As Escolas Superiores de Educação deviam ser encerradas.
No Portugal Diário, sobre o debate organizado pela SEDES:
A socióloga Maria Filomena Mónica apontou baterias à educação, considerando que «as faculdades de Ciências da Educação deviam ser encerradas imediatamente. Não servem para nada e fazem muito mal». Explicando que o «linguajar pedagógico» – “é preciso aprender a brincar” ou “os alunos não devem ser avaliados” – é um flagelo do nosso sistema de ensino actual, Maria Filomena Mónica afirmou que «a doutrina começou na esquerda, mas é agora transversal».
…
Luís Campos e Cunha não tem dúvidas desta premissa e sublinha que «o nosso ensino estaria hoje muito melhor» se «as escolas de educação» não existissem. «Deveriam ser todas fechadas». O tema dá pano para mangas e foi voltando ao debate. O economista Vítor Bento considera mesmo que a «educação é o grande fracasso deste regime porque ela própria tem promovido um rebaixamento de qualidade, com excessiva complacência com a mediocridade».

Está dito, e bem.
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Vou mais longe: todo o Ministério da Educação devia ser extinto.
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isto não tem nada a ver com este post mas notem que o CAA já está a ganhar com a colagem ao Sócrates:
“Gestifute e CAA Sports formam parceria”
😉
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Quando ouvi esta manhã as palavras da Filomena Mónica, gravadas ao vivo, no noticiário da Antena 1, fartei-me de rir.
A gaja é completamente parva. É impressionante.
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“A gaja é completamente parva.”
Há muitos parvos, então. Vitor Bento e Campos e Cunha concordaram com ela. Eu também.
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E eu também quero ser assim parvo. É urgente encerrar as ESE´s.
É evidente que é preciso manter as pessoas que lá trabalham, porque isto não é um estado liberal puro, mas uma social democracia. Ainda assim, é preciso fechar aquilo tudo, reformular o ensino de alto a baixo, e no fim de contas, copiar o que já havia há trinta anos: a necessidade de ensinar bem.
Descartar a pedagogia do sucesso, em prol da do esforço.
Há quem saiba e queira fazer melhor.
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Caro JCD,
Inteligente é o Luís Lavoura, basta ver o que escreve. É um exemplo para a juventude. Não diz a razão da sua afirmação, limita-se a dar um veredicto, como qualquer parvo de tasca que quando ouve algo que foge ao consenso ri para não dar a entender que é um parvo, parecendo superior à discussão sem um argumento. Técnica bem esquerdista.
Ainda bem que é só um comentador de blogues, pois se estivesse no poder, mandava fuzilar, como os seus ídolos.
Bonifácio
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Para ver o nível das ESE´s que formaram milhentos professores, dando-lhes um estatudo de licenciados ( stôres ou, melhor ainda, sôres), basta pegar numa qualquer “tese” final de alunos que aí passaram a tirar cursos. Em Humanidades.
É de chorar, amargamente, porque o riso não se controla.
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É urgente é mudar mentalidades. O ensino deste século nao é o mesmo do século XV. Mudou muito. E actualmente com a internet e a facilidade de informaçao o ensino tem de mudar. A quantidade de coisa superfluas que se ensinam é enorme. O ensino devia saber aprender a ler, escrever, pensar e depois cada um que estudasse pela internet e pelos manuais e fosse fazer exames para ser avaliado. Fechava-se era as escolas todas e poupava-se imenso dinheiro.
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Sou a favor do fecho de todas as escolas para além do ensino básico em que existiam professores para ensinar ler escrever e somar e o resto era exames escritos e orais. Era a revoluçao total.
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De resto, temos todos que dar os parabéns à senhora Filomena Mónica, tem mais tomates que metade da população masculina do país junta. Mas podem ter a certeza de que todos os partidos vão fazer de tudo para esquecer o assunto, afinal, a educação pública é um dos pilares deste regime que assenta na burrice generalizada dos escravos pagadores de impostos e trata tão bem os políticos e as grandes corporações que vivem de negócios com o estado.
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««“os alunos não devem ser avaliados” – é um flagelo do nosso sistema de ensino actual,»»
Creio que a Filomena Mónica está desactualizada. Eles agora dizem:
– os alunos devem ser avaliados
– nós é que somos os especialistas em educação
– vocês não percebem nada disto
– “Avaliar não é seleccionar, é procurar que todos consigam”
– Avaliar não é julgar mas valorizar
– Avaliar não é classificar.
– Avaliar é Reflectir Sobre o Ensino
– Avaliar é medir a diferença entre aquilo que se pretendia alcançar e o que realmente foi alcançado (o truque está em pretender alcançar muito pouco e coisas diferentes para alunos diferentes)
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Quanto ao fecho das escolas, sou contra. Seria muito melhor o Estado alugar as instalações de ensino para os professores, devolver o dinheiro que gasta com a educação aos cidadãos e deixar que eles escolhessem onde querem que os seus filhos estudem.
Se o ensino dado nas actuais escolas públics é bom, então não há nada a temer da parte dos professores.
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contribuiram para decadência do ensino e para o desemprego
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«- “Avaliar não é seleccionar, é procurar que todos consigam”»
É exactamente esse o lema. Há uns anos cometi a imprudência de tirar um “curso de formação de formadores” (é assim que eles dizem) e só ouvi tretas como essa. Fui o pesadelo dalguns dos formadores! hehehe
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As ESE foram uma criação PS que obviamente as encheram de quadroa seus que passaram para o “bem bom”
No inicio os seus formandos “papavam” licenciados há anos a dar aulas…
Concordo com a extinção por falta de valor acrescentado.
Que recriem é o ensino técnico Salazarista…
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Nem mais.
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Há anos que o digo… há anos que o digo… há anos que o digo… mas vozes de burro não chegam ao céu! Ainda bem que ainda por cá há Filomenas (podia não haver, afinal já tem 65 anos) – uma “gaja” doutorada em Oxford e autora de alguns 10 livros não deve ser assim tão parva, não acha Luís Lavoura?
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O que se vê por esse mundo fora? Países onde a avaliação é rígida e o ensino segue regras seculares (como os países de leste) e com bons resultados. Também vemos países onde a experimentação é o centro do sistema educativo (Escandinávia) e com óptimos resultados também.
Quer me parecer que antes de um sistema, o que se tem de perceber é: o que queremos que a próxima geração seja? Uma geração de técnicos altamente qualificados (para exportarmos massa cinzenta) ou entrepreuners destemidos (para revitalizarmos a economia banindo os 300.000 rednecks que a compõem actualmente)? Ou ainda, será que queremos que os nossos filhos sejam nós na versão de 2035?
Disciplina – é esse o fundamento dos bons exemplos. Sejam eles comunistas, socialistas ou liberais. Comecemos por nós, para que os nossos filhos em vez de ouvirem sobre ela, a passem a ver.
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O anónimo do 19… é o Akula – faltava o login 😉
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JCD,
Isso é uma perfeita estupidez como dizer que a educação é pior desde que o Luis Campos e Cunha foi ministro, o que também é verdade. Achar que as faculdades de ciências da educação só produziram merda é mera ignorância, tal como avaliar o IST pelos relatórios onde apontam miraculosas obras públicas que “dão lucro ao estado”.
De resto o Lavoura tem toda a razão, a gaja é completamente parva.
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Querem fechar o quê ao certo? Os cursos de Ensino, ou os cursos de Educação? É que existem cursos de Educação… que tratam exactamente da pedagogia e formas de ensino (ou: gestão e políticas educativas), em abstracto, mas que não dão para ensinar. Pareceu-me ser a isso a que se referia a socióloga, mas estou a ler tanta gente a escrever como se fosse ensino, que fiquei na dúvida.
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O ensino estaria muito melhor se fosse todo da autoria de Filomena Mónica e da dona Miquelina.
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E a mania dos cursos de medicina? Faz algum sentido? Pior do que isso – basta fazer contas simples para verificar que se está a criar mais uma classe profissional para o desemprego.
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Absolutamente! Eu conheço-as bem: são um antro de mediocridade total e irreversível.
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Tonibler Diz:
9 Julho, 2008 às 12:27 pm
JLS Diz:
9 Julho, 2008 às 12:32 pm
Cursozitos de Ensino, ou de Educação? 😉
Que aborrecido! Pareciam oportunidades tão boas,caminhitos tão fáceis…
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Quanto às fac de Cc da Ed pelo estado do país vê-se o que elas contribuiram para o engrandecimento dos portugueses e de Portugal.
Vão ver o Tropa de Élite: é a “pedagogia” que se imporá e que é consequência directa da aplicação continuada e exaustiva da pedagogia das cc da Educação.
psicanalises.blogspot.com/
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“Querem fechar o quê ao certo? Os cursos de Ensino, ou os cursos de Educação?”
JLS,
Penso que a crítica é aos cursos de educação.
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Medo.
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«Penso que a crítica é aos cursos de educação.»
Pois, thought so.
Não sei bem como é em outras universidades, mas na Universidade do Minho, basicamente, vai (ou ía) para Educação quem não consegue entrar em Psicologia, para ir fazendo umas cadeiras, com a esperança de pedir transferência de curso para Psicologia, já que têm (ou tinham) bastantes equivalências (muito como acontece com Medicina/Medicina Dentária). Sucede é que a maioria acaba por não conseguir… e acaba por ir ficando.
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Trata das ESES’s e departamentos similares nas universidades. Os antigos magistérios do ensino primário, que tinham nível médio, possuiam 2 enormes virtudes:
1 – eram tanto ou mais eficazes que as actuais ESE’s.
2 – não permitiam, por não conferirem o grau de licenciatura, que atrasados mentais adquirissem seguidamente os grau de mestre e até doutor.
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O fecho das ESE’s é apenas mais uma tirada ao bom estilo ” se está doente, corta-se pela raiz”. A verdade é que se continua a esquecer que, por muito que se critique o “eduquês”, ele faz parte dos melhores sistemas de ensino do mundo. Até algumas das maiores universidades mundiais utilizam algumas das premissas “eduquesas”, na estruturação, organização e planificação dos seus cursos superiores com enorme sucesso. O grande problema foi pensar-se que a pedagogia e as ciências de educação poderiam substituir a falta de sólidos conhecimentos na área de ensino durante a formação de professores. E que muitas das teorias pedagógicas seriam aplicáveis a qualquer aluno, fosse ele esperto, burro, inteligente, mal educado, coitadinho, rico, pobre,artista, futebolista,etc,etc.
AS ESES forma criadas para os amigos e enteados ( e aqui a culpa é tanto do PSD como do PS).O melhor que se poderia fazer era cortar nas calorias e remodelar a ca(u)sa.Fechar seria uma solução para coisa nenhuma.Ainda abria alguma coisa pior…
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32 –
não se fecham as ESE’s: passam a ser um curso médio, para profs para os 1ro e 2º ciclo mas, sobretudo, sem acesso a mestrados e doutoramentos.
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«Até algumas das maiores universidades mundiais utilizam algumas das premissas “eduquesas”, na estruturação, organização e planificação dos seus cursos superiores com enorme sucesso.»
Isso é discutível… o eduquês é completamente de modas… e se é de modas é porque ou surgem coisas melhores… ou promessas de coisas melhores… ou o que se tinha não era assim tão bom. E depois, como define sucesso? A Google resolveu alterar o seu modelo de daycare (para os trabalhadores), de um muito bom e universal, com algumas listas de espera que seriam facilmente supridas com um ligeiro decréscimo da qualidade, para um elitista que ninguém consegue pagar a não ser os executivos. Porquê? Porque lá a gaja que lhes arrendou a garagem para montar os servidores quando começaram, é maluquinha por uma teoria nova de eduquês. (http://news.cnet.com/On-day-care%2C-Google-makes-a-rare-fumble/2100-1030_3-6243197.html?tag=nefd.top)
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30 –
pûs o seu comentário – que toda a gente sabe muito ser assim mas poucos têm a frontalidade de o dizer ou escrever – no meu blog: psicanalises.blogspot.com
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Caro JLS, tudo depende do que se aplica e como se aplica.Tenho tido algum contacto com esse assunto, por razões de casualidade profissional.O que mais me impressionou foi ver uma estrutura de avaliação de competências num curso de Engenharia Aeroespacial de uma das melhores universidades do mundo, similar a algumas que constam de exemplos fornecidos a alunos de escolas de educação. Com a diferença significativa que se tratava de um documento bem mais simples e fácil de entender do que a parafernália que é ensinada nas ESES.Além de que era bem mais fácil de utilizar e de servir para alguma coisa útil ( no que se entende por saber se o dito aluno está a aprender ou a adquirir alguma coisa).
Aliás, esse é que é o segredo do sucesso de algum eduquês. É saber ou compreender que há coisas que resultam para X mas não resultam para Y. E que por vezes, certas experiências podem correr mal,mostrando que a solução Z não se aplica ao caso X ( exemplo dado por essa notícia do Google).
Teorias da educação e pedagogia há muitas e mesmo em cada teoria, só algumas coisas se podem aplicar bem a um dado caso.Mas não é isso que se ensina nas ESES. Fornece-se uma avalanche de teorias e métodos, de eficácia duvidosa na abragência a todos os alunos.
Mais tarde, cria-se a ideia de que isso é o suficiente para colmatar outras deficiências de formação.
Um exemplo clássico é o construtivismo e/ou o ” aprender pela descoberta”, que anda na “moda”, mesmo apesar de já andar pelo mundo inteiro há mais de 30 anos. Vários podem aprender alguma coisa assim, alguns podem aprender bem e bastante assim, mas muitos de certeza não aprendem nada assim. Mas o que se procura ensinar nas ESE é de que esta é uma das novas receitas de sucesso milagreiras.
Por isso, urgente é remodelar.
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AS ESES foram criadas no tempo do Cavaco e não do PS.
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Seria curioso encontrar o que foi dito, nos idos anos 80, quando se estavam a lançar as escolas superiores de educação. Na verdade, esse modelo foi criado para responder à necessidade de acelerar a formação de professores, em países em vias de desenvolvimento. Entre nós, o que se tentou fazer, foi baixar o custo da formação desses profissionais, até então formados nas restantes faculdades. Ora, tudo isto foi debatido nos anos 80 e, hoje, só há uma conclusão a tirar: a realidade superou as críticas mais radicais que na altura se fizeram.
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Os professores do 1.º ciclo eram formados nos magistérios e não nas faculdades. Julgo, porém, que o probema das ESE’s se deve ao seu número. Na altura, estavam pensadas poucas, muito poucas. Mas parece que os políticos das capitais de distrito não descansaram enquanto não tiveram a sua esezinha. Como também havia muita gente que tinha ido para Boston e não lhe apetecia voltar a ensinar crianças e adolescentes, juntou-se a fome à vontade de comer e foi o que se tem visto. Já agora, as ESE’s são uma congregação poderosíssima e muito do que se está a passar tem a ver com a sua real, embora pouco aparente, influência.
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“Os professores do 1.º ciclo eram formados nos magistérios e não nas faculdades. ”
Certo, Mas as ESEs formam até ao 2º ciclo e, nalgumas áreas (Ed. Física, por exemplo)penso que até ao 3º. Ora, todos esses professores, antes de haver ESEs, eram formados nas universidades.
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Tirem o ME e sindicatos do centro do sistema!
Autonomia ás Escolas!falam,falam, mas não vejo fazer nada quanto á autonomia das escolas .
Todos têm medo de perder poder,incluindo os intelectuais do politicamente correcto.Autonomia! Lutem por maior autonomia!
Oa alunos, os pais e os professores agradecem!Deixem os burocratas e os sindicalistas a falarem uns com os outros!
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“ESE’s são uma congregação poderosíssima e muito do que se está a passar tem a ver com a sua real, embora pouco aparente, influência.”
Não tanto como diz.
Ninguém, entre os profs das Ese’s, quer voltar a dar aulas às criancinhas. As teorias pedagógicas são para os alunos deles evidentemente. E os alunos das Eses, ou uma parte muito substancial – que nunca teriam posto os pés numa universidade se as coisas funcionassem normalmente – não querem perder o estatuto de srs drs.
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Enquanto Valter Lemos estiver no ME, as ESE vão continuar de vento em pôpa na formação de professores. Afinal, ele próprio é um subproduto ESE!
Os cursos universitários de Ciências da Educação também vão continuar, silenciosamente, a produzir verborreia em eduquês, com as Psicologias ramo educacional a ajudar.
Trata-se da sobrevivência do monstro; fazem falta estas fábricas de ração…
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sobretudo aqueles que entretanto fizeram o mestrado em gestão e já só sonham em serem directores.
Têm alguma força, todos juntos, sim senhor, mas nada que faça tremer ninguém.
Haja coragem política e as Ese’s voltarão a ser escolas de ensino médio (como na prática nunca o deixaram de ser).
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43 –
exactamente! Pôs o dedo na ferida.
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“As Escolas Superiores de Educação deviam ser encerradas.”
Isso é anti-liberdade. Por mim podem existir desde que pagas por quem as quer(isto é sem impostos)
Tal como é anti-liberdade impedir as pessoas de escolherem as escolas dos seus filhos.
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Zé Bonito (40). É verdade o que diz, mas só a partir do nascimento dos monstrinhos (ESE’s), julgo. Estou convencido que, se pudessem, as ESE’s até com a formação de professores do secundário ficavam. Os monstrinhos são vorazes
Sobre o nível da coisa é provável que seja muito diferenciado. Deve haver de tudo. Mas já tenho lido trabalhos de profs dessas instituições, fundamentalmente do interior, e não sei se hei-de rir ou chorar. O que temo, porém, é que as universidades se aproximem cada vez mais do nível das ESE’s.
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Anónimo Diz:
9 Julho, 2008 às 12:08 pm
As ESE foram uma criação PS que obviamente as encheram de quadroa seus que passaram para o “bem bom”
No inicio os seus formandos “papavam” licenciados há anos a dar aulas…
Concordo com a extinção por falta de valor acrescentado.
Que recriem é o ensino técnico Salazarista…
Concordando com o comentador 46 o melhor é as ESE sairem do chapéu do Orçamento do Estado pela forma que quiserem…
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A juntar aos argumentos de MFM – assim como de muito boa gente que defende a mesma tese – devem juntar-se também as consequências positivas que isso teria no orçamento de estado.
É evidente que qualquer pessoa entende que o país não precisa mais do que uma ou duas (significativamente diferentes das que existem).
Só que aquilo, como já alguém por aqui disse, está tudo inquinado pela clientela do PS que por lá se alapou e germinaram ESES por tudo quanto é junta de freguesia.
Em Portugal há mais ESES que postos médicos.
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Em Portugal há mais ESES que postos médicos.
Claro! Para acomodar a boyzada (não disse boizada…) toda que de outra maneira nunca poderiam ser professores-doutores…
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