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Hospital de S. Marcos vs. McDonalds (gestão de filas)

18 Janeiro, 2009

Um restaurante típico da McDonalds tem várias filas, sem qualquer estrangulamento. Quando a procura aumenta abrem novas caixas. O pessoal é reforçado nas horas de ponta. Não existem “horas de abertura” que funcionem como estrangulamento temporal.

O Hospital de S. Marcos em Braga é diferente. Existem duas filas para as visitas aos doentes. Estas duas filas convergem para uma única porta, que por acaso coincide com a saída e com a entrada para o serviço burocrático que gere os cartões de entrada. Depois de passarem pela porta/estrangulamento os visitantes têm ainda que passar por uma pequena sala onde se cruzam as pessoas que entram e as que saem e onde se acumulam pessoas que estão a requisitar cartões ao guichet. Depois de se conseguir passar por essa sala é ainda necessário passar por um sistema artesanal de controlo de cartões onde um funcionário se certifica que todos os cartões que entram são registados. As visitas para a maior parte dos visitantes abrem à 15h30m, o que garante duas longas fila a essa hora.

21 comentários leave one →
  1. Desconhecida's avatar
    hora-porra permalink
    18 Janeiro, 2009 22:08

    centro de saúde de 7 rios na capital do darfur
    somos 20.000 contribuintes sem médico

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  2. Desconhecida's avatar
    18 Janeiro, 2009 22:09

    Isto não é de cá:

    The American hospital is a 19th-century cottage industry in the postmodern world. The problem is not medical or technological.

    The first problem is correcting wasteful and dangerous management practices before extending coverage to more patients. Knowledge exists to transform every hospital in the country to deliver higher quality care and in so doing substantially reduce costs and save lives.

    Extending health care to more people without correcting the antiquated delivery system doesn’t make sense.

    ———————————-

    Os hospitais ainda estão numa fase de gestão….pobre! Aliás, como a banca (mais especializada em cambão).

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  3. ordralfabetix's avatar
    18 Janeiro, 2009 22:16

    No McDonalds fazem visitas às cozinhas?

    Os dias de visita nos Hospitais são uma desgraça. Pior que metro em hora de ponta. Há famílias que fazem romarias. Certamente na melhor das intenções.

    Embora na maior parte dos casos apenas vão incomodar o seu familiar doente. E quem com eles partilha o quarto.

    O que não significa que o JM não tenha razão. O sistema de visitas deve ser optimizado. Permitindo visitas nocturnas e alargamento do horário das visitas, para assim evitar os congestionamentos ao fim de semana.

    PS: Descanse que São Marcos vai passar em breve a ter gestáo privada. E , conhecendo as pessoas que vão liderar o projecto, sei que o São Marcos, contra ventos e marés vai melhorar.

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  4. Pi-Erre's avatar
    Pi-Erre permalink
    18 Janeiro, 2009 22:24

    “…o São Marcos, contra ventos e marés vai melhorar.”

    Vai tranformar-se em McDonalds?

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  5. Desconhecida's avatar
    18 Janeiro, 2009 22:25

    “São Marcos vai passar em breve a ter gestáo privada”

    1. Gosta dos Mellos?
    2. Ou gosta do Mesquita?
    3. Acredita no “Pai Natal”?

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  6. JC's avatar
    18 Janeiro, 2009 22:29

    O Amadora-Sintra, com gestão privada, não tinha enormes filas de espera? Comparar produção de macdonalds com tratar doentes…enfim…patetices.

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  7. Manolo Heredia's avatar
    Manolo Heredia permalink
    18 Janeiro, 2009 22:34

    Muito sofre quem ama!

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  8. Desconhecida's avatar
    opinião permalink
    18 Janeiro, 2009 22:45

    Braga é o paradigma deste país sem rumo.

    http://www.vinteseisdeabril.blogspot.com/

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  9. Desconhecida's avatar
    18 Janeiro, 2009 22:45

    “O Amadora-Sintra, com gestão privada, não tinha enormes filas de espera?”

    Mas, o Hospital dos Lusíadas (HPP-CGD) está com as urgências vazias….é de gestão privada, de uma empresa pública!

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  10. ordralfabetix's avatar
    18 Janeiro, 2009 22:52

    J

    Não acredito no Pai Natal nem gosto de dinossauros.

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  11. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    18 Janeiro, 2009 23:01

    Somos um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio,
    fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de
    misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas somos
    capazes de sacudir as moscas …’ Guerra Junqueiro escrito em 1886

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  12. fado alexandrino's avatar
    19 Janeiro, 2009 00:33

    O Amadora-Sintra, com gestão privada, não tinha enormes filas de espera?

    No que se refere às visitas (que é o assunto post) não.

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  13. OLP's avatar
    OLP permalink
    19 Janeiro, 2009 11:39

    E o Amadora -Sintra com construção e planeamento público não foi calculado para uma população residente de 300 mil? atendendo aproximadamente 700 mil?
    Nas áreas de atendimento (nomeadamente urgências) que dizem agora não funcionar ou não ter funcionado com gestão privada,
    não foi isso que aconteceu?
    E agora? melhorou?

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  14. roídodefundo's avatar
    roídodefundo permalink
    19 Janeiro, 2009 12:27

    O Sr. João Miranda está a comparar coisas diferentes e com fins opostos.
    Por um lado o McDonalds, que como é óbvio pretende cativar o maior número de clientes que conseguir, age de maneira a que o seu serviço seja o mais eficiente possível.
    Por outro os hospitais, cuja vocação é tratar doentes e não organizar visitas guiadas aos quartos onde estão internados, tem uma gestão das visitas que pretende desincentivar as mesmas.
    Na minha opinião, para acabarem as confusões nas entradas dos hospitais, sobretudo nas tardes de fim-de-semana, deviam limitar o número de visitas por doente ou nalguns casos proibir mesmo.

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  15. e-ko's avatar
    19 Janeiro, 2009 13:30

    e em vez de comparar, as visitas a doentes hospitalizados com bichas para comer hamburguers ou pizas, com as bichas para as consultas externas (não estou a falar de urgências) em diversos hospitais? posso contar muitas histórias, algumas passadas nos hospitais de Lisboa (Desterro, já fechado, e S. José, mas também no Amadora Sintra em plena gestão privada).

    a organização, como a matemática, não é o forte dos tugas!

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  16. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    19 Janeiro, 2009 20:27

    o resultado é sempre o mesmo: a saúde agrava-se…

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  17. mariana teixeira's avatar
    mariana teixeira permalink
    13 Julho, 2009 20:31

    pior que as filas de espera nas visitas é o atendimento nas urgencias, onde somos tratados como numeros e nao como pessoas por medicos (digo eu), que, na sua grande maioria, nem sequer estao interessados em ouvir ou compreender o relato dos nossos sintomas, mas sim em despachar o mais rapido possivel o maior numero de doentes possivel.
    Conheço historias graves de facilitismo ou negligencia, por parte de alguns, que quase motivaram a morte de pelo menos tres pessoas que conheço de muito perto. De cada vez que precisamos de ir à urgencia do S. Marcos temos que rezar para que tenhamos a sorte de encontrar um medico responsavel.

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  18. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    8 Setembro, 2009 20:12

    O hospital de são Marcos com esta gestão vai prejudicar os utentes e encher os bolsos dos Mellos

    só querem €uros, humanidade não é com eles

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  19. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    8 Setembro, 2009 20:15

    No Hospital os funcionários com esta Gestão já estão a perder o profissionalismo, fazem-lhes tanta pressão que eles já nem sabem sorrir

    A gestão privada é uma grande merda

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  20. bulimundo's avatar
    8 Setembro, 2009 20:24

    Eu que moro em Braga vou começar a ir ao veternario..é mais seguro…

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  21. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    22 Abril, 2010 19:56

    Esta grupo de gestão são uma cambada de xulos de ditadores que atropelam tudo e todos, estão-se a cagar para se o doente tem os cuidados prestados com qualidade e se são executados por profissionais competentes.
    QUEREM É EUROS PARA O LADO DELES.
    O doente não é uma pessoa é um numero que depois se transforma em EUROS!!

    XUPISTAS!

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