Mão visível e estendida
9 Janeiro, 2009
« É verdade ou não que o Paulo Branco anda a ser subsidiado pelos contribuintes enquanto mantém dívidas fiscais, a empresa de que é dono oferece bilhetes de cinema gratuitos e, à sua custa, a Zon é impedida de beneficiar os consumidores?», Helder, no Insurgente
14 comentários
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A bem da Nação
A acção passa-se em Caminha, verdejante rincão do Portugal autárquico. A maioria camarária é do PSD, o que, desde logo, promete. Só que é de apenas 4 eleitos contra 3, o que promete ainda mais.
Entretanto, a presidente demite o vice, e a coisa torna-se, se possível, ainda mais prometedora, sobretudo para os amantes do estimado género comédia. Na política, ao contrário do futebol, não há épocas de “abertura do mercado” e as transferências (como acontece com os “profissionais” da AR) podem fazer-se a todo o tempo.
Previsivelmente, o demitido, eleito pelo PSD, passa a votar com o PS que, com o novo reforço, averba vitórias sobre vitórias. Chega o dia da Supertaça, o da votação do Orçamento mais de um empréstimo de (pouca coisa) 4,4 milhões, e o PSD não hesita: o vereador foi eleito?, o PSD “deselege-o”! Acusa-o de “parcialidade” (pois o PSD, apesar de ser um “partido”, não é “parcial”…), impede-o de votar e vai ao banco buscar alguém que vote “imparcialmente”.
A sugestão de suspensão da democracia da líder do PSD era, afinal, uma grande ideia, e Caminha é já a primeira zona libertada do país.
POR MANUEL ANTONIO PINA IN JORNAL DE NOTICIAS
http://jn.sapo.pt/Opiniao/default.aspx?opiniao=Manuel%20Ant%F3nio%20Pina
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Essa senhora faz parte do lixo da política que se estende a muitos mais partidos.
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Sem renuncia ou suspensão do mandato a presidente não pode correr com um vereador.
Nesse caso muitos vereadores estariam despedidos.
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consta que o mesmo acontece com o sá que fabrica o magalhães para o manequim armani
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Até sabe produzir filmes a preto
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Mas onde está a dúvida?
O Branco é amigo do Pinho, que por sua vez é amigo do Sebastião.
Era só o que faltava, que o interesse dos amigos fosse posto em causa.
A ZON que se faça amiga do Sebastião, que é amigo do Pinho, que é amigo do Branco, e depois falamos, certo?
Entretanto, quem se lixa somos todos nós. Mas isso não tem qualquer importância para o falso engenheiro que manda na quinta.
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Somos um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio,
fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de
misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas somos
capazes de sacudir as moscas …’ Guerra Junqueiro escrito em 1886
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Entre a ZON e o Branco venho o Diabo e escolha… ou fica com os dois.
Neste país o consumidor sai sempre prejudicado.
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Será por acaso ou é da minha “vista”…?! Estou cansadinho de ver, na TV e aos magotes, malta “domiciliada” nas streets…
Será que este é o pessoal da famigerada “lista de calotes do Fisco”… sim, esse bem vestido, gordo e anafado ser e, por isso, refugiou-se a céu aberto…
Será que por lá (na street), também se encontram ex-funcionários públicos, ex-autarcas, ex-deputados, ex-ministros e “ex-outros que tais desprotegidos”… esses coitadinhos.
Daí…, só me vem uma valente preocupação à cabeça – como é que funciona isto da, necessária, morada na documentação desta (pobre) gente?!… É que, por exemplo, não ter a morada actualizada na carta de condução, dá multa e, bem pesada.
Isto é que vai cá um (começo de) ano…!
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A medeia possui uma cota de mercado ínfima.
A lusomundo uma posição de quase monopólio.
A lusomundo faz dumping. A medeia vai à falência.
Quem beneficia. O consumidor é claro. Sobretudo se for liberal.
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A zon paga impostos, a medeia parece que nem por isso.
A zon oferece bilhetes aos seus clientes, a medeia também.
A zon não recebe subsidios para exibição comercial, a medeia é a única empresa em portugal que os recebe.
A zon tem um tipo de mercado. A medeia um totalmente distinto.
A zon acredita nos seus clientes/consumidores. A medeia não.
A zon acredita no mercado. A medeia pretende funcionar com apoios dos contribuintes e não dos clientes.
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Gabriel Silva Says:
9 Janeiro, 2009 às 8:27 pm
A zon paga impostos, a medeia parece que nem por isso.
A Medeia ou Paulo Branco ? São coisas muito diferentes. Ou será que Gabriel Silva também confunde as dívidas de qualquer accionista, por exemplo da PT ou da EDP, com as respectivas empresas?
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“A zon paga impostos, a medeia parece que nem por isso.”
(PARECE? Paga ou não paga? Se não paga é um caso de polícia não de dumping)
A zon oferece (MILHÕES) bilhetes aos seus clientes, a medeia também (CENTENAS).
A zon não recebe subsidios para exibição comercial(ERA O QUE FALTAVA), a medeia é a única empresa em portugal que os recebe.(ESTÁ MAL, mas os que recebe não lhe permitem fazer dumping sobre a ZON, e é de dumping o que falo).
A zon tem um tipo de mercado (QUASE TODO). A medeia um totalmente distinto(O RESTINHO).
A zon acredita nos seus clientes/consumidores(SE ACREDITASSE ASSIM TANTO, NÃo LHES DAVA BILHETES À BORLA). A medeia não(BEM, A MEDEIA OFERECE BILHETES OU NÃO?).
A zon acredita no mercado (DESDE DE QUE SEJA MONOPOLISTA). A medeia pretende funcionar com apoios dos contribuintes e não dos clientes(SE FUNCIONA ESTÁ MAL. MAS O QUE AQUI ESTÁ EM CAUSA É O DUMPING do golias sobre o david).
pS. DIZ QUE O DAVID NÃO É FLOR QUE SE CHEIRE. parece!
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Portanto, para além das considerações, certamente certeiras, quanto à distorção provocada pelos subsídios à Medeia ( ainda que estes sejam relativamente pequenos 150 000 euros segundo o 31 da armada), o que está em causa é o direito do consumidor a encontrar no mercado alternativas em concorrência que lhe proporcionem as melhores opções de preço e qualidade.
Como escreve o João Gonçalves no 31 da armada citando um assistente de economia por sinal membro da AdC:
A Lusomundo (pretende), dessa forma, a curto prazo, aniquilar a concorrência (salas de cinema), dado que mais de metade das salas são da Lusomundo. Isto é, a curto prazo, para os consumidores seria benéfico, mas a longo prazo, com menos concorrência, a Lusomundo encontrar-se-ia como monopolista no mercado, podendo trazer com isso, distorções de mercado e de concorrência que se traduziriam as prejuízo para os consumidores.
Isto surge numa altura importante, em que as salas de cinema têm maior adesão dado os filmes nomeados ou apontados para os óscares, pelo que esta promoção teria maior impacto (benefício para a Lusomundo, negativo, para os concorrentes; repito, a curto prazo).
De referir um outro dado: em PT, são emitidos 16 milhões de bilhetes nas salas de cinema por ano. A ZON tem 1,5 milhões de clientes, mas pretendia atingir com esta promoção 800 mil clientes. Multiplique-se este número pelo nº limitado de filmes que os clientes poderiam ver (52 por ano), e veja-se o quão arrasada seria a concorrência..”
É A REGULAÇÃO ESTÙPIDO (sem ofensa)
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