eu venho discordar em parte da leitura feita da realidade nacional. só faltava dizer que para além de periférico o país é muito pequeno. a conversa da treta do costume.
quanto a mim esta estagnação não tem 8 anos, mas pelo menos 10, porque foi isso a que assisti quando há 12 anos voltei para este jardim à beira do abismo plantado, depois de viver longe daqui durante muitos anos e fui observando com um olhar “novo” e distanciado o que aqui se estava a passar.
Portugal é tão periférico como a Irlanda, a Finlândia ou a Suécia. portanto, este argumento não colhe. e nem o estado de fraco desenvolvimento cultural e económico legado pelo “estado novo” serve para explicar tudo, porque a Irlanda repartiu duma situação equivalente assim como a Finlândia… que isto é um paraíso para corruptos de toda a ordem e todos os níveis não tenho nenhumas dúvidas. que é um país de fraco nível de participação democrática também é mais do que evidente. que as nossas elites (todas) são madraças, ignorantes, pretenciosas, preconceituosas e incompetentes,o que não é novo, e que delas dependemos para o desenvolvimento dum país em que as bases vão suportando toda a espécie de cargas, mas que são tão ignorantes e preconceituosas como as elites, desconfiadas e compreende-se, mas invejosas e força de inércia.
o quadro é negro e não vejo como este país puderá antes de mais duas gerações que, lentamente, estão a mudar um pouco de “perfil” socio/psicológico e nem sempre no melhor sentido.
A sintese prima pelo rigor.
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Excelente JM.
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100% de acordo
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Sr. Miranda, para um investigador em biotecnologia… não está nada mal, não senhor. Bem visto!
E agora?!…
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a inveja, a preguiça, a falta de civismo dos dirigidos,
a incapacidade e impreparação dos dirigentes
nada têm a ver com periferia
disse escritor latino «os dirigentes fazem as burricadas, os dirigidos levam as marradas»
venha o aeroporto e o tgv para os ricos viajarem
e os pobres pagarem
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Excelente, João Miranda.
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Muito interessante este novo ponto de vista.
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Qualquer gallego suscreviria o escrito por JM. Porque era uma boa disculpa e porque ainda mais de que era bem certa, pesava forte…
Mas ja nao estamos mais no tempo das horriveis estradas e os carros tirados por cavalos !
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eu venho discordar em parte da leitura feita da realidade nacional. só faltava dizer que para além de periférico o país é muito pequeno. a conversa da treta do costume.
quanto a mim esta estagnação não tem 8 anos, mas pelo menos 10, porque foi isso a que assisti quando há 12 anos voltei para este jardim à beira do abismo plantado, depois de viver longe daqui durante muitos anos e fui observando com um olhar “novo” e distanciado o que aqui se estava a passar.
Portugal é tão periférico como a Irlanda, a Finlândia ou a Suécia. portanto, este argumento não colhe. e nem o estado de fraco desenvolvimento cultural e económico legado pelo “estado novo” serve para explicar tudo, porque a Irlanda repartiu duma situação equivalente assim como a Finlândia… que isto é um paraíso para corruptos de toda a ordem e todos os níveis não tenho nenhumas dúvidas. que é um país de fraco nível de participação democrática também é mais do que evidente. que as nossas elites (todas) são madraças, ignorantes, pretenciosas, preconceituosas e incompetentes,o que não é novo, e que delas dependemos para o desenvolvimento dum país em que as bases vão suportando toda a espécie de cargas, mas que são tão ignorantes e preconceituosas como as elites, desconfiadas e compreende-se, mas invejosas e força de inércia.
o quadro é negro e não vejo como este país puderá antes de mais duas gerações que, lentamente, estão a mudar um pouco de “perfil” socio/psicológico e nem sempre no melhor sentido.
bom fim de semana a todos
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E-Ko you got a very valid point…
A verdade é que há uma falta de confiança em nós como indivíduos e Portugueses gerado e criado pelo Estado Histórico e Real.
Nós como projecto, como povo, como nação é a questão primordial…
Humildade, lucidez e coragem podem fazer a diferença…
Mais do que auto-estradas, projectos megalómanos… o essencial é o substrato…
O substrato somos todos nós, o investimento a confiança tem de ser em nós, nos nossos queridos filhos, nos nossos netos… NOS PORTUGUESES
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