E o ensinamento do desprezo pelos professores, não terá também o seu papel no caso? Durante anos, e com particular ênfase nos anos deste governo, o ministério da educação tem vindo a ensinar com persistência que os estudantes não precisam de respeitar os professores, a quem tem vindo a ser retirada toda a autoridade na escola. Nunca a imagem dos professores foi tão denegrida como agora. Daí até a miudagem concluir que não há que respeitar nem temer ninguém, é um passo curto.
Acho curioso, quando é uma causa fracturante os jornais e certa esquerda estão cheios de silêncios e mesmo apoio: Peles de animais com sangue, bolos, tomates e ovos contra um político especialmente de direita pode serr, então quando são os protestos do Greenpeace, as TV’s jornais fazem favor especial de lhes dar propaganda e os apoiar…
Não é surpresa se eu disser que na minha tradição a Ministra merece alcatrão e penas. 😀
o Lino acredita naquilo que diz? Não nota que esse paleio é precisamente a propaganda. A imagem dos professores é degradada pelas posições que tomam e pelas suas acções! Isto é cada uma. E estão sempre a dizer as mesmas frases. Lembro-me do tempo do prec em que tinha 11 anos e detestava os retornados. O que valeu foi que um ano depois fiz um amigo retornado e a coisa passou-me. Havia uns jovens que iam às escolas e andavam sempre a falar dos retornados… lol
Outro exemplo é andarem sempre a repetir que a ministra abusa. Não sei onde vou buscar o vocabulário. Agora é a “ministra abusa nós também abusamos”. Vos digo que estas pessoas que fazem isto são é pérfidas. lol
Por mim cada vez sinto mais repulsa por estas pessoas. Já foi tempo em que era jovem e fui manipulado pela propaganda do ódio.
Há teorias que se criam pela imaginação do autor ou pela experiência própria de quem se vê ao espelho.
João Miranda conjecturou uma estratégia altamente secreta delineada nos subterrâneos da sede da Fenprof onde se encontraram o diabólico estalinista e manipulador das massas juvenis, Nogueira de seu nome, Mário de guerrilheiro, e o conselho revolucionário das juventudes estudantis, denominadas “Acção Directa de Ovos Nacionais”, mais conhecidos por ADON.
Numa determinada (secreta a data) noite os influenciáveis jovens imberbes cumpriram a acção proposta pelo líder político legal e clandestino terrorista: O ataque de Ovos aos responsáveis da Educação do Governo opressor e encerramento das cadeias salazarentas onde se aprende que o Comunismo matou milhões e criou campos de extermínio para aqueles impuros que dizem o contrário.
Segundo o Quartel-General revolucionário dos profs as acções têm sido um sucesso e as baixas do inimigo enormes, entre elas os blindados da Ministra e os fatos dos subalternos.
Dentro de horas esperam-se novas vítimas, contou-nos uma fonte do ADON.
A Fenprof (braço legal) anunciou para as 17 horas de hoje uma Conferência de Imprensa aberta a perguntas onde anunciará novas formas de luta, sabe-se que uma delas é um plenário com os reformados profs com intuito de os cativar para alargar o Exército.
“… ódio, por vezes infantil, nas manifestações dos professores…”
Já o ME, alguns membros do governos, jornalistas e blogues não manifestam, infantilmente, qualquer ódio pelos professores. Deve ser a chamada “minha perspectiva”.
Quanto às aulas de educação cívica:
Já se questionou sobre a utilidade de tal disciplina?
Um país onde o civismo tem que ser ensinado sob a forma doutrinal mostra o quê?
O civismo aprende-se em todas as acções que tomamos e que vemos tomar aos outros (pais incluídos), não deve obedecer a qualquer programa.
A si quem lhe ensinou as regras de civismo com que se rege? Não foi em aulas de educação cívica com certeza, que à data da sua escolaridade obrigatória não as havia. Está a ver… e chegou-lhe para o impedir de atirar ovos aos outros.
A culpa de alguém ter atirado ovos à ministra é, para si, dos professores:
“Os protestos dos alunos, que emergiram um pouco por todo o País esta semana, resultam da imitação do comportamento dos adultos, do incitamento implícito dado pelos professores…”
Escrever isto, num órgão de comunicação social nacional é honesto? Isto é cívico?
Pode até ser verdade mas afirma-o sem qualquer prova; pode até ser que seja mentira. Nesse caso vai retratar-se?
Lá que disse-se, “…podem ter resultado…” em vez do determinante efectivo “…resultam…”, ainda vá que não vá.
As manifestações de ódio, por vezes infantil, dos professores contra a “sinistra ministra” influenciaram muito mais os alunos do que as aulas de educação cívica.
Também digo, as manifestações repetidas de sobranceria, desprezo e afrontamento da “ministra sinistra” contra os professores infkuenciam muito mais
As manifestações de ódio, por vezes infantil, dos professores contra a “sinistra ministra” influenciaram muito mais os alunos do que as aulas de educação cívica.
E, também digo, as manifestações repetidas, grossas, de sobranceria, desprezo e afrontamento, da “ministra sinistra” contra os professores influenciam muito mais os pobres dos inocentes alunos do que as aulas todas juntas da Escola, junto aos tempos de lazer, preciosos.
Sim, há que ver sempre cada coisa dos seus dois, três, variados prismas, sob pena de ainda nos vermos cegos, transmitindo aos incautos e pobres de espírito a mesma cegueira.
.
Também é confortavel assistir às regateirice partidárias. Oposição e Soluções não vejo nenhumas. É preciso suar mais um bocadito. Mas sair dos “limbos” é que é um sarilho. E votos népia.
Por outra, que saiba, manifestações de prosápia de mercedes preto, sem paga da gasolina, cara ou barata, por parte de membro do governo, com empréstimo de 850 mil dele para casa na av de roma, não se afecta de ovos no mero tejadilho, antes afirma a carapaça inultrapassável de prepotência opolente sobre os maltrapilhos. Isto em simples chamamento dos bois pelos nomes mais eufemísticos.
Ó Alice esse é também outra das propagandas. O ódio contra o empréstimo e o carro. Vejam lá! lol
Isto na verdade é mesmo de novo o prec! Estas pessoas não cresceram nada.
Às vezes, este povo parece mostrar que não merece a democracia, infelizmente.
JM, não há link directo para o seu texto na página principal da edição de hoje online do DN. Alguém dê um toque ao João Marcelino! Será que eles lá não analisam o tráfego do site?!
Qualquer dia os ministros e as pessoas vão ter de novo de colocar os carros na garagem ou escomder os mesmos e andar de minis para o emprego com medo dos maluquinhos dos tipos odiosos contra a propriedade privada e que querem é roubar a propriedade privada dos outros,,,lol
Anónimo 4: acredito, sim. Os professores não só são obrigados, na prática, a passar os alunos independentemente do que sabem, como não têm meios para impôr disciplina nas aulas nem mesmo para reagir eficazmente à violência que por vezes se instala lá dentro. Isto não é de agora, é o resultado de políticas de todos os ministérios anteriores. O que é novo é a conspícua depreciação da imagem dos professores diante da opinião pública – em particular, diante dos alunos. (Se a classe fez, ou faz, algo para o merecer é outro problema.) O resultado é o ainda maior rebaixamento da figura do professor, é o espezinhar de qualquer conceito de autoridade na escola que facilmente extravasa para fora dela. Tudo isto é bem observável. Não é simples “paleio de propaganda”.
Nada disso, ó anónimo de um raio, acontece é que “ministros” devem ser os servidores do povo, do seu representante legítimo, por etimologia, não os seus senhores mandantes caprichosos, seus ditadores, escravizadores, os seus exploradores sobranceiros e parvalhões oportunistas.
Ou há-de a ministra gorda, feia, má, abusadora, fazer o que lhe apeteça, sem reacção dos escravos profs mais alunada a passar por força. Só de gente falha de espírito, pessoa estúpida.
Já o Público.pt de hoje cita na página principal uma frase do João Miranda no artigo do DN. Ou seja, o Público parece dar mais importância ao artigo do JM do que o próprio DN, que lhe paga para escrever! Caro José Manuel Fernandes, contrate o João Miranda e dê-lhe mais espaço do que o DN lhe dá.
A incluir de futuro no Estatuto da Carreira Docente:
1. Os professores não podem manifestar-se, sob pena de mal influenciarem os alunos, aos quais devem, através do seu exemplo de cidadania, aliás intrínseco ao seu estatuto de educadores, dar sempre um bom exemplo. As manifestações, sejam elas quais forem, mesmo que convocadas ao abrigo da legislação em vigor e ainda que decorram ordeiramente, serão sempre um mau exemplo.
2. Os professores não podem protestar contra as políticas dos Governos. Protestar é dar sempre um mau exemplo.
Assim decidiu o sr. secretário de Estado dos despachos sucessivos, após ter lido e reflectido sobre o artigo publicado por João Miranda no Diário de Notícias, artigo que alguns classificaram, injustamente, de artiguelho-com-uma-só-insinuação ou anémona-jornalística-apenas-a-ler-nas-entrelinhas.
Acho curioso é não se falar em agressão, quando se atiram ovos.
Se em vez de ovos se atirassem castanhas assadas ou melancias, já as notícias seriam outras.
Com ovos de codorniz, talvez fosse irrelevante.
Um óptimo, mas muito óptimo post que espelha a realidade dos factos. O resto é conversa “da treta”, clubismo, corporativismo, estupidez e rusticidade.
Existem certas forças políticas (à esquerda e à direita) que gostariam de manter o nível de formação académica da população sob controlo para serem mais facilmente manipuláveis. Mas, isso, felizmente, não vai poder prolongar-se por muito mais tempo, não por mérito próprio de José Sócrates ou da sua Ministra da Educação, mas por força de uma política de educação delineada no seio da UE, que está em marcha e cuja aplicação, extensiva a todos os países que a integram, irá necessariamente efectivar-se.
Declarações do presidente da Câmara Municipal de Fafe de que destaco a frase:
«todo o país viu que, na manifestação, estavam alunos e professores, alguns dos quais até prestaram declarações à comunicação social».
e mais esta parte do artigo no Diário IOL de 14 de Novembro de 2008
Autarca, «orgulhoso» dos alunos, mantém que professores estiveram envolvidos
Em declarações aos jornalistas, o presidente da Câmara disse que se sentia «orgulhoso de ter jovens como estes» no concelho, enaltecendo a atitude de «humildade e respeito» inerente ao pedido de desculpas que lhe foi apresentado.
Confrontado com as críticas feitas quinta-feira à noite pelo plenário de docentes da Escola, que repudiaram as declarações do autarca e negaram a intervenção de professores na manifestação, José Ribeiro disse que os «professores já deviam ter-se pronunciado publicamente, repudiando as atitudes dos alunos».
«Como não o fizeram não tenho nada que retirar aquilo que disse», referiu, acentuando que, «todo o país viu que, na manifestação, estavam alunos e professores, alguns dos quais até prestaram declarações à comunicação social».
Os estudantes fizeram, hoje, greve às aulas e manifestaram-se junto ao edifício da Câmara Municipal contra a política do Ministério da Educação, contestando o regime de faltas e as aulas de substituição.
Se é inverstigador deve procurar factos, antes de opinar.
Proponho que vá á Escola do Cerco dar umas aulas de biologia, mas se ler a matéria, como você diz, dá qualquer outra matéria, dialoga directamente com os seus colegas em primeira mão, sobre os factos.
Após isso, espero que nos diga o seu plano:
– para avaliar professores;
– para tirar a Escola do Cerco, da posição que infelizmente ocupa no Ranking.
– também pode optar pela escola da Apelação, pelos mesmos infelizes motivos, ou outra semelhante;
– pelo caminho pode também fazer um estudo sobre as médias e notas minimas de entrada na faculadade, para vermos se não foram inflacionadas na exacta medida do aumento.
Fico à espera sentado, da sua investigação factual e fundamentada, para variar ….
Mas que palermice é esta? Se conhecessem bem o tipo de jovens capazes de fazer uma coisa destas, sabem que nem manipuláveis são pelos próprios pais, quanto mais pelos professoress que eles muitas vezes detestam e desprezam.´
É bom que, em vez de debitar opiniões saídas da boca fora, leiam umas coisinhas científicamente provadas sobre desenvolvimento psicossocial de adolescentes e questões de indisciplina.
Parte importante da revolta dos alunos reside (e continuará a residir) no facto de ninguém se ter dado ao trabalho de ler o Estatuto do Aluno e de conversar com um Director de Turma; a começar pelo autor deste post. É que até o mais canhestro dos alunos compreende a injustiça da lista de disparates do referido Estatuto. Logo quando saiu, em Janeiro passado, a quantidade de problemas detectados foi tal, que o próprio ME enfiou-o no congelador. Está agora a ser gradualmente descongelado à medida que as escolas o vão vertendo para os respectivos regulamento internos. É por isso que os protestos ainda ocorrem só nalgumas escolas.
O momento seguinte vai ser o dos próprios encarregados de educação. Com o tempo, o próprio argumento de que são as escolas que interpretaram mal a lei também deixará de colher. Talvez então a opinião pública compreenda finalmente que tem vindo a comprar gato por lebre. Eu próprio só o compreendi em Janeiro, após ter sido um ferveroso adepto da ministra na escola onde lecciono.
O mais grave disto tudo é o estado em que tudo isto vai deixar o ensino público.
Quanto à senha revolucionária desta equipa revolucionária, aconselho a leitura de um texto de um dos seus membros, Luís Capucha. O nome do texto “speaks volumes”! http://ocanhoto.blogspot.com/2008/11/segunda-revoluo.html
Está enganado Alexis. Há que ler o art. 3º, que diz o seguinte
“3 — O Estatuto aplica -se aos estabelecimentos de ensino
da rede pública, incluindo os respectivos agrupamentos.”
Conheço o Estatuto ao pormenor e o mesmo é injusto e chega a ser estúpido, ou não fosse um produto descarado do eduquês. Os putos têm razão, os pais vão perceber que sim, e isto promete arrastar a escola para uma crise sem precedentes. À bela maneira revolucionária, vão de vitória em vitória até à derrota final. Os outros que fiquem para apanhar os cacos. O filme repete-se e o esquerdista sobe na vida e ainda vai para um gabinete de estudos (de preferência no estrangeiro, tipo Ana Benavente)
“1.5. Efeitos das faltas
1.5.1. – Artigo 22º
“2 – Sempre que um aluno, independentemente da natureza das faltas, atinja um número total
de faltas correspondente a três semanas do 1º ciclo do ensino básico, ou o triplo de tempos lectivos
semanais, por disciplina, nos 2º e 3º ciclos no ensino básico, no ensino secundário e no ensino
recorrente, ou, tratando-se, exclusivamente, de faltas injustificadas, duas semanas no 1º ciclo do
ensino básico ou o dobro de tempos lectivos semanais, por disciplina, nos restantes ciclos e níveis de
ensino, deve realizar, logo que avaliados os efeitos da aplicação das medidas correctivas referidas no
número anterior, uma prova de recuperação, na disciplina ou disciplinas em que ultrapassou aquele
limite.”
1.5.2. – Quando o aluno ultrapassar o limite de faltas dadas consecutivamente por
motivo de:
– doença prolongada devidamente comprovada
– estar ao abrigo do Estatuto de Alta Competição (ver legislação).
a) Poderá não realizar as provas de recuperação desde que realize
testes/avaliações em condições idênticas às dos restantes alunos da turma.
Nesse caso, o prazo de realização das mesmas não poderá exceder os cinco
(5) dias úteis após o regresso às aulas. Caso não realize estas avaliações, o aluno ficará
sujeito ao disposto em 1.5.3..
1.5.3. – Restantes alunos:
a) O aluno deverá realizar provas extra (testes ou trabalhos) numa modalidade
proposta pelo professor, e aprovada pela Direcção Pedagógica, avaliando
conhecimentos/competências desenvolvidas no período da sua ausência.
Também neste caso, o prazo de realização não pode exceder os cinco (5) dias
úteis após o regresso às aulas.
1.5.4. – Caso o aluno não seja aprovado nesta prova, será submetido a um plano de
recuperação devendo num prazo de 30 dias ser submetido a nova prova sobre os mesmos
conhecimentos/competências.”
“Quando um aluno, independentemente da natureza das faltas, atinja um número total de faltas correspondente a três
semanas, no 1.º ciclo do ensino básico, ou ao triplo de tempos lectivos semanais, por disciplina, nos 2.º e 3.º ciclos do
ensino básico e no ensino secundário, ou, tratando-se, exclusivamente, de faltas injustificadas, duas semanas, no 1.º ciclo
do ensino básico, ou o dobro de tempos lectivos semanais, por disciplina, nos restantes ciclos e níveis de ensino, deve
realizar, logo que avaliados os efeitos da aplicação das medidas correctivas referidas no número anterior, uma prova de
recuperação, na disciplina ou disciplinas em que ultrapassou aquele limite, competindo ao conselho pedagógico fixar os
termos dessa realização.
3. Quando o aluno não obtém aprovação na prova referida no número anterior, o conselho de turma pondera a justificação
ou injustificação das faltas dadas, o período lectivo e o momento em que a realização da prova ocorreu e, sendo o caso,
os resultados obtidos nas restantes disciplinas, podendo determinar:
a. O cumprimento de um plano de acompanhamento especial e a consequente realização de uma nova prova;
b. A retenção do aluno inserido no âmbito da escolaridade obrigatória ou a frequentar o ensino básico, a qual
consiste na sua manutenção, no ano lectivo seguinte, no mesmo ano de escolaridade que frequenta;
c. A exclusão do aluno que se encontre fora da escolaridade obrigatória, a qual consiste na impossibilidade de esse
aluno frequentar, até ao final do ano lectivo em curso, a disciplina ou disciplinas em relação às quais não obteve
aprovação na referida prova.
4. Com a aprovação do aluno na prova prevista no n.º 2 ou naquela a que se refere a alínea a) do n.º 3, o mesmo retoma o
seu percurso escolar normal, sem prejuízo do que vier a ser decidido pela escola, em termos estritamente administrativos,
relativamente ao número de faltas consideradas injustificadas.”
Ò JM, quando lhe dá jeito, o liberalismo vai pela janela. Que é feito da auto-responsabilidade? Míudos de 15, 16 anos não sabem que não devem atirar ovos à ministra? São influenciados pelos professores a quem, frequentes vezes, agridem nas aulas? Os professores não conseguem sentá-los na sala de aulas e logram incitá-los à prática de crimes? Santa paciência para tanta demagogia.
Naturalmente que os paizinhos desses índios são inocentes…
O que se passou com o arremesso de ovos tem a ver com falta de educação sim, mas sobretudo em casa.
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E o ensinamento do desprezo pelos professores, não terá também o seu papel no caso? Durante anos, e com particular ênfase nos anos deste governo, o ministério da educação tem vindo a ensinar com persistência que os estudantes não precisam de respeitar os professores, a quem tem vindo a ser retirada toda a autoridade na escola. Nunca a imagem dos professores foi tão denegrida como agora. Daí até a miudagem concluir que não há que respeitar nem temer ninguém, é um passo curto.
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Acho curioso, quando é uma causa fracturante os jornais e certa esquerda estão cheios de silêncios e mesmo apoio: Peles de animais com sangue, bolos, tomates e ovos contra um político especialmente de direita pode serr, então quando são os protestos do Greenpeace, as TV’s jornais fazem favor especial de lhes dar propaganda e os apoiar…
Não é surpresa se eu disser que na minha tradição a Ministra merece alcatrão e penas. 😀
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o Lino acredita naquilo que diz? Não nota que esse paleio é precisamente a propaganda. A imagem dos professores é degradada pelas posições que tomam e pelas suas acções! Isto é cada uma. E estão sempre a dizer as mesmas frases. Lembro-me do tempo do prec em que tinha 11 anos e detestava os retornados. O que valeu foi que um ano depois fiz um amigo retornado e a coisa passou-me. Havia uns jovens que iam às escolas e andavam sempre a falar dos retornados… lol
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Outro exemplo é andarem sempre a repetir que a ministra abusa. Não sei onde vou buscar o vocabulário. Agora é a “ministra abusa nós também abusamos”. Vos digo que estas pessoas que fazem isto são é pérfidas. lol
Por mim cada vez sinto mais repulsa por estas pessoas. Já foi tempo em que era jovem e fui manipulado pela propaganda do ódio.
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Já eu acho que a ministra merece uma estátua! Pelo sofrimento que aguenta. lol
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Há teorias que se criam pela imaginação do autor ou pela experiência própria de quem se vê ao espelho.
João Miranda conjecturou uma estratégia altamente secreta delineada nos subterrâneos da sede da Fenprof onde se encontraram o diabólico estalinista e manipulador das massas juvenis, Nogueira de seu nome, Mário de guerrilheiro, e o conselho revolucionário das juventudes estudantis, denominadas “Acção Directa de Ovos Nacionais”, mais conhecidos por ADON.
Numa determinada (secreta a data) noite os influenciáveis jovens imberbes cumpriram a acção proposta pelo líder político legal e clandestino terrorista: O ataque de Ovos aos responsáveis da Educação do Governo opressor e encerramento das cadeias salazarentas onde se aprende que o Comunismo matou milhões e criou campos de extermínio para aqueles impuros que dizem o contrário.
Segundo o Quartel-General revolucionário dos profs as acções têm sido um sucesso e as baixas do inimigo enormes, entre elas os blindados da Ministra e os fatos dos subalternos.
Dentro de horas esperam-se novas vítimas, contou-nos uma fonte do ADON.
A Fenprof (braço legal) anunciou para as 17 horas de hoje uma Conferência de Imprensa aberta a perguntas onde anunciará novas formas de luta, sabe-se que uma delas é um plenário com os reformados profs com intuito de os cativar para alargar o Exército.
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“… ódio, por vezes infantil, nas manifestações dos professores…”
Já o ME, alguns membros do governos, jornalistas e blogues não manifestam, infantilmente, qualquer ódio pelos professores. Deve ser a chamada “minha perspectiva”.
Quanto às aulas de educação cívica:
Já se questionou sobre a utilidade de tal disciplina?
Um país onde o civismo tem que ser ensinado sob a forma doutrinal mostra o quê?
O civismo aprende-se em todas as acções que tomamos e que vemos tomar aos outros (pais incluídos), não deve obedecer a qualquer programa.
A si quem lhe ensinou as regras de civismo com que se rege? Não foi em aulas de educação cívica com certeza, que à data da sua escolaridade obrigatória não as havia. Está a ver… e chegou-lhe para o impedir de atirar ovos aos outros.
A culpa de alguém ter atirado ovos à ministra é, para si, dos professores:
“Os protestos dos alunos, que emergiram um pouco por todo o País esta semana, resultam da imitação do comportamento dos adultos, do incitamento implícito dado pelos professores…”
Escrever isto, num órgão de comunicação social nacional é honesto? Isto é cívico?
Pode até ser verdade mas afirma-o sem qualquer prova; pode até ser que seja mentira. Nesse caso vai retratar-se?
Lá que disse-se, “…podem ter resultado…” em vez do determinante efectivo “…resultam…”, ainda vá que não vá.
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Os Ovos de Fafe
eram de primeira.
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As manifestações de ódio, por vezes infantil, dos professores contra a “sinistra ministra” influenciaram muito mais os alunos do que as aulas de educação cívica.
Também digo, as manifestações repetidas de sobranceria, desprezo e afrontamento da “ministra sinistra” contra os professores infkuenciam muito mais
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As manifestações de ódio, por vezes infantil, dos professores contra a “sinistra ministra” influenciaram muito mais os alunos do que as aulas de educação cívica.
E, também digo, as manifestações repetidas, grossas, de sobranceria, desprezo e afrontamento, da “ministra sinistra” contra os professores influenciam muito mais os pobres dos inocentes alunos do que as aulas todas juntas da Escola, junto aos tempos de lazer, preciosos.
Sim, há que ver sempre cada coisa dos seus dois, três, variados prismas, sob pena de ainda nos vermos cegos, transmitindo aos incautos e pobres de espírito a mesma cegueira.
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Também é confortavel assistir às regateirice partidárias. Oposição e Soluções não vejo nenhumas. É preciso suar mais um bocadito. Mas sair dos “limbos” é que é um sarilho. E votos népia.
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Por outra, que saiba, manifestações de prosápia de mercedes preto, sem paga da gasolina, cara ou barata, por parte de membro do governo, com empréstimo de 850 mil dele para casa na av de roma, não se afecta de ovos no mero tejadilho, antes afirma a carapaça inultrapassável de prepotência opolente sobre os maltrapilhos. Isto em simples chamamento dos bois pelos nomes mais eufemísticos.
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Ó Alice esse é também outra das propagandas. O ódio contra o empréstimo e o carro. Vejam lá! lol
Isto na verdade é mesmo de novo o prec! Estas pessoas não cresceram nada.
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Bom post.
Às vezes, este povo parece mostrar que não merece a democracia, infelizmente.
JM, não há link directo para o seu texto na página principal da edição de hoje online do DN. Alguém dê um toque ao João Marcelino! Será que eles lá não analisam o tráfego do site?!
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Qualquer dia os ministros e as pessoas vão ter de novo de colocar os carros na garagem ou escomder os mesmos e andar de minis para o emprego com medo dos maluquinhos dos tipos odiosos contra a propriedade privada e que querem é roubar a propriedade privada dos outros,,,lol
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Anónimo 4: acredito, sim. Os professores não só são obrigados, na prática, a passar os alunos independentemente do que sabem, como não têm meios para impôr disciplina nas aulas nem mesmo para reagir eficazmente à violência que por vezes se instala lá dentro. Isto não é de agora, é o resultado de políticas de todos os ministérios anteriores. O que é novo é a conspícua depreciação da imagem dos professores diante da opinião pública – em particular, diante dos alunos. (Se a classe fez, ou faz, algo para o merecer é outro problema.) O resultado é o ainda maior rebaixamento da figura do professor, é o espezinhar de qualquer conceito de autoridade na escola que facilmente extravasa para fora dela. Tudo isto é bem observável. Não é simples “paleio de propaganda”.
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Ó Lino e que meios é que os professores precisam para impor disciplina nas aulas? Não me diga que é uma régua.
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Nada disso, ó anónimo de um raio, acontece é que “ministros” devem ser os servidores do povo, do seu representante legítimo, por etimologia, não os seus senhores mandantes caprichosos, seus ditadores, escravizadores, os seus exploradores sobranceiros e parvalhões oportunistas.
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#18
Essa é fácil.
Para começar e, já era uma boa ajuda, que lhe parece pelo menos mais: respeito.
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Ou há-de a ministra gorda, feia, má, abusadora, fazer o que lhe apeteça, sem reacção dos escravos profs mais alunada a passar por força. Só de gente falha de espírito, pessoa estúpida.
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Ainda sobre 15:
Já o Público.pt de hoje cita na página principal uma frase do João Miranda no artigo do DN. Ou seja, o Público parece dar mais importância ao artigo do JM do que o próprio DN, que lhe paga para escrever! Caro José Manuel Fernandes, contrate o João Miranda e dê-lhe mais espaço do que o DN lhe dá.
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Por aqui se vê como o governo quer levar isto p’ra frente: até a ministra da educação está a estimular a indústria avária!
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A incluir de futuro no Estatuto da Carreira Docente:
1. Os professores não podem manifestar-se, sob pena de mal influenciarem os alunos, aos quais devem, através do seu exemplo de cidadania, aliás intrínseco ao seu estatuto de educadores, dar sempre um bom exemplo. As manifestações, sejam elas quais forem, mesmo que convocadas ao abrigo da legislação em vigor e ainda que decorram ordeiramente, serão sempre um mau exemplo.
2. Os professores não podem protestar contra as políticas dos Governos. Protestar é dar sempre um mau exemplo.
Assim decidiu o sr. secretário de Estado dos despachos sucessivos, após ter lido e reflectido sobre o artigo publicado por João Miranda no Diário de Notícias, artigo que alguns classificaram, injustamente, de artiguelho-com-uma-só-insinuação ou anémona-jornalística-apenas-a-ler-nas-entrelinhas.
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Pensamentos
Se o Ghandi obedecesse à lei, ou pelo menos se portasse bem como lhe tinha sido ensinado na escola, ainda hoje a Jaguar e a Land Rover eram inglesas.
Se os americanos não se rebelassem contra os Ingleses, hoje só tínhamos que aturar a Rainha de Inglaterra.
Se a História está cheia de revoluções e de manifestações (com diferentes resultados) qual é o problema desta , que não vai ficar para a história?
Aliás como dialogar, com quem não dialoga, mediar com quem impõe, ser escutado por quem não ouve?
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Acho curioso é não se falar em agressão, quando se atiram ovos.
Se em vez de ovos se atirassem castanhas assadas ou melancias, já as notícias seriam outras.
Com ovos de codorniz, talvez fosse irrelevante.
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Um óptimo, mas muito óptimo post que espelha a realidade dos factos. O resto é conversa “da treta”, clubismo, corporativismo, estupidez e rusticidade.
Existem certas forças políticas (à esquerda e à direita) que gostariam de manter o nível de formação académica da população sob controlo para serem mais facilmente manipuláveis. Mas, isso, felizmente, não vai poder prolongar-se por muito mais tempo, não por mérito próprio de José Sócrates ou da sua Ministra da Educação, mas por força de uma política de educação delineada no seio da UE, que está em marcha e cuja aplicação, extensiva a todos os países que a integram, irá necessariamente efectivar-se.
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Declarações do presidente da Câmara Municipal de Fafe de que destaco a frase:
«todo o país viu que, na manifestação, estavam alunos e professores, alguns dos quais até prestaram declarações à comunicação social».
e mais esta parte do artigo no Diário IOL de 14 de Novembro de 2008
Autarca, «orgulhoso» dos alunos, mantém que professores estiveram envolvidos
Em declarações aos jornalistas, o presidente da Câmara disse que se sentia «orgulhoso de ter jovens como estes» no concelho, enaltecendo a atitude de «humildade e respeito» inerente ao pedido de desculpas que lhe foi apresentado.
Confrontado com as críticas feitas quinta-feira à noite pelo plenário de docentes da Escola, que repudiaram as declarações do autarca e negaram a intervenção de professores na manifestação, José Ribeiro disse que os «professores já deviam ter-se pronunciado publicamente, repudiando as atitudes dos alunos».
«Como não o fizeram não tenho nada que retirar aquilo que disse», referiu, acentuando que, «todo o país viu que, na manifestação, estavam alunos e professores, alguns dos quais até prestaram declarações à comunicação social».
Os estudantes fizeram, hoje, greve às aulas e manifestaram-se junto ao edifício da Câmara Municipal contra a política do Ministério da Educação, contestando o regime de faltas e as aulas de substituição.
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Ó terra salva, que de dizeres mais desconchavados, mais sem uma ideia, uma linha e um tino, para além de rebuscados, a concluir, ao fim… nada.
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…para ser mais facilmente manipulável.
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João,
Se é inverstigador deve procurar factos, antes de opinar.
Proponho que vá á Escola do Cerco dar umas aulas de biologia, mas se ler a matéria, como você diz, dá qualquer outra matéria, dialoga directamente com os seus colegas em primeira mão, sobre os factos.
Após isso, espero que nos diga o seu plano:
– para avaliar professores;
– para tirar a Escola do Cerco, da posição que infelizmente ocupa no Ranking.
– também pode optar pela escola da Apelação, pelos mesmos infelizes motivos, ou outra semelhante;
– pelo caminho pode também fazer um estudo sobre as médias e notas minimas de entrada na faculadade, para vermos se não foram inflacionadas na exacta medida do aumento.
Fico à espera sentado, da sua investigação factual e fundamentada, para variar ….
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Mas que palermice é esta? Se conhecessem bem o tipo de jovens capazes de fazer uma coisa destas, sabem que nem manipuláveis são pelos próprios pais, quanto mais pelos professoress que eles muitas vezes detestam e desprezam.´
É bom que, em vez de debitar opiniões saídas da boca fora, leiam umas coisinhas científicamente provadas sobre desenvolvimento psicossocial de adolescentes e questões de indisciplina.
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Parte importante da revolta dos alunos reside (e continuará a residir) no facto de ninguém se ter dado ao trabalho de ler o Estatuto do Aluno e de conversar com um Director de Turma; a começar pelo autor deste post. É que até o mais canhestro dos alunos compreende a injustiça da lista de disparates do referido Estatuto. Logo quando saiu, em Janeiro passado, a quantidade de problemas detectados foi tal, que o próprio ME enfiou-o no congelador. Está agora a ser gradualmente descongelado à medida que as escolas o vão vertendo para os respectivos regulamento internos. É por isso que os protestos ainda ocorrem só nalgumas escolas.
O momento seguinte vai ser o dos próprios encarregados de educação. Com o tempo, o próprio argumento de que são as escolas que interpretaram mal a lei também deixará de colher. Talvez então a opinião pública compreenda finalmente que tem vindo a comprar gato por lebre. Eu próprio só o compreendi em Janeiro, após ter sido um ferveroso adepto da ministra na escola onde lecciono.
O mais grave disto tudo é o estado em que tudo isto vai deixar o ensino público.
Quanto à senha revolucionária desta equipa revolucionária, aconselho a leitura de um texto de um dos seus membros, Luís Capucha. O nome do texto “speaks volumes”!
http://ocanhoto.blogspot.com/2008/11/segunda-revoluo.html
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33
É “sanha revolucionária”, não “senha…”!
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Autor do comentário 33:
“O mais grave disto tudo é o estado em que tudo isto vai deixar o ensino público.”
O Estatuto dos Alunos aplica-se de igual modo em todas as escolas, sejam públicas ou privadas.
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36
Tem a certeza? Se sim, é inadmissível.
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Está enganado Alexis. Há que ler o art. 3º, que diz o seguinte
“3 — O Estatuto aplica -se aos estabelecimentos de ensino
da rede pública, incluindo os respectivos agrupamentos.”
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Conheço o Estatuto ao pormenor e o mesmo é injusto e chega a ser estúpido, ou não fosse um produto descarado do eduquês. Os putos têm razão, os pais vão perceber que sim, e isto promete arrastar a escola para uma crise sem precedentes. À bela maneira revolucionária, vão de vitória em vitória até à derrota final. Os outros que fiquem para apanhar os cacos. O filme repete-se e o esquerdista sobe na vida e ainda vai para um gabinete de estudos (de preferência no estrangeiro, tipo Ana Benavente)
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Ridículo!!!!!
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38/39.
Regulamento Interno do colégio Valsassina:
“1.5. Efeitos das faltas
1.5.1. – Artigo 22º
“2 – Sempre que um aluno, independentemente da natureza das faltas, atinja um número total
de faltas correspondente a três semanas do 1º ciclo do ensino básico, ou o triplo de tempos lectivos
semanais, por disciplina, nos 2º e 3º ciclos no ensino básico, no ensino secundário e no ensino
recorrente, ou, tratando-se, exclusivamente, de faltas injustificadas, duas semanas no 1º ciclo do
ensino básico ou o dobro de tempos lectivos semanais, por disciplina, nos restantes ciclos e níveis de
ensino, deve realizar, logo que avaliados os efeitos da aplicação das medidas correctivas referidas no
número anterior, uma prova de recuperação, na disciplina ou disciplinas em que ultrapassou aquele
limite.”
1.5.2. – Quando o aluno ultrapassar o limite de faltas dadas consecutivamente por
motivo de:
– doença prolongada devidamente comprovada
– estar ao abrigo do Estatuto de Alta Competição (ver legislação).
a) Poderá não realizar as provas de recuperação desde que realize
testes/avaliações em condições idênticas às dos restantes alunos da turma.
Nesse caso, o prazo de realização das mesmas não poderá exceder os cinco
(5) dias úteis após o regresso às aulas. Caso não realize estas avaliações, o aluno ficará
sujeito ao disposto em 1.5.3..
1.5.3. – Restantes alunos:
a) O aluno deverá realizar provas extra (testes ou trabalhos) numa modalidade
proposta pelo professor, e aprovada pela Direcção Pedagógica, avaliando
conhecimentos/competências desenvolvidas no período da sua ausência.
Também neste caso, o prazo de realização não pode exceder os cinco (5) dias
úteis após o regresso às aulas.
1.5.4. – Caso o aluno não seja aprovado nesta prova, será submetido a um plano de
recuperação devendo num prazo de 30 dias ser submetido a nova prova sobre os mesmos
conhecimentos/competências.”
http://new.cvalsassina.pt/images/stories/links/Reg.%20Interno%202008.pdf (página 12)
Regulamento Colégio Sagrado Coração – lisboa
“Quando um aluno, independentemente da natureza das faltas, atinja um número total de faltas correspondente a três
semanas, no 1.º ciclo do ensino básico, ou ao triplo de tempos lectivos semanais, por disciplina, nos 2.º e 3.º ciclos do
ensino básico e no ensino secundário, ou, tratando-se, exclusivamente, de faltas injustificadas, duas semanas, no 1.º ciclo
do ensino básico, ou o dobro de tempos lectivos semanais, por disciplina, nos restantes ciclos e níveis de ensino, deve
realizar, logo que avaliados os efeitos da aplicação das medidas correctivas referidas no número anterior, uma prova de
recuperação, na disciplina ou disciplinas em que ultrapassou aquele limite, competindo ao conselho pedagógico fixar os
termos dessa realização.
3. Quando o aluno não obtém aprovação na prova referida no número anterior, o conselho de turma pondera a justificação
ou injustificação das faltas dadas, o período lectivo e o momento em que a realização da prova ocorreu e, sendo o caso,
os resultados obtidos nas restantes disciplinas, podendo determinar:
a. O cumprimento de um plano de acompanhamento especial e a consequente realização de uma nova prova;
b. A retenção do aluno inserido no âmbito da escolaridade obrigatória ou a frequentar o ensino básico, a qual
consiste na sua manutenção, no ano lectivo seguinte, no mesmo ano de escolaridade que frequenta;
c. A exclusão do aluno que se encontre fora da escolaridade obrigatória, a qual consiste na impossibilidade de esse
aluno frequentar, até ao final do ano lectivo em curso, a disciplina ou disciplinas em relação às quais não obteve
aprovação na referida prova.
4. Com a aprovação do aluno na prova prevista no n.º 2 ou naquela a que se refere a alínea a) do n.º 3, o mesmo retoma o
seu percurso escolar normal, sem prejuízo do que vier a ser decidido pela escola, em termos estritamente administrativos,
relativamente ao número de faltas consideradas injustificadas.”
http://www.cscm-lx.pt/files/RegulamentoInterno_CSCM_2008_21-07-08.pdf (página 4)
Se consultar os Regulamentos dos colégios verá que também os adaptaram. Estão a ser obrigados pelas Direcções Regionais.
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E na sua opinião quais são as consequências negativas deste estatuto?
Tenho a sensação que a assiduidade até pode aumentar.
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Adaptá-lo até podem mas e cumpri-lo…? Isso meus caros é outra coisa…
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Afinal, parece que os rapazes tinham razão (independentemente dos ovos) e o ministério já foi obrigado a esclarecer a questão das faltas justificadas.
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Ò JM, quando lhe dá jeito, o liberalismo vai pela janela. Que é feito da auto-responsabilidade? Míudos de 15, 16 anos não sabem que não devem atirar ovos à ministra? São influenciados pelos professores a quem, frequentes vezes, agridem nas aulas? Os professores não conseguem sentá-los na sala de aulas e logram incitá-los à prática de crimes? Santa paciência para tanta demagogia.
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