Às senhoras, rapazes, às senhoras!
27 Abril, 2008
Francisco José Viegas sobre o caso “mães de Bragança”:
Tudo isto ficaria bem num romance de Jorge Amado, se o retrato tivesse uma luz de decência ou de malandrice. Mas no meio do país sonso, de plástico sujo, incomodado com o espelho, eu limito-me a sugerir que Bragança deve ser defendida como uma explosão de sensualidade. E exorto bandos de machos fesceninos e malandros, a perderem a vergonha e a encaminharem-se para as portas da cidade, ao engate: às senhoras de Bragança, rapazes, às senhoras de Bragança!
5 comentários
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De carlosbarbosaoli a 24 de Abril de 2008 às 23:29
Na segunda feira, na Conferência promovida pela AIEP, para comemorar os 30 anos, o caso das Mães de Bragança foi citado por Mário Mesquita como exemplo de que ao contrário do que acontecia após o 25 de Abril, hoje Portugal só é notícia no estrangeiro , por “fait divers”.
Marta de La Cal pediu a palavra e disse:
“Está enganado! A reportagem só pretendia focar a situação do tráfico de mulheres e da exploação sexual que existe em todo o mundo. Bragança foi apenas um exemplo de um microcosmos que estava mais à mão!”
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Não deixa de ser triste…
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Está enganado!As “senhoras” de Bragança,as suas, são todas de Mato Grosso ou de Minas Gerais.Há umas tantas do Leste.E os rapazes não têm dessas confusões que o incomodam a si.
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Que parvoice. As Mães de Bragança eram as mulheres dos clientes que não queriam que os maridos fossem as alternadeiras. E nem 1 alternadeira era obrigada a estar lá que $e soube$$e.
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http://bolonhado.blogspot.com/2008/04/as-filhas-de-bragana.html
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