Ministério da Educação ou Agência de Funcionários Entretidos Consigo Mesmos?*
A senhora ministra pediu desculpa aos professores mas esqueceu-se, ela e também os professores, que, para lá das acusações e pedidos de desculpa mais ou menos justificados que trocam entre si, aqueles a quem todos devem um pedido de desculpa são os portugueses. Exactamente, aqueles seres de quem nunca ninguém fala nesta discussão mas que pagam o ordenado da senhora ministra e respectivos secretários de Estado, sem esquecer os assessores e as mentes brilhantes da pedagogia alojadas na 5 de Outubro, os caciques das DREN’s, os sindicalistas vitalícios e os professores, estejam eles indignados ou não.
Apesar de tal ter deixado de ser referido há muito e de esta ministra ter feito quase ponto de honra de jamais falar do ensino em si mesmo para se dedicar quase em exclusivo à problemática dos funcionários, a verdade é que o Ministério da Educação não nasceu para empregar professores. O Ministério da Educação tinha como objectivo a educação e instrução das gerações mais novas. É certo que o ministério foi ganhando um fastio que posteriormente se transformou em irritação à transmissão de saberes. O ministério sonhou brincar às famílias e fazer de conta que era o melhor amigo dos alunos, quis ser divertido como os circos e lúdico como a praia. Mas por mais disparatadas que fossem as modas pedagógicas elas ainda se destinavam aos alunos, aqueles que, repito, constituem a razão de ser do Ministério da Educação. Ou constituíam porque o peso da máquina acabou por se tornar a razão de ser do próprio ministério. É essa máquina que em boa parte dita a sorte ou a desgraça dos ministros. Por outras palavras se Lurdes Rodrigues tivesse deixado tudo mais ou menos na mesma ou se tivesse optado por avaliar todos os professores com Bom, como fez Alberto João Jardim na Madeira, teria uma vida tranquilíssima. (O silêncio dos professores perante este abuso de poder daquele governo regional é simplesmente vergonhoso. Se Alberto João perdesse parte da esperteza política que o caracteriza, o que duvido que venha a acontecer, no próximo ano corria os professores daquela ilha a medíocre e talvez assim os docentes recuperassem a fala nesta matéria!)
Aquilo que, neste momento, sucede no ministério da Educação pouco ou nada tem a ver com ensino e muito menos é uma luta de trabalhadores no sentido convencional do termo. Aliás convirá recordar que o que chamávamos contestação laboral, reivindicações de trabalhadores face ao patronato e atitudes quejandas são cada vez mais acontecimentos do Canal Memória. Actualmente a indignação perante a figura do patrão só surge quando este pretende deixar de o ser, ou seja, quando desaparece, encerra as empresas ou pretende fazer despedimentos.
Quase sem darmos por isso a conflitualidade laboral foi transferida do sector privado para o Estado. E aí o que temos são guerras entre funcionários. Estas têm aspectos perversos como os que vimos naquela manifestação em que professores estiveram lado a lado com alunos que atiravam ovos à ministra ou quando o governo, transformado numa espécie de assembleia de ‘primeiros-funcionários’, desautoriza perante a opinião pública os grupos profissionais com quem vai ter de negociar, sejam eles os juízes ou os professores. As consequências disto vão custar-nos caríssimo.
Outra das características desta conflitualidade entre funcionários é que estes nunca ponderam questões tão prosaicas quanto o impacto real das suas acções. Ou seja, se a ministra da Educação dirigisse um colégio privado saberia não só que o modelo de avaliação que escolheu não serve para nada como também não ignoraria que impor uma reforma tão atabalhoadamente como fez a condenaria rapidamente à falência. Mas a senhora ministra está isenta dessa preocupação. No fim, o contribuinte que em nós ocupa cada vez mais o lugar do cidadão pagará as consequências da reforma mais os estudos para uma outra reforma que terá de colmatar os erros desta, os destacamentos dos sindicalistas que vão contestar as reformas futuras e defender as passadas… O pior é que o ‘cidadão quase só contribuinte’, neste ano lectivo de 2008/2009 também tem de pagar as explicações aos filhos para compensar a desmotivação dos professores, quiçá as greves, ou simplesmente as consequências da opção massiva pela reforma que está a deixar disciplinas vitais sem professor em muitas escolas.
O que actualmente sucede na educação em Portugal é uma espécie de teatro do absurdo, quer pela natureza da peça em si mesma – os arrazoados incongruentes designados como programas – quer ainda porque não só somos obrigados a custear as representações como igualmente obrigados a mandar os nossos filhos a todas as sessões. A estrutura mastodôntica e centralizadíssima do ministério da Educação dá à ministra e aos sindicatos um protagonismo e um poder únicos que certamente farão muito bem ao seu ego de funcionários mas que se servem vergonhosamente dos alunos como o quórum indispensável.
Não duvido que os professores devem ser avaliados mas o critério mais fiável de avaliação dos professores é a procura que a escola onde leccionam tem por parte das famílias. Mas disso ou seja da possibilidade de as famílias escolherem entre público e privado, graças ao cheque ensino, ou mesmo dentro do público escolherem a escola que pretendem simplesmente porque esta pode contratar os professores que quer, funciona bem e não porque é aquela que a sua morada determina, nem a ministra nem os sindicatos querem ouvir falar. Afinal, se há alguma coisa em que todos os ‘primeiros funcionários’ chamem-se eles Maria de Lurdes Rodrigues ou Mário Nogueira, estão de acordo é que o poder pode dividir-se entre eles, podem até lutar por ele na rua mas o que não podem aceitar é perdê-lo para outros.
No dia em que se permitir às famílias escolherem as escolas para os seus filhos, seja entre escolas públicas e privadas ou entre diferentes modelos no público, nesse dia começa a desmantelar-se a máquina da 5 de Outubro, a reconduzi-la aos seus objectivos – o ensino – e a reduzi-la a uma escala aceitável, nesse dia o poder dos funcionários esvai-se como um balão.
*PÚBLICO

É evidente que a luta de classes se refugiou nas escolas.
Aos sindicatos e ao governo dá-lhes jeito recriarem um parque temático e experimental de engenharia social na educação, que é o que tem acontecido ao longo dos últimos 33 anos.
Neste momento, quer os docentes, quer os alunos, quer a própria sociedade portuguesa, estão reféns dos ideólogos da Nomenklatura, que jogam ao Monopólio com as escolas, a ver quem conquista mais no terreno e coloniza os respectivos inquilinos e clientes.
É uma vergonha tudo o que se está a passar, com tanto “intelectual” e comissário político a despejar o respectivo catecismo sobre a melhor maneira de derrotar “o inimigo”.
Sobre pedagogia, educação, modelo de escola e finalidades do ensino, não falam nem querem ouvir falar, mas esponjam-se todos no pântano da gestão da “escola pública”, como se a avaliação fosse o Santo Graal da civilização tecno-informática.
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Não consigo ler o resto do artigo, pois tropecei numa frase em que pretende falar em nome dos portugueses, e sendo eu um de gema, não lhe tendo dado representatividade, acho no mínimo abusivo.
O que se deve aos portugueses, terão de ser os portugueses a dizer.
Generalize lá as coisas pelo seu grupo profissional, se é presidenta do sindicato.
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2- Então não leia
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Agradeço a sugestão, mas as minhas leituras sou eu que as decido.
Mande ler lá onde o seu autoritarismo tem raízes.
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4- “Não consigo ler o resto do artigo” – as palavras são suas
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os bufos do ps andam desesperados:
economia revista em baixa pelo bp
economia e finanças a nível da Papua
faltam magalhães para a fotografia
a culpa é sempre dos outros
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“No dia em que se permitir às famílias escolherem as escolas para os seus filhos” permite-se, necessariamente, que estas seleccionem os seus alunos o que implica o fim do ensino obrigatório, assunto tabu mas que é essencial equacionar e discutir.
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Pode-se falar livremente e dizer que é tudo uma palhaçada, pelo menos até dizer que os professores têm melhores habilitações que o menino de ouro:
A preocupação são os votos e a maioria absoluta, como se nota. Mas o pior é esta tara do PS que consiste em fazer reunições e depois dizer que houve um grande debate nacional. O método é o que está no texto: primeiro o ME põe a cassete a tocar, depois os restantes participantes dizem coisas distintas e o ME faz o fecho, terminando com a elaboração das conclusões do encontro, que são iguais ao conteúdo da cassete de abertura. É um partido para quem quiser estar e ficar assim.
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“Não consigo ler”
“então não leia”
autoritarismo!!!!!!
iliteracia? dislexia?
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Portanto, há os portugueses e há os funcionários do ministério, incluindo os professores, os parasitas que vieram de outro planeta, sustentados pelos primeiros. A Helena se fosse a eleições teria muitos votos.
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Pois eu ao chegar a esta parte
seres de quem nunca ninguém fala nesta discussão mas que pagam o ordenado
faço a pergunta que repito sempre que ouço dizer coisas do género “nós que pagamos”:
-Quanto é que a Helena declarou no IRS e quanto pagou de impostos?
Estranhamente nunca obtive resposta. Veremos se a Helena será a primeira a dá-la.
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11- “Estranhamente nunca obtive resposta” – não obteve resposta? Mas a quem pergunta? O que fazia com essa informação?
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E há quem não perceba que se pode pagar o IRS até com os impostos pagos pelos outros.
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Helena Matos:
A que se deve esse ódio visceral pelos professores, sendo que você até já foi professora?
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A sério, XX? Sacanice. Eu propunha que o Estado só desse a cada um o que cada um paga dos seus impostos. Acaba-se a parasitagem.
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A sério Caramelo? olhe que daria uma grande dor de barriga comer só caramelos.
Não se amofine que não vale a pena.
Quanto á sacanice e á parasitagem são palavras suas.
Fique com elas e faça bom proveito.
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helenafmatos Diz:
19 Novembro, 2008 às 11:42 am
11- “Estranhamente nunca obtive resposta” – não obteve resposta? Mas a quem pergunta? O que fazia com essa informação?
Ficava com um indicador da legitimidade de quem invoca a qualidade de pagador de impostos. É que da maneira que fala até parece que os professores não pagam impostos. Pagam e é sobre cada cêntimo do seu ordenado.
Aliás eu penso que os impostos pagos não deveriam estar sujeitos a sigilo.
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Helena, parabéns pelo post que diz tudo: o compadrio, a vilanagem, os interesses mesquinhos, o desprezo pela liberdade de escolha dos portugueses, tudo disfarçado pelas doces palavras habituais dos comentadores oficiais do regime.
Isto vai acabar à boa maneira Socrática: comprando-se o silêncio dos sindicalistas com ainda mais benesses por baixo da mesa, as reformas serão mais ou menos adiadas como aconteceu com todas as outras, e o governo salva a face através do controle que tem sobre os media onde será explicado que foi concluído um acordo com a cedência de todos. Um país uma vez mais adiado.
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., você tem nome ou é só um pontinho no céu?
Identifique-se sff, diga o seu nº de contribuinte, bairro fiscal e IRS pago, ou então deixe de mandar bocas sobre os impostos que os outros deviam declarar.
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Ó XX, você ficou irritado porquê? O que é que eu disse de errado?
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Ah, esses funcionários públicos vociferantes que esbulham o erário público em profissões tão almejadas como a de professor, educador e quejandas e que acham que têm alguma coisa a ensinar-nos!
Acabem com eles! Acabem com eles!
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Pergunta o anónimo:
A que se deve esse ódio visceral pelos professores, sendo que você até já foi professora?
Resposta
É um efeito colateral não dispiciendo dos elevados indíces de insucesso e cabulice escolar nos decénios pretéritos (outro bom exemplo é a cabulice primoministerial): a cultura do ressentimento e ressabiamento em relação à escola e aos professores é o freudiano “retorno do recalcado”.
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Bom texto. Demonstra mais uma vez como a Esquerda limita a liberdade dos pobres e remediados.
Estes não podem escolher as escolas dos filhos porque a Esquerda que manter o Ministério Soviético como projecto ideológico.
A Esquerda quer manter um proletariado dependente da lógica estatista. Por isso:
Só os ricos podem escolher as escolas dos filhos.
Só os ricos podem escolher os Hospitais e Médicos.
O objectivo é tornar a maioria mentalmente dependentes e inábeis para funcionar numa sociedade livre.
Como uma Mãe que diz que quer um filho responsável mas escolhe sempre a sua roupa. Nunca irá sair daqui um adulto…logo nunca teremos uma sociedade sã e livre quando as pessoas não podem escolher coisas importantes da sua vida.
25 de Abril, Liberdade?
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“Só os ricos podem escolher as escolas dos filhos.
Só os ricos podem escolher os Hospitais e Médicos.”
Ó lukiluki, sempre é então verdade que a esquerda impede os pobres de meterem os filhos no Colégio Alemão ou de se irem internar numa clinica privada?
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Suponha você que o Estado dava cheques de ensino aos Pais estes podiam escolher a escola.
Como é óbvio haverá sempre escolas mais caras ou menos e um pobre a algumas não teria acesso o que já não tem agora, mas poderia escolher entre várias. A Escolha do Público permite estabelecer Reputações boas e más que é o que permite a existência de um mercado saudável e assim recompensar as melhores práticas.
Público Escolhe>Estabelece-se a Reputação>Dá-se Evolução
Porque as melhores práticas são copiadas pelo mercado e quem já lá chegou está a pensar na próxima ideia que destinga o produto para justificar o preço.
É esta simples relação que fez por exemplo o mercado automóvel. Há carros para os pobres e para os ricos mas todos ganharam com a competição porque se foram copiando as boas práticas. Mas para isso é preciso estabelecer a reputação e isso só se consegue com a escolha do público.
Há inúmeras revistas de carros mas não há revistas da educação…
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cheques ensino? o estado subsidiar as familias? mas isso não é socialismo? hhmmm… não seria melhor a lei da oferta e da procura, como no tal exemplo dos carros?
E para a saúde? É também o estado que impede que as pessoas se tratem nos melhores especialistas? E a solução seriam então os cheques saúde?
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Ó caramelo, ainda não percebeu que o sistema, de que a esquerda não prescinde, obriga todos, ricos e pobres, a pagar a escola pública e que, por isso, só aos ricos sobra dinheiro para o Colégio Alemão?
Ainda não percebeu que o belo presente que a esquerda nos tem dado, em termos de escola, é a porcaria da escola da sua área de residência?
Ainda não percebeu que, mesmo que discorde profundamente daquilo que se ensina na escola da sua área de residência, é obrigado a pôr lá os seus filhos?
TEM ASSIM TANTOS PROBLEMAS EM LIDAR COM A IDEIA DE LIBERDADE?
Para além da Liberdade, a única coisa que me interessa, há o problema da eficácia: aqui há uns tempos, o seu amigo Pinócrates clamava contra o cheque-educação, afirmando, com os olhinhos em alvo, que isso equivalia a desconfiar das maravilhas da escola pública, à qual ele garantia a sua confiança! Não houve uma alma caridosa que lhe explicasse – ou que explicasse àqueles a quem ele vai enrolando – que, se confiasse na escola pública, não tinha que ter medo do cheque educação?
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Mj, eu só fiz perguntas, não se irrite, não é preciso gritar. Quer o Mj responder às perguntas que fiz ao lukiluki? Quanto ao que você diz, eu acho que os pais não deviam estar limitados à escola pública da sua área de residência. Onde é que eu alguma vez disse o contrário, ó amigo? Quanto ao resto, sou todo a favor de colocar o meu filho no Colégio Alemão. Qual colégio alemão? Um colégio na Suiça e já!
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“cheques ensino? o estado subsidiar as familias? mas isso não é socialismo? hhmmm… não seria melhor a lei da oferta e da procura, como no tal exemplo dos carros? ”
O Caramelo pode chamar-lhe o que quiser…
Isso seria uma medida típica de esquerda liberal.
Incrementa a liberdade positiva aumentando a liberdade de escolha dos cidadãos.
Para quem acusa os liberais de serem ” ideólogos puros ” é um bom exemplo de uma medida que têm repetido vezes sem conta.
Demonstra também que socialismo em Portugal muito poucas vezes é sinónimo de defesa de liberdades.
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caramelo:
O lucklucky já lhe respondeu.
Por mim, tenho só a acrescentar o seguinte: tive a sorte inaudita de morar numa zona em que a escola é francamente boa …Se assim não fosse, preferia que os meus filhos ficassem em casa… antes ignorantes e bem educados do que transformados naqueles selvajens que vi recentemente nos telejornais! E o pior de tudo é quando esses ignorantes julgam que sabem alguma coisa – as notas que lhes distribuem com generosidade e sem critério convenceram-nos disso!
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“cheques ensino? o estado subsidiar as familias? mas isso não é socialismo? hhmmm… não seria melhor a lei da oferta e da procura, como no tal exemplo dos carros?”
Não deixa de haver uma lei da oferta e procura neste sistema. As escolas que não tiverem alunos fecham e os professores e responsáveis vão para o desemprego, coisa que não acontece agora a não ser nas privadas.
Mas tem razão que não é um sistema totalmente livre até porque estudar até ao 12ºano para atender telefones é um desperdício de recursos. Logo vouchers implica o Estado a determinar os anos de estudo necessários e o contribuinte a pagar o que o Estado determina o que dará provavelmente uma distorção importante sabendo como os políticos não têm pejo em dourar a pílula e usar o dinheiro dos outros.
Neste momento os ordenados estão todos distorcidos por causa das taxas de impostos em que 40% das pessoas não pagam IRS e os outros impostos estão demasiado altos para deixar margem. Logo é impossível de um momento para o outro mudar o sistema vigente sendo os vouchers um passo necessário em direcção á liberdade.
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Vc viu irritação em mim ou olhou-se ao espelho?
Não fui eu quem usou termos que denotam irritação, pelo contrario, pedi para não se amofinar e ficar com as usas “sacanices” e/ou “parasitarismos”, e foi na maior das calmas e sorrisos.
Esse seu post pelos termos empregues é que denotam irritação.
E……….lembre-se….. que no meu primeiro post não me dirigi a ninguem em especial. Se respondeu dessa forma, é porque terá as suas razões.
Só em resposta á sua directa mençao é que lhe disse para ficar com as suas próprias palavras, pois eu não lhe dirigi nenhuma.
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Helena:
Imagine o seguinte cenário: passava a ser permitido escolher livremente as escolas dos filhos. Na maior parte dos casos (sem falarmos de situações extremas de incompetência ou de maus tratos), parece-lhe que o aspecto determinante na escolha seria a “qualidade” da escola, ou a sua localização (sobretudo se ficasse no percurso casa-trabalho)?
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Ops …. e pelos vistos não sou só eu que estou “irritado”.
Agora fiquei até com vontade de rir.
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Meus caros, eu sou totalmente a favor de que o estado financie directamente a minha familia. É só uma questão de números.
XX, lá continua você irritado.
Mj, eu já não disse que sou a favor de os pais poderem colocar os seus filhos na escola que quisessem?
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29
Ó Plus, eu espero andar por aqui o tempo suficiente para um dia ver alguém do Blasfémias a assumir que defende uma “medida típica de esquerda liberal” 😉
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Caramelo vc com o nome de doce é azedo como tudo, vê irritação em todo o lado. Pena que não a veja no espelho porque o unico que acha que os outros estão irritados (e não só eu) é vc.
Mas o que vc quer é atenção e não lhe vou dar mais.
E eu continuo a rir.
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Sra Helena Matos, e será que os professores não são também eles portugueses e não terão também eles filhos? Às vezes parece que que não. Quando se olha de longe apenas se lhe sente o cheiro, mas esse não é o melhor dos nossos sentidos…
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A ministra do trabalho vai desdizer tudo o que disse para se aguentar no poleiro, assim manda o Socrates…….
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Ministério da Masturbação?
Que tem um parceiro (empregado) albino que padece de toxopasmose
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