Toda mudança provoca algum tipo de reacção e resistência. Toda mudança vai trazer a ameaça do novo, do medo, do desconhecido, do falível daquilo que não nos é familiar. A percepção vem acompanhada de um sentimento de ameaça à situação já supostamente organizada e segura da pessoa. E isso gera uma ameaça que pode ser real ou imaginária, mas com efeitos concretos.
Na verdade, não é a mudança que causa danos, é a resistência a ela.
Com a escalada do preço dos combustíveis, que é de esperar que continue, não tarda os transportes aéreos deixarão de ser eficazes, excepto eventualmente para deslocações intercontinentais.
Veremos então o João Miranda a defender a implementação do TGV por tudo o que é sítio, e para lhe fornecer a electricidade necessária, o desenvolvimento de uma poderosa indústria de energia alternativa aos derivados do petróleo.
Com a sua queda para as multinacionais, provavelmente apostará nas centrais nucleares “chave na mão” com um funcionamento altamente centralizado e regulamentado embora mesmo assim levantem problemas com os resíduos radioactivos e com a proliferação do nuclear por regiões politicamente instáveis.
Mas vai ter piada.
Será que algum dos nossos leitores consegue apresentar uma explicação para o facto dos portugueses terem uma das maiores médias de carro por mil habitantes?
Vejamos alguns países (dados reportados a 2004) disponibilizados pelo Eurostat :
Alemanha – 546, Espanha – 454, França – 491, Hungria – 280, Holanda – 429, Suécia – 456, Finlândia – 456, Reino Unido – 463, Suiça – 514, Polónia – 314, Grécia – 248 e França -491.
A média da União Europeia é de 472 e (pasme-se!) Portugal tem 572. Mais 100 carro por mil habitantes que a média da União Europeia. No período em análise (1990/2004) o número de carros na União Europeia aumentou 38%. No mesmo período em Portugal subiu – 135% !!
Sempre quero ver o tipo de abordagem…
A estatística deve estar errada. Se calhar inclui os carros velhos e já abatidos ao efectivo, mas ainda assim constam da base de dados tributária, como material circulante.
“Será que algum dos nossos leitores consegue apresentar uma explicação para o facto dos portugueses terem uma das maiores médias de carro por mil habitantes?”
O facto de não sabermos contar chega?
Não será como os telemóveis?
Quantos já compraste? Quantos abateste?
Na minha leitura há três razões para explicar essa relaidade:
1- A economia paralela em Portugal é muito maior que nos outros países europeus. Por isso, o PIB percapita é bastante maior do que vem nas estatisticas.
2- Ná verdade os portugueses são mais africanos que europeus. Os portugueses são muito exuberantes, adoram telemóveis, carros, plasmas,etc. É aí que concentram os seus rendim,entos.
3- Como o José disse a estatistica também deve estar errada ( à semelhança do PIB!!)
se calhar até acertou, é velos comprar com o cartão do paga agora desconat depois em tudo que é sitio. mas são opções… certas ou erradas, são o que são. no entanto, os indicadores que passam para que se consuma em barda também são atleticos. não quero com isto dizer que a culpa é do capital. acho que a culpa é (maldita) da educação, temos a melhor e ensina que podemos ter tudo é so estender a mão. a lógica do esforço do mérito do saber fazer é para os outros, temos isso sim que saber parecer… não querendo destoar vamos concentrar-nos na bola, ouvi dizer que dos 700€ que cada um ganha por dia vão doar 80% ao zé povinho…;-)
Vai continuar tudo na mesma. Na pasmaceira é que gostam de estar.
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Desta vez a rebelião foi contra a despenalização do aborto.
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Toda mudança provoca algum tipo de reacção e resistência. Toda mudança vai trazer a ameaça do novo, do medo, do desconhecido, do falível daquilo que não nos é familiar. A percepção vem acompanhada de um sentimento de ameaça à situação já supostamente organizada e segura da pessoa. E isso gera uma ameaça que pode ser real ou imaginária, mas com efeitos concretos.
Na verdade, não é a mudança que causa danos, é a resistência a ela.
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Com a escalada do preço dos combustíveis, que é de esperar que continue, não tarda os transportes aéreos deixarão de ser eficazes, excepto eventualmente para deslocações intercontinentais.
Veremos então o João Miranda a defender a implementação do TGV por tudo o que é sítio, e para lhe fornecer a electricidade necessária, o desenvolvimento de uma poderosa indústria de energia alternativa aos derivados do petróleo.
Com a sua queda para as multinacionais, provavelmente apostará nas centrais nucleares “chave na mão” com um funcionamento altamente centralizado e regulamentado embora mesmo assim levantem problemas com os resíduos radioactivos e com a proliferação do nuclear por regiões politicamente instáveis.
Mas vai ter piada.
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Uma sugestão para post ao Blasfémias:
Será que algum dos nossos leitores consegue apresentar uma explicação para o facto dos portugueses terem uma das maiores médias de carro por mil habitantes?
Vejamos alguns países (dados reportados a 2004) disponibilizados pelo Eurostat :
Alemanha – 546, Espanha – 454, França – 491, Hungria – 280, Holanda – 429, Suécia – 456, Finlândia – 456, Reino Unido – 463, Suiça – 514, Polónia – 314, Grécia – 248 e França -491.
A média da União Europeia é de 472 e (pasme-se!) Portugal tem 572. Mais 100 carro por mil habitantes que a média da União Europeia. No período em análise (1990/2004) o número de carros na União Europeia aumentou 38%. No mesmo período em Portugal subiu – 135% !!
Sempre quero ver o tipo de abordagem…
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José Manuel Dias 5
É que em Portugal também contam os carrinhos de linhas.
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A estatística deve estar errada. Se calhar inclui os carros velhos e já abatidos ao efectivo, mas ainda assim constam da base de dados tributária, como material circulante.
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ao país considerarem que o país está vulnerável os civis da politica começara a fazer nas cuecas
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“Será que algum dos nossos leitores consegue apresentar uma explicação para o facto dos portugueses terem uma das maiores médias de carro por mil habitantes?”
O facto de não sabermos contar chega?
Não será como os telemóveis?
Quantos já compraste? Quantos abateste?
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José Manuel Dias,
Na minha leitura há três razões para explicar essa relaidade:
1- A economia paralela em Portugal é muito maior que nos outros países europeus. Por isso, o PIB percapita é bastante maior do que vem nas estatisticas.
2- Ná verdade os portugueses são mais africanos que europeus. Os portugueses são muito exuberantes, adoram telemóveis, carros, plasmas,etc. É aí que concentram os seus rendim,entos.
3- Como o José disse a estatistica também deve estar errada ( à semelhança do PIB!!)
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Mitos:
A economia paralela em Portugal é muito maior que nos outros países europeus. Por isso, o PIB percapita é bastante maior do que vem nas estatisticas.
Realidade (estudo do World Bank):
Economia informal 2001/2002 em percentagem do PIB:
Portugal – 22,5%
Grécia – 28,5%
Italia – 27%
Espanha – 22,5%
Bélgica – 22%
Alemanha – 19,6%
Noruega – 19,1%
Suécia – 19,1%
(pdf) http://ctsi.anu.edu.au/publications/taxpubs/Taxdem.BraithwaiteV.etc.Ch5.pdf
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Se estudo do World Bank for fidedigno mata a 1ª hipótese.
Talvez haja outra razão (presumo que fácil de confirmar): Se calhar os portugueses são os mais endividados da Europa.
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Não me parece que o Michael Collins fosse um liberal. Era demasiado grandioso e revolucionário para isso.
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Nº 12
se calhar até acertou, é velos comprar com o cartão do paga agora desconat depois em tudo que é sitio. mas são opções… certas ou erradas, são o que são. no entanto, os indicadores que passam para que se consuma em barda também são atleticos. não quero com isto dizer que a culpa é do capital. acho que a culpa é (maldita) da educação, temos a melhor e ensina que podemos ter tudo é so estender a mão. a lógica do esforço do mérito do saber fazer é para os outros, temos isso sim que saber parecer… não querendo destoar vamos concentrar-nos na bola, ouvi dizer que dos 700€ que cada um ganha por dia vão doar 80% ao zé povinho…;-)
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A explicação é esta:
Já comprei um carro novo
O anterior estava usado
Estou cheio como um ovo
De crédito mal parado!
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Caro José Manuel Dias,
Como explica o meu amigo e colega de profissão Fernando Penim Redondo as estatisticas contaram mais de 900 mil (!!!) carros entretanto abatidos (ler aqui: http://dotecome.blogspot.com/2008/06/o-mundo-real-e-as-estatsticas.html )
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