamento com todos os seus professores.
Eu também já andei no secundário e sei do que falo.
GostarGostar
Atendendo ao que se conhece só me supreende que os bons professores não reclamem pela avaliação de desempenho, ja!
GostarGostar
De facto esta anedota revelou imensas coisas. Recordo só mais duas. Fcamos a saber para o Encrespado beócio da SIc-N chafurdar no lixo é denúncia. Ficamos a conhecer o rigor das crónicas do vpv: para o jornalista do séc. XIX o Carolina é um liceu da classe média, não um desses antros mal afamados a que chamam escola (o senhor da rua da palma – sorte a dele – nunca teve de usar o elevador da estação de metro do Carolina…
GostarGostar
ó hajapachorra, é verdade. Os pais da miuda sao classe média, por exemplo.
GostarGostar
Ainda bem que a indisciplina nas escolas passa a ser do conhecimento público. Se soubessem que há alunos mal-educados e insurrectos que, ao serem admoestados nas aulas, ameaçam os professores que vão fazer queixa deles (professores) ao Conselho Executivo, o que pensariam sobre o exercício da autoridade dos professores?
E, já agora, com presidentes de CE’s deste calibre, e benquistos nas respectivas DRE’s, quais serão os parâmetros da avaliação dos professores?
Uma alteração positiva nas normas do ME seria, sem dúvida, impor um número reduzido de anos (máximo dois mandatos de 3 anos) para o exercício de funções directivas, uma medida que evitaria muitos abusos de poder, pois muitos presidentes de CE’s esquecem-se que são (foram) professores e passam a desempenhar o papel de senhores feudais e de autênticos tiranos, impedindo, de forma mais ou menos velada, que surjam novas listas de candidatura ao exercício do cargo e, assim, restringem (anulam) a prática democrática e de cidadania dentro de uma instituição cuja vocação é a formação de cidadãos.
GostarGostar
A ver se percebo:
1) Dantes a avaliação não servia, agora dizem “esta professora devia receber nota máxima.”
2) Segundo o umbigo, o Ricardo Araújo Pereira é o máximo e é um pensador como não há em Portugal porque escreveu uma crónica na visão onde desresponsabiliza os professores e culpa os alunos. Mas a mesma pessoa disse na televisão pública (por intermédio de um personagem desempenhado no Diz que é uma Espécie de Magazine): “Quanto mais tempo se passa no sistema de ensino português, menos qualificado se fica.”
Eu percebo… se a Ministra responsabilizasse todos menos os professores… era a melhor ministra do mundo. Assim, têm de se contentar com a Ana Drago, que tem no seu curriculo toda aquela obra feita.. que nós sabemos.. aquela, não tão a ver?!
“…é para onde está virado..” costuma-se dizer.
GostarGostar
So me supreende que os bons professores não exijam avaliação de desempenho…
GostarGostar
Uma estupidez da aluna
GostarGostar