Brazil, meanwhile, has the world’s second-largest (just behind America) and most economically honest biofuel industry, which already provides 40% of the fuel consumed by its cars and should soon supply 15% of its electricity, too (through the burning of sugarcane waste).
Some people complain that many existing forms of renewable energy rely on subsidies or other forms of special treatment for their viability. On the surface, that is true. Look beneath, though, and the whole energy sector is riddled with subsidies, both explicit and hidden, and costs that are not properly accounted for. Drawing on the work of people like Boyden Gray, a former White House counsel, Mr Woolsey estimates that American oil companies receive preferential treatment from their government worth more than $250 billion a year.
And some energy technologies do have the potential to be disruptive. Plug-in cars, for example, could be fuelled with electricity at a price equivalent to 25 cents a litre of petrol. That could shake up the oil, carmaking and electricity industries all in one go.
Plug-ins are moving from idea to reality with amazing speed. General production of the Tesla, Elon Musk’s new sports car, began in March (the firm is Californian, but the cars are built in Britain). The Tesla is not even a hybrid. It draws all of its power from lithium-ion batteries (the sort that power laptop computers), and it has a range of 350km. It can manage that because its price of $109,000 buys a lot of batteries; Tesla owners are not the sort who count their pennies.
Mass-production plug-ins are not far away either, and the rising price of petrol makes them look more attractive by the day. General Motors intends to launch a plug-in hybrid called the Volt by 2010, and Toyota plans a plug-in version of the Prius. Most of the other big car firms are making me-too noises. Only Honda and Mercedes seem to be sticking enthusiastically to fuel cells. It is all very encouraging.
O Manuel descobriu que o carro eléctrico já existe e custa mais de 100 mil dólares. EH eh. Ora, quanto é que o Sócrates deve subsidiar para que o Tesla fique acessível ao cidadão comum? Eu digo já que não pago mais do que $15 mil.
The Lightning, too, is making use of nanotechnology. Its batteries, developed by Altairnano of Reno, Nevada, replace the graphite anode with one made of lithium titanate nanoparticles. The firm claims that its batteries are not only safer (graphite can burn; lithium titanate cannot), but can also be recharged more rapidly. Using a 480-volt outlet, such as might be found in a roadside service station, the job should be done in ten minutes.
Dr Ceder reckons he may be able to do even better than this. His version of an iron-phosphate battery can charge or discharge in ten seconds. It, too, could be recharged rapidly at a roadside filling station. He reckons the process would have to be controlled to stop overheating, but a safe refill would take only five minutes. And he thinks batteries might get better still.
Espero que tenha percebido que baterias nanotecnologicas é investigação e desenvolvimento muito distante do mercado. Tal como as bateria iron-phosphate.
Sim, percebi.
Também percebi que as pessoas envolvidas nos USA são não apenas provindas do mercado mas também de think tanks ligados ao interesse público (CIA).
Just for the record, repito-me:
” Tal como acontece com o controlo de ameaças de outro género a situação actual, com a China e a India, torna a dependencia no petróleo do médio oriente um assunto que implica estratégias de médio prazo.
A europa já tem dimensão que chegue para reunir um conselho de sábios que informe se as tecnologias emergentes (a do carro eléctrico é a melhor testada em nichos de mercado)estão em situação de beneficiar com um salto significativo, se se favorecer uma economia de escala através de regulamentos (”subsidios”).
As outras tecnologias seguiriam o seu caminho não subsidiado.
Vantagens:
Menor dependência do médio oriente volátil / Venezuela imprevisível / áfrica torcionária.
Golpe no islamismo fundamentalista.
Menor poluição nas grandes cidades.”
Nos USA o estado não é só o Sr. Bush. Cá não é só o Sr. Sócrates (que ambos sabemos se limitou a papaguear para Bruxelas o que alguém lhe disse – se calhar mesmo em Bruxelas).
Estará o carro eléctrico em posição de beneficiar da intervenção de uma task force com dinheiro estatal e privado Europeu?
Qual é a sua opinião sobre o biopetróleo? Repare que tem todas as vantagens que o Manuel atribui ao carro eléctrico e mais uma: os carros que existem podem usar biopetróleo. Não é preciso investir em novos designs de carros.
É uma tecnologia muito promissora, mas num estádio de desenvolvimento menos evoluído.
A hipótese da Europa competir é nula (biotecnologia = USA).
Tem menos impacto geo-político pois permitiria ao crude light manter-se viável economicamente – isso é positivo do ponto de vista social pois permitiria uma transição lenta mas tem o aspecto negativo de não desferir um golpe ideológico sobre ideias que não necessitam da liberdade para criarem sociedades competitivas (fundamentalismo islamo-fascista, por exemplo). Não é preciso ser livre para tirar petróleo do chão.
Tem a desvantagem de manter ruído e fumo nas nossas cidades.
Não precisa do apoio do estado ou task forces pois se tiver sucesso tem o mesmo mercado abastecedor / automóvel à sua espera.
Ao contrário da maioria das energias ditas alternativas, os carros eléctricos podem ser uma alternativa real, no futuro se a tecnologia permitir aumentar a autonomia das baterias e reduzir o seu tempo de carga.
O preço destes veículos tenderá a baixar se houver concorrência significativa.
Os 109 mil dólares (cerca de 70 mil euros) comentados neste blogue, valor de venda do Tesla Roadster, não me parecem exagerados face aos preços de carro idêntico a gasolina, se considerarmos a ainda pouca concorrência neste sector. Trata-se de um desportivo descapotável de 248 cavalos que demora pouco mais de 4 segundos dos (0-100 km/h), e não de um pequeno familiar de todos os dias.
Energia eólica, solar, geotérmica, biocombustíveis, biomassa, etc., excepto em casos pontuais não serão alternativa aos nossos elevadíssimos consumos de energia, que inevitavelmente continuarão a aumentar nas próximas décadas.
No caso dos motores, só os eléctricos e os de ar comprimido me parecem alternativas aos de combustão. Na produção de energia eléctrica, as hidroeléctricas em alguns países podem ter uma quota importante (como se vê no caso português), mas na generalidade só a nuclear (fusão e futuramente fissão) é verdadeira alternativa.
Mas sosseguem os mais nervosos, que o fim do petróleo é como o aquecimento global, ou muito me engano ou daqui a 50 anos estaremos com a mesma conversa da treta.
Duvido que as leituras recomendadas pelo João Miranda sejam de facto recomendáveis, por isso só fui ver a última, que era a mais promissora: Offer to readers. Mas dei logo conta de que me queriam vender qualquer coisa.
Tinha de ser: artigos de/para economistas.
Se os economistas aceitassem que os limites estão a chegar, nem que seja em termos de população, tinham de admitir que as bases da sua ciência eram vulneráveis, pelo que a sua fé na tecnologia é superior á dos cientistas.
Ó João, acredito que a sua intenção seja boa, mas para ler estrangeiro chato já me chega o Arroja.
GostarGostar
Brazil, meanwhile, has the world’s second-largest (just behind America) and most economically honest biofuel industry, which already provides 40% of the fuel consumed by its cars and should soon supply 15% of its electricity, too (through the burning of sugarcane waste).
GostarGostar
Some people complain that many existing forms of renewable energy rely on subsidies or other forms of special treatment for their viability. On the surface, that is true. Look beneath, though, and the whole energy sector is riddled with subsidies, both explicit and hidden, and costs that are not properly accounted for. Drawing on the work of people like Boyden Gray, a former White House counsel, Mr Woolsey estimates that American oil companies receive preferential treatment from their government worth more than $250 billion a year.
GostarGostar
Manuel,
Está a defender o fim do traamento preferencial às petrolíferas? Não é isso que tornará o carro eléctrico rentável. Mas admiro a sua fé.
GostarGostar
And some energy technologies do have the potential to be disruptive. Plug-in cars, for example, could be fuelled with electricity at a price equivalent to 25 cents a litre of petrol. That could shake up the oil, carmaking and electricity industries all in one go.
GostarGostar
Manuel,
Eu não queria ajudá-lo a interpretar textos, mas percebe a diferença entre “ter potenciar” e “ser”?
GostarGostar
Plug-ins are moving from idea to reality with amazing speed. General production of the Tesla, Elon Musk’s new sports car, began in March (the firm is Californian, but the cars are built in Britain). The Tesla is not even a hybrid. It draws all of its power from lithium-ion batteries (the sort that power laptop computers), and it has a range of 350km. It can manage that because its price of $109,000 buys a lot of batteries; Tesla owners are not the sort who count their pennies.
GostarGostar
Mass-production plug-ins are not far away either, and the rising price of petrol makes them look more attractive by the day. General Motors intends to launch a plug-in hybrid called the Volt by 2010, and Toyota plans a plug-in version of the Prius. Most of the other big car firms are making me-too noises. Only Honda and Mercedes seem to be sticking enthusiastically to fuel cells. It is all very encouraging.
GostarGostar
O Manuel descobriu que o carro eléctrico já existe e custa mais de 100 mil dólares. EH eh. Ora, quanto é que o Sócrates deve subsidiar para que o Tesla fique acessível ao cidadão comum? Eu digo já que não pago mais do que $15 mil.
GostarGostar
Manuel,
Há uma diferença entre o plug in hybrid e um verdadeiro carro eléctico. O plug in hybrid tem motor de combustão interna tal como os híbridos actuais.
GostarGostar
The Lightning, too, is making use of nanotechnology. Its batteries, developed by Altairnano of Reno, Nevada, replace the graphite anode with one made of lithium titanate nanoparticles. The firm claims that its batteries are not only safer (graphite can burn; lithium titanate cannot), but can also be recharged more rapidly. Using a 480-volt outlet, such as might be found in a roadside service station, the job should be done in ten minutes.
Dr Ceder reckons he may be able to do even better than this. His version of an iron-phosphate battery can charge or discharge in ten seconds. It, too, could be recharged rapidly at a roadside filling station. He reckons the process would have to be controlled to stop overheating, but a safe refill would take only five minutes. And he thinks batteries might get better still.
GostarGostar
Obrigado Dr. João Miranda.
GostarGostar
Espero que tenha percebido que baterias nanotecnologicas é investigação e desenvolvimento muito distante do mercado. Tal como as bateria iron-phosphate.
GostarGostar
Sim, percebi.
Também percebi que as pessoas envolvidas nos USA são não apenas provindas do mercado mas também de think tanks ligados ao interesse público (CIA).
Just for the record, repito-me:
” Tal como acontece com o controlo de ameaças de outro género a situação actual, com a China e a India, torna a dependencia no petróleo do médio oriente um assunto que implica estratégias de médio prazo.
A europa já tem dimensão que chegue para reunir um conselho de sábios que informe se as tecnologias emergentes (a do carro eléctrico é a melhor testada em nichos de mercado)estão em situação de beneficiar com um salto significativo, se se favorecer uma economia de escala através de regulamentos (”subsidios”).
As outras tecnologias seguiriam o seu caminho não subsidiado.
Vantagens:
Menor dependência do médio oriente volátil / Venezuela imprevisível / áfrica torcionária.
Golpe no islamismo fundamentalista.
Menor poluição nas grandes cidades.”
Nos USA o estado não é só o Sr. Bush. Cá não é só o Sr. Sócrates (que ambos sabemos se limitou a papaguear para Bruxelas o que alguém lhe disse – se calhar mesmo em Bruxelas).
Estará o carro eléctrico em posição de beneficiar da intervenção de uma task force com dinheiro estatal e privado Europeu?
GostarGostar
Caro Manuel,
Qual é a sua opinião sobre o biopetróleo? Repare que tem todas as vantagens que o Manuel atribui ao carro eléctrico e mais uma: os carros que existem podem usar biopetróleo. Não é preciso investir em novos designs de carros.
GostarGostar
Do pouco que sei fico com a impressão de que:
É uma tecnologia muito promissora, mas num estádio de desenvolvimento menos evoluído.
A hipótese da Europa competir é nula (biotecnologia = USA).
Tem menos impacto geo-político pois permitiria ao crude light manter-se viável economicamente – isso é positivo do ponto de vista social pois permitiria uma transição lenta mas tem o aspecto negativo de não desferir um golpe ideológico sobre ideias que não necessitam da liberdade para criarem sociedades competitivas (fundamentalismo islamo-fascista, por exemplo). Não é preciso ser livre para tirar petróleo do chão.
Tem a desvantagem de manter ruído e fumo nas nossas cidades.
Não precisa do apoio do estado ou task forces pois se tiver sucesso tem o mesmo mercado abastecedor / automóvel à sua espera.
GostarGostar
««É uma tecnologia muito promissora, mas num estádio de desenvolvimento menos evoluído.»»
Menos evoluido? Os motores têm mais de 100 anos. O biopetróleo em si está tão ou mais desenvolvido que as baterias.
GostarGostar
Sugiro a leitura do artigo da economist: Bespoke biofuels
GostarGostar
Vou ler.
GostarGostar
««Tem menos impacto geo-político pois permitiria ao crude light manter-se viável economicamente»»
O carro eléctrico não inviabiliza o crude light.
GostarGostar
Ao contrário da maioria das energias ditas alternativas, os carros eléctricos podem ser uma alternativa real, no futuro se a tecnologia permitir aumentar a autonomia das baterias e reduzir o seu tempo de carga.
O preço destes veículos tenderá a baixar se houver concorrência significativa.
Os 109 mil dólares (cerca de 70 mil euros) comentados neste blogue, valor de venda do Tesla Roadster, não me parecem exagerados face aos preços de carro idêntico a gasolina, se considerarmos a ainda pouca concorrência neste sector. Trata-se de um desportivo descapotável de 248 cavalos que demora pouco mais de 4 segundos dos (0-100 km/h), e não de um pequeno familiar de todos os dias.
Energia eólica, solar, geotérmica, biocombustíveis, biomassa, etc., excepto em casos pontuais não serão alternativa aos nossos elevadíssimos consumos de energia, que inevitavelmente continuarão a aumentar nas próximas décadas.
No caso dos motores, só os eléctricos e os de ar comprimido me parecem alternativas aos de combustão. Na produção de energia eléctrica, as hidroeléctricas em alguns países podem ter uma quota importante (como se vê no caso português), mas na generalidade só a nuclear (fusão e futuramente fissão) é verdadeira alternativa.
Mas sosseguem os mais nervosos, que o fim do petróleo é como o aquecimento global, ou muito me engano ou daqui a 50 anos estaremos com a mesma conversa da treta.
GostarGostar
A Economist? A que em 1999 dizia que vinha aí o petróleo a 5$ o barril no famoso titulo “awash in oil”.
Se calhar mais vale irem à bruxa.
GostarGostar
Duvido que as leituras recomendadas pelo João Miranda sejam de facto recomendáveis, por isso só fui ver a última, que era a mais promissora: Offer to readers. Mas dei logo conta de que me queriam vender qualquer coisa.
GostarGostar
Tinha de ser: artigos de/para economistas.
Se os economistas aceitassem que os limites estão a chegar, nem que seja em termos de população, tinham de admitir que as bases da sua ciência eram vulneráveis, pelo que a sua fé na tecnologia é superior á dos cientistas.
GostarGostar
No sector das fotovoltaicas numa das empresas/tecnologias que parece mais promissora é a
http://www.nanosolar.com/blog3/
Mas vendo para crer, é sempre dificil de saber o que é realidade e o que é marketing de startups.
GostarGostar
Esqueci-me de dizer que a grande vantagem é que não recorrem ao silício:
http://www.popsci.com/popsci/flat/bown/2007/green/item_59.html
GostarGostar