Manuela pisca o olho às corporações
A confiança na qualidade e exigência do sistema educativo não melhorou e a classe dos professores conheceu um ataque sem precedentes, ao seu prestígio e autoridade.
Na saúde as políticas mudam com os ministros, ou os ministros mudam por causa das políticas e o serviço nacional de saúde vai conhecendo uma sangria de médicos e pessoal qualificado que já provocou a ruptura em serviços centrais.
A valorização das pessoas, o estímulo ao capital humano no sector público, incluindo em áreas de elevada qualificação e investimento na formação, é pura e simplesmente ignorado.
Na agricultura, as queixas contra o Governo, as dificuldades causadas por políticas erradas e surdas aos apelos, são caladas com o estrangulamento financeiro e premeditado das associações representativas do sector.
Na Justiça, as promessas de maior eficácia e celeridade redundaram na confusão no sector, no beliscar do prestígio e isenção da classe e no sentimento de que também a justiça é impotente perante as injustiças.
Parece que o PSD abdicou definitivamente de ser um partido reformista para passar a ser o partido de todas as corporações que bloqueiam reformas neste país.

Bingo!
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Um dos problemas de Ferreira Leite, é que já esteve no Poder.
As corporações sabem muito bem qual foi o comportamento dela perante as mesmas corporações, enquanto lá esteve.
Se ela agora mudou, nada há que o garanta.
Pelo menos os saia-casacos são os mesmos.
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JM tirou um coelho da cartola…
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Ora aqui está o problema de MFL: como não aprendeu a piscar os olhos ainda não os conseguiu abrir. E seria bom para ela que expicasse aos professores se a sua política difere ou não das políticas do inginheiro para o sector.
hummm… presumo que não terá nada a acrescentar
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Tirou mas é a cartola a um coelho…
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correcção: expicasse = explicasse
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O Piscoiso tem toda a razão.
Quem pensa ela que engana?
Que credibilidade tem ela para piscar o olho seja a quem for.
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Para piscar os olhos tem que reunir com as corporações e para isso não pode estar calada.
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Urge convocar um congresso, e escolher uma nova liderança que represente os anseios da maioria dos militantes PSD. Até ás próximas eleições, ainda faltam 14 meses! Tempo mais do que suficiente. A verdade é que estes 33% de PSD não vão lá.
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“Parece que o PSD abdicou definitivamente de ser um partido reformista para passar a ser o partido de todas as corporações que bloqueiam reformas neste país.”
Não. O melhor é alienar já toda a gente. Declarar guerra a tudo o que mexa dá sempre um óptimo resultado. Há 35 anos que se fala em reformistas e reformas mas as únicas que vão entrando são as da caixa geral de pensões.
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Miguel Pinto Diz:
“E seria bom para ela que expicasse aos professores se a sua política difere ou não das políticas do inginheiro para o sector.”
Talvez fosse altura dos srs professores explicarem exactamente o que pretendem, além dos salários garantidos para a vida. Eu, como sujeito passivo por obrigação, apreciava o gesto. E julgo que não devo estar só.
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São os poderes corporativos que têm ajudado a eleger a grande família social-democrata: os públicos e os privados. Para onde é que eles vão após os mandatos cumpridos? Mas, no PS também já se começa a ouvir falar da transferência de ex-altos cargos dirigentes para o sector privado. O exemplo mais recente é o de Jorge Coelho. O Dr. Lobo Xavier por ex., é presidente ou vice-presidente de n organizações a título de quê? Quantos jovens quadros ficarão impedidos de exercer funções ao mais alto nível no sector empresarial público ou privado, só porque estas pessoas se eternizam nos cargos, quando já não deviam fazer parte da “população” activa deste país?
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Doe, J :
Tem cartão rosa, não tem?
É boy ou não, é voz do dono ou não?
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Doe, J:
Se os professores não forem garantidos para a vida,então mudem-se mensalmente e já há empregos para todos.É injusto pedirem melhores condições de trabablho e de vida?Os professores também descontam!!!Eu na minha profissão também desconto.Por acaso não é dever de todos?Já alguma vez foi fiscalizado pelas finanças?
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Devia era começar pelos professores universitários que teem mordomias que nunca mais acabam, júris feitos á medida do “julgado” e quanto á avaliação..bem com 50 % de reprovações está tudo dito..mas aí ninguém mexe porque muitos-como a min istra da educação-quando acaba a governação voltam á sua toca dourada
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Os privados goistariam é de trabalhar na china..12 horas por dia e sem direitos laborais..os chineses até mandam os filhos para a china em POrtugal pois o seu tempo de trabalho não lhe peermite a mordomia de aturarem os filhos..se alguém viu a reportagem da Sic est noite viu o futuro deste país..velhos e mais velhos e mis velhos..o resto gays, lésbicas ,workholics sem filhos, hedonistas ..Belo futuro
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Doe, J. diz:
“Talvez fosse altura dos srs professores explicarem exactamente o que pretendem”
Estou certo que não encontrará a resposta que procura em blogues de treinadores de bancada. Mas se pretender saber o que pensa um professor [presumo que muitos professores não pensarão como eu] terei muito gosto em recebê-lo no meu cantinho.
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Já agora alguém neoliberal é capaz de me dizer a razão do estado americano comprar as duas maiores corrector<as imobliárias -mac and mac-por 150 milmilhões?
Curioso é que ninguém falou disso só foi referido no telejornal do 2º canbal..
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«Já agora alguém neoliberal é capaz de me dizer a razão do estado americano comprar as duas maiores corrector<as imobliárias -mac and mac-por 150 milmilhões?»
socialismo
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Na pátria do capitalismo?
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Aquestão profunda d emFL é que a polóitica actual do PS e de Sócrates aproxima-s emuito do máximo possível, com os meios disponíveis.
E, como melhorar, não é nem possível , nem realizável, a dama não tem uma única ideia para dar sobre coisa nenhuma.
Limita-se a dar a cara ( credo!) a um conjunto de queixas corporativas que alguém lhe recomendou.
O País não precisa desta oposição!
Ou então que apoiem frontalmente as políticas deste governo!
Não há outra spara o desenvolvimentodo País, dadas as circunstâncias e o panorama actual.
Caso haja, que os seus autores apareçam e proponham de facto outras políticas, outros investimentos, outra filosofia.
Fico à espera.
MFerrer
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Dedicada especialmente á prosa vazia de sentido do Sr J.Miranda. Não sei se por incapacidade de fazer melhor, diga-se de passagem.
“O Ataque à Profissão Docente – A Teoria Da Prática
Há aspectos teóricos, por vezes tidos por alguns como irrelevantes no contexto da «luta»
política, que é importante destacar na acção governativa em relação a alguns grupos
profissionais.
Todos sabemos a imensa dificuldade que o Estado tem em agir contra os interesses de
grupos profissionais com uma forte capacidade auto-reguladora e com uma organização
autónoma do dito Estado. Os casos mais evidentes são os dos juízes, advogados e médicos
(ou em menor escala os arquitectos, os farmacêuticos ou os engenheiros). Estas profissões
têm, em escalas e configurações diferentes, organismos representativos próprios com uma
fortíssima capacidade de resposta perante as investidas do poder político.
Não vou sequer entrar pela questão do tipo de organizações representativas e da inútil
oposição sindicatos/ordens/associações profissionais, que em alguns dos exemplos
mencionados se revelam complementares na sua acção.
Ficaria mais pela questão da identidade própria de cada um destes grupos profissionais.
Algo que é estudado pela Sociologia das Profissões, área ainda em desenvolvimento entre
nós e de que a nossa actual Ministra da Educação é uma aparente especialista.
A situação da docência é, de há muito, considerada como um caso muito particular de
progressiva «desprofissionalização», em especial no ensino não-superior. No caso do
antigo «ensino primário» há mesmo quem fale numa espécie de semi-profissão, como se o
estatuto pleno de uma identidade profissional especializada tivesse sido perdido. Como
que a meio caminho de um estatuto de ocupação que, apesar da necessidade de qualificação
de nível superior, assume um aspecto inferior em termos de estatuto a uma «verdadeira
profissão».
Mesmo a nível internacional, repare-se como a profissão docente quase está ausente do
vasto conjunto de comunicações que foram apresentadas neste encontro internacional.
Em Portugal a acção desta equipa ministerial da Educação reforçou bastante a uma
tendência para a desprofissionalização da docência, tanto nos actos já praticados, como
naqueles que se adivinham para um futuro mais ou menos próximo.
Se tomarmos como referência o quadro incluído numa obra recente sobre a Sociologia das
Profissões para definir o que é uma profissão (ou não) é fácil perceber que as medidas
colocadas em prática pelo ME desde 2005 visaram «puxar» a docência do estatuto de
profissão para o de não-profissão em parâmetros que vão do 2 ao 5 (relevância dos valores
sociais, importância das subculturas, motivação e autonomia) , não reforçando o 6
e(compromisso) erodindo ainda mais os já de si fracos 7 (sentido de comunidade) e 8
(código ético).
(quadro)
Entre muitos outros erros, eu salientaria o facto de o ME ter procurado, de forma
sistemática, transmitir para a opinião pública e publicada a ideia de que a docência mais
do que uma profissão com uma identidade própria, mas formada por subculturas específicas
resultantes da formação especializada dos seus profissionais, não passa de uma ocupação
generalista, cujos profissionais podem desempenhar qualquer tipo de função, de modo quase
arbitrário, sem que isso tenha efeitos negativos da sua performance profissional
individual e/ou na qualidade do serviço prestado no seu conjunto.
Só assim se compreende a forma como foram implementadas originalmente as aulas de
substituição (sem regras claras sobre quem deveria substituir quem), as actividades de
enriquecimento curricular (só tardiamente se definiram critérios de contratação), o
próprio modelo de avaliação dos docentes (com professores de áreas científicas diversas a
poderem avaliar o desempenho de colegas de outras) ou mesmo a peregrina ideia de
transformar a formação de docentes para os actuais 1º e 2º CEB em algo indiferenciado, no
qual se pretendem produzir professores «generalistas», teoricamente capazes de leccionar
tudo e nada, mas sem uma verdadeira especialização científico-académica, apesar da
inflacção da certificação.
Claro que tudo isto aponta, complementarmente, para um regresso da proletarização
(material e simbólica) da docência, algo que já ocorreu em outros períodos históricos,
mas agora sem qualquer tipo de compensação simbólica (como acontecia no Estado Novo) e
com uma forma distorcida de criar uma pseudo-aristocracia docentes (os professores
titulares, em particular aqueles com funções de avaliação dos colegas), que mais não
passam, na sua ausência de autonomia, de desejados fiéis aplicadores dos normativos
legais emanados da 5 de Outubro.
Que esta manobra de desprofissionalização da docência seja levada a cabo por uma
socióloga, e logo especializada na referida área da Sociologia das Profissões, é apenas
mais uma amarga ironia de todo este processo.
Que tudo isto passe demasiado despercebido a demasiada gente que deveria ter mais atenção
nas suas análises, é apenas motivo de lamento. Porque o que agora pode parecer um bom
negócio para as contas do Estado, pode vir a ter importantes consequências negativas a
médio prazo, como aconteceu em outras paragens onde se procedeu ao mesmo tipo de
«engenharia profissional».
Paulo Guinote
http://www.educar.wordpress.com/2008/08/18/o-ataque-a-profissao-docente-a-teoria-da-pratica/
http://www.educar.wordpress.com/
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“Após três décadas de democracia, estamos a assistir a uma reconfiguração do poder
político. Essa reconfiguração assenta em dois pilares: o actual PS e a ala cavaquista do
PSD. Incapazes de segurarem este arremedo de estado social, essas duas facções do poder
tecnoburocrático uniram-se para procederem à maior transferência de riqueza de que há
memória nas últimas três décadas. Essa transferência de riqueza é absolutamente crucial
para a manutenção dos privilégios dos oligarcas. Os professores, por serem 140000 e por
estarem sistematicamente divididos enquanto grupo profissional, foram os escolhidos para
a a realização desse processo de transferência de riqueza. Dentro de meia dúzia de anos,
dois terços dos professores não passarão do meio da carreira e estarão condenados a
trabalharem até aos 65 anos (ou mais) com um salário inferior ao de um sargento. Para que
essa transferência de riqueza se realize sem sobressaltos para os oligarcas, é necessário
que o poder político limite ou anule a liberdade de expressão nos espaços e organismos públicos. A escola públicatem sido um espaço de eleição para o exercício das liberdades. Com ameaças de processosdisciplinares, exacerbação dos conflitos entre professores titulares e não titulares euma política oficiosa de guardar segredo sobre tudo o que se passa nas escolas, o poderpolítico foi criando as condições ideológicas e repressivas para que essa transferência
de riqueza se continue a fazer de forma doce. O objectivo é fazer parecer essa transferência como natural, de modo a que as próprias vítimas do processo de pauperização e proletarização a aceitem como inevitável.
Se lerem A Política de Aristóteles, está lá tudo o que é preciso saber sobre o processo
de perversão da democracia e a sua tranformação em oligarquia. Em Portugal, esse processo
está em marcha.
Ramiro Marques
http://www.ramiromarques.pt.vu
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“Sobre João Freire, o autor do Estudo sobre a Reorganização da Carreira Docente
Maria de Lurdes Rodrigues, actual Ministra da Educação, foi colega de João Freire no ISCTE. Publicou um estudo de sociologia das profissões sob a direcção de João Freire:
Freire, J. (Org.) (2004). Associações Profissionais em Portugal (Oeiras: Celta).
No Verão de 2005, pouco depois de tomar posse como Ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues encomendou ao seu mentor e colega, João Freire, já aposentado do ISCTE, um estudo tendo em vista fundamentar profundas alterações ao ECD. O objectivo declarado já era, na altura, criar 2 ou 3 categorias de professor e, por via disso, reduzir substancialmente os custos com os vencimentos dos professores. João Freire entregou o Relatório Final em Dezembro de 2005. Em Fevereiro de 2006, um alto funcionário do ME fez-me a entrega, em mão, do referido relatório, avisando-me de que era um documento top secret. Sou, por isso, uma das nove ou dez pessoas do país que possui um exemplar do Relatório Final. É um documento tecnicamente bem feito mas as soluções propostas anunciavam já a desvalorização profissional e os conflitos nas escolas que hoje estamos a viver. Quem fizer a história do maior movimento de luta de professores em Portugal, este que estamos a viver, vai ter de estudar este Relatório Final.
Ramiro Marques
http://www.profblog.org/2008/03/sobre-joo-freire-o-autor-do-estudo.html
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ESTUDO QUASE SECRETO
Estudo (quase secreto) elaborado para o Ministério da Educação, coordenado por João Freire, concluído em Dezembro de 2005, sobre a tão desejada reorganização do Estatuto da Carreira Docente.
Ver
http://www.mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/2008/07/estudo-quase-secreto-1.html
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“Dúvida
Ainda tenho 2 ou 3 exemplares daquele estudo de João Freire para a reorganização do estatuto da carreira docente. Sei que me falta enviar um ao Raposa Velha, mas acho que mais alguém que me pediu e eu perdi a referência. Por isso, nada como reenviar(em)-me os dados essenciais para colocar o envelope na caixa de correio no início da próxima semana.
Entretanto estive hoje a passear os olhos, enquanto bebia um café numa Fnac por aí, sobre parte do livro Sociologia do Trabalho do mesmo autor e a deliciar-me com a sua descrição do processo negocial entre sindicato e empregadores (pp. 220-228, salvo erro). Como uma desgraça nunca vem só acabei a espreitar o artigo de Maria de Lurdes Rodrigues na obra Associações Profissionais em Portugal, publicada em 2004 pela Celta.
Como as coisas mudam… Aliás é impressionante como algumas pessoas até parecem esquecer-se quase completamente do seu currículo relativo a perto de duas décadas de vida quando se faziam edições como esta.
Paulo Guinote
Ver
http://www.educar.wordpress.com/2008/09/06/duvida-4/
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Tabela de Vencimentos para 2008
GRELHAS SALARIAIS EM 2008
DOCENTES DO ENSINO SUPERIOR
http://www.snesup.pt/htmls/EkppVZElykGBNrnpeG.shtml
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PARA QUE NUNCA MAIS SE DUVIDE DA RAZÃO DOS PROFESSORES.
– AS TABELAS QUE SE SEGUEM REFEREM-SE AO ANTERIOR ESTATUTO DE CARREIRA QUE FOI REVOGADO POR MARIA DE LURDES RODRIGUES, NA QUALIDADE DE MINISTRA DA EDUCAÇÃO.
– NO ANTERIOR ESTATUTO DE CARREIRA, OS PROFESSORES PODERIAM PROGREDIR DE VENCIMENTO, NO MÁXIMO, ATÉ AO 9º ESCALÃO (VER TABELA) OU NO CASO DE MAIORES HABILITAÇÕES ATÈ AO 10º ESCALÂO (VER TABELA)
– ACTUALMENTE A CARREIRA DE PROFESSOR ATINGE O TOPO DE CARREIRA NO 7ª ESCALÃO (VER TABELA)
– A PARTIR DESTE NOVO ECD, UM NÚMERO MUITO RESTRITO DE PROFESSORES PODERÃO, PELA VIA DA TOTAL ARBITRARIEDADE DA TUTELA E DOS INTERESSES INSTALADOS, PROGREDIR ATÉ AO 10º ESCALÃO (VIA SACRA DURANTE MAIS DE 40 ANOS)
Tabela de Vencimentos para 2008
GRELHAS SALARIAIS
DOCENTES DO ENSINO BÁSICO E SECUNDÁRIO
http://www.spgl.pt/cache/bin/XPQ3jTwXX3782eV28FetSMaZKU.pdf
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CORPOS ESPECIAIS
VENCIMENTOS
Ver
http://www.dgap.gov.pt/index.cfm?OBJID=7a464cb3-4fe5-4ea1-befe-cb1774dd5e8d
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Bingo.
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lx Diz:
“Tem cartão rosa, não tem?”
Não é rosa. É cinzento. Sou sócio vitalício do clube do “sujeito passivo”. Tal como o próprio nome indica tenho todos os deveres nos passivos e nenhum direito nos activos.
“É boy ou não, é voz do dono ou não?”
Boy? Sim. Desde que nasci e nunca pensei em mudar de sexo, pelo menos enquanto não for obrigatório em nome das quotas politicamente correctas.
tancredo Diz:
“É injusto pedirem melhores condições de trabablho e de vida?”
Não é injusto. nem nada que se pareça. Mas começaram, como habitualmente, por ir pedir sopas à porta errada. Arrumem primeiro a 5 de Outubro que tudo o resto fica bem mais claro.
“Já alguma vez foi fiscalizado pelas finanças?”
Já. Varias vezes. Porquê? Quer trocar?
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Qual é a reforma que os professores bloqueiam?
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MLR não gosta NADA desta simples pergunta feita por um qualquer professor. Melhor. DETESTA. ODEIA. Ela gosta é de “cargos”, de papeis, de papelada, ou seja, da sua (DELA) reforma. Os professores não gostam nada da reforma dela, os verdadeiros professores. E não gostam mesmo nada dela. Porque mente ás pessoas. MENTE. AO POVO PORTUGUÊS.
“E de aulas não se fala?
O ano escolar começou e com ele o afã de reuniões que para pouco servem! Aliás, cada vez me convenço mais que há reuniões que servem apenas para mostrar que realmente os professores já estão nas escolas, porque o que se faz, em pouco ou nada resulta! Trata-se de aprimorar documentos e grelhas, de inventar novos documentos e grelhas, de imaginar como poderiam ser documentos e grelhas, de retocar matrizes disto e daquilo, mas não se fala de como se irá efectivamente trabalhar no dia a dia. Naquilo que realmente interessa… Não se fala. Não se partilha. Não se constrói!
Viramos artifíces da papelada e mestres da burocracia
http://www.daescola.wordpress.com/2008/09/03/e-de-aulas-nao-se-fala/#comments“
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Uma “riforma á medida de pessoas” que não gostaram NADA de ser … professores. E ainda por cima odeiam a profissão e os seus profissionais (nota: há nas escolas alguns chamados professores dentro das escolas, que se tivessem tido uma outra oportunidade, também tinham zarpado das escolas. Esses são “carinhosamente” designados pelos Professores de “adesivos”, são os apoiantes da Milú e do socretino primeiro.
“Porque o ME e Governo hostilizam os professores
É de referir que MLR, ministra da Educação, foi durante anos professora do 1º ciclo, licenciou-se em Sociologia como trabalhadora-estudante (no turno da noite) como professora do 1º ciclo. No seu currículo oficial, no site do ME, há a omissão desta realidade, exactamente aquela que lhe poderia dar alguma credibilidade para o desempenho de ministra do sector. Quais as razões porque o omite?
Na Universidade pouco leccionou. Só lhe interessam é cargos e honrarias. Não gosta da actividade lectiva. Não aprecia ser professora.
VL, secretário de Estado da Educação, foi professor do Ensino Secundário. Largou a actividade lectiva volvidos 2/3 anos.
Na Escola de Castelo Branco (ESE), mal lhe surgiu a oportunidade, deixou de leccionar. Percebe-se que não gosta da actividade lectiva. Detesta ser professor.
JP, secretário de Estado da Educação, em tempos relativamente recentes foi dirigente durante anos num sindicato dos professores do E.S. Deixou de leccionar. Não aprecia a docência, ser professor (!?)
Sócrates iniciou a sua brevíssima vida profissional exercendo a função de professor de Matemática numa Secundária da cidade de Lisboa. A experiência não foi do seu agrado. No ano seguinte, envereda por aceitar colocação como engenheiro técnico civil na Câmara da Covilhã.
Não gostou da actividade lectiva. Não apreciou ser professor.
Daqui se pode concluir a raiva que este ME e respectivo Governo têm aos profressores.”
http://www.escoladopresente.blogspot.com/search?updated-max=2008-08-28T17%3A43%3A00-07%3A00&max-results=7
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Bem queriam ouvir a Manuela, ai chegou e falou dos pôdres do Socrates! O Silva veio presuroso, que foi só deitar a baixo, só que o idiota, quando ficar desempregado, quer ver onde arranja emprego?
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Ela olha para os doutores
E pisca-pisca
Ela olha para os Professores
E pisca-pisca
Anda praí a piscar
Pra ver se o tacho conquista
Sempre veio pra ficar
A moda do Pisca-Pisca
Na campanha eleitoral também vai às feiras e aos bairros sociais, dizer que realmente estão todos muito necessitados e que precisam de novas casas e que se votarem na Vóvó Manela tudo muda…
Pelos vistos só muda mesmo a cor do balde…
Anda tudo à caça do poleiro para passado 2 meses de tomarem posse virem para a Comunicação Sosial(essa cabra!!!), dizer que isto esta tudo fodido que não haádinheiro nem para pagar ao merceeiro, e que o país está de tanga por culpa do anterior Governo e que vão ser precisos no minimo dois mandatos para pôr esta merda direita.
Nós pacóvios pagantes, há trinta anos que acreditamos na patranha, depois chegams ao fim e dizemos “Ladrões, foram uns bandidos, vamos mudar a cor da cadeira do poder para mais dois provaveis mandatos a dizer mal do anterior e a nada de novo fazer a não ser esmagar mais quem produz, quem trabalha, quem paga tudo o que gasta e o que não gasta.
Bafo’s
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Doe,J:
“Já alguma vez foi fiscalizado pelas finanças?”
Já. Varias vezes. Porquê? Quer trocar?
e estavam correctas?Há mais uns milhões a pagarem impostos,sabia?
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tancredo Diz:
“e estavam correctas?Há mais uns milhões a pagarem impostos,sabia?”
Está com azar ó camarada fiscalizador…
Estavam correctas, como sempre estiveram. Para além do meu tempo, o que lhes é indiferente, não me levaram mais nada nem tinham que o fazer. E olhe não foi por falta de vontade em extorquir mais uns cobres lá para o saco da coisa publica já que chegaram a chamar-me 2 vezes seguidas para ver a mesma coisa que, obviamente, estava correcta da 2º vez tal como o tinha estado da 1ª.
E você, pode dizer o mesmo?
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