Isto não pode estar a acontecer
16 Outubro, 2008
Este video não foi retirado duma sessão da Igreja Universal do Reino de Deus. Isto é uma acção de formação de professores, em Portugal, 2008. Isto é o Magalhães. A ver e ler o que um dos participantes nessa acção escreveu SEJAM LIVRES, PORRA!

Isso já teve direito a poste neste blog.
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Desconfio que fazem de tudo para destruir o projecto do Magalhães. Não entendo como existem pessoas capazes de tal empreendimento.
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Atitudes infantilóides.
Dignas dum acampamento de escuteiros ou de qualquer outro grupo indigente.
Os promotores “disto” deviam ser castigados com a cabeça dentro duma sanita, lavada com água gelada do autoclismo. Para recuperarem (se é que têm) sanidade mental.
Uns atrasados, uns merdas, uns amanuenses do ministério e da propaganda do “menino de ouro”.
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“Nota: O Magalhães é um excelente equipamento e, mesmo sem aposta na formação e com esta atabalhoada distribuição, julgo ser uma mais valia efectiva para a modernização do caquéctico ensino do 1º ciclo em Portugal.”
Escreve o professor nesse blog que publica o video
É uma pena o que estão a fazer ao Magalhães.
Uma pena que a política e os incompetentes possam destruir o melhor projecto dos ultimos tempos no país.
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Mas alguém acredita verdadeiramente que o Magalhães vai alterar o nosso atraso crónico em termos de ensino? É lançando dinheiro para cima dos problemas que eles se resolvem? Onde estão os estudos sobre as consequências (negativas/positivas?) de disponibilizar computadores com acesso livre e não supervisionado a crianças tão jovens? E o concurso público? E quem é que os vai pagar?
E onde estão a exigência, o trabalho e o rigor, no discurso do ME (e mais importante, na prática)? Não serão essas as principais lacunas no nosso sistema educativo? Se calhar pensam, provincianamente, que as TIC resolvem tudo com um simples carregar de botão.
A ver pela amostra do que alguns professores são obrigados a fazer, por vendedores de empresas privadas, o futuro próximo não podia ser mais preocupante!
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“Sailing” with the Magellan PC
http://br.youtube.com/watch?v=nCBrqM2rz8I
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Num governo de Santana Lopes isto dava demissão do ministro da educação NA HORA!
Num governo de Santana Lopes isto dava demissão do ministro da educação NA HORA!
Num governo de Santana Lopes isto dava demissão do ministro da educação NA HORA!
Num governo de Santana Lopes isto dava demissão do ministro da educação NA HORA!
Num governo de Santana Lopes isto dava demissão do ministro da educação NA HORA!
Num governo de Santana Lopes isto dava demissão do ministro da educação NA HORA!
Num governo de Santana Lopes isto dava demissão do ministro da educação NA HORA!
Num governo de Santana Lopes isto dava demissão do ministro da educação NA HORA!
Num governo de Santana Lopes isto dava demissão do ministro da educação NA HORA!
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“Mas alguém acredita verdadeiramente que o Magalhães vai alterar o nosso atraso crónico em termos de ensino?”
Claro que vai. Isto é mais um dose da série “anestesia geral”.
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Rxc acredito. Plenamente.
Acredito que crianças pobres devem ter as mesmas oportunidades e estímulos que criança que pode comprar o pc. E uma pena que sejam alguns professores, políticos de meia tijela e jornalistas adultos ainda piores a destruir o projecto. Não é apenas o pc que não funciona sozinho. Os computadores são ferramente imprescindível no nosso mundo ao ponto de ser analfabeto quem não consegue usar um pc.
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“Mas alguém acredita verdadeiramente que o Magalhães vai alterar o nosso atraso crónico em termos de ensino?”
Como? Se existem pessoas que troçam do projecto por motivos políticos e nem querem saber?
Claro que não vai. Era preciso mudar os políticos.
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Em quanto ficará, ao governo e aos contribuintes, o assessor anónimo 1, 2, e 4 de guarda e bufo do Blasfémias?
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O que é mais chocante nem são as cantigas, é a violência com que se ataca a pessoa que com toda a razão achou que isto era uma palhaçada.
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Um País de Doidos! Governado por Doidos!
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Ó anónimo 12, já escrevi aqui a atacar esta palhaçada da ultima vez que o video foi publicado aqui. Só que o problema não é atacar esta palhaçada. É como diz o professor, “O Magalhães é um excelente equipamento e, mesmo sem aposta na formação e com esta atabalhoada distribuição, julgo ser uma mais valia efectiva para a modernização do caquéctico ensino do 1º ciclo em Portugal.”
A mim causa-me mal estar ver destruir o projecto do Magalhães mesmo antes dele estar a funcionar. Ou pelos incoptentes como nessa formação ou pelos ataques de ridicularização de todo o Magalhães. Mete pena. Ainda mais num país em crise como o nosso. Nada de bom é aproveitado. É tudo destruído pela politiquice.
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Em quanto fica, ao governo e aos contribuintes, o assessor anónimo 1, 2, e 4 de guarda e bufo do Blasfémias?
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“Em quanto ficará, ao governo e aos contribuintes, o assessor anónimo 1, 2, e 4 de guarda e bufo do Blasfémias?”
Há milhares destes pelas escolas, agrupamentos, conselhos, direcções regionais, ministérios e afins.
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“Em quanto ficará, ao governo e aos contribuintes, o assessor anónimo 1, 2, e 4 de guarda e bufo do Blasfémias?”
Quanto custará ao país o destruir de um projecto que podia favorecer as crianças que não podem comprar pc, que podia projectar portugal em todo o mundo, que pode vender para todo o lado magalhães?
Quanto custará ao país tentar destruir o projecto só porque acham que se ele tiver sucesso o governo tem sucesso? Para atacar o governo, nem aproveitam um bom projecto?
Ainda por cima me chama de assessor e bufo!
É evidente que detesto essa formação. Fico horrizado porque ela em si destroi. Estou do lado do professor que se insurgiu. Só que tenho na verdade é pena do Magalhães.
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Caro 17 rex. Eu, anonimo 2,4, 14 ,já sei que no seu mundo ninguém pode ter opinião diferente da sua. A minha opinião é igual à do professor que publicou o video.
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A qualidade do vídeo retirado de um contexto, diz bem da qualidade de quem está contra o Magalhães.
Mas as crianças não irão permitir que certos pais político/fanáticos lhes retirem a ferramenta.
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Assim não, Sr. Primeiro-Ministro, assim não!
Porque é que a reforma da administração pública não começou por se fazer logo pelas direcções regionais do ensino? Pelo que nos é dado observar nem só a idade ou a impreparação profissional deveriam ser factores de passagem compulsiva à reforma; também a estupidez e a rusticidade de pessoas que, colocadas em posições-chave nas instituições públicas, persistem na forma labrega de conduzir a inovação do nosso sistema educativo.
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Piscoiso:
Há uma fábula de La Fontaine que diz tudo sobre pessoas como v.c.
É a fábula do Cão e do Lobo. Não a deve conhecer, por isso sugeria-lhe que a tentasse ler mesmo que com esforço.
Boa Sorte na leitura! Aposto que vai conseguir perceber a ideia mesmo sem a ajuda do “Magalhães”!
Anónimo 2,4, 14:
É claro que pode ter uma ideia diferente da minha. O que me custa é ver pessoas supostamente inteligentes e cultas, a sujeitarem-se a isto para ganhar a vida!
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O Rex Noster acha que quem não é da sua cor, não leu La Fontaine.
Tristes.
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Ó anónimo nº nao sei das quantas nao sei quantas vezes, mas afinal que “projecto”? Está sempre a falar do projecto Magalhães, que projecto é esse? Qualquer dia quando for doar roupa ou comida a uma qualquer instituição, vou-lhe chamar “projecto de doação da roupa e comida”, com a vantagem de não estar a imputar custos a ninguém, e de nao estar a utilizar dinheiro dos contribuintes para fazer uma negociata porreira com o dono da empresa que manda o pc cá para fora. Se realmente é um projeto, então diga-me lá onde estão calulados os proveitos desse projecto? E os custos? E a análise de custo-rentabilidade? Sinking costs? Cash-Flows?
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Ontem mesmo havia professores a comunicar aos seus alunos para os pais não telefonarem nem se dirigirem à escola para fazer perguntas sobre o Magalhães porque nem eles nem o agrupamento sabia de nada. Mas distribuiram os impressoas para inscrição.
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Um computador deve ser uma ferramenta normal no ensino e na formação, como um quadro, um giz ou um laboratório.
Este espectáculo a que se assiste hoje com a introdução do Magalhães nas escolas é profundamente deprimente!
Será porque o governo está cheio de ex-comunistas rendidos à coisa, eles mesmo com uma “forte escola” de propaganda?
Muitos professores vivem o assédio moral, o medo de represálias, de perseguições e não-promoções, por isso também digo: ”Sejam livres, porra”.
Para que conste: não sendo professor, apoio a defesa da escola pública!
Mas não me revejo absolutamente em nada nesta gente – odeio a propaganda; a minha esquerda preza a liberdade e a dignidade do indivíduo.
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E destroem aquilo a que chamam propaganda. Computadores para crianças que não podem comprar. Grande propaganda que a tal esquerda que preza a liberdade faz. É muito digno.
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“Computadores para crianças que não podem comprar”
A escola tem que dispôr do material necessário para todos que a frequentam. Ponto.
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O problema do pc é outro que se poderia resumir na frase contraria ao do anónimo 9.
Será que um analfabeto consegue mexer num pc de forma útil?
É que eu tenho imenso exemplos que na versão mais basica do excel com o 12º ano não me foram capazes de pôr uma simples forma de calculo na coluna de resultados.
Mas sabiam toda grafia de k dos chats, carregar musicas ou consultar “gatas gostosas”.
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Estes são os professores que o ensino público compulsório impõe aos jovens. Tenho a plena convicção que nos tempos de faculdade passavam mais tempo a ver Dragon Ball que a estudar. Não é por acaso que a geração morangos com açúcar/pokemon é a nulidade que é.
Será tudo acidental? Não me parece, ainda mais por saber que os filhos da puta que mais beneficiam disso são os gigôlos do erário. Desde o “artista” que consegue casa a cinquenta euros à corporações como a Microsoft. Ao ver os contractos que a “Kanguru” propõe aos jovens fiquei revoltado com o esquema, tudo subsidiado com o nosso dinheiro, e entendi o porquê do semi-analfabeto do Belmiro Azevedo ter tantos comunistas a escrever no seu jornalzinho de merda.
Os pais deveriam se reunir e exigir o dinheiro dos seus impostos ao invés do Magalhães. O Sócrates e os paneleiros que o rodeiam que os enfiem no cú.
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28 – Os professores podem dar uma ajuda.
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30-não dão porque estão “preocupados” com a “avaliação”.
Sempre estiveram já não é de agora. Por isso é que chegando o Magalhães não é de adimirar tais “avaliações”.
E esse tipo de “pequisa” os alunos fazem-no sozinhos, não precisam de um cromos cantando á procura da sua “avaliaçãozinha”.
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29 – este comentário é muito curioso. Ataca os jovens do Dragon Ball e morangos com açucar chamando-lhes nulidade e no fim é um perfeito mal educado.
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Devem ser os professores-animadores da escola da Quinta da Fonte(se calhar o vídeo foi feito mesmo nos estudios daquele bairro africano)
Levados levados sim…
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O problema disto é muito mais profundo: o Magalhães foi atirado para cima das escola para os eleitores os poderem comparar a 50 euros e toda a preparação e projecto foram esquecidos. O resultado é este e não pode ser outro porque o PS profundo pensa assim. Daqui a três anos o magalhães vai estar na garagem de muitas casas e não vai efeito absolutamente nenhum que não seja o de se gastar dinheiro e distrair as escolas do ensino.
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O anónimo das 11:59h é um perfeito exemplo da idiotização geral promovida pelas elites.
Vejam o que escreve o génio: “Ataca os jovens do Dragon Ball e morangos com açucar chamando-lhes nulidade e no fim é um perfeito mal educado.”
O que tem uma coisa a ver com a outra? Tenho obrigação de ser educado com ladrões que utilizam poder coercivo do estado para esmagar as minhas liberdades e me empobrecer? Com filhos da puta traidores que venderam a soberania do país em troca de empreguinhos em Bruxelas?
Se fosse educado com este tipo de ralé reptiliana, estaria a ser mal educado para com a espécie humana.
Acho que isso não é só resultado da doutrinação que o sujeito sofreu nas escolas do regime e de Rock and Roll. Deve ser também do flúor na água, do mercúrio nas vacinas e do excesso de frango com hormonas nas refeições.
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Alguém que me explique o que é o “projecto Magalhães”, como vai ser pago, quais os critérios que fundamentaram a escolha do modelo e da empresa, qual a validade pedagógica de dar livre acesso a alunos da primária a computadores com ligação à Internet. Porque razão não se equipam as escolas com computadores (1 por cada 2 alunos, como tinha na Universidade, e não consta que deixássemos de aprender a programar por isso) e se permite apenas um acesso supervisionado e devidamente enquadrado num contexto de aula? Ou estamos a dar apenas um brinquedo para os miúdos não chatearem?
Eu prefiro analisar o “projecto” criticamente, para no fim chegar a uma conclusão sobre a sua validade. Enquanto tiver as dúvidas que tenho, não vou aplaudir alarvemente como tantos fazem, como se um simples portátil fosse a panaceia para tudo o que está mal neste país. Penso que devemos ser um pouco mais sofisticados e críticos do que os saloios que ficam fascinados pela “máquina” que lhes puseram nas unhas (nota: uso computadores desde a minha infância, e tenho plena consciências das suas potencialidades; simplesmente não acho que a ferramenta faça tudo por si própria).
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«A escola tem que dispôr do material necessário para todos que a frequentam. Ponto.»
Portanto o estado deveria estar a comprar equipamentos para as escolas em vez de financiarem “brinquedos” aos filhos dos eleitores.
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rxc .. procure a informação. Se procurar encontra.
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O prof. Paulo Carvalho também escreve isto no seu post:
«Nota: O Magalhães é um excelente equipamento e, mesmo sem aposta na formação e com esta atabalhoada distribuição, julgo ser uma mais valia efectiva para a modernização do caquéctico ensino do 1º ciclo em Portugal.»
«Daqui a três anos o magalhães vai estar na garagem de muitas casas e não vai efeito absolutamente nenhum que não seja o de se gastar dinheiro e distrair as escolas do ensino.»
Relativamente a este comentário, só tenho a dizer que a culpa será toda da má vontade dos professores em assimilar novas metodologias de ensino, inscritas nas novas tecnologias que traduzem o futuro da civilização.
Em todos os processos de mudança, existem períodos de transição. Por outro lado, não nos devemos esquecer que muitos dos diplomas de professores foram obtidos no período pós-25 de Abril, em que o processo de aprendizagem, pura e simplesmente, era uma “balda”. Andei lá e sei do que estou a falar…
Por último, quem fica a perder são os alunos, os mais vulneráveis, nestas guerrinhas que se estabelecem entre a má vontade de quem ensina e as pretensas boas intenções do poder central.
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“rxc .. procure a informação. Se procurar encontra.”
Pode então deixar um link, nomeadamente para a questão de quanto vai custar o projecto? Ou isso é só boca para fora?
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Rxc, posso dar as *minhas* respostas? Cá vai.
Alguém que me explique o que é o “projecto Magalhães”,
É um portátil montado em Portugal com peças estrangeiras e com marketing nacional
como vai ser pago,
50 euros pelo proprietário + 100 a 178 pelos nossos impostos ou até 228 euros de impostos quando em accção social (não sei qual será a margem de lucro do assemblador; contas: 285*0.8=228).
quais os critérios que fundamentaram a escolha do modelo e da empresa,
não existiram; investiu-se na que se chegou à frente
qual a validade pedagógica de dar livre acesso a alunos da primária a computadores com ligação à Internet.
ver ERIC
Porque razão não se equipam as escolas com computadores (1 por cada 2 alunos, como tinha na Universidade, e não consta que deixássemos de aprender a programar por isso)
porque assim o portátil passa a ser posse dos filhos dos eleitores; é muito diferente.
e se permite apenas um acesso supervisionado e devidamente enquadrado num contexto de aula?
o software incluido permite que os pais que se interessem controlem o uso
Ou estamos a dar apenas um brinquedo para os miúdos não chatearem?
Não, estamos também a dar dinheiro dos impostos que pagamos.
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“Portanto o estado deveria estar a comprar equipamentos para as escolas em vez de financiarem “brinquedos” aos filhos dos eleitores”
O mais engraçado é que esses eleitores que recebem os pc’s de borla se calhar a maioria nem sequer vota. Há pessoas mesmo mesquinhas como tudo. Só pensam em eleições. Mas é evidente que o governo ganha pontos com as boas ideias. Era estranho se assim não fosse.
O que sei é que eu que voto e que acho tenho neurónios nunca na vida votarei num partido que se preze em tentar destruir uma iniciativa que me parece excelente. Nunca!
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Eu acho que a pergunta mais importante foi colocada por JPP: Quais são os estudos pedagógicos que dizem que os computadores são bons para esta idade?
Como sabemos nós se os computadores não vão atrasar o processo de aprendizagem escolar? Como pode o governo gastar assim tanto dinheiro sem se basear em critérios objectivos e fundamentados?
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http://www.portatilmagalhaes.com/portatil-magalhaes/custo-de-producao-do-magalhaes/
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“Como sabemos nós se os computadores não vão atrasar o processo de aprendizagem escolar?”
Os pais com recursos já compravam computadores para os filhos para brincar e não ficaram atrsadinhos na escola aliás aprendem mais depressa. É de imaginar que aconteça o mesmo às outras crianças.
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Os filhos de pais com recursos sempre foram mais adiantadinhos. Esta sua resposta demonstra a mesma atitude do governo, à baldex.
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#44
do link:
“custo de produção de cada um dos quase 500 mil portáteis Magalhães, baseados no Classmate da Intel será de 180 euros.”
180-50=130 euros dos meus impostos para a aquisição dum bem privado
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#42
“O mais engraçado é que esses eleitores que recebem os pc’s de borla se calhar a maioria nem sequer vota.”
Demagogia. Apresente dados. Que eu saiba todos os adultos têm a obrigação e direito de votar.
Seja como for, o estado vai financiar com (pelo menos) 130 euros *todos* os eleitores cujos filhos estejam na primária. Por este argumento, haverá votantes qb.
«Há pessoas mesmo mesquinhas como tudo.»
Assumo-me. Interessa-me saber onde vão parar os meus salários de Janeiro, Fevereiro, Março, Abril e Maio.
«Só pensam em eleições.»»
Contrariamente aos socialistas, puros altruístas.
«Mas é evidente que o governo ganha pontos com as boas ideias. »
Logo, aposta em prendas.
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A minha tia Ambrosina, que ofereceu um portátil ao filho quando ele fez 6 anos, está descoroçoada e inconsolável por o estado estar agora a oferecer portáteis à borla.
Agora vai oferecer um GPS ao menino, para ele não se perder no caminho para a escola.
Agora, só espera que o governo não ofereça GPSs às criancinhas.
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Povo de imbecis! Se vendem todos por umas esmolas. Lhes retiram mais da metade da riqueza para distribuir entre as grandes corporações, os bancos e as clientelas, e com as migalhas que sobram subornam os otários com lixo.
O sentido de dignidade é tão baixo que toda a gente se sente feliz por receber o lixo chamado Magalhães, como se de uma benesse se tratasse, e ainda tratam os falsos engenheiros e doutores que não sabem escrever como seus protetores, quando deveriam lhes cuspir na cara e não aceitar humilhações como esta.
Será que o povo, de tanto levar no cú, desenvolveu uma forma de síndroma de estocolmo?
Se é assim, que deixem de chamar a si próprios de portugueses! Portugueses eram um povo de tomates que não exitaria em passar à espada todos os chulos, pedófilos, gigôlos, genocidas e traidores que hoje enganam as gentes e vivem a custa do trabalho alheio.
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Obrigado Jorge pelas suas respostas elucidativas.
Para o Bonifácio, vai a minha (resignada) compreensão pelo desabafo…
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Deram nome Magalhães ao velhinho Classmate PC.
E os otários aplaudem. Assim vai o circo…
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Ainda bem que temos um Estado tão generoso, benevolente, perspicaz, imparcial, justo, omnipotente e omnisciente, que sabe tratar dos seus desamparados cidadãos, que sem ele não conseguiriam fazer nada com as suas vidas. E eles sorriem embevecidos quando a mão do Estado-pai se lembra de lhes afagar a face e colocar umas prendas no sapato.
E tudo isto pela módica quantia de aprox. 50% do PIB (corrupção não incluída).
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Acabei de receber a revista “Exame Informática”, (161 Novembro) que traz umas boas coisas de ajuda ao Magalhães, designadamente um teste e comparação com outras marcas (pg. 74) e um interessante artigo “Miúdos à solta na net” (pg. 88) da autoria de Isabel Infante que pode ser muito útil aos confrontados com esta nova realidade, de terem um filho no quarto em frente do Magalhães, em vez da TV com Morangos.
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Depois de ver o video e ler estes comentários cada vez concordo mais com quem diz que a Democracia é um bem muito valioso para ser desprediçado no cidadão comum.
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Golp(ada) Diz:
16 Outubro, 2008 às 4:21 pm
Deram nome Magalhães ao velhinho Classmate PC.
E os otários aplaudem. Assim vai o circo…
Pois claro. Creio que com tanta gente a ridicularizar, o melhor mesmo era fazer como Colombo ou tal. Iam para Espanha, o intelclassmate passava a ser espanhol, chamavam-lhe d.quixote ou sancho pança , faziam as fabricas em espanha e vendiam para todo o mundo. Por cá os portugueses são uns atrasos de vida.
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Devo ser idiota. Entao andam a tentar vender Magalhaes em todo o mundo desde a Venezuela à Namibia e o nome da coisa anda a ser ridicularizado no próprio país do Magalhaes? Posso ser idiota, mas se calhar era melhor fugir para o Brasil ou Espanha onde não exista politica da treta e doidos furiosos.
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Este projecto vai acabar como acabou o célebre navegador.
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Não se deve ficar indiferente a este artigo.
A este artigo e à realidade de todos os dias: a canalhada tem vindo a ficr cada vez mais incompetente, apática, bruta e efeminada.
Na minha opinião isto é propositado.
Mas leiam…
http://www.earthtimes.org/articles/show/235255,paper-and-pencil-not-computer-boosts-creativity–feature.html%22%22
Posted : Fri, 03 Oct 2008 11:42:16 GMT
Amsterdam – Paper, pencil and books are the key to developing one’s creativity and maximizing one’s intelligence, says Dutch psychologist Christof van Nimwegen. The Dutch researcher recently completed a PhD dissertation at the University of Utrecht about the effects of software on the functioning of the human brain.
In “The Paradox of the guided user: assistance can be counter- effective,” van Nimwegen asked two groups to perform the same tasks.
The first was allowed use a computer; the second group only got a pen and pencil.
The second group executed all tasks faster and performed substantially better. In addition, their solutions to complicated problems were more creative.
Van Nimwegen says this difference can be explained from the set-up of contemporary software.
“Present-day software must be user-friendly. Indeed, train ticket machines at railway stations should be simple and provide us with a ticket quickly,” van Nimwegen told Deutsche Presse-Agentur dpa.
“But in other situations, I think we should not be assisted as much as graphic software interfaces like Microsoft Windows or Apple OSX are doing today,” he added.
Van Nimwegen says much software turns us into passive beings, subjected to the whims of computers, randomly clicking on icons and menu options. In the long run, this hinders our creativity and memory, he says.
Van Nimwegen also investigated what happened if, during a task his two groups were working on, their computers suddenly crashed.
“The group that used a computer throughout, felt lost instantly and immediately performed badly when completing the task. The second group, who has used only pen and pencil, simply carried on with its work.”
Van Nimwegen says his study demonstrates people may benefit if they continue to study new information by using books and the spoken word.
“Listening to someone is the best guarantee to absorb information and store it permanently in one’s memory,” van Nimwegen says.
Van Nimwegen’s pioneering research about the effect of software on the functioning of the human brain, has raised interest in academic world as well as in the commercial industry.
Upon completion of his PhD dissertation, the researcher has started a position at the Catholic University of Louvain, Belgium.
But the medical division of Dutch electronics manufacturer Philips has also shown interest in him.
“Subconsciously, many of us know that computers can make our brains lazy,” van Nimwegen says.
“Just think about GPS navigation systems. In certain situations the consequences can be far-reaching,” van Nimwegen says, explaining that businesses are increasingly becoming aware of the problem.
He referred to an incident with the Terac 500 radiation machine, used worldwide to treat cancer patients.
“The software of this machine contained a fundamental error. If the user would insert the patient’s data by typing quickly, then the machine would send the maximum dosage of radiation to the patient.
The development of the software only focused on functionality of the machine, not on the user of the machine and the interaction between the two,” van Nimwegen explained.
Future software should consider the interaction between software and user. Present-day programmers and computer developers, he says, do not deal at all with this, but, van Nimwegen thinks, this will change.
“Computers gained popularity in the last decades because they prevent human mistakes. Now we see that it is more complicated.
“Sometimes, if computers take over too much from people, their brains get lazy and people become less attentive. They miss out on problems. Sometimes the consequences can be enormous,” he warned.
The Dutch researcher thinks educational software might be the first field where software developers will apply their new ideas about the interaction between software and user and the effect of software on the human brain.
“In contemporary Dutch education, teenagers study mathematics using software and perform tests for their science class on the computer. This is easy, time-saving and cost-effective. It means you can practice everywhere and anywhere.”
“But,” van Nimegen adds, “we now know that working on a problem ourselves is the key to absorbing information and storing it solidly in our brain.”
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Quando eu era bancário, também tentaram fazer uma espécie de “formação” deste tipo no banco onde eu trabalhava.
Os protestos foram tantos e a colaboração dos bancários foi tão pouca que o Conselho de Administração acabou com essa “formação” para palhaços, tendo dado uma valente reprimenda aos recursos humanos que tiveram a brilhante ideia.
Foi na primavera de 1998!
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Quando os jornalistas têm medo de publicar e abordar estas “questões”, como está dito no blog, está tudo dito quanto ao ponto a que chegámos. Imagino que alguns ministros estejam a fazer um excelente trabalho.
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Helena,
Espero que, finalmente, tenha percebido que o problema do Ensino neste País, não é nem se resume, antes fosse, à “liberdade” de escolher a Escola Pública onde por o pimpolho, como clamava no ano pasado.
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Caros
Mas, se bem me lembro, o professor ensina ou deve ensinar métodos, ou seja, nessas idades o professor ensina procedimentos para resolver a realidade, não descreve a realidade em si, diz como se deve interpretar e resolver a aparente realidade que se nos apresenta. O magalhães é apenas uma ferramenta complexa para o entendimento dessa realidade e, decerto, irá, eventualmente, baralhar as mentes ou deformá-las com a estupidez caracteristica uma máquina sem flexibilidade da mente humana.
O meu professor de história do 4ª ano ensinou-nos mais na aula da sua apresentação do que o professor da mesma disciplina durante o ano anterior. Por que não lhe interessavam os fenómenos históricos descritos linearmente no tempo, ineteressava-lhe mais que soubessemos as causas e consequências próximas e remotas dos fenómenos históricos….era um método novo que obrigava a pensar e a imaginar.
Este método era diferente do do anterior professor, porque mais exigente e mais interessante.
O professor ensina métodos, ora, uma máquina neste contexto é um mero auxiliar de instrução, para uma coisa muito mais densa que é o acto de ensinar e aprender.
O magalhães é apenas mais um auxiliar que o professor pode utilizar para incutir os métodos a aprender.
cumps
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Já passei pelas cassetes que iriam renovar o ensino. Seguidamente seriam os vídeos que não deixariam o ensino ser o mesmo. Havia vídeos para tudo e só a má vontade é que não permitia que se evoluisse. Vieram, depois, os CD-rom que seriam a machadada final. As bibliotecas das escolas já deixaram de comprar mais CD-rom que ninguém consulta. Finalmente a era da internet! nova maravilha. É que as crianças já nem precisam de escola, podem até ficar em casa. Magalhães é a pipula do conhecimento.
Parolos!
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Será que se o José Magalhães se chamasse José Maria teriamos agora os computadores “Maria”?
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Quem não aplaudiu o linxamento público, por parte destes sinistros personagens da 5 de Outubro, do grupo profissional com maior número de cursos de formação superior do país?
Os resultados estão á vista nos alunos e nos professores.
Mas isto não é nada. As perseguições sucedem-se dentro das escolas. Quem não fizer palhaçadas e teatrinhos, não terá direito a progressão na carreira. É o novo modelo … de avaliação.
Que tal?
Pessoas formadas nas nossas melhores universidades, nos ramos tecnológicos e pedagógico, investimento pago pelo “contribuinte português”, muitos remunerados miseravelmente, a terem que fazer figuras destas, para serem “bem” avaliados e daqui por uns 3/4/5/6 anos, virem a ganhar … mais 100 Euros.
O teatro … continua, meus senhores.
Vós (portugueses) não batestes palmas para haver “teatro”!?
Muitos professores borrifaram-se em vós (portugueses) e gozam com a monstrusidade, como defesa. Nada mais lhes resta. Quem vier, que recolha os cacos e feche a luz e a porta.
O problema são os resultados nos alunos, pois é. Alguém pensou no assunto, no verdadeiro problema? Não pensaram. Pois. Aí é que vai ser O problema. É melhor juntarem-se á manifestação de protesto dos Professores, dia 15 de Novembro, em Lisboa – Marquês do Pombal – 14 horas.
Talvez que a “coisa” ainda se possa consertar (…)
Um povo que maltrata os seus professores, não merece ter futuro.
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isso pode aconteçerr
pois a agua é infinito mais
todo o infinito tem um fim
isso é real i eles estão brincando
com isso!!!
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