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Rescaldo do Congresso

25 Junho, 2008
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Vencedores:

Ele e JPP serão as duas eminências pardas de MFL, mas é Rui Rio que está agora na primeira linha de sucessão. Logo que anunciadas as Directas, teve de resistir aos cantos de sereia de todos os “sulistas e elitistas” que viam nele o melhor “instrumento” para reconquistarem o partido. Por calculismo (Menezes recandidatar-se-ia certamente para o poder derrotar), condicionantes pessoais, ou por não querer ficar tributário do “eixo Lisboa – Cascais”, teve habilidade q.b. para resistir às pressões, mas mantendo sempre um papel decisivo na escolha da solução. O “empurrão” a MFL para as Directas deve-se-lhe em grande medida e terá sido também da sua lavra o chavão da “credibilidade”, algo facilmente desmontável (e foi-o, embora só na blogosfera), mas que colou bem em campanha à imagem de mãezinha severa e taciturna da candidata.

Nas Directas, o peso político de Rui Rio foi relevantíssimo no distrito do Porto, onde se deparava com uma “missão impossível”: fazer uma campanha no terreno sem “tropas”, inclusivamente no seu próprio concelho em que se confrontou com a “traição” dos seus “fiéis”, liderados por Sérgio Vieira, que se juntaram ao aparelho de Marco António no apoio a Pedro Passos Coelho. Conseguiu porém formar um “exército de emergência” em tempo record, apelando a alguns núcleos do concelho, a quase todos os presidentes de câmaras laranjas do distrito e reactivando a antiga máquina de Cavaco para as presidenciais.

O resultado no distrito do Porto foi decisivo para a vitória de MFL a nível nacional, embora com a preciosa “ajuda” de PSL, que dividiu as hostes menezistas. Quando se esperava uma vitória esmagadora de PPC por cerca de 3.000 votos de diferença (tal fora a “promessa” de Marco António), ela reduziu-se a um quase empate (vitória por apenas 40 votos, 37,5% contra 36,6%), com MFL a ganhar em 9 dos 18 concelhos do distrito, 6 dos quais integrando a Área Metropolitana do Porto. Foi ainda um dos poucos distritos (5 em 23) em que MFL viu a sua votação subir mais expressivamente em percentagem (+6,4 pontos percentuais), face aos resultados obtidos por Marques Mendes nas Directas de 2007. No concelho do Porto, MFL obteve a sua 2ª melhor votação no distrito (52,3%, apenas superada pelos 57,6% da Trofa) mas, nas eleições simultâneas para delegados ao Congresso, Rui Rio obteve 60% numa lista por si encabeçada, “esmagando” a concorrência da lista “passista” liderada por Sérgio Vieira e de uma lista “independente” liderada por Luís Artur Pereira, também integrada por este vosso escriba.

Eleito em Congresso para a 1ª Vice-Presidência, vai ter um papel preponderante na Comissão Permanente, o verdadeiro centro de decisão política, que integra para além da Presidente, os 6 Vice-Presidentes, o Secretário-Geral e o líder parlamentar. Deste grupo, ser-lhe-ão sempre afectos, para além da própria Presidente, António Borges, Aguiar-Branco, Castro Almeida e o futuro líder parlamentar Paulo Rangel. Nuno Morais Sarmento, que também gostaria de se apresentar como “delfim”, foi “relegado” para o Conselho de Jurisdição, onde lhe é “vedado” fazer política activa. A partir da comissão Permanente, Rui Rio irá consolidar poder e influência por todo o partido, amealhando o “lastro” para se apresentar com mais segurança a futuras Directas. O que acontecerá já em 2009 em caso de derrota eleitoral nas legislativas ou em 2012, em caso de vitória, representando uma indigitação antecipada do candidato a 2013.

Consolidou-se como challenger incontornável para qualquer liderança futura e apresentou-se como a alternativa liberal de um partido que tem vivido na alternância autofágica entre urbanos/elitistas/notáveis e rurais/basistas/populistas. Fez o discurso mais político do congresso, num estilo conciliador e cativante em que não cabem ressentimentos pessoais e lhe granjeia simpatias generalizadas. Mas encostou MFL literalmente às cordas, desafiando-a a esclarecer o que a diferencia do PS e a optar entre políticas liberalizantes ou socializantes. Rui Rio procurou responder-lhe de forma vaga, mais com a emoção – que dá muitas palmas nos Congressos – do que com a razão, mas não conseguiu melhor do que contrapôr o “estatismo bom” do PSD.

Chegou ao Congresso com um terço dos delegados, mas teve de se confrontar com a guerra de lugares – o verdadeiro leit-motiv destes conclaves partidários – ateada não se sabe se por si se pela Distrital do Porto, que supostamente exigia uma mão cheia de conselheiros nacionais. Teve a firmeza para dizer não – algo sempre de realçar num político – conseguiu minimizar as perdas com a obtenção de 16 conselheiros, apenas menos 4 que MFL e a enorme distância da lista santanista (5) e, melhor ainda, apagou o “ferrete” que representava a sua associação a Marco António.

As Directas deram-lhe uma notoriedade pública que não tinha e os 31,5% que nelas obteve representam um capital passível de render juros elevados: seja pela cooperação que não regateou a MFL, seja pela alternativa que sempre corporizará após um eventual falhanço. Nessa altura, vê-lo-emos a medir forças com Rui Rio.

Vencidos:

Entrou na curva descendente, como eu já havia palpitado e agora talvez não haja travessias do deserto que o recomponham. Mantém o mesmo discurso de há anos, sempre impregnado de uma forte carga de vitimização e ressabiamentos pessoais. Ainda atrai aplausos, microfones e holofotes, ou não fossemos um povo de “comadres” imbatíveis na maledicência, mas rende cada vez menos votos. Teve uma votação nas Directas bastante superior ao que se esperaria, fruto em grande medida de um voto muito localizado. Foi aqui decisivo o apoio activo de algumas distritais (casos da Madeira e de Faro) e a aposta nas maiores Secções concelhias em que a “cacicagem” se revelou bastante eficaz. No conjunto das 13 Secções gigantes (aquelas com mais de 1.000 eleitores, superiores por si só a algumas distritais), PSL obteve 40,5%. A concentração a seu favor ainda foi mais acentuada nas 5 maiores Secções (Gaia, Trofa, Famalicão, Vila Verde e Porto) em que obteve 50%, arrasando literalmente em Vila Verde (86,3%) e Famalicão (74,2%) e vencendo com uns expressivos 43% em Gaia, o “feudo” de Menezes e Marco António. Na maioria das Secções, em que a sua votação foi mais exígua, não chegou sequer a eleger delegados ao Congresso e, os poucos que elegeu, acabaram por se fraccionar em 2 listas ao Conselho Nacional. A pulverização é, aliás, o destino inevitável de todos os movimentos formados em função do carisma e dos interesses do seu líder.

O seu narcisismo continua em alta e fará com que continue a “andar por aí”. Em 2011, tentará a presidência da República.

Em grande medida por culpa de Menezes, Marco António saiu “mui mal ferido” de toda esta refrega Directas/Congresso. Se estava a construir uma agenda própria, Menezes trocou-lhe as voltas quando se demitiu de presidente do partido. A vitória de MFL e o reforço da influência de Rui Rio no distrito, deixou Menezes confinado apenas à Câmara de Gaia e travou as aspirações de Marco António em ascender à presidência, estando condenado a manter-se na sombra do seu “padrinho”. A estratégia errática de Menezes nas Directas, repartindo apoios por PPC e PSL e as suas entrevistas no final da campanha “espumando” de raiva contra MFL, deram um contributo fundamental para a vitória desta. O Porto foi aliás o único distrito em que o conjunto PPC/PSL teve uma votação inferior a Menezes nas Directas de 2007 (menos 901 votos, uma redução de quase 4%, que terão engrossado a abstenção). No Congresso, nova derrota com a “cisão” das listas de PPC motivada pela habitual barganha de lugares. Subsistem ainda dúvidas quanto ao real motivo que despoletou esta separação: se a habitual insaciabilidade do aparelho, se uma deliberada intransigência de PPC para se ver livre de um aliado incómodo. Mas Marco António ficou a perder, pois elegeu apenas 3 conselheiros nacionais, menos do que teria garantido na lista de PPC. Fragilizado como ficou, poderá ainda ter de se confrontar com uma revolta das suas “hostes”, eventualmente com o patrocínio de Rui Rio, que não desdenharia arredá-lo da distrital. 

“Atrelados”:

Não se deu por Aguiar-Branco no Congresso. Desde 2007 que se vem manifestando sempre disponível para tudo quanto é lugar vago, mas na hora da verdade, ou não se apresenta a votos ou é irremediavelmente ultrapassado e engolido no turbilhão das ambições de outrém. A sua última “derrota” aconteceu com a liderança parlamentar, perdida a favor do seu ex-secretário de Estado, Paulo Rangel. Irá continuar na sombra de Rui Rio que, depois de o ter “puxado” para uma das vice-presidências, lhe atribuirá porventura um irrecusável “prémio de consolação”: a liderança da lista para o Parlamento Europeu.

O eterno salvador da pátria, homem com melhor imprensa do que a que teve Barroso quando era o “delfim” mais desejado, sempre com um microfone e uma câmara disponível ao mínimo sinal de turbulência no país ou nas hostes laranjas. No Congresso de Pombal de 2005 que entronizou Marques Mendes, António Borges ainda tentou ir buscar lã, mas ia saindo tosquiado. Agora foi mais “pragmático” e refugiou-se no “colo” de MFL e Rui Rio. Ganhará peso político se amanhã chegar a ministro das finanças.

29 comentários leave one →
  1. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    25 Junho, 2008 23:19

    este blogue está uma merda

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  2. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    25 Junho, 2008 23:29

    cuidados com as máfias de gaia, com e sem apitos

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  3. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    25 Junho, 2008 23:35

    infelizmente o país é muito mais que problemas do psd

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  4. MJRB's avatar
    25 Junho, 2008 23:58

    Pronto(s):

    O “nosso” BObama “novo”, “bem parecido”, com “voz colocada”, vai ressurgir bastantes vezes no Blasfémias.
    Nada de extraordinário e motivante disse se comparado com MFLeite durante a campanha eleitoral e no congresso, mas…
    Ângelo Correia e quem esteve por trás da sua candidatura agradecem.

    Sempre que MFL errar, ressurgirão os Blasfemos com “o nosso” à frente, recolocado como putativo PM.
    Boa imprensa, tem PPC, sem dúvida.

    Excitações…

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  5. Desconhecida's avatar
    25 Junho, 2008 23:59

    “(…) este vosso escriba.” – LR

    Escriba: “3 aquele(a) que escreve mal; escrevinhador.”
    Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa.

    Autoflagelação?
    Discernimento?
    Iliteracia?

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  6. MJRB's avatar
    26 Junho, 2008 00:10

    Mrs LR, CAA, Gabriel, Miranda,

    …E não há um post sobre este novo Código Laboral ?

    Quem depender de certo tipo de patronato e fôr novo, está…phodidinho !…

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  7. Ritinha's avatar
    Ritinha permalink
    26 Junho, 2008 00:38

    O cheiro a poder para o PSD está aí.
    Agora é Leonor Beleza.
    Amanhã…

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  8. Ritinha's avatar
    Ritinha permalink
    26 Junho, 2008 00:43

    escrevinhador
    Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa versão 5.0

    (ô) [De escrevinhar + -dor.]
    Substantivo masculino.
    1.Fam. Escritor de muito pouco merecimento, ou nenhum; escrevinhadeiro, escrevedor, escriba, rabiscador, borrador.

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  9. Justiça de Fafe's avatar
    Justiça de Fafe permalink
    26 Junho, 2008 02:36

    Menezes esbanjou a credibilidade por culpa própria:enredou-se em querelas internas em aquele regulamento de quotas terceiro mundista foi o exemplo por excelência.
    Não era ele q escrevia no CM sobre como fazer oposição?
    Não fez nada do q escreveu.
    E tinha condições para isso com a crise instalada.

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  10. Tiago Azevedo Fernandes's avatar
    26 Junho, 2008 03:21

    Hum?
    http://www.priberam.pt/dlpo/dlpo.aspx
    escriba – do Lat. scriba, escrivão público
    s. m., doutor da lei, entre os Judeus; escrivão; copista;
    deprec., mau escritor.

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  11. caodeguarda's avatar
    26 Junho, 2008 09:09

    O Rio faz tanta falta como o zé de lisboa… mota-engil e imoloc estão muito agradecidas a esse sr. uma vez que já foi condenado ao pagamento de vários milhões de euros de indemnização pelos processos “à lá sá fernandes que instaurou”…

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  12. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    26 Junho, 2008 09:35

    Hoje está bom tempo, está Sol em todo o País…

    Parece que a MFL é que vai salvar isto… eu até ja tou sentado enquanto espero…

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  13. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    26 Junho, 2008 09:36

    é que posso ter de esperar muito…

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  14. joséjosé's avatar
    joséjosé permalink
    26 Junho, 2008 09:40

    Ai S.João, S.João, que nem te deste conta que o fogo de artifício
    era mais a festa do acordo (Rio-Costa) para ( os prováveis ) 1º ministro e presidente da república…

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  15. Desconhecida's avatar
    ourição permalink
    26 Junho, 2008 09:52

    Quem é responsável vê uma sociedade a definhar todos os dias. Olha à sua volta, vê caos, corrupção e compadrio, estatísticas truncadas e não se põe tacituno, ou é tolo ou faz-se.
    É natural que os quadrúpedes postados gratuitamente frente às mangedouras se preocupem quando o vento muda. Delas escorre o suor dos que labutam e boa parte dos impostas que nos cobram para sustentar vícios, reformas chorudas, manobras inflacionistas, bandalheiras e delírios de betão.

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  16. Pi-Erre's avatar
    Pi-Erre permalink
    26 Junho, 2008 09:58

    Como diria (disse) a saudosa Joana do Semiramis, MFL não passa de uma razoável contabilista.

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  17. Desconhecida's avatar
    26 Junho, 2008 12:26

    A última do Menezes é pedir ao governo o avanço do TGV Lisboa /Coimbra/Porto/Vigo e, presumo que regresso no mesmo dia.

    O Homem quando fala não dá para entender.

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  18. Desconhecida's avatar
    26 Junho, 2008 12:49

    Afinal ainda é pior, o Homem está preocupado (não com tubarões) com oalarme social da incerteza da linha Porto/Vigo.

    O Homem não sabe que o problema do Porto/Vigo não é a falta de TGV’s ou outras paneleiri##s, mas sim a falta de transportes normais para as pessoas normais que necessitam desse trajecto.

    Os executivos do TGV preferem fazer essa centena e tal de Km de carro.

    Ele que pergunte ao tal da mala

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  19. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    26 Junho, 2008 13:23

    A eliminação do gigantesco buraco financeiro e económico deixado pelo PS e recuperado por Rui Rio na CMP nunca aparece, talvez porque ele nunca fez casas com marquise nos montes de Portugal.

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  20. simon's avatar
    simon permalink
    26 Junho, 2008 13:33

    Eh?, também o Pepino foi ali deitar faladura?

    Ai, não gramo esse gajo, esse e mais um que dizem JPP.

    E as velhas raposas, tamém, caramba, que podem ter de novo pa dezer?! Nada, por cierto, que no valen un cuerno, los dos juntos, compadre!

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  21. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    26 Junho, 2008 14:35

    Porto-Vigo em TGV?
    Minha Nossa!!!!!!!!!!!!!!!!!
    Por 1/20 do custo inicial,por outro 1/20 dos custos de exploração e sem custos ambientais de destruição de excelentes terrenos agrícolas, montava-se um moderno serviço “Shutle” de helicópteros de hora a hora que seria baita rentável e sempre possível de aumentar ou reduzir a frequência!
    Com a vantagem de, em caso de catástrofe natural, os helis poderem ser desviados e salvar gente. Os TGVs não arredam um centímetro do que está traçado!
    Mas quem é que tira da cabeça destes nortenhos, semi-analfabetos e elitistas que há outras soluções?
    MFerrer

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  22. Leitor atento's avatar
    26 Junho, 2008 15:17

    Meu caro,

    Fala um militante do PSD.

    Ao Passos Coelho aplica-se aquele aforismo de um velho, experiente e sábio professor de equitação: “Para se saber montar e andar em cima do cavalo, é preciso saber cair!”.

    Ora, o nosso PPC não soube cair: caiu depois de, qual aprendiz de feiticeiro, ter feito as alianças mais inacreditáveis e contra-natura para quem tinha um trajecto como ele.

    Fez um discurso fraquinho (sinceramente acheio discurso muito fraco) cheiod e lugares comuns e sem chama.

    Quando voltar à carga veremos queme le consegue arrastar. Vai acontecer-lhe oq ue que lhe aconteceu em Lisboa: perderá duas vezes. Tudo graças à sua disponibilidade para vender a Alma ao diabo e a coligar-se com toda a gente – pequenos vícios de quem fez o estágio todo da jota (essa escola de virtudes).

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  23. PMS's avatar
    26 Junho, 2008 16:23

    “Anónimo Diz:
    26 Junho, 2008 às 2:35 pm
    Porto-Vigo em TGV?” MFerrer

    Meu caro, Porto-Vigo não é TGV (350km/h) como Porto-Lisboa e Lisboa-Madrid. É “velocidade elevada (250kms/hora) que custa cerca de 1/4 do preço.

    É igual à linha que serve o alfa-pendular e, tendo em conta que se demora 3h30m para fazer 200kms, parece-me que é uma questão de serviço público.

    E diga-se de passagem, a maioria dos nortenhos informados está de acordo, e não quer o TGV. Mas também não o quer no resto do país. Porque ganhar 10 minutos em Porto-Lisboa não é relevante, e porque Lisboa-Madrid será de velocidade elevada (250kms) do lado espanhol, para além de ser uma linha que apenas serve aos Lisboetas, pois de Leiria para norte fica mais rápido ir até Madrid via Vigo. (!) Bem, também não interessa aos lisboetas pois é mais barato e rápido ir de avião…

    Afinal quem é semi-analfabeto e elitista? Quem luta pela solução mais barata e economicamente viável (nortenhos) ou quem luta para as soluções megalómanas que não servem a ninguém(políticos do Estado Central)?

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  24. Desconhecida's avatar
    26 Junho, 2008 18:29

    Então o ex-grande timoneiro não sabe do que fala pois na carta ao n/1º fala de TGV.

    Talvez queira dizer alfa-pendular tipo TGV, ou mesmo TGV tipo pendular, ou mesmo TGV pendular.

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  25. Desconhecida's avatar
    26 Junho, 2008 18:39

    O PPC é o novo PSL mais novo, mais apresentável.
    Penso que dará um bom presidente da república.

    Ganhou muito bem o congresso. Dele, espero uma remodelação completa do partido tipo “querido mudei a casa”.

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  26. PMS's avatar
    27 Junho, 2008 01:05

    “Então o ex-grande timoneiro não sabe do que fala pois na carta ao n/1º fala de TGV.”

    Utilizam o termo TGV na ligação Porto-Vigo para ludibriar os nortenhos, para que estes não se apercebam que foram discriminados em mais um investimento.

    Mas às elites do norte não enganaram, mas estas também não se importam, mostrando a sua real superioridade. Não faria qualquer sentido reinvindicar um investimento desnecessário. Mas infelizmente todos pagaremos mais um mega-projecto estratégico nacional para beneficiar (?) Lisboa…

    Ainda por cima, para beneficiar tão pouco…

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  27. PMS's avatar
    27 Junho, 2008 01:06

    A interpretação de que não sabe do que fala também não me admira que seja correcta…

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