Conversão da esquerda ao Ocidente
Luciano Amaral sobre a obamania:
Porque convém que nos entendamos: acima de tudo, a vitória de Obama permitiu a alguma esquerda reconciliar-se com a América e à maior parte dela converter-se pela primeira vez à América. Acho muito bem. Fico até contente. Mas eu que já cá ando há mais tempo muito francamente dispenso lições sobre o que é e não é a América, e sobretudo dispenso as convoluções político-freudianas de quem precisa de grandes teorias para explicar a sua conversão. A esquerda, que andava perdida desde o Muro, aprendeu a converter-se à Europa ocidental na última década, em larga medida por anti-americanismo (embora lhe chamasse anti-bushismo). Agora deu o último passo no infinito e converteu-se mesmo ao coração das trevas (embora sobretudo por anti-bushismo). Ou seja, converteu-se finalmente ao ocidente na sua totalidade. Só espero que não tenha chegado tarde demais.
Sobre este e outros temas vale a pena acompanhar o Gato do Cheshire.

Para o Luciano Amaral, portanto, a esquerda nasceu e viveu no oriente e chegou agora ao ocidente… Alguém, por caridade, lhe dá umas lições de história e de politica?
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Mais aquí o que a populaça quer saber, conheçer e investigar realmente sao as “ideias” do JM sobre a Obamania.
Porque senao houveramos ido e linkado diretamente para o Gato de Cheshire.
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É cada anedota. Vivem completamente na lua. lol
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Ah! E por certo. O deber de recordarlhe a este do gato tao famoso que “O desafio imediato do presidente Obama será a crise económica nacional e mundial” que vai ter que lidar o Obama e a mesma que foi desatada pelo outro presidente “amiguinho”.
Ou seiase, tal como o Clinton tivo que lidar com a crise económica Recordamse daquele é a economía estúpido..(isso sim menos embrulhada do que agora) que deixou o pai do moleque…
E ainda lhe sobrou tempo para andar com lios de fraldas!
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O facto de se estar contra Bush, não é necessariamente contra a América.
Será que um laranjinha se reconcilia com Portugal, se Leite for eleita ?
Não percebo como se pode deixar de amar o seu país, só porque o seu partido não está no poder.
E quem não tem partido não tem país ?
Só cousas que matormentam.
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Grande parte dos apoiantes de Obama estão condenados à desilusão
Só pedir perdao porque nao havia anteriormente lido as ideias do JM expostas no DN que só dao para concluir que o JM vem a ser a Fátima astróloga e antecipadora das incrediveis sentenças dos tribunais populares. De saber como anticipadamente qualquer tribunal e qualquer sentença vai ser motivo para a desilussao.
Sim verdadeiramente isto é o que há, e o que nos espera, e a Fátima e o JM sao os que verdadeiramente estao na verdade e na realidade cotidiana tudo isto é totalmente negro (que nao mulato) e deprimente…
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Sou só eu, ou toda a gente está a ver se desperta a sua veia humoristica com a Obamatite do JM?
É que o JM tem razão, não há nenhum comentário sério sobre os últimos post dele.
Será que nós, anónimos comentadores estamos já todos fartos desta obamamania crónica e por isso ironizamos sobre o assunto, ou pelo contrário seremos “uns altos intelectuais” que vem esta questão como uma questão menor e por isso a desprezam e minorizam estes alertas messianicos da autoria do JM?
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“Mas eu que já cá ando há mais tempo… blá blá blá”
De facto há pessoas sem qualquer noção do ridículo.
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Leitura recomendada 2.
http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2008/11/09/AR2008110901896.html?hpid=opinionsbox1
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Leitura recomendada 1.
“Barack Obama’s election is a milestone in more than his pigmentation. The second most remarkable thing about his election is that American voters have just picked a president who is an open, out-of-the-closet, practicing intellectual.”
PS: Também já ando há muito tempo pelas Américas. Temo que a conheça bem melhor que o sr. Amaral e o sr. Miranda. Congratulo-me que a preocupação do JM já não seja Obama mas o que a esquerda pensa dele.
Tal como a esquerda se converteu ao Ocidente pode ser que JM se converta à inteligência de Obama, por oposição à intelijenssia de Bush.
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“Não percebo como se pode deixar de amar o seu país, só porque o seu partido não está no poder.”
Isso é tipo não torcer pela selecção porque o Scolari era seleccionador. isso o Piscoiso já entende.
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Há um pequeno inconveniente na teoria e a situaçao histórica actual do Obama que o articulista do Washingtonpost nao quis contar ou considerar.
Ainda que o modelo do Rahl Emmanuel esteia no episodio histórico do Roosevelt para poder formar o seu gabinete o Obama nao vai ter remedio (e possivelmente o vai fazer) que acudir a ex-asesores do Clinton para sair adiante dado que os antiguos asessores do Roosvelt ja andam a criar margaridas.
O qual que por sí ja tem antecedentes do mais perigoso bastante na historia americana como para dar medo os votantes do obama e até possivelmente chegar ao pánico!
Muitos dos asesores do Bush erao os antiguos colaboradores do seu pai ou de Reagan…e assim foi este episodio histórico das cunhas americanas, as suas familias e os parentescos!!!!!!
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Caro Ordralfabetix, vc deve ter algum défice democrático num qualquer neurónio.
Scolari ganhou que eleições ?
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“Nunca sirvas a quem serviu , nem peças a quem pediu “. Ando com esta na cabeça , sabe-se lá porquê. De resto , não liguei pevide a esse campeonato e tanto me faz que tenha ganho A ou B. Só mudam as moscas , lá como cá.
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Parece que alguma esquerda espanhola já nao gosta tanto do Obama. Nao sei do que estavam à espera.
http://www.guerraeterna.com/archives/2008/11/un_rambo_proisr.html
Noviembre 08, 2008
Un Rambo proisraelí para Obama
Barack Obama ha perdido la virginidad (política). Ya se ha conocido su primer nombramiento, el de Rahm Emanuel como jefe de gabinete.
El elegido es un tipo brillante y con un genio del demonio.
En principio, es una elección sabia.
Lo que sí son preocupantes son sus ideas.
…
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Converteram-se foi ao computador portátil, internet de banda larga, carrinho de alta cilindrada e ao aconchego do condomínio fechado. Para disfarçar multiplicam os artigos em que misturam, por combinações infinitas, “pobreza”, “privelegiados”, “exploração”, 2capitalismo” e “neo-liberalismo”.
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