Obama tens dois anos para não desiludires o Sebastião
O PÚBLICO de hoje está esplêndido. No Ípsilon, Bárbara Reis explica que «Nestes anos todos de idas à Versailles, nunca lá vi Barack Obama, e ainda bem. Ele ter-se-ia sentido mal no meio de tantos cabelos em bola e pessoas todas iguais, da cor da pele ao bege dos casacos.» Para exemplo do que define como “cabelos em bola” que imperam naquela pastelaria lisboeta, Bárbara Reis cita o penteado de Manuela Eanes. Deixando de lado a discussão sobre os penteados propriamente ditos, só por ironia se podem comparar os espaços frequentados pelo casais Eanes e Obama. Digamos que é um bocadinho mais ao contrário: nos restaurantes frequentados pelos Obama os Eanes não entram, simplesmente porque não ganham para isso. Nem Obama foi pobre – e não vejo mal nenhum nisso – nem o casal Eanes representa o que quer que seja no domínio do poder económico.
Já na secção de cartas dos leitores Sebastião Lima Rego à cautela traça um programa a adoptar por Obama e fixa-lhe um calendário, findo o qual se presume que Sebastião Lima Rego, quiçá imaginando-se no cargo deste senhor , se declarará ou não satisfeito com o presidente dos EUA. O calendário é o que segue abaixo e aqui no Blasfémias vamos acompanhar o grau de desilusão ou aprovação de Sebastião Lima Rego com Obama.
– Três meses para acabar com Guantánamo;
– Seis meses para decidir a retirada do Iraque, a qual não demoraria mais de ano e meio;
– Seis meses para assinar Quioto e todos os outros tratados fundamentais na defesa e preservação do planeta;
– Um ano para implementar um sistema de regulação financeira nos EUA seguro e eficaz;
– Um ano para pôr em execução legislação que normalize e morigere o sector imobiliário nos EUA;
– Dois anos para montar um serviço nacional de saúde nos EUA, acabando com a escandalosa discriminação na doença que afecta o país.

a Obamania continua no blasfémias
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HM devia ir para directora do Público.
Passaria a haver crítica dos posts do Blasfémias no jornal.
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O Público deve andar com falta de quem lhe escreva cartas, já que desce a publicar as do Lima Rego.
No tempo em que o sujeito esteve, pelo PS, na Alta Autoridade contra a Comunicação Social, partia o coco a rir com os relatórios e as declarações de voto dele, em que fidelidade canina ao partido rivalizava com a mais despudorada falta de senso.
Agora, pelos vistos, tenho de passar a divertir-me com as prosas do mesmo Rego no Público. Não há dúvida de que o Grande Arquitecto do Avental, na sua infinita bondade, abre sempre uma porta onde fechou uma janela…
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Caramba pá!!!!!
Já estou a ver um dos acessores do Obama a recortar a agenda do sor Sebastiao levar á presidencia no dia em que tomar posse e toda a agenda politica economica e militar ficar subordinada ás mundividencias sebastianicas.
Agora esta gentinha já lhe está a por limites exigindo dele provavelmente muito mais do que exigiria a qualquer outro.
Espero bem que ele demonstre a sua superioridade aos “cavalos de corrida” europeus e afins.
Ali mesmo ao lado de Guantanamo, na mesma ilha,há prisões iguais a ela que faz quase vinte anos que nem a cruz vermelha põe lá os cotos, mas ao sor sebastiao não se lembra delas nem o Obama deve ajudar a por fim a elas.
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E a LEGALIZAÇÃO dos ilegais , aos milhões que lá estão ou vão a caminho?O derrubar do muro da vergonha instalado na fronteira mexicana?Os trabalhadores não têm pátria.Só o pitrol é que tem.
Os contribuintes americanos entrarão obviamente no céu, como cá, pelas boas acções praticadas pelos samaritanos modernos do internacionalismo.
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“Ali mesmo ao lado de Guantanamo, na mesma ilha,há prisões iguais a ela”
Não são iguais, têm milhares de opositores políticos em vez de 3 centenas de combatentes ilegais.
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O chocante nesta gente é que o não estão interessados em ganhar a guerra. Aliás para eles o 11 de Setembro e todos os atentados da AlQaeda antes e depois do 11 de Setembro não existiram. Parece que gostam de fugir da realidade.
Quanto a Obama ele pelo menos aparenta ter um cérebro.
———————–
U.S. President-elect Barack Obama said Friday that Iran’s development of nuclear weapons was “unacceptable” and the Islamic Republic must end its “support of terrorist organizations.”
Obama said he would be reviewing a letter from Iran’s President Mahmoud Ahmadinejad, congratulating him on his election, and would “respond appropriately.” But he said the U.S. approach to Iran could not be done in a “knee-jerk” fashion. “I think we’ve got to think it through,” he said.
http://www.alarabiya.net/articles/2008/11/07/59695.html
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Ilegais sob que jurisdição ?
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lucklucky, ouça Ron Paul , ouça Ron Paul sobre o Iraque.
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“- Seis meses para assinar Quioto e todos os outros tratados fundamentais na defesa e preservação do planeta;”
Há quem diga que ressuscitar é difícil.
.
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“Ao lado de Guantanamo”? Então as prisões cubanas não são na região de Varadero, e até têm um nome fino, resorts com T.I. ou coisa que o valha? Boa estadia e bom fim-de-semana.
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“O chocante nesta gente é que o não estão interessados em ganhar a guerra. Aliás para eles o 11 de Setembro e todos os atentados da AlQaeda antes e depois do 11 de Setembro não existiram. Parece que gostam de fugir da realidade.”
…. e de fugir ao embróglio da guerra no Iraque, da deterioraçao das relaçoes diplomáticas com meio mundo, da situaçao sem saída no Afeganistao…
O Luckylucky ignora que esta gente votou em Obama por RECORDAR todas as asneiras da administraçao Bush. O Luckylucke, tal como a parte mais tacanha dos States profundos, lembra o 11 de Setembro, mas decide esquecer selectivamente os 7 anos que se lhe seguiram e a forma como (nao) se lidou com a questao. As consequências políticas do 11 de Setembro sao responsabilidade da administraçao Bush, que se meteu a invadir o Iraque fazendo o olho gordo ao petróleo, a cavalo da mentira mais grosseira que se pode imaginar (as armas, senhores, as armas…). E o Afeganistao, que depois da Halliburton (alô, mr Cheney?) ter terminado o seu trabalho do gás natural, ficou votado à estagnaçao? O Katrina também nao lhe diz nada? E por aí fora…
Dizer “nao querem ganhar a guerra”, assim de chofre, parece-me de alguém que (ele sim!) está alheado da realidade….
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Luckylucke e OLP se quiserem posso marcar uma consulta para os Sr. no Julio de Matos quer-me parecer que mentalmente estão muito afectados.
Sei do que falo aproveitem o diagnóstico e tratem-se.
JOJORATAZANA
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Quanto à Bárbara Reis, cujo ar alucinado a foto não escamoteia:
Como se sabe, a estupidez não se encontra tipificada como crime. Daí que não falte quem amplamente a exiba e continue impune.
Com efeito, só por estupidez se pode, numa crónica imbecil sobre a pastelaria Versalhes (?), vir falar do casal Eanes, de dignidade irrepreensível, a quem o país nunca pagará o que deve. Tomara a triste “cronista” chegar alguma vez aos calcanhares da drª Manuela Eanes…
Mas que gentinha, esta, a quem os jornais, hoje em dia, abrem as pernas, perdão, as colunas!
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Não sei porque é que chamam aquilo “Cartas dos Leitores”.
Há alguns leitores que já lá devem ter publicado umas centenas de cartas.
Um deles até anda muito por aqui.
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“lucklucky, ouça Ron Paul , ouça Ron Paul sobre o Iraque.”
Ron Paul não percebe que a defesa dos EUA sempre se fez fora das fronteiras do País. Quanto a si suspeito que não tem a mínima noção do que Ron Paul faria caso os EUA fossem atacados.
“…e de fugir ao embróglio da guerra no Iraque, da deterioraçao das relaçoes diplomáticas com meio mundo, da situaçao sem saída no Afeganistao…”
As más relações são com os narcisistas Pós-Civilizados Europeus e os tipos do costume Irão etc… Menos 3 veja lá que a Líbia entregou o programa Nuclear, Saddam não existe e os Taliban já não têm os recursos que o domínio do estado Afegão lhes dava. Coisa que Clinton foi incapaz de fazer.
Com África, Ásia as relações melhoraram incluíndos os acordos nucleares com a Índia.
“As consequências políticas do 11 de Setembro sao responsabilidade da administraçao Bush, que se meteu a invadir o Iraque fazendo o olho gordo ao petróleo, a cavalo da mentira mais grosseira que se pode imaginar (as armas, senhores, as armas…).”
As armas lá estavam mas não na dimensão suspeitada. A tecnologia e os recursos e a vontade de um Governo também lá estavam. E você é um mentiroso em dizer que foi uma mentira. Todos os serviços de informação o diziam inclusive Europeus que tinham muito mais contactos com o Iraque, a Administração Clinton dizia-o.
Quanto ao petróleo talvez você deve-se perceber como é que o Iraque negoceia o petróleo em vez de fazer afirmações sem conhecimento.
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Mas essa tropa fandanga não tem um pingo de sentido do ridículo?…
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E dois meses para dar um piparote no PS e no PSD que há trinta e tais anos esbulham, chupam, paralizam a nação mais nossa vizinha a contar da Europa.
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Para avaliar da isenção (e, portanto, do valor das opiniões) dos críticos de George W. Bush (por quem sinto uma simpatia que deriva quase exclusivamente da estupidez dos ataques que lhe são feitos), gostaria que me indicassem o que este fez de bom durante os últimos 8 anos.
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Ah, ah. O que eu me ri.
Tem muito pouco mundo quem ache a Versalhes um lugar caro e chic. Qualquer pastelaria da baixa de Budapeste a ultrapassa aos pontos quer em luxo, em chic e em produtos de consumo.
E isto só para não ir para o Porto para não acender mais polémicas!
E relmente comparar o casal Obama com o casal Eanes que ainda hoje vive num dos bairros sociais da Lisboa oriental(lembram-se?), é de cabo de esquadra!
Quanto à desilusão do sr. Sebastião prevejo fortes cheias em todas as zonas baixas de Lisboa provocadas pelas torrentes de lágrimas que então se precipitarão!
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“… as asneiras da administraçao Bush …” (12.)
A administração Bush cometeu naturalmente “asneiras” !…
Mas, melhor ou pior, conseguiu conter o crescendo da ameaça terrorista islamica.
Retirou à Al-Qaheda o covil que era o Afeganistão.
No Iraque acabou com o longo reinado de Sadam Hussein, um ditador sanguinario, sustentaculo assumido da grande nebulosa terrorista, persistente no esforço de produção e utilização de armas de destruição de massa (utilizou armas quimicas na guerra contra o Irão e internamente contra revoltas dos Xiitas e dos Kurdos ; ha provas da existencia de planos de pesquisa e produção de diversos tipos de ADM), ameaça militar permanente para os paises da região.
Desencorajou outros dirigentes e paises de enveredarem pela mesma via. A Libia foi apenas o caso mais visivel.
Combatendo com determinação o terrorismo, no exterior e internamente, conseguiu evitar novos “11 de Setembro” nos EUA.
Durante os 2 mandatos de Bush a democracia politica e a economia de mercado, mesmo quando limitadas e imperfeitas, continuaram a progredir no mundo um pouco por todo o lado (incluindo o Afeganistão e o Iraque).
Apesar de tudo uma maioria (pequena !) dos eleitores americanos acharam que o preço pago, em vidas e meios, foi excessivo e desejam o fim da presença militar americana no Iraque.
Por isso, ou também por isso, votaram num candidato que prometeu a retirada do Iraque.
Elegeram Obama.
Vamos agora ver o que ele faz efectivamente e daqui a uns anos vamos ver então se os resultados conseguidos são melhores ou piores dos que foram obtidos pela cessante administração americana.
Se fosse americano não teria votado por Obama.
Mas não o diabolizo, simpatizo com o personagem, admito até que possa a vir a surpreender pela positiva, e espero sinceramente que consiga enfrentar com sucesso os imensos desafios que tem pela frente como presidente da maior potencia economica e militar do mundo.
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“As armas lá estavam mas não na dimensão suspeitada.”
Epa, isto é um regabofe. Realmente tinham AK-47, mas nao armas nucleares… para o senhor é uma questao de tamanho??? Já se reconheceu que a justificaçao para semelhante guerra foi um embuste e o senhora ainda anda para aqui a dizer que nao senhor? Afinal nao eram armas bioquímicas, eram navalhas… mas, alto!, eram armas!
Se nao me engano, o Iraque foi apontado como um perigo mundial eminente. Em relaçao à Coreia do Norte, dúvidas nao há de que possuem armas de destruiçao massiva. Mas foi o Iraque que foi invadido à pressa (hmmm, prioridades…). Querer defender o que Bush fez no Iraque nesta altura do campeonato já é caso de indigência mental….
O Luckylucky está a dizer que há relatórios dos serviçoes secretos europeus e americanos que indicam directamente, e nao por interposta parte,existência de armas de destruiçao massiva por parte ??? Onde tem andado? NAO EXISTE, NEM NUNCA EXISTIU UM RELATÓRIO DE NINGUÉM QUE APONTASSE DIRECTAMENTE A EXISTÊNCIA DE ARMAS DE CERTO TIPO E EM DETERMINADA LOCALIZAÇAO. Desafio-o a indicar um, porque o MUNDO INTEIRO ANDA HÁ ANOS HÁ ESPERA DELE!!! A guerra do Iraque foi fundada numa interpretaçao tendenciosa de um relatório de um operacional no terreno, que em nenhum momento afirma ter avistado essas armas. Em suma, essa invasao aconteceu, porque interessava a certos senhores fazê-la a todo o custo, enquanto tivesse o poder institucional para o fazer. Só alguém hipócrita ainda defende que o Iraque foi invadido em nome da paz mundial…
Mas para o Luckylucky isso é secundário… afinal, lá “havia armas”.
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“Mas, melhor ou pior, conseguiu conter o crescendo da ameaça terrorista islamica.
Retirou à Al-Qaheda o covil que era o Afeganistão.”
Depois de ler estas duas frases, nao é preciso ler mais. Sabe o estado em que se encontra o Afeganistao? Sabe qual é o real domínio das forças ocidentais no Afeganistao? Os Taliban continuam todinhos lá, em guerrilha, reorganizados, tomando aldeias e algumas praças importantes, sobretudo no sudeste do país.
Quanto ao Iraque, se acha que a situaçao do país melhorou, abra os jornais… Os americanos já nem metem a cabeça fora dos quartéis, todos os dias morrem dezenas de pessoas em atentados. A falta de preparaçao da invasao, com uma cúpula militar que nada sabia sobre o país criou um vazio institucional que se previa ser ocupado pelas milícias radicais.
Em suma, à Administraçao Bush apenas interessava retirar Saddam do poder e assenhorar-se dos poçoes petrolíferos. A prova, para além de que os poços sao o único sítio realmente seguro do Iraque, é que nao se acautelou o estabelecimento progressivo de uma sociedade civil baseada num sistema político democrático, tendo em conta as especificidades socio-culturais do país. Invadiu-se, destruiu-se, explora-se o que se interessa e isso é tudo.
Mas lá estava o cartaz, atrás de Bush, naquele famoso porta-avioes: “Mission accomplished”
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CLAP
CLAP
CLAP
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Independentemente de apoiar ou condenar a invasão do Iraque, creio que nunca se saberá ao certo se existiam ou não essas armas de destruição massiva no Iraque. Ou terem ou não sido depois encontradas não é o que resolve a questão. Hoje em dia inclino-me a crer que não existiam, mas na altura foi um grande “bluff” do Sadam Hussein. Que tinha dinheiro para as comprar, sem dúvida. Que mais tarde ou mais cedo acabaria por as adquirir, tão pouco duvido. Que o seu Estado-maior acreditava na sua existência e pediu desesperadamente ao Hussein que as usasse nas últimas hora da guerra, parece que está provado.
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@ 21
«Retirou à Al-Qaheda o covil que era o Afeganistão.»
Sim, sim. Nato. E antes que diga que grande parte da Nato são os EUA, veja o Iraque (veja, já agora o Kosovo e veja igualmente muitos locais onde a ONU esteve e está) e entenda o que significam forças internacionais, sobretudo para as populações locais.
«Combatendo com determinação o terrorismo, no exterior e internamente, conseguiu evitar novos “11 de Setembro” nos EUA.»
De facto, a parte do “nos EUA” é relevante. O combate interno bastaria para isso, pois, externamente, foi o que se viu.
«No Iraque acabou com o longo reinado de Sadam Hussein, um ditador sanguinario, sustentaculo assumido da grande nebulosa terrorista, persistente no esforço de produção e utilização de armas de destruição de massa (utilizou armas quimicas na guerra contra o Irão e internamente contra revoltas dos Xiitas e dos Kurdos ; ha provas da existencia de planos de pesquisa e produção de diversos tipos de ADM), ameaça militar permanente para os paises da região.»
“lol”.
Há ADMs há… Havia, secalhar, no tempo do pai Bush. Actualmente (antes da invasão) era uma ameaça profundíssima… Não me diga que perdeu o ‘show’ que as televisões americanas transmitiram? A sério? Não viu a invasão em directo? Não os viu a derrubarem a estátua num espaçao de míseras semanas?
«Apesar de tudo uma maioria (pequena !) dos eleitores americanos acharam que o preço pago, em vidas e meios, foi excessivo e desejam o fim da presença militar americana no Iraque.
Por isso, ou também por isso, votaram num candidato que prometeu a retirada do Iraque.
Elegeram Obama.»
Não sei bem o que as televisões e jornais portugueses andaram a dizer, mas os media americanos e as sondagens diziam claramente que a questão terrorismo e a questão iraque estavam muito lá para baixo, nas prioridades/preocupações dos eleitores. Já há meses, sobretudo após a crise económica e o bailout que anunciavam o árduo trabalho que McCain teria, a partir do momento em que o terrorismo já estava fora do foco das atenções. E se recuar mais uns (largos) meses, perceberá porque é que McCain chegou onde chegou… e perceberá, sobretudo, porque é que o Guiliani não chegou, por exemplo.
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lucklucky
o teor das suas observações habituais, de alguma seriedade,
não me parecem coincidir com o que expressa sobre o Iraque.
Ignorando a triste figura de Colin Pawel na ONU.
Qualquer observador mediano, atento ao tipo de vigilância aérea e de bombardeamentos selectivos levados a cabo pelos EUA e Grã-Bretanha, no tempo de Sadam,
conjugado com a realidade da economia iraquiana, dificilmente acreditaria nas capacidades de Sadam para dispor de ADM.
Já deve ter ouvido da expressão de um grande presidente USA, general Eisenhower, sobre o futuro:
os perigos do complexo militar industrial, que ele percepcionava na sociedade americana.
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JOJO a ver-se ao espelho e ignora a sua imagem.
Aí no seu manicomio tem net?
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Em primeiro lugar, quem é a Bárbara Reis? Não sei. Deveria? Será uma lacuna sem remédio no meu conheciemnto de quem é quem?
Sepois que exagero quererem fazer de Obama quase um messias e, deste modo, colocarem-lhe nos ombros tarefas imensas que nem ele se propôs realizar no decurso da campanha. Há gente que não “encaixa” nada. E gosta de desfazer, e quanto pior melhor!
:))
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desculpem lá as gralhas…
“Deveria saber?”
“Depois e não sepois”
:))))
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http://news.bbc.co.uk/2/hi/middle_east/1189182.stm
Sunday, 25 February, 2001, 12:40 GMT
Iraq ‘could build N-bomb’
“Iraq could produce nuclear weapons within three years, according to a German intelligence assessment.
The report also says the Federal Intelligence Service (BND) has evidence that Baghdad is working to develop its short-range rockets.
Germany believes Saddam Hussein is restoring Iraq’s weapons capabilities
The BND also believes Iraq still possesses the capacity to resume the production of biological weapons at short notice.
Details of the information contained in the report was published in various German newspapers following a briefing to journalists by BND officials…”
Isto é só um exemplo. Eu estou de acordo que se diga que se estava engano em relação a novos desenvolvimentos que eram limitados para o que se pensava.
“Qualquer observador mediano, atento ao tipo de vigilância aérea e de bombardeamentos selectivos levados a cabo pelos EUA e Grã-Bretanha, no tempo de Sadam,
conjugado com a realidade da economia iraquiana, dificilmente acreditaria nas capacidades de Sadam para dispor de ADM.”
Não é especialmente caro fazer certas ADM ainda menos para um País como o Iraque. Fazer uma bomba nuclear já é mais díficil mas não uma bomba suja.
Ainda deste ano:
http://www.nysun.com/editorials/iraqs-yellowcake/81328/
Iraq’s nuclear ‘yellowcake’ moved to Canada
By Brian Murphy
Associated Press
The last major remnant of Saddam Hussein’s nuclear program – a huge stockpile of concentrated natural uranium – reached a Canadian port yesterday to complete a secret U.S. operation that included a two-week airlift from Baghdad and a ship voyage crossing two oceans.
“Já deve ter ouvido da expressão de um grande presidente USA, general Eisenhower, sobre o futuro:
os perigos do complexo militar industrial, que ele percepcionava na sociedade americana.”
Já, mas qual as provas que tem substanciar tal coisa? Eu posso dizer que o Orçamento da Defesa é dos mais variáveis que existe nos EUA chegando a 120% do PIB na Segunda Guerra Mundial e por agora está nos 6% não diferente da Guerra Fria. Por outro lado o aumento de gastos deve-se princpalmente ao pagamento dos Soldados e não especialmente para comprar armas. Mesmo essas mudaram dos habituais convencionais Aviões e Navios para o tipo de coisas que é necessária para uma Guerra não convencional.
Finalmente para qualquer guerra você pode fazer esse argumento, acha que o deve fazer sem um resto de prova? Pensa que as preocupações com Saddam e o seu Regime eram infundadas? Que os discursos de Al Gore, Clinton eram todos parte de uma conspiração?
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Pois, pá! Nem mais! E também acabar com a fome no mundo. Se for pedir demais ao menos que acabe com a larica.
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E afinal qual é mesmo o paíss do mundo que é incapaz de produzir ADM’s e as vender? O Iraque pode daqui a 3 anos produzir Adm’s e as vender aos novos terroristas que entretanto apareceram. Vão bombardear aquilo novamente porque é um país que pode vir a produzir ADM’s?
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Por exemplo eciste um país capaz de produzir ADM’s às escondidas e as vender, Os United States. Se calhar era melhor bombardearem-se a si próprios… lol
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E além do mais andavam a bombardear o Iraque a libertar aquelas pessoas do terror de Sadam feitos grandes herois da liberdade, e ao mesmo tempo ocorria o genocidio do Darfur. E nada!
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23. : “Sabe o estado em que se encontra o Afeganistao?
Está de longe muito melhor do que estava quando era governado com mão de ferro pelos Talibans e quando era um covil tranquilo para os terroristas da Al-Qaheda.
23. : “Quanto ao Iraque, se acha que a situaçao do país melhorou …”
Eu sei que há quem ache que se estava melhor no tempo de Sadam Hussein !… Critérios !!…
23. : “… nao se acautelou o estabelecimento progressivo de uma sociedade civil baseada num sistema político democrático, tendo em conta as especificidades socio-culturais do país.”
Dizer não custa !… Desde logo não seria certamente com Sadam Hussein que se iria conseguir (como é ?) “o estabelecimento progressivo de uma sociedade civil baseada num sistema político democrático”. Era mesmo necessario tirar Sadam Hussein do poder. Os americanos, e os aliados fieis na altura, fizeram o trabalho. E fizeram bem. Depois ?… claro que não tem sido facil … contra as formas mais brutais e deshumanas de terrorismo !… Mesmo assim, a “sociedade civil” é hoje bem real, e sobretudo mais aberta e livre, do que era com Sadam Hussein. Mesmo assim, o poder efectivo de governação foi sendo progressivamente transferido para os representates dos iraquianos, livre e democraticamente eleitos. Não é certamente a democracia perfeita do ponto de vista ocidental (incluindo naturalmente o dos americanos) mas é bem melhor do que a ditadura “baasista” que existia antes.
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Portugal é um país com capacidade para produzir ADMs.
Segundo Lucky, Sócrates é um ditador.
De que é que os EUA estão à espera ?
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Ah, é verdade, o post era sobre um Sebastião, que nunca vi mais gordo e uma Bárbara Reis, que pelo nome deve ser a cabeleireira da minha tia Clotilde.
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Este Piscoiso só lá vai com um pano encharcado… Digo eu, é claro.
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Vá você !
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conseguiu conter o crescendo da ameaça terrorista islamica.
diz um Fernando, acima,
Que nóssa sinhóra me balha, se não foi ele, o busha, mesmo, e seus fernandos, quem atirou cada cada humano a tornar-se um potencial terrorista, se fosse emprego de sucesso, credo!
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26. : “…veja igualmente muitos locais onde a ONU esteve e está) e entenda o que significam forças internacionais, sobretudo para as populações locais.”
Pois !… as forças da ONU no Rwanda, na Bosnia (em Sebrenitza), actualmente no Darfur, agora mesmo na RD do Congo, etc, etc … Não faltam exemplos da incapacidade da ONU para resolver conflitos e, sobretudo, para proteger as populações. A ONU no Afeganistão, sem as tropas americanas e da NATO, seria um fracasso, quase certamente uma tragédia !
26. : “Há ADMs há… Havia, secalhar, no tempo do pai Bush.”
O Iraque teve e utilizou ADMs. O Iraque fez de tudo para impedir uma verdadeira inspecção e verificação sobre as ADMs por parte da comunidade internacional. Porque tinha mesmo “pedras no sapato” para esconder. Porque (percebemos depois) Sadam Hussein fez “bluff” procurando alimentar as dúvidas de todos quanto às ADMs que tinha verdadeiramente (hoje sabemos que não foram encontrados stocks). O Iraque tinha programas de desenvolvimento de ADMs (o que foi largamente comprovado após a intervenção militar). Tinha a vontade e a intenção de os desenvolver. Representava (e continuaria a representar se não tivesse havido intervenção militar) uma ameaça para a segurança dos países vizinhos e da região. O Iraque tinha ligações com activistas e grupos terroristas. Representava (e continuaria a representar se não tivesse havido intervenção militar) um perigo de proliferação terrorista de ADMs.
26. : “…as sondagens diziam claramente que a questão terrorismo e a questão iraque estavam muito lá para baixo, nas prioridades/preocupações dos eleitores.”
Por sinal eu até disse que “foi por isso, ou também por isso”. O que não exclui a existência de outras razões, incluindo a actual crise financeira. Mas pareceu-me que se estava a falar sobretudo de questões de segurança e de política internacional. De qualquer modo, a este respeito, para mim não é relevante saber o que é que foi mais ou menos determinante na eleição de Obama. Parece-me evidente que, infelizmente do meu ponto de vista, a questão do Iraque foi e é uma das principais motivações do apoio e do do voto em Obama. Do mesmo modo que não suscita dúvidas o facto de McCain, por mais crítico que tenha sido de alguns aspectos da política de segurança e internacional de Bush, ser claramente contra uma rápida retirada americana do Iraque. Dito isto, como não me parece acertada uma retirada rápida e sem condições, até me agrada a ideia de que se considere este aspecto como não sendo assim tão importante e prioritário na agenda de Obama. Quanto mais tarde e quanto mais lentamente os EUA retirarem do Iraque … melhor !!
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O senhor Sebastião, cidadão português, presumo, teria elaborado algum caderno de encargos para o seu PM Sócrates? Seria inressante para ver agora o seu grau de acerto.
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Lucky, nada do que referiu sao provas directas. Sao indícios de possibilidades remotas.
“Eu sei que há quem ache que se estava melhor no tempo de Sadam Hussein !… Critérios !!…”
Antes de dizer semelhantes enormidades, ligue a televisao e leia os jornais. Nao há quem ache: a situaçao está mesmo pior do que no tempo de Saddam. Nao é uma opiniao, é um facto. Ou acha que agora os hospitais funcionam melhor, há menos violência, escasseiam menos os bens de primeira necessidade, a electricidade chega a toda a parte…? Volto a dizer-lhe que, por exemplo, em Bagdad, os americanos já nem saem da zona verde, a nao ser em casos de extrema emergência. Tao boa é a situaçao….
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“Tinha a vontade e a intenção de os desenvolver. ”
Muitos outros regimes para além da vontade, já as desenvolveram. Nao foram invadidos. Ninguém apresenta uma razao para isso.
Quando a Coreira do Norte decidiu provocar o CS da ONU, fazendo testes com ogivas nucleares, a administraçao Bush reagiu enviando uma carta de condenaçao a Kin Jon Il. SUSPEITAVA-SE que o Saddam podia ter alguma coisa por lá e toca de invadir. À maluca, como hoje se pode verificar da ruína em que se encontra o país.
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Os cães ladram e os EUA avançam : O Saddam já foi ( só falam nas ADM mas não falam nas vítimas de destruição massiva ), os filhos do tirano também, a alqaeda no iraque está de rastos, os grupos sunitas e shitas estão a colaborar com as tropas da coligação ( já não se fala nos americanos mortos mensalmente e a coisa vai melhorar com a imprensa mais favoravel a Obama )…no afeganistão as coisas só podem melhorar ou não é verdade que o Obama disse que ia enviar mais tropas para lá e nos ultimos tempos nem do lado de lá da fronteira do Paquistão os taliban escapam….e o mais provavel é o Obama dar luz verde a Israel para resolver o problema iraniano nos próximos anos ( coisa que o Bush falhou em conceder). Força Obama…até à vitória final.
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44. : ==”Antes de dizer semelhantes enormidades, ligue a televisao e leia os jornais.”
Francamente, não percebo por que tem de ser arrogante, desagradavel, malcriado ! Simples mau feitio ou não suporta o confronto com pontos de vista diferentes dos seus ?!…
44. ==”… a situaçao está mesmo pior do que no tempo de Saddam”
Em muitos aspectos a situação está efectivamente melhor do que no tempo de Saddam. Quanto mais não seja acabou um regime repressivo da pior espécie, que executava quotidianamente os opositores, massacrava as suas proprias polulações, desencadeava guerras de agressão que provocaram centenas de milhares de vitimas, e por ai fora.
Acabou ainda um sistema que canalizava uma parte significativa dos recursos petroliferos para despesas com um dos maiores exércitos do mundo e com um sistema repressivo tentacular, para a vida de luxo do ditador, da familia e de uma nomenclatura de fieis. A esmagadora maioria da população iraquiana vivia numa grande miséria.
Actualmente muitos mais meios publicos e privados chegam às populações. Sim, os hospitais e os serviços publicos funcionam melhor, a população tem um acesso muito maior aos bens de primeira necessidade, e mesmo a outros bens de consumo que no tempo de Saddam apenas chegavam à nomenclatura. As infra-estruturas publicas têm vindo a ser aumentadas e melhoradas.
A democracia e a descentralização deram maior autonomia aos povos que compõem o Iraque, sobretudo os Chiitas e os Curdos. Que vivem agora bastante melhor e com mais tranquilidade.
Claro que há aspectos em que a vida quotidiana dos iraquianos é muito dificil. A extrema violencia dos atentados é o principal problema.
A razão é apenas uma : o terrorismo dos islamistas e dos grupos “baasistas” fieis ao regime anterior.
Os atentados não visam apenas nem principalmente as forças militares estrangeiras e iraquianas. Visam sobretudo as populações civis. Cegamente, traiçoeiramente. Para matar, gerar o terror, destruir e degradar as condições de vida das populações.
É verdade que no tempo de Saddam não havia este tipo de atentados terroristas. Pudera, terrorista era o regime e os terroristas eram amigos.
Mas a situação da segurança tem vindo a melhorar progressivamente. O numero e o potencial de destruição dos atentados tem vindo a diminuir de modo constante. O ultimo mês de Outubro foi o que registou menos vitimas da violencia desde o inicio da intervenção militar.
Uma das razões para esta situação tem sido uma evolução positiva da situaçõo política no país. Melhoram as relações entre os diferentes grupos étnicos e religiosos. O governo iraquiano e as forças americanas conseguiram chegar a um acordo de segurança com as mais importantes tribus e milicias Sunitas. Que colaboram activamente na prevenção de atentados e no combate ao terrorismo. O mesmo está a acontecer com a principal milícia Chiita. As autoridades militares americanas transferiram para os governos central e local e para as forças de segurança iraquianas a maior parte dos poderes e missões que ainda detinham. Esta é a razão pela qual se vêm cada vez menos forças militares americanas a circular fora dos respectivos quarteis. Há indicios claros de que muitos dos terroristas, sobretudos os de origem estrangeira e da Al-Qaheda, estão a deixar o território iraquiano para paragens “mais seguras”.
O problema da insegurança e da violência no Iraque ainda não está resolvido. Infelizmente, ainda há atentados, morrem pessoas, são destruídos bens e infra-estruturas. Infelizmente, a insegurança ainda limita o ritmo da recuperação económica do país e de melhoria das condições de vida das populações.
Mas a perspectiva de uma futura pacificação do Iraque já não é já uma quimera.
Por este andar, a anunciada retirada das forças militares americanas em resultado da eleição de Barack Obama até poderá vir a acontecer sem que o país caia no caos e fique ingovernável. Como se receava há uns tempos atràs.
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45. :==“Muitos outros regimes para além da vontade, já as desenvolveram. Nao foram invadidos. Ninguém apresenta uma razao para isso.”
Não foram assim tantos como isso.
“Uma razão” é que a opção militar deve ser utilizada apenas em último recurso e com riscos controlaveis.
Para além da polémica, a intervenção militar no Iraque decorreu precisamente por uma parte da comunidade internacional, liderada pelos EUA, ter considerado que se estava numa situação de último recurso.
A Libia é um bom exemplo de um país que desenvolveu um programa nuclear e que aceitou desmante-la-lo em troca de uma normalização das suas relações com o Ocidente e, sobretudo, com receio de que pudesse vir a sofrer a mesma sorte do Iraque.
Com a Coreia do Norte tem estado em curso um processo negocial. É verdade que com avanços e recuos. Mas o regime está económicamente cada vez mais de rastos. O envolvimento da própria China, também ela interessada em pôr fim a este abcesso junto à sua fronteira, é uma garantia adicional de que se poderá chegar próximamente a uma solução pacífica.
O Irão é certamente o problema mais grave e delicado no momento. Vamos ver como é que Barack Obama vai lidar com ele.
Outros países detentores ou com potencial de produção de ADMs podem suscitar preocupações.
Mas, de qualquer modo, o mais importante não é tanto a circunstância de possuirem ou não este tipo de armas mas sim o grau de estabilidade e fiabilidade que possuem os respectivos regimes.
Por isso é importante a comunidade internacional ter instrumentos e meios para monitorar estas situações e poder intervir se necessário e com os meios adequados. Incluindo, sempre em última instância, os militares.
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Pensar que os atentados bombistas no Iraque vão acabar logo que os americanos saiam é pura ingenuidade. Actualmente, a grande maioria das vítimas desses atentados são iraquianos.
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PORRA:
O Obama não é nada sem esse Sebastião.
Para a Casa Branca(ó Diabo!) já.
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Actualmente, a grande maioria das vítimas desses atentados são iraquianos.
É natural, acontecem na terra deles.
O q
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Actualmente, a grande maioria das vítimas desses atentados são iraquianos.
É natural, acontecem na terra deles.
O que o senhor devia dizer é que a totalidade são feitos por iraquianos.
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21- Acertar em cheio:
mas vieram logo os choramingas dos talibañs-os tais que tratavam as mulheres pior k na Idade da Pedra-;do Saddam- amigos dos pobres, mas caladinhos com os 90 palácios com torneiras de ouro e 900 carros de luxo do filho; da Al Qaeda- queriam era o Clinton, para o laden fazer o k queria, enfim, choramingas de tudo o k é sanguinário e selvagem.
AH! Mas dizem-se democratas e “progressistas, pasme-se
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sinceramente o vosso paleio e mesmo de copinhos de leite e filhinhos da mama. crescam.
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