Extraordinário “agitador” (notável obra com a revista “O Tempo e o Modo”), muito bom escritor e um Homem decente ! — como poucos.
A António Alçada Batista, Portugal deve preciosos anos de necessários debates de idéias para um outro rumo que não o salazarismo. “As Conversas com Marcello Caetano” é um livro imprescindível.
Essa, dos canhões, o António Alçada não conseguiu fazer valer. Uma tese muito bem defendida e hoje lógica — contra (quaisquer) bombas estará mais correcto.
A nossa “intelectualidade” desde o 25 que se tem limitadoa “derrubar” e até o hino esteve na mira.Só ainda não percebi, para além da africanização e islamização do país para onde é que se vai…
Julgo que andam à procura do prémio Nobel.A juntar os ingredientes necessários e suficientes para substituir a dinamite.Só ficará um grande buraco…
Estimado CAA: o AB, como romântico de boa cepa lá da Serra da Estrela, delapidou a fortuna de família herdada, numa editora deslumbrante e ruinosa – a Ulisseia, divulgadora de Durrell e de escritores da europa de leste, nos idos de 50 e 60.
Ainda nos anos 60 manteve “O Tempo e o Modo”, que foi um farol da diferença em face do servilismo e do silêncio instalado de alguns intelectuais.
Um grande conversador, um grande humanista, um grande pensador, um grande…HOMEM. Grande perda.
Boa pessoa e acima de tudo educado e neste país cada vez mais rareiam este tipo de pessoas…Sócrates deve estar alegre a cultura está mais pobre…
Chega uma época em que nos damos conta de que tudo o que fazemos se transformará em lembrança um dia. É a maturidade. Para alcançá-la, é preciso justamente já ter lembranças
Pavese , Cesare
R.I.P.
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Extraordinário “agitador” (notável obra com a revista “O Tempo e o Modo”), muito bom escritor e um Homem decente ! — como poucos.
A António Alçada Batista, Portugal deve preciosos anos de necessários debates de idéias para um outro rumo que não o salazarismo. “As Conversas com Marcello Caetano” é um livro imprescindível.
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Só os “contra os canhões marchar marchar” é que lá continuam no hino…
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Mula Da Comprativa,
Essa, dos canhões, o António Alçada não conseguiu fazer valer. Uma tese muito bem defendida e hoje lógica — contra (quaisquer) bombas estará mais correcto.
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4,
ironia minha no final do segundo parágrafo.
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A nossa “intelectualidade” desde o 25 que se tem limitadoa “derrubar” e até o hino esteve na mira.Só ainda não percebi, para além da africanização e islamização do país para onde é que se vai…
Julgo que andam à procura do prémio Nobel.A juntar os ingredientes necessários e suficientes para substituir a dinamite.Só ficará um grande buraco…
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Mula, 6
Não tem sido assim !…”a nossa ‘intelectualidade’ desde o 25 que se tem limitado a derrubar”…
Ora faça o favor de colocar os prós e os contras numa isenta e lúcida “balança”.
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ficou o lixo humano do ps
foi-se um homem sério
que descanse em paz
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Pois
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Estimado CAA: o AB, como romântico de boa cepa lá da Serra da Estrela, delapidou a fortuna de família herdada, numa editora deslumbrante e ruinosa – a Ulisseia, divulgadora de Durrell e de escritores da europa de leste, nos idos de 50 e 60.
Ainda nos anos 60 manteve “O Tempo e o Modo”, que foi um farol da diferença em face do servilismo e do silêncio instalado de alguns intelectuais.
Um grande conversador, um grande humanista, um grande pensador, um grande…HOMEM. Grande perda.
Não sou só eu que o digo…
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Mr. CAA,
…e não surgiu hoje, no Blasfémias, un post sobre esse fantástico Manoel Oliveira !
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Boa pessoa e acima de tudo educado e neste país cada vez mais rareiam este tipo de pessoas…Sócrates deve estar alegre a cultura está mais pobre…
Chega uma época em que nos damos conta de que tudo o que fazemos se transformará em lembrança um dia. É a maturidade. Para alcançá-la, é preciso justamente já ter lembranças
Pavese , Cesare
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Uma vida cheia . Adeus
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