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Leitura “obrigatória”

9 Maio, 2008
by

Filantropia, por Joaquim Sá Couto, uma interessante reflexão sobre os empresários, esses sacanóides que dão cabo do mundo.

8 comentários leave one →
  1. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    9 Maio, 2008 08:54

    Isso de arranjar um empresário e desculpar os outros empresários sacanas que destroem o mundo pela sua ganancia.

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  2. Desconhecida's avatar
    si si permalink
    9 Maio, 2008 09:11

    Não tem nada a ver com o resto, mas aqui fica esta pérola:

    “Eu axo q os alunos n devem d xumbar qd n vam á escola. Pq o aluno tb tem
    direitos e se n vai á escola latrá os seus motivos pq isto tb é perciso ver q
    á razões qd um aluno não vai á escola. primeiros a peçoa n se sente motivada
    pq axa q a escola e a iducação estam uma beca sobre alurizadas.
    Valáver, o q é q intereça a um bacano se o quelima de trásosmontes é munto
    montanhoso? ou se a ecuação é exdruxula ou alcalina? ou cuantas estrofes tem
    um cuadrado? ou se um angulo é paleolitico ou espongiforme? Hã?

    E ópois os setores ainda xutam preguntas parvas tipo cuantos cantos tem ‘os
    lesiades’, q é um livro xato e q n foi escrevido c/ palavras normais mas q no
    aspequeto é como outro qq e só pode ter 4 cantos comós outros, daaaah.

    Ás veses o pipol ainda tenta tar cos abanos em on, mas os bitaites dos profes
    até dam gomitos e a malta re-sentesse, outro dia um arrotou q os jovens n tem
    abitos de leitura e q a malta n sabemos ler nem escrever e a sorte do gimbras
    foi q ele h-xoce bué da rapido e só o ‘garra de lin-chao’ é q conceguiu
    assertar lhe com um sapato. Atão agora aviamos de ler tudo qt é livro desde o
    Camóes até á idade média e por aí fora, qués ver???

    O pipol tem é q aprender cenas q intressam como na minha escola q á um curço
    de otelaria e a malta aprendemos a faser lã pereias e ovos mois e piças de
    xicolate q são assim tipo as pecialidades da rejião e ópois pudemos ganhar um
    gravetame do camandro. Ah poizé. tarei a inzajerar?

    JC”

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  3. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    9 Maio, 2008 09:12

    sacanóide = semelhante a sacana
    sacana = marginal ou lixo humano da politica
    PQP

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  4. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    9 Maio, 2008 09:24

    A pérola foi escrita por um prof do sindicato

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  5. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    9 Maio, 2008 09:41

    Um empresário é um filantropo.
    Bob Geldof é um «salvador profissional da humanidade».
    blog Jantar das Quartas

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  6. Desconhecida's avatar
    caramelo permalink
    9 Maio, 2008 10:10

    De facto, o texto é delirante. Segundo parece, a actividade filantrópica dos empresários, como a da Fundação do Bill gates, é mal vista por parte da nossa comunidade liberal. Parece que é uma guru que diz isso, uma tal Paterson. das coisas mais fantásticas que tenho lido.
    “Se o principal objectivo de vida do filantropo, a razão da sua vida, for ajudar os outros, o seu bem último requer que os outros necessitem. A sua felicidade é o espelho da miséria dos outros.” E mais:
    “Mas confronta-se com dois factos; primeiro: os competentes não precisam de ajuda e segundo: a maior parte das pessoas, se não estiverem pervertidas, não estão à espera, nem querem, que o humanista lhes venha fazer bem.”
    Eu há muito tempo que não lia um texto tão perverso. A Fundação gates, o Banco Alimentar Contra a Fome, a AMI, etc, seriam então instituições perversas.

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  7. Tiago Azevedo Fernandes's avatar
    9 Maio, 2008 12:05

    Seguindo o mesmo tipo de raciocínio do autor do texto, a classificação de filantropo ou herói pode então ser estendida a qualquer pessoa, pois há sempre maneira de distorcer a realidade para a ver pelo prisma dele… 🙂

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  8. Pedro Gomes's avatar
    9 Maio, 2008 15:27

    Descontando o óbvio teor polemista de todo o argumento, não posso estar mais em desacordo. Ser empresário não é , nem nunca será, um acto de filantropia pela simples razão que ninguém cria uma empresa com o objectivo de ajudar os outros sem obter nada em troca, mas sim o de obter (e bem) o lucro derivado da sua actividade produtiva.

    Obviamente que há mérito em criar empresas (eu próprio estou em processo inicial de criação de uma) pois se foram bem sucedidas criam riqueza e emprego e portanto são um bem para a comunidade, e eu não discordo com os dois pontos seguintes da argumentação. Agora chamar filantropia a algo, que, manifestamente não o é, é que eu considero um exagero. São coisas completamente diferentes, que nem sequer são passíveis de comparação. Aliás, basta olhar para a definição da palavra Filantropia…

    “Filantropia é a ação continuada de doar dinheiro ou outros bens a favor de instituições ou pessoas que desenvolvam actividades de grande mérito social”

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