Os espanhóis, com muita arte e inteligência, dominaram os altos e musculados alemães, que nos haviam atropelado.
Já esta esta tarde, em Wimbledon, o espanhol Nadal tinha despachado o alemão Kiefer, como aperitivo.
Não é nada disso… neste momento (já de muitos anos), era preciso dar alguma “alma” aos gentios… daí, há que encenar toda uma festarola e com muito foguetório (antes do tempo, como é nosso costume), para o que se contratactaram diversos “artistas”, uns nacionais e, outros, não tanto… todos eles, porém, muito maus para o espectáculo de magia que se quiz dar ao povão e, pior, obscena e escandalosamente pagos com salários e mordomias do “outro mundo”… pois, neste nosso paupérrimo Portugal em que vivemos, nada justifica os valores de que se ouve falar.
Enfim… já passou, mas eles voltarão a atacar (a encenar)… bandeiras, muitas bandeiras… porque é disto que o povão gosta.
Curioso que na SportTV passou insistentemente em rodapé a notícia de que o prémio dos nossos jogadores, em caso de vitória, era de 300 mil euros por cabeça, enquanto os alemães é de 250 mil euros. Os espanhóis muito menos.
Como se vê, Madail tratou de arranjar dinheiro para motivar os jogadores. Como se sabe (ou não?) Scolari também tinha proventos principescos. Por isso dinheiro não faltou.
Até deu para contratar gente para empurrar o autocarro.
Oliveira Martins na sua História de Portugal:
«um povo que não só desconhece o patriotismo, que não só ignora o sentimento expontâneo de respeito e amor pelas suas tradições, pelas suas instituições, pelos seus homens superiores (…) que não só não possui uma alma social, mas se compraz em escarnecer de si próprio com (…) o desdém mais burlesco. Quando uma nação se condena pela boca dos seus próprios filhos, é difícil, se não impossível, descortinar o futuro de quem perdeu por tal forma a consciência da dignidade colectiva».
Os espanhóis, com muita arte e inteligência, dominaram os altos e musculados alemães, que nos haviam atropelado.
Já esta esta tarde, em Wimbledon, o espanhol Nadal tinha despachado o alemão Kiefer, como aperitivo.
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os dirigentes portugueses são lixo humano
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Não é nada disso… neste momento (já de muitos anos), era preciso dar alguma “alma” aos gentios… daí, há que encenar toda uma festarola e com muito foguetório (antes do tempo, como é nosso costume), para o que se contratactaram diversos “artistas”, uns nacionais e, outros, não tanto… todos eles, porém, muito maus para o espectáculo de magia que se quiz dar ao povão e, pior, obscena e escandalosamente pagos com salários e mordomias do “outro mundo”… pois, neste nosso paupérrimo Portugal em que vivemos, nada justifica os valores de que se ouve falar.
Enfim… já passou, mas eles voltarão a atacar (a encenar)… bandeiras, muitas bandeiras… porque é disto que o povão gosta.
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Viva Espanã!
Não conhecemos o sabor da vitória, pode ser que se sinta o cheiro, já que estão aqui perto.
Obrigado Ricardo, mais um vez, pela tua coragem.
O Iker é um medricas, tu é que és o maior!
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Curioso que na SportTV passou insistentemente em rodapé a notícia de que o prémio dos nossos jogadores, em caso de vitória, era de 300 mil euros por cabeça, enquanto os alemães é de 250 mil euros. Os espanhóis muito menos.
Como se vê, Madail tratou de arranjar dinheiro para motivar os jogadores. Como se sabe (ou não?) Scolari também tinha proventos principescos. Por isso dinheiro não faltou.
Até deu para contratar gente para empurrar o autocarro.
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Oliveira Martins na sua História de Portugal:
«um povo que não só desconhece o patriotismo, que não só ignora o sentimento expontâneo de respeito e amor pelas suas tradições, pelas suas instituições, pelos seus homens superiores (…) que não só não possui uma alma social, mas se compraz em escarnecer de si próprio com (…) o desdém mais burlesco. Quando uma nação se condena pela boca dos seus próprios filhos, é difícil, se não impossível, descortinar o futuro de quem perdeu por tal forma a consciência da dignidade colectiva».
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