Governar é optar *
É claro que os sindicatos dos professores não querem avaliação – nem a que o Governo agora propõe nem qualquer outra. É evidente que os dirigentes sindicais cristalizaram no tempo. Mas também é inegável que os mais de cem mil que desfilaram em Lisboa não se resumem a pessoas iludidas pelos sindicalistas profissionais.
O Ministério é um monstro burocrático e centralizado onde se geram as teorias mais bizarras: ano após ano, os iluminados do ‘eduquês’ dão largas à imaginação e obrigam as escolas a cambalhotas que ninguém entende. Ser professor no Secundário tornou-se uma tarefa desmotivante que o experimentalismo ministerial só agravou.
O desagrado que se vê é um facto político incontornável. Se o Governo não o perceber, terá de pagar o preço.

É tomar decisões, coisa que não é habitual nesta terrinha
GostarGostar
“O Ministério é um monstro burocrático e centralizado onde se geram as teorias mais bizarras”
Tem razão, mas é isso que maioria dos professores defendem.
Eu faço parte da minoria.
GostarGostar
CAA,
A frase “eles não querem é ser avaliados” é a base de sustentação das teorias do ministério, que irá ser utilizada como a crise internacional para encobrir os problemas da economia portuguesa. O problema é que o ministério há muito que não quer PISA e agora nem algumas avaliações locais quer, como se não fosse esse o único e universal método de aferir sobre o ensino. Seria o mesmo que na fábrica de carros de Palmela implementar um sistema de avaliação incidindo sobre as pessoas, esquecendo os carros e deixando para o mercado a descoberta dos defeitos de fabrico. O defeitos já estão à vista: a degradação dos resultados das escolas públicas evidenciada este ano, por comparação com o privado. Disso não falam.
GostarGostar
Um governo pode optar por não fazer nada quando simplesmente fazer resulta em pôr as coisas pior do que antes. Sócrates tem um princípio segundo o qual o que importa é não ficar parado, o que significa que nunca tem dúvidas e nunca se engana. Só que está enganado.
GostarGostar
Governar é optar *
Pois é. Optar no interesse de todos e não no dos umbigos ministeriais.
GostarGostar
Concerteza que não CAA, é mais fácil dizer que eles são uns malandros, recusam-se a ser avaliados e a falta de tempo é um mito. Um iluminado qualquer num post anterior afirmou alegremente que se os professores têm tempo para blogar é sinal de que podem dispensar mais tempo a preencher formulários do ministério.
Para não falar do post sobre as ‘criaturas’ da Helena Matos.
A febre do politicamente incorrecto relativamente à educação alastra…
GostarGostar
É evidente que quando 70 ou 80% dos professores sai à rua em protesto já estamos para lá da esfera dos sindicatos e da luta política. Não é simples corporativismo!
GostarGostar
Como se pode confiar num tipo destes?
“O governo põe à venda, 200 bens militares, desde quartéis, paióis, estradas, carreiras de tiro e conventos, numa altura de grande crise. Muitos destes bens vão ficar sem comprador, e aqueles que forem vendidos, vai ser a grandes companhias ou a bancos, para mais tarde negociar. Tudo isto, para que o défice fique nas previsões do governo. É bom lembrar que Sócrates prometeu não jogar mão as receitas extraordinárias para baixar o défice, pois bem, aí estão elas a espreitar e nós todos a ver…
GostarGostar
Só se deve escrever quando se tem algo de novo para dizer.
Gostava, por isso, de saber o que tem este texto de original.
É que estou farto de papagaios.
GostarGostar
O governo não vai pagar preço nenhum, nós é que vamos ficar com os bolsos vazios.
GostarGostar
Nenhum serve?!
http://cogir.blogspot.com/2008/11/nenhum-serve.html
GostarGostar
Sera, que esta gente pensa, que o País e dos funcionarios publicos? mas não é.
GostarGostar
“O Ministério é um monstro burocrático e centralizado(…)”
Este é um bom ponto de partida para se entender o que se passa na Educação em Portugal e perceber que reformas são prioritárias. Mas, neste momento, ainda estamos na fase da propaganda, com o governo a tentar esvaziar o impacto das manifestações de professores.
GostarGostar
O Azar da Ministra, é po-los a trabalhar, eles e elas e isso e tramado.
De facto, vê-se mais trabalho e menos folgas, menos baldas e rebaldaria, esse é um ponto, que não agrada aos grevistas. Coitados e coitadas.
GostarGostar
Eduardo Henrique da Silva Correia, Vitorino Magalhães Godinho, Vasco dos Santos Gonçalves , Rui dos Santos Grácio, Manuel Rodrigues de Carvalho, José Emílio da Silva, Victor Manuel Rodrigues Alves, Mário Augusto Sottomayor Leal Cardia, Carlos Alberto Lloyd Braga, Luís Francisco Valente de Oliveira, Luís Eugénio Caldas Veiga da Cunha, Vítor Pereira Crespo, João José Rodiles Fraústo da Silva, José Augusto Seabra, João de Deus Rogado Salvador Pinheiro, Roberto Artur da Luz Carneiro, Diamantino Freitas Gomes Durão, António Fernando Couto dos Santos, Maria Manuela Dias Ferreira Leite, Eduardo Carregal Marçal Grilo, Guilherme Pereira de Oliveira Martins, Augusto Ernesto Santos Silva, Júlio Domingos Pedrosa da Luz de Jesus, José David Gomes Justino, Maria do Carmo Félix da Costa Seabra e Maria de Lurdes Reis Rodrigues.
Foram estes os titulares da pasta de Educação desde o 25 de Abril de 1974. 26 personalidades(!) responderam pelo Ministério onde se verificou maior rotativividade de responsáveis. Uma média de 15 meses (!) por Ministro. Alguma justificação haverá por certo…
GostarGostar
Se eu fosse Primeiro Ministro começava a pensar seriamente em fazer uma grande remodelação do governo. A Ministra da Educação é de uma arrogância e de uma petulância tal, que seria, sem dúvida, a primeira a sair…!
Votei PS em 2005 mas em 2009 não voto Sócrates, nem que me matem!
GostarGostar
Mas, neste momento, ainda estamos na fase da propaganda, com o governo a tentar esvaziar o impacto das manifestações de professores.
Diz bem, o Zé Bonito! De facto, parece ser essa a preocupação primeira do Governo neste momento. Do Governo e dos seus prestimosos pontas de lança, como se tem lido por aqui em alguns remates.
GostarGostar
Pedragulho, isso é uma realização espontânea sua ou sabe do que fala? A conversa do ‘trabalhem preguiçosos!’ pega sempre. É um daqueles argumentos irrefutáveis que cai bem em qualquer discussão sobre qualquer classe profissional.
GostarGostar
É difícil cozinhar a omolete do ensino ao gosto de todos.
GostarGostar
Isso é velho hahaha.
Dizer que votou tal e tal , hoje ja não vota.
Acho piada
GostarGostar
“Se eu fosse Primeiro Ministro começava a pensar seriamente em fazer uma grande remodelação do governo.”
O governo é sócrates 🙂
GostarGostar
Eu acho que sim, entregar o governo ao Manuel Alegre, tem a mulher que é professora o que dá uma boa ajuda
GostarGostar
Estamos de tanga.
Ja fizeram natação, hoje?
GostarGostar
Será que recusavam a avaliação tal como é implementada na Filândia?
O socratismo no seu melhor: afirma-se desconhecendo a verdade e denigre-se as situações que demonstrem o contrário. Receio que o tique tenha vindo para ficar. A democracia uiva mas ninguém ouve.
GostarGostar
O Alegre,não foi aquele que ganhou uma reforma por 2 anos na Radiofusão Portuguesa.
Ele queixava-se que nem sabia
GostarGostar
«O governo põe à venda, 200 bens militares» – Júpitar
Lamentavelmente, para aquilo que afirma. Tarde e a más horas.
O forte da Graça, de valor arquitectónico incalculavel, ao lado de Évora, desocupado há mais de uma década, acabou por se tornar numa ruína.
Se não a totalidade (200), pelo menos metade, deviam ter sido alienados há 10 anos. Nessa altura, com outros proveitos.
Porquê?
Fruto do conservadorismo doentio dos ‘donos’ do património, os chefes militares do exército, e do desconhecimento ou ignorância dos sucessivos MD e membros das suas equipas.
Entretanto e para compensar (o quê?), este MD autorizou o chefe do exército a reactivar o antigo quartel de Tavira (desocupado há duas décadas)
Sabem porquê?
Porque o autarca local se tinha manifestado interessado em que o dito cujo revertesse para a autarquia.
Isto é, que lhe fosse dado um destino social útil.
GostarGostar
É incrivel a atenção que neste país se dá a personagens como Alegre. Um discurso vazio e redondo como o que se viu na campanha para a presidência e uma aura anti-fascista chegam, aparentemente, para um político ser respeitado e tido como uma referência.
Pobre PS. De um lado a ala semi-senil de Alegre e Soares e do outro os Sócrates…
GostarGostar
Existe certamente uma ou muitas justificações, mas ninguém está disposto a dá-las. Eu convivi com alguns desses sujeitos já falecidos, alguns personalidades brilhantes que me explicaram o que se passava. Talvez pudessem abordar alguns dos presentes a ver se algum está disposto a ultrapassar as obscuridades.
GostarGostar
O modelo sovietico é o futuro, o modelo capitalista, morreu com o Bush
GostarGostar
É evidente que o CAA abusa das frases feitas, iludindo a essência democrática da Escola ao Ministério, sem ditadura prepotente das minorias.
A lembrar uns, de boa consciência, do futebol aos bancos, à política, como se alguém já visse um sem-carácter de má consciência, algum dia.
E valha a escola, os professores e sindicatos, para uma vez ter o Governo ao seu lado o grande.
GostarGostar
Escusas de puxar pelos galôes.
Se calhar não conheces o José Manuel, revolucionario de pacotilha, ou tambem o conheces?
GostarGostar
ZÉ do Telhado.
Não faças isso, por amor de deus, ou tambem segue aquele que diz “só mudam os burros”.
GostarGostar
De facto, vê-se mais trabalho e menos folgas
Pedragulho
Porém, fazem greve, mostrando carácter, coisa que antes não acho que não tinham.
GostarGostar
Carácter, coisa que antes acho que não tinham.
GostarGostar
Confesso que acho graça a essa conversa da treta de que a avaliação premeia a excelência.
Mas ainda acho mais graça à conversa dos muitos “avaliados”, provavelmente que nunca trabalharam, que vão postando as maravilhas da avaliação como mola impulsionadora do reconhecimento do mérito.
Gostava apenas de saber onde trabalham esses avaliados para poder fazer uma ideia da sua avaliação.
Por onde andei a avaliação nunca aqueceu nem arrefeceu nada – apenas serviu como instrumento para tornar os avaliados mais obedientes e menos contestatários em relação aos avaliadores – isto com graves prejuízos para a própria empresa que perdeu toda a sua massa crítica e ganhou uma série alongada de “yes man”.
Razão pela qual a avaliação de desempenho vai desaparecendo e vai sendo mudada para o cumprimento de objectivos (produção ou vendas).
Na banca, que conheço bem, a avaliação foi “evoluindo”, porque cedo os banqueiros se aperceberam que a massa crítica era fundamental.
Hoje os banqueiros não estão minimamente preocupados com o clima social, o que eles querem é vendedores de PPR, Depósitos a prazo, Crédito à habitação, cartões de crédito etc.
Vendes muito, ganhas muito, vendes pouco, ganhas apenas o salário que de ano para ano vai diminuindo.
Tudo isto para dizer que a avaliação de desempenho é extremamente interessante para os patrões de stands de automóveis, banqueiros, vendedores da banha da cobra, etc.
Tem também interesse na área de produção, que também conheço, para poderem rotular de MUITO BOM e EXCELENTE a operária que cose mais fatos de treino contrafeitos ou o operador de máquinas automáticas que fabrica mais parafusos ao fim do dia.
Quanto aos professores, juízes, advogados, jornalistas, políticos etc, desculpem que lhes diga, mas a avaliação de desempenho a que se dizem sujeitos, quanto ao mérito, é uma treta.
Pois se não fosse assim, uma treta, não teríamos a Helena Matos rotulada como jornalista de opinião, nem teríamos a Fátima Felgueiras como presidente da Câmara daquele gueto a que chamam cidade, nem o José Júdice encostado a qualquer governo que lhe dê negócios, nem o Dias Loureiro como conselheiro de Estado, nem o Vitor Constâncio como governador do BP, nem o Viatalino Canas ou o Jorge Neto como deputados, nem a Lurdes Rodrigues como professora primária (emendou a tempo a mão e passou a escrever “coisas” sem utilidade para o ISCTE), nem o Sócrates era projectista de armazéns de cimento revestidos a azulejos de casa de banho … (este também emendou a mão e desistiu … preferiu ser primeiro ministro).
GostarGostar
É só ver, em greve e manifestação, o Ministério podia lá dar centenas, jamais milhares de centenas de vontades.
GostarGostar
CCA,
Meu caro ainda bem que é possível passar por aqui e ler algo com sentido, por entre a ladaínha mirandesa.
Podemos discordar num ou outro ponto, mas estamos de acordo no principal e essencial.
GostarGostar
“O Ministério é um monstro burocrático e centralizado onde se geram as teorias mais bizarras”
Tem razão, mas é isso que maioria dos professores defendem.
——
Nem mais.
GostarGostar
A saúde anda pelo mesmo caminho.
A diferença entre um milhão e mil milhões.
Lisboa, 12 Nov (Lusa) – A ministra da Saúde, Ana Jorge, disse hoje que o Governo vai anunciar ao país a dívida total do Serviço Nacional de Saúde (SNS), tendo afirmado que a dívida dos hospitais EPE ascende a “um milhão de euros”.
Hoje, questionada à saída do lançamento da campanha “Missão Sorriso”, Ana Jorge lembrou que o fundo aprovado pelo Governo para pagar as dívidas diz respeito às facturas já vencidas.
“Foi aprovado no dia 02 pelo Conselho de Ministros o pagamento das dívidas e a constituição de um fundo para pagar dívidas várias e entre elas a do sector da Saúde”, começou por dizer a titular da pasta.
Ana Jorge explicou depois que as dívidas a pagar são as que “estão já vencidas, que são no valor de um milhão de euros”. O secretário de Estado Francisco Ramos tinha avançado na terça-feira que as dívidas nos hospitais públicos com gestão empresarial ascendiam a “cerca de mil milhões de euros”.
Que mais nos estará para acontecer?
GostarGostar
zé da burra,
Foi pior: quando questionado, o sec.estado disse “é só fazer as contas” em plena discussão do orçamento de estado. Deputados da oposição: façam as contas. Ora 6% de, vamos lá, 6000 milhões, isso dá, ora bem, mais ou menos 3600, não, 3, 600, pois, é só fazer as contas.
GostarGostar
Concordo absolutamente CAA, mas o que é as políticas de educação têm a ver com a avaliação?
O que é os sindicatos têm a ver com a Educação e com o Ensino? A resposta é óbvia: nada. Os sindicatos defendem os direitos laborais e, obviamente, estão a aproveitar algumas más políticas de educação para juntar os professores para protestarem contra a avaliação, como se estivessem a lutar contras a políticas da Ministra.
Muitos até pensarão que sim, que o estão a fazer. Mas é mentira. E é por isso que concordo absolutamente com o que escreve e é por isso que discordo das posições e comportamento do sindicato, que só dizem respeito a algumas questões laborais e não ao “bolo” da Educação.
Concordo absolutamente consigo, excepto nisto: «Mas também é inegável que os mais de cem mil que desfilaram em Lisboa não se resumem a pessoas iludidas pelos sindicalistas profissionais.».
Pelas razões que já apontei, muitas pessoas estão iludidas quanto ao alcance das manifestações, pretendendo protestar contras a políticas educativas, acabam por dar semelhante apoio às condutas de um sindicato, que só agora, ao fim de décadas, é que se apercebeu que a avaliação é um dos principais direitos do professor-funcionário público.
Ideia que reforça esta ilusão: como é possível os professores apoiarem uma entidade que tão mal os representou e continua a representar?
GostarGostar
Eu não apoio sindicato nenhum, eu sei que a política da educação nos põe a milhas dos outros países da UE e isso só não vê quem não quer. Nenhum deles adoptou avaliações tão idiotas como aquelas a que nos queriam sujeitar. Esqueçam. A primeira a ser avaliada é a marilu. 0 pontos.
GostarGostar
Desempenho Docente: Má-Fé, Brejeirice e Mentira Pública! Kosmografias!
O ME e o Governo que o tutela insistem em veicular para a opinião pública a falsa ideia
de que em Portugal, antes da “geração Sócrates”, os professores não estavam sujeitos
legalmente à avaliação do seu desempenho profissional.
Com efeito, muitas têm sido as inoportunas ocasiões em que, publicamente, a ministra da
educação e até mesmo o primeiro ministro, têm ardilosa e falsamente invocado, em seu
benefício, aquele argumento.
Perguntemo-nos: É ou não verdade que os docentes portugueses não eram (não são) avaliados?
Resposta possível número 1: SIM, os professores em Portugal são avaliados!
Na óptica oficial da União Europeia e dos governos que em Portugal antecederam o do
amnésico Governo do Engº Sócrates, no sistema educativo nacional vigorava um sistema de
avaliação do desempenho docente, fazendo-se Portugal integrar no restrito grupo de países
europeus em cujo sistema educativo se reconhecia oficialmente a existência e
funcionamento de um efectivo sistema de avaliação dos seus professores.
Perguntar-se-á como é que isto se prova(?). É fácil, basta consultar a base de dados
oficial da UE (Eurydice) e verificar-se-á que nela se reconhece o óbvio: em Portugal, ao
contrário de muitos outros países europeus, os professores eram efectivamente avaliados!
(crf:
http://www.eurydice.org/portal/page/portal/Eurydice/EuryPage?country=PT〈=PT&fragment=248
).
Eu sei que a Ministra MLR sabe disto e também sei que ela simula não o saber. Logo, das
duas uma, ou ela assume publicamente a sua indecorosa mentira ou…
…ou então a ministra não é nem portuguesa nem europeia mas, quiçá, chilena.
É claro que este facto não a desculpabiliza de tanta insensatez e malfeitoria, mas num
País “democrático e moderno” como o nosso(?) esta reiterada brejeirice e mentira
políticas deveria conduzir natural e necessariamente à sua demissão. (Obs.: A este
propósito recordo-me do episódio triste do ex-ministro do ambiente António Borrego, o
qual, por publicamente, algures no interior do norte de Portugal, ter contado uma anedota
de mau gosto, foi de imediato demitido por Cavaco Silva… Imaginem o que não teria já
acontecido a Maria de Lurdes Rodrigues se o decoro democrático e a decência política
fossem outros no Governo do Engº Sócrates);
Resposta Possível nº2: Para a União Europeia, o governo nacional diz que “sim, está
instituído em Portugal um sistema de avaliação do desempenho dos docentes”; para os
portugueses, o mesmo governo, diz que “não”. Conclusão: “NIM!”
Resposta e conclusão finais:
Os sindicatos dos professores devem exigir ao governo da nação que este preste
institucionalmente contas da sua pública, declarada e repetida MENTIRA, porquanto, tal
como a UE está oficialmente informada, existe em Portugal um real e oficial modelo de
avaliação do desempenho dos docentes. (Obs: Eu sei que é politicamente correcto e vulgar
mentir aos órgãos institucionais da União Europeia, coisa que o ME faz reiterada e
abusivamente com as medidas por si tomadas tendentes a mascarar as estatísticas do
abandono e do insucesso escolares, mas, convenhamos, que fazê-lo tão descarada e
displicentemente aos portugueses e aos professores, já ultrapassa a garantia ética
minimamente exigida para que possamos continuar a ser cidadãos, não tanto da Europa, mas,
ainda assim, do tal Portugal “democrático e moderno”);
Face ao exposto (comprovada que está a descarada mentira do governo da nação), entendo
que os sindicatos dos professores estão legitimados para exigir:
a) Que o ME proceda à avaliação do modelo de avaliação do desempenho docente que vigorava
em Portugal antes do seu desvario legislativo e, reposta a verdade, disso informe as
instâncias supra-nacionais da UE;
b) Que se proceda à sua reformulação tendo por referência quer os resultados da avaliação
referidos anteriormente quer os modelos de avaliação do desempenho docente em vigor na
União Europeia, o que, a ocorrer, talvez conduza o ME à brilhante conclusão de que nos
países mais evoluídos, “democráticos e modernos” da União Europeia, ou não existe
qualquer modelo de avaliação do desempenho docente formalmente institucionalizado ou,
como maioritariamente acontece, este faz-se depender dos resultados da avaliação
institucional (interna e externa) das escolas;
c) Que encarecidamente façam requerer ao Engº Sócrates e à sua ministra da educação um
pouco mais de decoro político e de respeito cívico e institucional para com os
professores e para com os portugueses.
Fernando Cortes Leal
14 de Abril de 2008
Kosmografias
GostarGostar
É o Ensino, Estúpida!
Tanto se me dá que quem enfia este barrete seja a Ministra ou sejam alguns dirigentes sindicais. Quem não o enfiará, de certeza, são os professores que se manifestaram no dia 8 nem os que se vão manifestar no dia 15. Porque para estes o que conta é, efectivamente, o ensino.
http://www.legoergosum.blogspot.com/
GostarGostar
http://www.legoergosum.blogspot.com/2008/11/contra-os-sindicatos.html
GostarGostar
O FETICHE DA AVALIAÇÃO
Como se avalia um juiz? Pelo número de sentenças que profere durante um ano? E se elas forem injustas? Pela percentagens de sentenças justas? E quem determina a justiça dessas sentenças? Repetem-se todos os julgamentos?
Como se avalia um médico? Pelo número de consultas que dá? E se o doente sai de lá pior do que entrou? Pela percentagem de curas? E o que é uma cura? Pelo número de altas? Mas em que estado está o doente quando tem alta?
Como se avalia um advogado? Pela percentagem de vencimentos de causa que obtém? E como sabemos se ele escolheu ou não litigar essas causas de acordo com a sua viabilidade à partida?
Como se avalia um arquitecto: Pelos prémios que obteve? Pelas críticas nas revistas especializadas? pelo grau de satisfação dos utilizadores do edifício ao fim de dez anos? E como se determina esse grau de satisfação?
Como se avalia um professor: pelas notas que dá? Mas como sabemos se essas notas correspondem ou não ao que o aluno sabe? Pelo que o aluno sabe no fim do ciclo? Mas isto como é que se determina? Pela diferença entre o que o aluno sabe no fim do ciclo e o que ele sabia no princípio? Quem determina isto, e como?
O fetiche da avaliação veio do mundo empresarial (onde, de resto, já está a ser posto em causa). Aqui é fácil avaliar. Se o que é preciso fabricar muitos sabonetes, quem fabrica muitos é bom e quem fabrica poucos é mau. Se é preciso vendê-los, bom é quem vende muitos. Se é preciso controlar a sua qualidade, quem consegue a menor percentagem de defeitos é bom profissional, quem não a consegue é mau.
Mas para o juiz, para o médico, para o advogado, para o arquitecto, para o professor, o paradigma da avaliação não funciona: o que funciona é o paradigma da auto-regulação. É por isso que estas profissões, excepto duas, têm Ordens: os juízes porque não precisam: a sua auto-regulação é feita por outros mecanismos; os professores porque os sucessivos governos e os sindicatos nunca o permitiram – aqueles com medo de terem que enfrentar mais uma «corporação» (leia-se: uma sociedade civil mais forte). Estes, com medo da concorrência.
A falta duma Ordem dos Professores é uma tragédia que hoje estamos todos a pagar: professores, alunos, pais, empresas e até, desde há pouco, os próprios sindicatos que se opuseram a ela. O País inteiro. O próprio Governo começará, em breve, a sofrer os seus efeitos. Mas dado o tempo decorrido entre a causa e a consequência, poucos políticos se darão conta da origem dos seus males.
http://www.legoergosum.blogspot.com/2008/10/o-fetiche-da-avaliao.html
GostarGostar
Anabela,
anda a fazer copy past de comentários anteriores.
Se o objectivo é boicotar a discussão, não se iluda, essas técnicas são bem conhecidas.
mas diga lá, como é que era o maravilhoso sistema de avaliação anterior?
GostarGostar
A avaliação é necessária. Esta ou uma qualquer outra. Só assim se diferenciam desempenhos e se identificam os bons profissionais. Uma Escola Pública com qualidade exige uma avaliação de desempenho séria!
GostarGostar
aliás esse texto que já publicou por ai umas quantas vezes como se fosse uma maravilha é um excelente amostra de que quem o escreveu de facto não percebe nada de avaliação. Nem de bom senso. Não sabe como se avalia um juiz, nem um medico, nem um advogado nem um arquitecto. Não espanta nada portanto que não sabia como se deve avaliar um professor.
GostarGostar
A escola não diz respeito apenas aos professores.É bom lembrar que existem muitos outros stakeholders para além dos professores.
GostarGostar
Especialmente dedicado ao “Gaby” (49) que não quer revelar COMO É AVALIADO NO SEU TRABALHO!!! Ele só gosta é de mandar bitaites com os professores.
OUTRO TRAUMATIZADO (com a mãe na infância) – a maior percentagem de professores são professoras. Freud.
“Com conteúdos e qualidade muito diversos, as medidas de política educativa do actual
Governo manifestam, em qualquer caso, um princípio unificador bastante preciso: retirar
direitos (“privilégios”, no entendimento dos responsáveis governamentais), poder e
auto-estima aos professores dos ensinos básico e secundário. Intrigado com esta estranha
coerência, terminava José Gil a sua coluna na Visão de 21 de Fevereiro com a seguinte
interrogação: “Nisto tudo, porquê tanto ódio, tanto desprezo, tanto ressentimento contra
a figura do professor?” Procurando contribuir para responder à pergunta, direi que a
atitude governamental em causa, para se poder apresentar com tanta convicção e
coerência, teve de basear-se em alguns equívocos, que passo a tentar enunciar. Um
primeiro equívoco consiste em admitir que a sociedade portuguesa oferece aos jovens
condições homogeneamente favoráveis de acesso e de relacionamento com a escola, tornando
por isso fácil e padronizável a acção pedagógica. Partindo deste equívoco, o corolário
político extraído pela actual equipa ministerial foi o de que os alegados maus
resultados obtidos no sistema educativo português são directamente imputáveis aos seus
protagonistas maissalientes: os professores e os órgãos de gestão dasescolas.A verdade é
que, para sustentar tal posição, é precisoacreditar que: a sociedade portuguêsa não é
marcada por fortes desigualdades económico-sociais; é estatisticamente irrelevante a
proporção de crianças e jovens a viverem em situação de pobreza ou em famílias com
horizontes de emprego precários; não há défices de instrução e de literacia muito
elevados entre a população adulta, portanto entre os pais de muitos alunos que hoje
frequentam a escola; não há falta de tempo nem de preparação de muitos encarregados de
educação para o acompanhamento escolar dos filhos; não há espaços residenciais
estigmatizados nem formas de socialização desviantes a eles associadas; não hádiluição de
factores de motivação para o trabalhoescolar induzidos pelo consumismo e por ilusões
deascensão social difundidas no campo dos media e dasindústrias culturais e de lazer;
não há carências nem falta de coordenação entre instituições de apoio social às
populações e grupos escolares mais desfavorecidos; não há desmotivação dos jovens para o
prosseguimento de estudos por falta de perspectivas profissionais valorizadoras das
aprendizagens escolares; não há pressão para a saída precoce da escola em direcção a
postos de trabalho precários e muito pouco qualificados (em Portugal ou até emEspanha);
etc.O segundo equívoco é, em grande medida, uma projecção do primeiro no modo de
conceber o quotidiano concreto das escolas e desdobra-se, também ele, em múltiplas
crenças: os equipamentos escolares têm sempre grande qualidade; as turmas reais têm a
dimensão que lhes atribuem as “médias” oficiais; é estável, transparente e coerente a
malha de regulamentação das actividades lectivas de iniciativa governamental (raramente
avaliadas, aliás) a que os professores têm de se adaptar; não há alunos com dificuldades
acumuladas nas turmas; há acompanhamento permanente a esses alunos por parte de equipas
pluridisciplinares devidamente preparadas e estáveis; há muito tempo disponível no
horário dos professores para se relacionarem com os colegas, para prepararem
conscienciosamente as aulas e para se encontrarem consigo próprios no quadro de
estratégias de autoformação consistentes e estimulantes; a sala de aula é um espaço de
transmissão da mensagem pedagógica sem resistências nem dissidências por parte dos
receptores, e onde a indisciplina é pontual epassageira; não há sofrimento nem forte
incidência deburnout entre os docentes; etc. Assumidas estas ficções sobre a sociedade
portuguesa e as suas escolas concretas, basta que se assuma também o pressuposto
(individualista/subjectivista) segundo oqual a acção dos professores depende
exclusivamente de qualidades e intenções que lhes são “próprias”, e não sobretudo, como
acontece na prática social em geral, da estrutura de limitações e oportunidades com que
seconfrontam – basta que se assumam aquelas ficções eeste pressuposto para se começar a
acreditar, e depoisa jurar, que os problemas da escola portuguesa começam e acabam na
inabilidade, preguiça, “corporativismo”, desleixo, desinteresse dos professores,
responsabilizando-os publicamente por isso. Foi esta a armadilha intelectual em que se
deixou caira equipa ministerial, quase desde o momento em que iniciou funções. Daí à
hostilização sistemática dos professores, habilmente mediada pelo ataque às suas
estruturas sindicais, não foi senão um passo. (…)Numa altura em que os teóricos da
organização e gestão empresarial defendem cada vez mais a importância do envolvimento e
participação criativa dos trabalhadores (encarados como actores “reflexivos”),
desconfiando dos que teimam em racionalizar e controlar os comportamentos no espaço do
trabalho sem ter em conta a pluralidade e riqueza das suas dimensões humanas, a obsessão
“gestionária”do Governo no modo de conceber a actividade docente (actividade relacional
por excelência) tem o seu quê de anacrónico – e pode vir a ter consequências muito
negativas, se não forem revistas alguns dos seus fundamentos e modos de concretização.”
José Madureira Pinto – Sociólogo;
Professor – Universidade do Porto
GostarGostar
ui!, mas que grande lençol.
Mas eu faço o resumo: os professores não são responsáveis pelos resultados escolares.
GostarGostar
(51)
Estou a desafiá-lo a dizer-nos qual a sua actividade profissional. Ainda não obtive resposta. Está com medo?
“Anabela” exerceu funções numa das maiores empresas portuguesas de CONSULTORES RECURSOS HUMANOS e tem carteira profissional. CONSULTORES. CARREIRAS PROFISSIONAIS. AVALIAÇÃO DE PROFISSIONAIS.
É Só UM “PEQUENO” PORMENOR, “gaby”.
GostarGostar
ò Gabriel, v. ainda perde tempo a fazer perguntas à Anabela.
Então não é capaz de identificar o bixo pela linguagem?
«para se encontrarem consigo próprios no quadro de
estratégias de autoformação consistentes e estimulantes»
Isto não lhe lembra nada?
A mim lembra.
E, como o algodão não engana, faça-lhe antes a pergunta certa:
Assim deste género:
Anabela: o que pensa das “acções de formação” para progressão na carreira docente?
Quer contar aqui para todos nós o que eram, quem as ministrava e o que incluiam?
E acabaram essas famosas “acções de formação” ou não acabaram?
Serviam para avaliar, também?
Quer exemplificar?
Se ela não responder eu posso dar uns exemplo conhecidos. Mas creio que até já foram publicados em livrinho do Nuno Crato.
GostarGostar
CALE-SE.
GostarGostar
ficou entre lixo e bicho, mas era para ir para o bicharoco ornitorrinco.
GostarGostar
ahahahaha
Viu como eu acertei, Gabriel. E ela tem razão- isto também se envende para outros famosos recursos humanos. Lá isso é verdade. Faltava recordar que a maleita até é mais geral.
E a semântica é bem parecida- a da gestão dos recursos humanos com as estratégias dedicadas ao pessoal docente para aprender a aprender.
GostarGostar
Faltaram as “desmultiplicações das estratégias múltiplas de recuperação” e as negociações do reforço.
GostarGostar
Ela sabe muito de estratégia pedagófica mas desconhece que em francês as palavras do género feminino terminam em “e”.
E aposto que não sabe quem foi o Raymond Queneau.
GostarGostar
Aquilo só podia ser paleio de sociólogo. Está visto. É sempre assim.
GostarGostar
Anabela (55)
E isso que interessa? Argumentos de autoridade não tem qualquer validade.
GostarGostar
Então Anabela: quer contar para a malta o que são as “acções de formação”?
Aquelas que se vendiam assim, de forma manhosa, por uns analfabetos com cunhas nos sindicatos e papel passado para ensinarem coisas bué de importantes- coisas como acções de formação em astrologia para profs de Português: ou fotografia automática para os de matemática- onde se ensinava que uma lente telescópia era uma coisa muito comprida, com metros, que até podia custar mais de 300 contos.
Ou acções de formação em idas à Serra da Estrela para progressão na carreira de profs de Inglês.
Ou as outras de criação de um blogue, no blogger, para profs de Filosofia, onde nem se podia ensinar a colocar um video do youtube porque isso já era alta informática para profissionais.
Ou acções de formação em tapetes de Arraiolos e ponto cruz para profs de Geografia quer mais?
Há quem tenha compilações das famosas acções de formação- secretas, coisa clandestina, feita entre elites fechadas a 7 chaves.
E isto fazia ou não fazia parte da dita avaliação para progressão na carreira?
E acabou?
hummmm….? acabou mesmo- mandaram para o desemprego tanto formador com curriculo notável?
Conte lá.
GostarGostar
Mas estava-me a esquecer das acções de formação para os TIC. Quer contar em que consistem?
Quem são os famosos pedagogos que andam agora nas escolas a ensinar alta tecnologia aos profs?
E que ensinam eles?
Hum…?
O que são os TIC?
Fica aqui a pergunta e o mistério em aberto.
Até porque os TIC são o pleno entre a Benavente e o simplex tecnocratês do nosso “inginheiro”.
GostarGostar
As acções de formação mais interessantes e disputadas em toda a parte eram as de informática, onde se aprendia a escrever no word e a introduzir uma nota de rodapé. E outra fantástica- a de selecção de qualidade. Selecção de qualidade era uma coisa que servia para tudo. E há por aí muito seleccionador de qualidade de papel passado.
Como, é que é um mistério. Porque a selecção dos seleccionadores é tão exigente que nem se sabe quem os selecciona e onde fica o local de concurso.
GostarGostar
Vá lá Diz:
12 Novembro, 2008 às 6:26 pm
……
“Pobre PS. De um lado a ala semi-senil de Alegre e Soares e do outro os Sócrates…”
Ainda bem que no PSD temos a espontaneidade juvenil de Manuela Ferreira Leite.
GostarGostar
Consultadoria Empresarial.
Reestruturação de carreiras.
Recrutamento e selecção de quadros.
GostarGostar
Para melhoria do desempenho profissional, pode ser necessário introduzir acção de formação específicas.
No sector da Educação, a formação em exercício é obrigatória e é toda creditada (certificada) pelo Conselho Técnico-Científico para a Avaliação do Desempenho Profissional dos Professores (ME), com sede na cidade de Braga.
GostarGostar
O certificação dos formadores do CCAP era muito exigente. De Boa qualidade.
GostarGostar
Então pronto. Eu hoje estou benemérita e até tenho a “coisa” à mão.
Aqui fica um “evento” (sic) eles chamam-lhes “eventos” de um “moodle” para um TIC de uma escola secundária.
O evento destina-se a professores do 12 ano. E tem formador externo, pago pelo Ministério:
COMO COLOCAR UMA BARRA ROLANTE
1. Escreva normalmente (em modo edição) o título da disciplina ou do tópico. Também
pode colocar uma imagem.
2. Passe para “fonte HTML” – símbolo “”, na barra de ferramentas do quadro.
3. Não necessita de saber HTML. Observe apenas que o texto começa por “”. Substitua ambos os “p” pela palavra “marquee”. Já está! É só gravar
e sair.
4. Agora que já sabe lidar com HTML, quando pretender copiar o texto ou as imagens de
uma disciplina para outra, copie o código HTML e cole na nova disciplina. É mais
eficiente!
Nota – Se tiver duas linhas de texto, cada uma começa por . Terá de
fazer a substituição para cada linha ou apenas para aquela que pretende colocar a
“rolar”. O mesmo se aplica a imagens.
Janeiro.2008
GostarGostar
63.
Têm interesse sim senhor, quer dizer que esgotou os argumentos e se deu como vencida e já em desespero saca da carteira (profissional). Ou então é só preguiça.
GostarGostar
É com base na Formação permanente que os professores em carreira se actualizam. É obrigatório. Muito bem. Nas áreas específicas das disciplinas que ministram e em áreas pedagógicas de ponta. O recurso a novas tecnologias na prática lectiva é uma das áreas da formação dos professores em carreira. Muito bem.
GostarGostar
Este aqui já é mais complicado e nem os alunos podem ter acesso. É alta tecnologia exclusiva para professores de Português (também faz parte dos “eventos” da discplina e do moodle dos TIC)
Aqui vai:
COMO COLOCAR UM FICHEIRO NA DISCIPLINA
1. Preparar o ficheiro
– O ficheiro deve estar guardado no computador (por exemplo, no ambiente de
trabalho) e em qualquer formato (Word, Excel, pdf, etc)
2. Colocar o ficheiro na disciplina
2.1. – Na disciplina, “activar modo edição”
2.2. – No tópico pretendido, em “adicionar um recurso”, seleccionar “vínculo
para ficheiro ou página”.
2.3. – Preencher o nome e o sumário
2.4. – Em “localização” seleccionar sucessivamente:
a) – “Escolha ou envie um ficheiro”
b) – “Enviar um ficheiro”
c) – “Procurar” (aqui, seleccionar o ficheiro preparado)
d) – “Abrir”
e) – “Enviar este ficheiro”
f) – “Escolha”
2.5. – Fazer a opção “Nova Janela” (esta opção é facultativa)
2.6. – Gravar a alteração.
Nota – Se o que pretende é escrever um texto, ignore o ponto 1 e em 2.2
seleccione “escrever página de texto”. Ignore também o ponto 2.4
GostarGostar
Desde há 3 anos que a pinderiquice tomou conta do ME,
né?
GostarGostar
“E quem vai avaliar este psicótico labirinto burocrático, aliás, parente próximo da demente avaliação dos funcionários do Estado, cuja produtividade passa a ter por horizonte o umbigo da própria avaliação?”
João Paulo Guerra (sobre avaliação dos professores), “Diário Económico”, 12-11-2008
GostarGostar
# 74
Isso é milho para pardais.
Leia a legislação sobre a “avaliação” dos idiotas do ME.
E arrote. De náuseas.
Vomite.
GostarGostar
Governar DE FACTO É OPTAR
http://www.sinistraministra.blogspot.com/2008/11/h-qualquer-coisa-que-no-bate-certo.html
GostarGostar
Mobilização e Unidade dos Professores
Quarta-feira, 12 de Novembro de 2008
MANIFESTAÇÃO DE 15 DE NOVEMBRO: PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO
MANIFESTAÇÃO 15 DE NOVEMBRO
Caros pais e encarregados de educação,
É chegada a hora de caminharmos juntos em defesa da Escola Pública e da qualidade do ensino, pelo futuro dos nossos filhos e por uma escola de todos e para todos. Queremos uma Escola de sucesso, mas um sucesso ao serviço da sociedade e da cidadania, não um sucesso meramente estatístico, que é um logro e uma ameaça ao desenvolvimento futuro do nosso país. Muito mais do que certificar, queremos qualificar e formar! Para isso é necessário que os professores se sintam motivados, valorizados, e tenham as condições necessárias para desenvolver o seu trabalho junto dos alunos. Esta é a nossa luta, e é chegado o momento de termos ao nosso lado, cúmplices do nosso esforço e justíssimas reinvidicações, os pais e encarregados de educação dos nossos alunos. E é por isso que vos convidamos a juntarem-se a nós, no próximo sábado, no Marquês de Pombal, às 14 horas.
CONTAMOS COM O VOSSO APOIO! TODOS A LISBOA NO DIA 15!
A ORGANIZAÇÃO GARANTIRÁ UM LOCAL PRÓPRIO, NO DESFILE ATÉ S. BENTO, PARA OS PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO!
P.S. Solicitamos a todos os colegas que divulguem este apelo junto das Associações de Pais!
E-mails de organização:
manif15nov@gmail.com ou mobilizar.e.unir.professores@gmail.com
http://www.mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/2008/11/manifestao-de-15-de-novembro-pais-e.html
GostarGostar
Este sistema de avaliação é mais um produto do monstro da 5 de Outubro. Só que desta feita, para corresponderem ao fervor voluntarista da ministra, os eduqueses foram fazer umas leituras e descobriram este modelo no Chile (não, não é marxista nem do tempo de Allende, como afirmou AJJardim)e não perceberam que o sistema por eles reinventado chegaria ao terreno depois de uma série de mudanças que já haviam deixado os docentes acossados. Para cúmulo, puseram-no a funcionar em simultâneo com a implementação do novo modelo de gestão (curto-circuito garantido!), e a par de uma outra sua obra onde finalmente se vê o monstro em todo o seu esplendor: o novo estatuto do aluno. Não tarda nada que as caixas de ovos comecem a faltar nas lojas! (e ainda bem, imaginem que eram pedras).
GostarGostar
Caro Dr. Abreu Amorim,
O melhor “post” dos últimos tempos.
Nota 19 valores.
GostarGostar
O ideal era mesmo chegarmos à Madeira, pegando naquela interrogação muitas vezes usada “Já chegámos à Madeira?”. Era um ponto final neste tema da avaliação que lá é que se sabe como fazer. Aliás, Jardim foi sagaz. Se antes, com o sistema então usado, todos chegavam à Madeira, para quê perder tempo com o processo agora tão contestado? Decretava-se, por portaria, que todos são bons professores e ponto final.
Assim, de escalão em escalão, se chega à meta. Todos bons, todos iguais. E se aplicássemos isto na tropa? Amanhã seriam mais os generais que os soldados, mas quem garante que não seria o ideal?
Numa empresa privada, se ousasse ainda o mesmo processo, todos chegariam a directores, mesmo que cada um se viesse a dirigir a si mesmo. Mas a empresa, com tantos eméritos directores, funcionaria como nunca.
Porque, o que de facto se não quer aceitar é que não somos todos iguais: em mérito, em competência, em dedicação, em sentido de responsabilidade. Mas insiste-se que tal não acontece com os professores que, certamente por divino dom, o são, apenas porque, quanto a uma profissão, escolheram a de serem professores. Eu só gostaria de perceber isto… mas não sou professor.
São muitos os que protestam por não concordarem com a avaliação? São, é verdade. Mas haja quem organize uma contra o IRS e veremos que serão muitos mais… se se admitir que tal possa produzir os efeitos desejados.
Uma pergunta a quem seja professor, como já fiz a alguns deles: se pudessem escolher os professores para os seus filhos, ser-lhes-ia indiferente que fosse qualquer um dos colegas ou gostariam de poder escolher entre eles?
GostarGostar
CAA,
Concordo com o seu post, parabéns.
Gabriel, (12 Novembro, 2008 às 10:23 pm)
pensei que já o tinha esclarecido sobre essa questão.
Mas, e por fineza, exponha a sua real dúvida que eu ajudo.
GostarGostar
a mediocridade de alguns movimentos de professores revela-se neste tipo de blogues onde se insulta de forma fácil as pessoas…
http://sinistraministra.blogspot.com/
se querem criticar.. critiquem… mas não insultem…
GostarGostar
Os blasfemos estão sempre nos antipodas de alguns sindicalistas. Se uns dizem dispatares para um lado, ous outros dizem disparates simetricos para outro.
Quem como eu ouve os 2, começa a desesperar no meio de tanta asneira.
– Porque é que afirmam que os professores não querem ser avaliados? Não acredita que haja alguns que queiram?
– Por que é que perante uma cena lametável dos ovos, aproveitam logo para chamar “criaturas” a uma classe inteira?
– Por que é que nínguém tira conclusões da cena dos ovos? Acham que aqueles alunos estão nas escolas para aprender alguma coisa? Acham que as aulas com eles são pacíficas? Quem é que consegue aturar mentecaptos destes uma vida inteira sem se desmotivar?
GostarGostar
O Levy nem percebeu ( se calhar aré percebeu) a aberração que é a escolaridade obrigatória. Foi isso que ele disse , e eu concordo, Deixemm de comer o politicamente correcto , pás , é asssim parecido cos dogmas da santa madre igreja.
GostarGostar
A verdade é esta: com a própria ministra a reconhecer que não consegue ter funcionários motivados, o que está lá a fazer?
GostarGostar
Ordem dos Professores
(A minha Sociedade Civil é o corporativismo dos outros.)
A Moriae e a Setora não estão convencidas das vantagens duma Ordem dos Professores. Provavelmente olham para as outras Ordens, vêem nelas mais desvantagens do que vantagens, e não querem o mesmo para a nossa profissão.
Vamos então às desvantagens, que quanto a mim são três: a primeira é a formação duma élite social que, a partir das suas funções dirigentes na Ordem, fique em posição de obter vantagens nos mundos político, empresarial e mediático. Esta desvantagem é relativamente inócua: o mesmo se pode fazer a partir de outros trampolins, desde os clubes de futebol aos próprios sindicatos.
A segunda é o perigo de a Ordem pretender usurpar as funções próprias dos Sindicatos, intervindo em reivindicações relativas às condições materiais de trabalho dos seus membros. Temos visto esta tensão ao observar as relações etre a Ordem dos Médicos e os Sindicatos dos Médicos. Mas também esta desvantagem é superável, como os Médicos nos mostraram: a Ordem e os Sindicatos têm conseguido definir entre si, melhor ou pior, as respectivas áreas de actuação e abster-se de invadir áreas que não são suas. Se esta delimitação implica uma negociação permanente, pois então que se faça essa negociação: só leva a que ambas as partes se fortaleçam.
Já a terceira desvantagem- e presumo que é esta que a Moriae e a Setora têm em mente – é um perigo real e tem de ser tida seriamente em conta: a possibilidade de uma organização de pares limitar o acesso à profissão por critérios que não sejam os da preparação científica, técnica e deontológica. Não vemos isto na Ordem dos Médicos nem na dos Engenheiros, por exemplo, mas vemos sinais preocupantes deste fenómeno na Ordem dos Advogados, que sujeita os candidatos a exames, para a inscrição nos quais são cobradas propinas exorbitantes.
O remédio, claro está, não é renunciar a qualquer estrutura auto-reguladora da profissão, mas sim organizá-la de modo a que estes abusos não sejam possíveis.
As Ordens profissionais têm uma vantagem enorme para a sociedade em geral: impedem que as condições deontológicas e éticas do exercício duma profissão que interessa a todos (e cujos praticantes não podem ser facilmente avaliados, como o podem ser os trabalhadores duma empresa) sejam condicionadas pelo poder político segundo os interesses políticos do momento, ou pelo poder económico segundo interesses económicos nem sempre compatíveis com o bem comum. Por isso é que eu digo que, se só houvesse lugar em Portugal para três Ordens profissionais, essas três deviam ser a dos Médicos, a dos Professores e a dos Jornalistas.
Atente-se a uma afirmação da Ministra na entrevista que deu à Visão: os Sindicatos de Professores têm toda a legitimidade para intervir nas condições materiais de trabalho dos seus associados, mas não a têm, segundo ela, para intervir na formulação das políticas educativas. Se a Ministra estivesse a falar duma Ordem, não se atreveria a dizer o mesmo: uma Ordem tem toda a legitimidade para intervir nas condições éticas e deontológicas do trabalho dos seus associados; e ao intervir nelas está a intervir legitimamente nas políticas que as regem.
Esta área da ética e da deontologia foi por demasiado tempo terra de ninguém, e daqui resultou um défice de regulação que está na origem de alguns dos piores vícios do nosso sistema de ensino. O que precisava de ser regulado não o foi; e o que não precisava foi-o até ao delírio, apenas para dar uma razão de existir à máquina monstruosa do Ministério.
Hoje toda a gente descobriu a deontologia docente, e esta área, que antes tinha sido deixada ao abandono, é agora terreno disputado pelos Sindicatos e pelo poder político; e eu, como nesta matéria não confio nem numa parte, nem na outra, quero vê-la ocupada por uma Ordem dos Professores.
http://www.legoergosum.blogspot.com/2008/10/ordem-dos-professores.html
GostarGostar
84
Exlarecimento: Trata-se de um blog de professores como este é um blog de autoria de várias pessoas. Nada mais.
Os blogs dos DOIS Movimento de Professores são: APEDE e MUP.
GostarGostar
15 – Embora uns mais que outros, todos os referidos são responsaveis pelo descalabro a que conduziram o Ensino em Portugal.
Os professores limitaram-se a cumprir as ordens imanadas das equipas a que essas personagens presidiram ou ainda presidem.
A grande maioria dos professores sempre soube para que sitação de anarquia estava a ser conduzido o Ensino, sem regras nem disciplia.
Com maior ou menor relutância, tiveram que ir, paulatinamente, aceitando a sua desvalorização e a do Ensino.
GostarGostar
Digo: – emanadas
GostarGostar
Os que em breve terão “a nova oportunidade” de ir ao banco da fome pedirem uma sopinha quente talvez entendam vagamente no que deu o ensino de pessoal desqualificado para qualquer desafio que não seja limpar as latrinas, ser caixa do hiper ou vender o corpinho por um lugar a geito arranjado por aquele senhor influente de gravata rosa e de cravo murcho ao peito.
GostarGostar
Fico intrigado ao ver o mui liberal Gabriel Silva a defender a ministra e até essa coisa orwelliana que é o estatuto do aluno. Parece ser uma coisa mui pavloviana, “avaliação por sim!”. E assim, em gesto certamente involuntário, temos o Gabriel a caucionar o monstro burocrático, iliberal, engendrado pela ministra e os seus pares da 5 de Outubro.
O segredo parece estar no vocábulo “corporativismo”, que logo desencadeia reacções de tipo pavlovianas. Enfim, basta acenarmos com o corporativismo, para termos o Gabriel Silva como aliado mui voluntarioso. Enfim, simplismos…
Gabriel,
Há mundo para além da “avaliação da ministra” e do corporativismo.
GostarGostar
Luís Marvão,
pois essa coisa que chama de orweliana, eu li com atenção e concluo que tem coisas boas, sobretudo se comparado com o diploma anterior, razão porque entendo ser de manter e não ceder ao meninos dos ovos.
GostarGostar
# 94
“pois essa coisa que chama de orweliana, eu li com atenção e concluo que tem coisas boas, sobretudo se comparado com o diploma anterior, razão porque entendo ser de manter e não ceder ao meninos dos ovos.”
De facto, entre ditadores de “esquerda” e ditadores de “direita” nada os distingue.
GostarGostar
RM (84)
sinistraministra.blogspot.com/ é um blog de autoria de alguns professores. Tal como este é um blog de autoria de algumas pessoas ligadas á C.S.
Não é um blog de Movimentos de Professores.
Existem DOIS Movimentos de Professores:
– APEDE : http://www.apede.blogspot.com/
– MUP : www. mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/
GostarGostar
Movimentos Cívicos de Professores
MUP – www. mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/
GostarGostar
Lapso meu!
MUP – http://www.mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/
GostarGostar
#95
e quer dizer onde está a «ditadura» no estatuto do aluno ou é só bocas?
GostarGostar
O problema do Ministério são as Direcções-Gerais. Acabar com elas seria o remédio para a maior parte doa problemas. As Escolas falavam directamente com o Ministério e poupava-se muito dinheiro.
GostarGostar
Certo, Governar é Optar mas sem descriminar nenhum Cidadão e Eleitor.
.
Éste Modelo da Educação tanto proibe a uns o direito de frequentarem as Escolas Privadas como a outros os mesmos 5.000€/ano/aluno que os das Publicas “recebem”. Não serve ninguém. Nem Pais, nem Filhos, nem Professores, nem o País. Descriminação total das Familias Portugesas, desigualdade e Injustiça perante a Lei, e resultados finais de “paródia”.
.
-EDUCAÇÃO, “processo que visa o desenvolvimento harmónico do ser humano nos seus aspectos intelectual, moral, comportamental e físico para a sua melhor inserção na sociedade Portuguesa independentemente do meio familiar e social donde provém”,
-ENSINO, “acto de ministrar conhecimentos de uma ciência, profissão, oficio ou arte para maximilizar o potencial pessoal do aluno de acordo com a sua vocação natural”.
.
.
Apoio totalmente o “Cheque Educação”, liberdade de TODOS OS PAIS escolherem a escola dos filhos e a competição entre todas, Publicas e Privadas, pela livre escolha de cada Encarregado de Educação da que querem – ou tirá-los de lá – sempre com o “Cheque-Educação” sob a autoridade total dos Pais.
.
Compreendo o receio de muitos Professores. Porém se confiam, como não duvido, na sua aptidão e qualidade para Ensinarem e Educarem (duas coisas diferentes,) a sua Escola teria em “Cheques-Educação” dos Pais de DOIS MILHÕES E QUINHENTOS MIL EUROS por cada 500 alunos e ano lectivo (500 alunos x 5.000€/ano lectivo/cada).
.
Com toda a gestão e condução sob a responsabilidade completa de cada Escola e do seu Quadro Docente. Com a vantagem competitiva à partida das Escolas Publicas já terem instalações. Equipamentos etc
.
Este Modelo resolve práticamente tudo. E elimina o escandalo perdulário de UM QUARTO dos 5.000€ por cada aluno e ano lectivo pagos pelos Impostos de TODOS os Portugueses ser “consumido internamente” pelos chamados ‘Boys & Girls de todos os Partidos’ “nas direcções centrais e regionais, secretaria-geral, gabinetes da ministra e secretarias de estado e demais estruturas burocráticas do Dirigismo/Centralismo entre Ministério em Lisboa e cada Escola”.
.
Para o Ministério sobraria a função global de Governo, a regulamentação geral, racios minimos e maximos, por exemplo alunos por turma, definição os Programas e Conteudos das Disciplinas iguais para todos, fazer o exame nacional anual para todos as anos lectivos e Escolas etc.
—–
.
Outro aspecto relevante do problema “Educação-Ensino” dos nossos filhos acaba por desaguar na Segurança Social, Reformas e Pensões.
.
Há muitos casos em que saía mais barato Pai ou Mãe ficarem em casa a tomar conta dos Filhos que trabalharem fóra. Era-lhes mais económico, o ordenado que ganham acaba quasi gasto no Passe Social, comer fóra de casa, pagamento de infantários ou empregadas em casa etc. Há as excepções que não fazem a regra, das “madames” para quem é uma “uma chatice” estarem metidas em casa a “aturar os filhos”. Mas em TODOS OS CASOS o ESTADO PROÍBE-O, penalizando fortemente com perca de contagem de tempo para a Idade de Reforma e no montante do seu valor na velhice.
——
.
Do programa politico que advogo para Portugal consta além doutras àreas, também a suspensão do IRS, IRC e IMI para aumentar o poder de compra de cada Cidadão na actual ‘Crise da Miséria’. Contra “Lutas e Reinvidicações Salariais”, aumentos de poder de compra ilusionistas porque rápidamente são comidos depois “pela calada” com alterações de Impostos, Taxas, Multas, Licenças, Regras etc.
.
E a seguir, ou logo se houver coragem politica, a eliminação do IRS, IRC e IMI fundidos NUM IMPOSTO ÚNICO SOBRE O CONSUMO, IVA ligeiramente aumentado.
.
E também a eliminação de todos os descontos para a SEGURANÇA SOCIAL de Empresas e Empregados, Fundos de Pensões, ADSE substiutuindo-os por uma TAXA SOCIAL SOBRE TODAS AS RECEITAS DE TODAS AS EMPRESAS ECONOMICAS E INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS PORTUGUESAS. É por aqui que se resolve a actualização permanente do valor monetário a cada momento das Receitas da Segurança Social e similares. Não por aumentos da Idade de Reforma que roubam Emprego aos mais novos, ou por leques escandalosos do valor de Reformas, ou por recusar valores de Pensões que garantam a todos os Portugeses um minimo Dignidade de Vida e Prazer na Velhice. Todos os Portugueses e Portugesas, sem excepção, a partir dos 55 anos deverão ter garantida a Reforma e uma Pensão de Velhice condigna.
.
Cada Português exige inadiavelmente muito mais dinheiro na carteira no fim de cada mês para usar livremente como quizer para sairmos da MISÉRIA na PRODUÇÃO – POUPANÇA – PODER DE COMPRA – CONSUMO.
—
.
NA ORIGEM DE TUDO LUTAS IDEOLOGICAS. Umas Marxistas, outras Não- Marxistas, Modelos de Estado, de País e de Vida diferentes para Cidadão, velhos e novos.
.
Dirigismo e Centralismo VERSUS um “bocado daqui, outro dali para um tudo e nada” VERSUS Democracia de “Uniões Nacionais Partidárias e Corporativismos” estilo antes 25.ABR VERSUS LIBERDADE E RESPONSABILIZAÇÃO a que chamo “LIBERALISMO AVANÇADO com DIREITOS SOCIAIS DOS CIDADÃOS”
GostarGostar
a ler
http://www.min-edu.pt/np3/2830.html
GostarGostar
.
Se ninguém responde, vamos para a frente:
.
FORÇAS MILITARES, MILIRATIZADAS e DE SEGURANÇA. Nem de longe são FUNCIONÁRIOS PUBLICOS. São Corpos Especiais da Nação. São os ultimos redutos para um Povo funcionar livremente sendo medo da Violência, Chantagem, Extorsão, do abusismo.Acima, as FORÇAS ARMADAS com todas as criticas que lhes façam, são o SUPORTE do NACIONAL incluindo sustentar a memória de todos os cidadãos que ne defesa do que na altura se julgava ser o “INTERESSE NACIONAL2, o fizeram. Comparar homens e mulheres dispostos a arriscar a vida com “mangas d’alpaca” de qualquer Ministério, é um sorriso.
.
JUSTIÇA, o 3º Pilar totalmente autónomo e independente do Poder Executivo (Governo e Partidos) e do Poder Executivo (Assembleias, Senados ou Parlamentos). O Poder Judicial não yem que MENDIGAR NADA. Tem que exigir ser País, Democracia.
.
SAÚDE, um dos Direitos Sociais de todo e qualquer Cidadão, que tem de funcionar sem abusos corporativos. Cheque-Saúde, o doente escolhe e paga a quem o trate bem e melhor.
.
RELIGIÕES, todas as FÉS aceites, mesmo qs que têm Fé que não há Deus.
.
HOMOSEXUALISMO, a mim nunca me deu para aí. Mas há quem lhe tenha dado ou dê. Normal. Mas anormal é fantasiarem que se casam. Casamento é uma definição para emtre Homem e Mulher. Se a birra dos homssexuais é o “casarem-se uns com os outros” então nem defendem o que querem defender.
.
Querem mais programa politico ?
Liberalismo avançado com Direitos Sociais
GostarGostar
A solução para o impasse que se chegou na questão da avaliação de professores está no modelo simplificado que se usou para, no último ano lectivo, avaliar os professores contratados. Generalize-se o modelo simplificado de avaliação a todos os professores durante este ano lectivo e, durante este tempo, resolva-se e melhore-se o sistema que se quer por definitivo. É uma saída airosa para todos e, acima de tudo, beneficia as escolas e o país.
GostarGostar
GostarGostar
Para esta significativa concentração em tempo de aulas contribuiu o consentimento de alguns professores da escola. “Fomos dispensadas das aulas”, contam Claudia e Sofia, entusiasmadas por a professora ter sido sensível aos seus apelos. “Então, também queriamos ir gritar contra a ministra, era injusto ficarmos de fora da manifestação”.
fonte:
http://dn.sapo.pt/2008/11/14/sociedade/tomates_e_ovos_atirados_invasao_esco.html
GostarGostar
90- Uns mais que outros todos são responsáveis pelo descalabro.
Os professores limitaram-se a cumprir ordens…..
A grande maioria sempre soube que o ensino estava a ser conduzido para uma situaçao de anarquia sem regra e sem disciplina.
Com maior ou menor relutancia tiveram que ir aceitando a desvalorização do ensino.
Limitaram-se a cumprir ordens?
E porque é que não houve uma manifestaçãozinha, assim digamos, de 10.000?
Sempre soube? Salvo raríssimas excepções, isoladas e logo abafadas e vilipendiadas pelos próprios, quem se manifestou contra contra essa conduçaõ para a anarquia?
É caso para perguntar..porque é que não se “limitam” agora?
mesmo que paulatinamente?
Deve haver uma razão para que durante tantos anos se LIMITARAM A CUMPRIR as orientaçoes que levavam á desvalorização e o encaminhamento para a tal anarquia.
Obediência cívica funcional?
Estranho…muito estranho mesmo para uma classe de profissionais que vai “aceitando” paulatinamente tudo isso e não se manifesta.
Será a mesma razão que os leva hoje a não aceitar e se manifestar totalmente contra?
Descubram a única diferença entre todas as “sucessivas” a que se “limitaram” mesmo “sabendo” do “encaminhamento” para a situação de “descalabro”.
Essa diferença tem um nome.
GostarGostar