Governo tenta congelar a realidade
21 Maio, 2008
Passes sociais congelados até final do ano
Sugiro que este congelamento dos passes sociais seja pago por um aumento do imposto sobre produtos petrolíferos.
45 comentários
leave one →
Passes sociais congelados até final do ano
Sugiro que este congelamento dos passes sociais seja pago por um aumento do imposto sobre produtos petrolíferos.
Ok. Depois, para compensar aumenta-se ou cria-se uma nova taxa e ninguém dá por isso.
Esta é que é verdadeiramente importante e faz este país grande:
Relatório da Comissão de Ética conclui que Vitalino não viola o estatuto dos deputados
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1329544&idCanal=12
GostarGostar
Sim, que estória é essa – raios partam o Estado! – de sustentar alternativas ao consumo de combustíveis, diminuindo a procura, não é JM?
Afinal, 109 milhões de euros de lucro da GALP, é quase uma miséria. Quem sabe é o Ilutre Presidente da gasolineira que já disse: “não pode fazer nada”. A culpa é TODA da carga fiscal.
GostarGostar
««Sim, que estória é essa – raios partam o Estado! – de sustentar alternativas ao consumo de combustíveis, diminuindo a procura, não é JM?»»
Não percebi. Que alternativas? Conhece alguém que vai deixar de andar de carro e passar a andar de autocarro porque Socrates congelou o passe social? Por outro lado, como é que o congelamento de um preço sustenta o que quer que seja? E sustenta com quê? E se se desvia dinheiro para sustentar o passe social, o que é que deixa de ser sustentado? De onde vem o dinheiro?
GostarGostar
*****
Governo tenta congelar a realidade!!!(sic)
Se eles pudessem, de bom grado o fariam…,
GostarGostar
Um pacote sério de medidas, para ajudar a combater a crise, implicava um anúncio de cortes da despesa pública e uma respectiva baixa na carga fiscal. Isso sim, era sério. Assim, pode calar a boca a alguns, durantes uns dias, mas quando a gasolina chegar aos 2 euros por litro…
INTERNEM-NOS!
GostarGostar
“anúncio de cortes da despesa pública”
e anunciava que deixava de pagar a quem, despedia quem, cortava ordenados a quem?
GostarGostar
Já sei. Corte na despesa pública: policias só de bicicleta e ambulancias eram substituidas pelos transportes públicos.
GostarGostar
«Não percebi. Que alternativas? Conhece alguém que vai deixar de andar de carro e passar a andar de autocarro porque Socrates congelou o passe social?»
Tem dúvidas? Talvez ainda não se tenha apercebido da dimensão das dificultadades que as pessoas (comuns) estão a sentir?
A partir do momento – que está aí – que se torna difícil comportar os custos de deslocações em carro próprio, passa-se a considerar meios alternativos. Diz o povinho, “não há dinheiro, não há vícios”.
Se há medida que o preço dos combustíveis sobe, o preço dos transportes colectivos permanece estável, abdicar do carro próprio em benefício desta segunda hipótese, é fazer poupança.
«E sustenta com quê?»
Sustenta que a opção pelos transportes públicos seja viável.
Além do que, se a sua tese é que o mercado vai funcionar lindamente e o preço do petróleo vai estabilizar, então, deixe lá, parece que o congelamento é só até ao final do ano e, nessa altura, com certeza, já estmos todos na paz do Senhor.
Amen
GostarGostar
caro JM a realidade por vezes existe para ser contrariada. É essa a história do progresso humano e das conquistas sociais que como se sabe não existem na selva.
GostarGostar
««Tem dúvidas? Talvez ainda não se tenha apercebido da dimensão das dificultadades que as pessoas (comuns) estão a sentir?»»
As pessoas comuns podm ter dificuldades, mas sabem fazer contas. O passe social já é mais barato que o automóvel. O congelamento do passe social não aquece nem arrefece.
GostarGostar
««caro JM a realidade por vezes existe para ser contrariada. É essa a história do progresso humano e das conquistas sociais que como se sabe não existem na selva.»»
Claro. O progresso humano consegue-se através do congelamento do passe social. Mas os autocarros não vão continuar a gastar o mesmo gasóleo?
GostarGostar
««Sustenta que a opção pelos transportes públicos seja viável.»»
O congelamento do passe social vai fazer com que os autocarros consumam menos energia?
GostarGostar
O JM tem razão, quando se corta numa receita de uma empresa, esta vai buscar o dinheiro a outro lado.
Também gostava que o JM comentasse a afirmação do Presidente da Golp Energia.
Diz ele que as “marcas brancas”, (supermercados, revendedores independentes) são em muito maior quantidade em Portugal que em Espanha.
Como a procura tem diminuido, estes revendedores vêem diminuídas as suas receitas, por isso aumentam mais o preço VP. Como há mais em Portugal, isso explicaria o PVP mais alto em Portugal que Espanha.
Afinal a diminuição da procura baixa os preços?
GostarGostar
«ambulancias eram substituidas pelos transportes públicos.»
Não goze. Olhe que os bombeiros já disseram que é provável que tenha de aumentar o preço dos serviços aos doentes.
GostarGostar
««Como a procura tem diminuido, estes revendedores vêem diminuídas as suas receitas, por isso aumentam mais o preço VP.»»
Não faz sentido.
GostarGostar
«ambulancias eram substituidas pelos transportes públicos.»
O Problema foi terem despedido o Ministro da Saúde.
Se ele lá tivesse ficado mais um tempo tinha fechado as Urgências e Maternidades todas e já não haveria necessidade de ambulâncias.
Quem se quiser tratar que o faça em casa. Com mezinhas baratas.
GostarGostar
«O congelamento do passe social vai fazer com que os autocarros consumam menos energia?»
Não, JM. Mas aumentando a discrepância entre o encargo suportado com o combustível com carro prórpio e o encargo com o passe social (como vê, não tem a ver com o passe ser já mais barato), torna-se uma hipótese viável para as famílias fazer poupança – que, como comecei por dizer (lá em cima), há muito não era tão necessária.
GostarGostar
“Não faz sentido.”
Pois não. Mas que ele o disse, disse. E até vem transcrito no Público.
E não me consta que alguem tivesse contestado tal disparate.
GostarGostar
“fazerem” poupança, obviamente.
GostarGostar
“e anunciava que deixava de pagar a quem, despedia quem, cortava ordenados a quem?”
“Já sei. Corte na despesa pública: policias só de bicicleta e ambulancias eram substituidas pelos transportes públicos.”
Não sei. Olhe, começava por cortar nas despesas dos ministérios, para dar o exemplo. E cortar os motoristas aos membros dos gabinetes ministeriais e respectivo carro e passavam a usar o transporte público, como eles querem que nós façamos.
Eles que não se ponham a pau, não. Quando a verdadeira crise internacional bater em cheio em Portugal, o Pinócrates até vai rezar a Fátima, pois isto vai tudo para o galheiro.
Em breve teremos a gasolina a 2 euros, se a carga fiscal se mantiver alta.
O desemprego irá passar os 10% da pop. activa, mesmo com o exôdo emigratório.
E as falências vão ser em catadupas.
O Pinócrates e o ministro da despesa pública que analisem com calma a realidade económica internacional. Mas com frieza e racionalidade e não com wishfull thinking. Porque, quando a Europa crescer ao mesmo ritmo de 2003, as quedas no PIB em Portugal não se saldarão pelos 0,7% ou até mesmo 1%. O PIB cairá na ordem de grandeza dos 2 ou até mesmo 3%.
O Pinócrates teve uma excelente conjuntura internacional, que durante 3 anos andou a dizer que era sua obra. Agora a conjuntura não é tão boa como até há 6 meses, mas ainda veremos a recessão americana, Europeia e japonesa. E nessa altura…
O Pinócrates tem uma política económica no limiar da estupidez. E é tão má, tão má, que ainda estamos a provar os primeiros chuviscos do que aí vem.
Querem cortar na despesa pública? Comecem pelos ministérios, por exemplo. Como sinal ao país. Depois é ir por aí fora, pois temos Estado a mais e tecido produtivo a menos.
“O pior ainda está para vir.”
GostarGostar
Ó Sofia, o ponto é que o congelamento tem fatalmente que ser pago por alguém. Por quem? Possivelmente aumentando mais o ISP, que provocaria maior aumento nos combustíveis.
Em resposta a isso, diminuia-se o preço dos passes sociais? Pago por quem? Entramos em “loop”?
GostarGostar
««Não, JM.»»
Nesse caso não percebi a expressão “sustentar alternativas ao consumo de combustíveis”. Se o estado subsidia como é que pode “sustentar alternativas”? Vai subsidiar eternamente?
«« Mas aumentando a discrepância entre o encargo suportado com o combustível com carro prórpio e o encargo com o passe social »»
Mas essa discrepância não é já muito grande?
GostarGostar
“O desemprego irá passar os 10% da pop. activa, mesmo com o exôdo emigratório.”
Já passa, em muito, porque os números revelados não são do desemprego, são dos considerados desempregados, mas nós optámos por nos iludir a nós próprios, criando estatísticas do desemprego. Não há grandes estatísticas, há apenas números absolutos para trabalhar, que à partida são condicionados. Aliás, um país onde ninguém sabia que o défice era de 6% é um país onde ninguém pode saber nada.
GostarGostar
«Ó Sofia, o ponto é que o congelamento tem fatalmente que ser pago por alguém.»
Pois tem. E não é nada politicamente correcto dizê-lo. (Confesso que sempre quis dizer isto. Parece que é privilégio da direita!)
Nesta altura do campeonato (económico e eleitoral) não me parece que vá haver subida de impostos.
Congelam-se os preços há custa do lucro das transportadoras. Alguma duvida?
GostarGostar
«Vai subsidiar eternamente?»
Ó JM, onde é que está a sua crença arreigada no mercado, homem de Deus?
GostarGostar
o estado como se sabe tem um orçamento limitado. Que como se sabe não pode esticar devido ao controlo rigoroso do défice. Por outro lado estamos já em fase pré eleitoral e qualquer subida de impostos está fora de questão por agora. Logo espero que cortem sim, mas nas verbas destinadas a tantas rotundas, polidesportivos, enrocamentos para proteger vivendas ilegais do avanço das aguas, aumento da frota automovel, vias rápidas estapafurdias, subsidios de “utilidade publica” a clubes profissionais de futebol, empreitadas megalomanas de raiz, etc. Podem continuar a preencher a lista (sem sairem da realidade dos numeros)
GostarGostar
«Mas essa discrepância não é já muito grande?»
É importante? – atendendo a que justifiquei o interesse da medida na possibilidade de fazer poupança para tapar os buracos do crédito habitação (já para não falar da alimentação) e por aí fora.
Aumenta a possibilidade de fazer poupança, ou não?
E, já agora, pergunte a alguém que more na margem sul e recorra a transportes públicos, quanto é que paga de passe. Vai ver que a diferença, nalguns casos, não é tão grande quanto pensa.
GostarGostar
“Congelam-se os preços à custa do lucro das transportadoras. Alguma duvida?”
Todas as dúvidas.
Nem sequer é possível fazer isso.
GostarGostar
Sofia Ventura Diz:
“Congelam-se os preços há custa do lucro das transportadoras. Alguma duvida?”
Transportadoras? Está-se a referir aos lucros da CP, TAP, Metro de Lisboa, Metro do Porto, Metro Sul do Tejo, da Carris ou dos STCP? Just checking!… 😉
GostarGostar
«há custa do lucro»
Desculpem, “à custa”.
Tenho uma criança de 8 anos a dar-me cabo da cabeça. Quem dá o que tem, a mais não é obrigado.
PS: a mãe está na maior das cavaqueiras lá para a frente.
O que só prova que a Tina está errada. Não são as mulheres que fazem política que não devem ser mães. Deviam acabar com as mães, ponto.
GostarGostar
O Pinócrates agora desculpa com o preço da gasosa e das taxas de juro, mas os governos do Durão Barroso também apanharam com subidas no crude e nas taxas de juro. Mais. Apanharam com a crise europeia.
Estes palhaços ainda só estão a levar com o crude e as taxas de juro. Mas quando levarem com uma recessão internacional, até vão pinchar.
Quando a Ferreira Leite tomou conta do ministério das finanças, o pitroil custava cerca de 30 €uros por barril. Quando o Pinócrates chega ao poder, tem o pitroil já na casa dos 42 euros por barril. Mas teve a sorte do pitroil em euros ter subido apenas 6 euros durante 2005, 2006 e parte do 2007. Há um ano atrás o pitroil ainda estava abaixo dos 50 euros por barril. Mas estes cromos, pensando que o pitroil ia começar a cair de preço (basta ver as infantis e delirantes propostas orçamentais, que eu bem aqui critiquei), não se furtaram a subir a carga fiscal, julgando que assim os portugueses iriam sentir menos o arrastão fiscal. Mas tiveram azar. O pitroil em vez de cair de preço dispara. Juntanto o arrastão fiscal…
Lá está. Usaram de uma política económica no limiar da estupidez. São tão broncos estes governantes, que fizeram um arrastão fiscal mas aumentaram também de tal forma a despesa pública, que perderam margem de manobra para enfrentar uma recessão. Vai ser um estoiro monumental! Infelizmente…
Tudo por causa destes broncos, liderados por um autêntico Adiantado Mental, com a mania que é mais fino que os demais. Bateu com os cornos na parede, perdão, bateu com os burrinhos na água. Queria surfar a boa onda internacional? Pois agora que se meta dentro do tubo!
INTERNEM-NOS!
GostarGostar
«Nem sequer é possível fazer isso.»
Porquê?
GostarGostar
Sofia,
porque onde não há lucros o congelamento dos preços não pode ser «à custa de», mas sim agravando prejuízos, os quais necessáriamente o sócio único terá de cobrir, indo buscar receita ao impostado (sujeito pagante de impostos).
GostarGostar
“porque onde não há lucros o congelamento dos preços não pode ser «à custa de», mas sim agravando prejuízos, os quais necessáriamente o sócio único terá de cobrir, indo buscar receita ao impostado (sujeito pagante de impostos).”
Chama-se a isto desorçamentar. Ou seja, gasta-se de um lado, mas os prejuízos aparecem noutro, sem que Bruxelas se chateie muito com mais uma martelada nas contas públicas. 😉
GostarGostar
É desta que fechamos?
Vamos ultrapassar novamente o déficit ?
Onde é que S Exa. vai buscar a massa para as obras salvadoras?
GostarGostar
“Onde é que S Exa. vai buscar a massa para as obras salvadoras?”
Segundo O Sol, vai ser como nas SCUTs. Pagaremos após 2013. O gajo é mesmo vigarista, que se há-de fazer?
O pior é se os bancos começam a cobrar muito para se fazer estas obras fascizoides. Fecha-se a Segurança Social, depois de acabar com o resto das reformas dos trabalhadores.
Tá certo. INTERNEM-NOS!
GostarGostar
«porque onde não há lucros o congelamento dos preços não pode ser «à custa de», mas sim agravando prejuízos, os quais necessáriamente o sócio único terá de cobrir, indo buscar receita ao impostado (sujeito pagante de impostos).»
Certo. À custa da diminuição do lucro ou do aumento do prejuízo.
Se o reequilíbrio destas empresas vai ter de ser reposto à conta do “impostado” como diz, é mais que provável – o que não é o mesmo que criar novos impostos ou agravar os já existentes, o que já disse, não acredito que vá acontecer.
Logo, se parte dos nossos impostos passa a ser afectada a controlar o aumento consistente dos transportes públicos (que todos os anos são aumentados – e bem – e não pouco) e para isso é desafectada do pagamento de um assessor inútil, de um parecer ridículo ou luxos farsantes, eu acho que se está a fazer uma melhor afectação dos erecursos (escassos) públicos.
GostarGostar
««E, já agora, pergunte a alguém que more na margem sul e recorra a transportes públicos, quanto é que paga de passe. »»
Há outra questão relevante: congelar o passe é um subsídio às deslocações. Ou seja, as pessoas são incentivadas a consumir um recurso que se tornou mais escasso. É política insustentável.
GostarGostar
«Há outra questão relevante: congelar o passe é um subsídio às deslocações. Ou seja, as pessoas são incentivadas a consumir um recurso que se tornou mais escasso. É política insustentável.»
Pois, mas o Ministro não diz que aquilo para lá é um deserto?
No deserto não deve haver muitas hipóteses de emprego. Logo…
GostarGostar
congelava os politicos no polo norte
PQP
GostarGostar
«Há outra questão relevante: congelar o passe é um subsídio às deslocações. Ou seja, as pessoas são incentivadas a consumir um recurso que se tornou mais escasso.»
Ó João Miranda, desculpe mas esta é que não esperava dum adepto da globalização.
GostarGostar
.
Ou seja, calvinisticamente, anunciou que o País está congelado até final do final do ano. Os que nasvem e os que morrem não têm direito a descongelação. Portanto calvinista, careca, reforma vai dar tudo ao mesmo: a Governança quere os seus eleitores a viverem de cheuqes carecas, para uns o gozo para outros a desculpa de terem sido enganados. E roda o vira.
GostarGostar
Este grupo de forcados se não pega de caras, vai de cernelha!
Então o JM quer fazer passar a ideia de que congelar o preço dos passes sociais ou é má, ou não é exequível. É melhor escolher! E de passagem, seria bom ir comprando mesmo o tal de passe, que isto de andar de cu tremido em carro próprio é capaz de ter passado à História. Depois, quanto à falta de capacidade do governo e do 1º, o melhor, mesmo,mesmo, é experimentar um outro. A oferta é vasta, muito competente e com curriculo!
Façam o favor de ser felizes!
GostarGostar
O João Miranda dá uma no cravo e outra na ferradura…
O que estamos a começar a pagar …e friso ‘começar a pagar’… é a irresponsabilidade dos governos do Cavaco Silva onde o dinheiro que nos foi confiado pela CEE para nos desenvolvermos foi usado para futilidades e sinais exteriores de riqueza e se aumentou o número de funcionários públicos (agora atacados, de forma infame pela actual classe política)… também estamos a pagar os tempos do Guterrismo, onde se espalhou mais alcatrão do que nunca, deixando a conta em aberto para mais tarde alguém pagar, e onde não houve rigor nem coragem para travar o saque ao estado.
Serviço público e governar para este corja só significa criar uma teia de amigos e empresas amigas para viverem como vivem as elites sul-americanas…só espero é que a restante população não chegue a viver como a maioria dos sul-americanos!
GostarGostar
O Socrates, está mesmo a cair da cadeira, anunciou que os passes estavam congelados, mas quando lhe preguntaram, quais passes, o homem, não sabia o que responder! infantil, em plena assembleia.
O cavalheiro, esquece que está a roubar os contribuintes, pois muitos contribuintes, não usam passes e ele está a ser selectivo na oferta na casa que è de todos os portugueses!
Acham que por este caminho dura mais 6 meses? O Cavaco não vai aparar isto!
GostarGostar