O caso dos 200 000 contos à DECO
21 Maio, 2008
Sócrates condenado a pagar 10.000 euros a jornalista do PÚBLICO
Governo deu 200 000 contos à DECO em segredo
A primeira falsidade decorre logo do que aparece na primeira página — José Sócrates deu 200.000 contos. O jornalista sabia que o acto que assinei não tinha o efeito de dar nada, visava apenas o reforço do orçamento de um organismo com vista a um futuro e eventual apoio. (José Sócrates defendendo-se da acusação de ter dado 200 ml contos à DECO)
Um ponto importante deste caso: como é que uma organização que depende do maior prestador de serviços do país (o Estado) pode proteger os interesses do consumidor?

Isso compete ao consumidor decidir. E consumidores, em Portugal, são vários milhões, não é só o João Miranda. A pergunta é: existem indícios de que os consumidores estão insatisfeitos com a actuação da DECO, no que respeita a eventuais reclamações contra serviços do Estado? Qual é o caso do consumidor João Miranda, por exemplo?
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Caramelo,
Está a fugir à pergunta colocada no post, o que por si só é sintomático.
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E como poderia ser de defesa do consumidor se dependesse de empresas privadas?
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««E como poderia ser de defesa do consumidor se dependesse de empresas privadas?»«
Por isso é que não deve depender nem do Estado nem de empresas privadas. Parece-me elementar.
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Não estou a fugir à questão. Estou a dizer-lhe que a qualidade da prestação de um serviço, neste caso o serviço da DECO, deve ser avaliada pelos seus consumidores. É um princípio básico do Mercado, não é? Eu, por exemplo, não tenho razão de queixa. That’s all.
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««Estou a dizer-lhe que a qualidade da prestação de um serviço, neste caso o serviço da DECO, deve ser avaliada pelos seus consumidores.»»
Pois, mas a pergunta não era quem deve avaliar qualidade de um serviço mas sim a de saber se uma insttituição que é financiada por um prestador de serviços está em condições para defender o consumidor desse prestador de serviços.
««Eu, por exemplo, não tenho razão de queixa. »»
Obrigado pela participação. No entanto a questão levantada no post não foi se o Caramelo tem razão de queixa.
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O engenheiro sai mal, como de costume, aliás.
A DECO, parece-me, também não fica bem na fotografia.
Digo-o enquanto consumidor que nunca mais a vai olhar da mesma maneira.
Lapidar, acho.
That’s all.
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É melhor os socratinos começarem a fazer um peditório para que o Santo Adiantado Mental possa pagar ao jornalista o que lhe deve.
A multa por fumar no avião, eu pago-a por ele.
INTERNEM-NO!
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É preciso ter muito cuidado com os adjectivos que se escreve e diz. Ele é palhaço, ele é execrável, ele é o comparar nao sei com a pide. O melhor é eliminar adjectivos que os tribunais condenam por tudo. A liberdade de expressao fugiu da justiça.
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O amor do Sócrates era pela DECO ou pelos camaradas que trabalhavam na DECO?
Isto faz-me lembrar a luta dos prof´s e a FENPROF.Andavam ambos aos beijinhos e abraços quando uns não alinhados estragaram o arranjinho…
Por acaso ultimamente tem-se ouvido falar muito pouco da DECO para onde felizmente não mando nenhum…
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ultimamente até se tem falado muito da Deco, com a guerra com os CTT.
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Para eu poder obter a ajuda da DECO tenho de ser associado e pagar as quotas. Isto, para mim, é um negócio como qualquer outro. Para além de que é a mesma DECO que enche de “SPAM” nas caixas de correio com campanhas para angariação de associados e de compradores da revista deles.
Esta é a DECO que recebe 200 mil contos ou, na moeda actual, 1 MILHÃO DE EUROS para comprar uma casa (eu diria um palácio!) para alguns tipos desenvolverem o seu negócio. Nada mau…
Será que o ministro Zé pode ajudar-me a comprar uma casita?
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A DECO ao receber esta verba fica mais bem preparada para os seus combates
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Esta criatura é o secretário-geral da segurança! É a pessoa a quem Portugal “confiou” os seus destinos. Ele reforçava apoios de 200.000 contos eventuais e futuros.
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Coitado so Sócrates; deu 200.000 e agora vai desembolsar mais 10.000.
Vai ficar depenado!…
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acabo de cancelar as minhas cotas para a deco
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A DECO é aquele grupelho apalhaçado que nos ensina num minuto a poupar os pingos da torneira?
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Estou a sentir a falta do habitual coro de protesto contra as decisões dos juízes. Então quando é o PM a ser condenado já não aparece a brigada da defesa da liberdade de expressão? Já não é um indício de que vivemos numa ditadura?
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A Deco, de que recebo a revista “Proteste”, desde há muitos anos, é muito útil para o consumidor, com testes e análises aos produtos colocados no mercado.
Mas é um facto que não me recordo um qualquer teste ao serviço público, designadamente ao atendimento nas diferentes repartições, que nem seria difícil testar.
Se calhar é proibido.
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Acho esta decisão judicial errada e que viola o direito de liberdade de expressão do então ministro José Sócrates.
O que vale para um deve valer para os outros e não li nada no artigo de Sócrates que ofenda pessoalmente o jornalista Cerejo ( que muito prezo), para além do habitual arrazoado típico de um mentiroso como Sócrates me parece.
A resposta de Cerejo, no Público, é muito mais violenta em termos de ofensa, se quisermos entrar por aí, do que o próprio artigo do então ministro.
É o que tenho dito: os juízes portugueses, na sua maioria ainda não acertaram na essência do crime de difamação. Para eles, tudo o que seja o mais leve afloramento de ofensa à consideração e fuja do panegírico, pode ser crime.
Arre!
PS.Espero que o advogado de Sócrates recorra e vá até ao TEDH.
E por outro lado, ninguém comenta a verdadeira infêmia que é ver um caso destes decidido ao fim de 7 anos!!! Porquê, tanto tempo? Não têm tempo?!
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José Diz:
21 Maio, 2008 às 3:15 pm
E por outro lado, ninguém comenta a verdadeira infêmia que é ver um caso destes decidido ao fim de 7 anos!!! Porquê, tanto tempo? Não têm tempo?!
um bom caso para um estudo da deco
——–
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“O que vale para um deve valer para os outros e não li nada no artigo de Sócrates que ofenda pessoalmente o jornalista Cerejo ( que muito prezo), para além do habitual arrazoado típico de um mentiroso como Sócrates me parece.
A resposta de Cerejo, no Público, é muito mais violenta em termos de ofensa, se quisermos entrar por aí, do que o próprio artigo do então ministro.”
José, a ironia disto tudo é que o Pinócrates queixa-se sempre de ser insultado e que ele não insulta. Ele é um menino de coro.
Compreendo em termo jurídicos que ele tenha razão, mas em termos políticos esta sentença é mais uma machadada na credibilidade do nosso, ainda, Primeiro-Ministro. 😉
INTERNEM-NO!
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José Diz:
21 Maio, 2008 às 3:15 pm
ahhhh….assim, está bem!
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Este António Cerejo pelos vistos tem uma longa história de animosidade contra Sócrates.
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Também não ficava nada bem saber que tinha sido este ou aquele banco, ou este ou aquele grande grupo economico a doar, ou contribuir para o financiamento da principal associação de consumidores fosse de que forma fosse, pois iria de imediato levantar fortes suspeitas.
Acho muito bem que seja o Estado e só o Estado a regulamentar e financiar uma associação de defesa dos direitos dos consumidores, porque somos todos consumidores e ao consumir estamos a pagar IVA por isso é de lá que tem que se tirar o dinheiro. Acho muito mal que existam centenas de associações para o mesmo efeito mas que divergem nas morais e nas éticas.
Perde o consumidor porque não sabe em quem confiar.
É um pouco como os Sindicatos. Como é possivel discutir-se um Acordo de Empresa com uma Administração e 15 Sindicatos sendo que destes uns são socialistas, outros são comunistas, outros sociais democratas,fora os que viram a casaca e os que não são coisa nenhuma mas estão lá para bagunça…
Porque não uma Autoridade dos Direitos do Consumidor?
Fica a ideia…
SÓCRATES…preciso de tacho, pá!
Bafo´s
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Ó anti-comuna, mas qual machadada? Acha que alguém liga a isto?
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“Este António Cerejo pelos vistos tem uma longa história de animosidade contra Sócrates.”
Eu diria antes:
Este José Sócrates pelos vistos tem uma longa história de animosidade contra o país.
E Tribunais!
Iac! Iac! Iac! 😉
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“Este António Cerejo pelos vistos tem uma longa história de animosidade contra Sócrates”.
Lá vêm os velhos defensores do Poder, seja ele qual fôr, na tradição dos Espirito Santo, que ora estiveram com a I República, com Salazar e com…..Sócrates.
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“Shot with his own gun”
É pá, não quero saber se o Cerejo ofendeu ou se foi o Grande Timoneiro que vilipendiou (pareceu-me ela por ela), mas dá-me um gozo do caraças saber que foi condenado.
E 7 anos não foi nada mau! As partes ainda estão vivas…
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“Ó anti-comuna, mas qual machadada? Acha que alguém liga a isto?”
Liga, liga. Olhe que liga. Nunca se esqueça: em política o que parece, é.
E para ele, sempre atarefado a manipular a sua imagem pública, tipo menino de coro, isto faz doer. Pergunte-se nos autocarris ou taxis deste país.
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“A DECO é aquele grupelho apalhaçado que nos ensina num minuto a poupar os pingos da torneira?”
Não é tão apalhaçado como isso. Quem é vítima do seu SPAM, como eu fui, vê-se em sérias dificuldades para se livrar deles. Para não falar das suas campanhas por telefone em que só falta mesmo insultarem-nos formalmente.
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Piscoiso, se recebes a Proteste, convém prestares mais atenção ao que lá vem. Estou-me a lembrar, de repente, de estudos sobre as cantinas escolares e dos hospitais (públicos); de análise e crítica sobre a admnistração fiscal (este na revista Dinheiros e Direitos), dezenas de criticas a diplomas do Governo, etc.
Diz ainda o João Miranda,
“Pois, mas a pergunta não era quem deve avaliar qualidade de um serviço mas sim a de saber se uma insttituição que é financiada por um prestador de serviços está em condições para defender o consumidor desse prestador de serviços.”
Eu acho que está. Tanto está, que efectivamente defende. E como é que se vê que defende? Pelo conteúdo dos estudos e criticas que tem feito sobre esses mesmos serviços, e cuja credibilidade não tem sido colocada em causa pelos consumidores. Não sei que dizer mais, de facto.
Suponho que o João Miranda, nesta sua lógica, defenda que os tribunais (tanto os tribunais administrativos, como os comuns) deixem de depender de dotações orçamentais do Estado, e passem a depender de cotizações de associados. É uma ideia.
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Claro que em termos políticos, esta sentença é mesmo uma machadada na lógica de Sócrates.
Tenho a certeza que a contestação do tipo, no processo e no julgamento terá sido no sentido de não ter ofendido e de não merecer censura o que escreveu, no que concordo plenamente.
O problema é que por muito menos fez queixa de outros e anda sempre a queixar-se publicamente que é uma vítima de infâmias, calúnias e maledicências que começam nos blogs e vão por aí fora até aos jornais, coitadinho.
Um verdadeiro calimero, este primeiro-ministro.
Sendo assim…que aprenda!
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“Ó anti-comuna, mas qual machadada? Acha que alguém liga a isto?”
Depois, não se queixem. O Pinócrates também dizia há 30 dias, “não alteramos as nossas metas, pois fizemos o trabalho de casa e somos imunes a qualquer crise internacional”…….
Pois, ninguém liga a isto…..
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Aonde está a “força” (e vontade) da Deco, quando nos vemos a braços, todos os dias, com custos de vida aberrantes como a nova “taxa de disponibilidade”, que as autarquias já aplicam na facturação da água, com as taxas de “rampas de garagem” que outras também o vêm fazendo, a “Cont. Audio Visual” na factura da EDP, a dupla tributação fiscal automóvel, nas viaturas e no próprio combustível, etc, etc…?!
Isto para falar das mais aviltantes porque impostas por “entidades exemplares” (Autarquias e Governo), que não um qualquer merceeiro da esquina, logo, geradoras de “exemplares sinais” de civismo e ética comercial…
Como espera “esta gente” incutir no cidadão comum, outro sentimento que não seja o de fugir aqui (por exemplo, ao Fisco) sabendo que vai ser expoliado acolá (pelo mesmo e outrém)…
Lá diz o ditado… ladrão que rouba a ladrão…
Isto está numa grande bagunçada… Insanável! Pior do que isto, só a “lixeira de Nápoles”… cá, como lá,quem manda é a “Camorra”.
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O link está errado, só funciona hoje. Eis o certo:
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1329521&idCanal=12
É melhor mudar, para “memória futura”…
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Di Capo Diz:
“Aonde está a “força” (e vontade) da Deco, quando nos vemos a braços, todos os dias, com custos de vida aberrantes como a nova “taxa de disponibilidade”, que as autarquias já aplicam na facturação da água, com as taxas de “rampas de garagem” que outras também o vêm fazendo, a “Cont. Audio Visual” na factura da EDP, a dupla tributação fiscal automóvel, nas viaturas e no próprio combustível, etc, etc…?!”
Esqueceu aí uma das, para mim, mais fantásticas. A tal TAXA dos Direitos de Passagem que se refere, suponho eu, também aqueles fios e cabos todos que tenho pendurados nos meus imóveis mas dos quais ainda estou à espera que me enviem a minha parcela “da passagem”. 😉
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««Suponho que o João Miranda, nesta sua lógica, defenda que os tribunais (tanto os tribunais administrativos, como os comuns) deixem de depender de dotações orçamentais do Estado, e passem a depender de cotizações de associados.»»
Defendo que devem ser encontradas soluções imparciais para esse problema. Por exemplo, não seria admissível que ostribunais fossem financiados por despacho de um membro do governo.
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Bom “sinal”: ao contrário de desejos insondáveis (!?), Portugal ainda não é uma quinta, um pedaço de qualquer “coisa” privada, pessoal ou partidária ! Ainda custa a aceitar todo o tipo de “óleo” para accionar certas engrenagens…
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Aqui há despesismo Guterrista, + amizade/coacção com a Deco, + afinal confiança nos trinunais.
Falta saber como acaba Felgueiras: tb há Guterres+ Sócrates,+ Coelho, + Vara,+ Narciso…
Vara chegou a dizer com ar cândido que em regra havia contas paralelas nos partidos( só o dele; como sabe dos outros?)para as eleições.
Então o Constitucional não faz nada?
Vara continua nos bancos?
Coelho na Mota?
E ainda falam em Watergate???
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“Anónimo Diz:
21 Maio, 2008 às 2:44 pm
O amor do Sócrates era pela DECO ou pelos camaradas que trabalhavam na DECO?”
Nem uma coisa nem outra. Era “graxa” ao Guterres que tinha sido não sei o quê lá pela DECO (ia dizer “que tinha trabalhado na DECO” mas consegui evitar o disparate à tangente). Sabujice, apenas sabujice…
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“Defendo que devem ser encontradas soluções imparciais para esse problema. Por exemplo, não seria admissível que ostribunais fossem financiados por despacho de um membro do governo.”
“soluções imparciais”, no caso, é o quê, JM, não entendi. No caso dos tribunais, defende ou não que o Estado (seja através de despacho de um membro do governo, seja do conselho de ministros), deixe de assegurar o funcionamento dos tribunais e os salários dos juizes?
A mim, parece-me que a fiscalização da imparcialidade dos financiamentos tem muito que se lhe diga…. Diz o JM, por exemplo, que a DECO não deve depender do Estado nem das empresas privadas. Sugere então que a DECO peça aos associados um atestado de não participação financeira, ou envolvimento profissional, em empresas comerciais ou industriais?
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««Sugere então que a DECO peça aos associados um atestado de não participação financeira, ou envolvimento profissional, em empresas comerciais ou industriais?»»
Boa pergunta, caramelo. Agora uso o seu julgamento para lhe responder, tendo em conta que há associados que podem dar 200 mil contos e outros que podem dar 10 contos.
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José Diz:
21 Maio, 2008 às 3:15 pm
…
É o que tenho dito: os juízes portugueses, na sua maioria ainda não acertaram na essência do crime de difamação. Para eles, tudo o que seja o mais leve afloramento de ofensa à consideração e fuja do panegírico, pode ser crime.
…
Arre!
PS.Espero que o advogado de Sócrates recorra e vá até ao TEDH.
E por outro lado, ninguém comenta a verdadeira infêmia que é ver um caso destes decidido ao fim de 7 anos!!! Porquê, tanto tempo? Não têm tempo?!”
Arre, camarada Zéi! Os maganos dos juízes andam a fugir ó panegírico e não fazem o que lhes compete para defenderem os senhores ministros (com vossa lecensa) coitadinhos, que se fartam de penar para aturar esta corja de pobres e mal-agradecidos. Os juizes que nam acertam na essência, como vossemecê diz muito beim, deviam ser todos despensados e obrigados a aprender a dita cuja essência.
Ainda por cima levaram 7 anos para fazer uma coisa tão simples, que é escrever num papéli quem é que tem a culpa. Ê cá fazia isso munto mais depressa e levava munto menos dinheiro, só que não tenho lá a grdação de dótor qu’é preciso. Quer dezer, o juizes não fazem, a bem dezer, nada. Era o qu’ê dezia lá mais acima: todos despensados! O dinheirão que se pôpava, hein?
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responda lá, JM, vá lá… 😉
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E ninguém comenta o facto da sentença ter sido a semana passada e a noticia só sair hoje? O que é que havia hoje de especial?
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a final da liga dos campeões e a abertura da feira do livro.
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Ó Alentejano! Não é preciso fazer jus ao nick, com tanto empenho…
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Ah! O futebol. Deve ter sido isso para a noticia passar despercebida.
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qual notícia passou despercebida?
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Esta da sentença. Assim todos vao estar a ver o futebol em vez dos telejornais.
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a história da sentença está em tudo quanto é site, blog, jornal, rádio e televisão. É dificil que tal seja considerado «passar despercebida».
E parece-me saudável que as pessoas optem por ver um (deseja-se) bom jogo de futebol a ver os ditos «telejornais».
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Estas discussões são muito úteis.Há pouco tempo descobrimos que a Associação de pais recebia uns milhares do ME e agora descobrimos esta de 1 000 000,00E.
Tambem tu DECO?
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é conhecida a embirração do João Miranda com a DECO e com tudo o que tenha remotamente a ver com a defesa do consumidor. A DECO tem alguns milhares de associados, que se associaram livremente, porque entendem que é do seu interesse contribuirem para uma associação cujo objectivo é defender os seus interesses enquanto consumidores. Entende-se a posição de João Miranda porque parte-se de duas premissas opostas: a de que as empresas fazem tudo para satisfazer as necessidades dos consumidores vs. as empresas fazem tudo para enganar e extorquir os consumidores.
É possível que a esmagadora maioria dos comentadores (tirando os desempregados) se encontre dos 2 lados da barricada. A verdade encontra-se algures no meio daquelas duas premissas, porque as empresas não são entidades todo-poderosas e por vezes os clientes são prejudicados inadvetidamente. Mas isso não invalida que exista uma associação que ajude o consumidor a fazer uma análise de mercado que o consumidor, porque a vida moderna é muito rápida e cada vez maior o conjunto de conhecimentos que deve ter, não tem tempo ou meios de fazer por si mesmo…
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O menos culpado de tudo isto é o Deco…. Saravah, Deco !
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Conheço a DECO, por dentro, desde o início e posso dizer-vos que como associação de defesa dos consumidores se finou há cerca de dez anos. O que resta agora são despojos e alguns caramelos…
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A DECO pode já ter tido melhores dias mas, JoaoMiranda indigna-se todos os dias com os subsídios e apoios estatais às empresas privadas, para não falar das nuances fiscais da Banca.
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Quem votou no Sousa?
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DECO = Decepção Especializada na Construção de Opiniões
ou
DECO = Difamações Empresariais Colectivas e Organizadas
ou
DECO = Jogador DE futebol COm nacionalidade portuguesa e naturalidade brasileira
Um ponto importante deste caso: como é que uma organização que depende do maior prestador de serviços do país (o Estado) pode proteger os interesses do consumidor?
UMA ORGANIZAÇÃO PODE DEFENDER E PROTEGER OS INTERESSES DO CONSUMIDOR se ;
– os 8 euros de cada 1 dos 350.000 sócios consumistas for mais que suficiente pra gerir a organização.
…como dizia aquele bravo ministro do sexulo passado; ” Ora bem, èh só fazer as contas!”
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Ai a deco nao deve pertencer ao estado nem Às empresas privadas? Então pertence a quem? ao DEUS DE ARÁ? vai abrir uma fábrica lá para ganharem o dinheiro é e venderem pão na rua?
Mas que chicos espertos que por aqui vão… enfim.. é este o Portugal que temos.
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