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Porto (4)

27 Maio, 2008

Rua Formosa

4 comentários leave one →
  1. balde-de-cal's avatar
    balde-de-cal permalink
    27 Maio, 2008 06:52

    as grandes cidades portuguesas começaram a perder o encanto quando os industriais de mercearia desataram a conseguir dos governos a cração de hipermercados e centros comerciais. como eu gosto de Roma e Viena onde nada disto acontece.
    um companheiro de estudo e paródia vivia na rua das Flores em casa dum liceal, com quem aparecia ás vezes, chamado Artur Jorge.
    lembro-me sempre de Vicente Urbino de Freitas. o blogue Dolo Eventual terminou antes de tratar-mos deste caso. estou pormenorizadamente a parte toxicológica e estou convencido da sua inocência.
    o juiz, duma familia portuense, tinha sido preterido pela mulher do condenado. a casal, amigo de Camilo, viveu drama igual aos dos seus livros

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  2. Piscoiso's avatar
    27 Maio, 2008 10:43

    Experimente fotografar superfícies envidraçadas com um filtro polarizador.
    A não ser que queira fotografar o lado oposto da rua, reflectido nas montras.

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  3. Alvaro's avatar
    27 Maio, 2008 11:10

    Roma é uma lixeira que tem coisas interessantes.

    Já Viena é uma cidade que se soube subtrair à globalização e que tem uma série de cafés antigos e históricos. Também tem uma das duas melhores orquestras filarmónicas do mundo, tem uma das óperas mais importantes do mundo, tem a melhor sala antiga para música sinfónica em todo o mundo (antigas, com aquela qualidade acústica, só há mais duas e é vulgarmente considerada ter melhor acústica que a moderna Philarmonia, em Berlim: pessoalmente acho acústicas igualmente boas mas distintas), e tem uma infinidade de excelentes orquestras, desde a da Rádio até á da ópera de câmera. Tudo coisas que Pt nunca terá, nem daqui a mais 20 séculos. Quanto ao Porto, onde estudei no conservatório de música, gosto sobretudo das pessoas. http://criticademusica.blogspot.com/

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  4. pintoribeiro's avatar
    pintoribeiro permalink
    27 Maio, 2008 11:16

    Belo. E o belo não se discute.

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