As regras da guerra (tradição bélica europeia vs. Daniel Oliveira)
Até as regras da guerra são o produto da nossa civilização europeia. Em resumo: direito de defesa, reciprocidade, identificação dos combatentes com uniformes e bandeiras, proibição de ataques intencionais a civis,o dono de um território é responsável pela segurança e prosperidade dos seus habitantes, possibilidade de rendição condicional ou incondicional, respeito pelos prisioneiros, reconhecimento da relação de forças e aceitação pelo agressor da derrota como consequência possível natural da guerra.
Alguns pontos aqui são importantes para o estabelecimento de uma paz duradoura. Por exemplo, o reconhecimento da relação de forças no terreno conjugado com a responsabilidade do dono de um território pelos seus habitantes impede a guerra eterna que apenas prejudica a população do mais fraco. Outro exemplo: nas guerras europeias não existem refugiados eternos. Os refugiados são dispersos e integrados no território antigo ou num novo, precisamento porque os donos do território são responsáveis pelos seus habitantes.
E depois há as regras da guerra que o Daniel Oliveira gostaria de ver implementadas. A saber:
1. Os povos têm direito à resistências armada contra uma potência dominante, mas a potência dominante não pode responder aos ataques. Os povos oprimidos podem seguir as leis da guerra, mas as potências dominantes devem seguir as regras da paz.
2. Os líderes militares dos mais fracos podem usar métodos de guerra que não seriam aceites aos mais fortes. Estão dispensados de usar uniforme, respeitar os prisioneiros, proteger as suas populações civis ou evitar ataques intencionais às população civis do adversário.
3. Os líderes militares dos mais fracos estão dispensados de proteger a segurança e a prosperidade das pessoas que vivem no seu território.
4. Ignorar os factos do terreno em nome de uma utopia não é uma atitude irresponsável nem reprovável.
5. Os mais fracos podem violar convenções de humanização da guerra que pressupõem reciprocidade, desde que isso seja uma boa táctica de guerra assimétrica. Ataques a ambulâncias continuam a ser reprováveis mesmo quando são sistematicamente usadas em operações militares.
6. Os mais fracos podem iniciar 3 guerras. Se perderem das três vezes, se em consequência dessas guerras perderem território, a responsabilidade é do vencedor que foi atacado. Ou seja, os mais fracos estão dispensados da responsabilidade pelas consequências das guerras que eles próprios iniciam e perdem.
7. Todas vítimas do mais forte são consideradas vítimas civis atacadas intencionalmente. Isto quer dizer que guerrilheiros sem uniforme são civis, que adolescentes com uma metralhadora são crianças e que todas as vítimas civis são intencionais.
8. Para o mais fraco, porque oprimido, todos os alvos são legítimos.

Nem mais.
No caso em questão os dirigentes palestinianos nunca foram responsabilizados pela forma como conduziram a chamada “causa palestiniana” desde 1947 até hoje.
Até 1967 nunca lhes deu para fundar um estado palestiniano. Depois de 1967, demoraram anos a reconhecer Israel e quando os líderes da OLP reconhecem Israel, o palestinianos foram a correr votar num partido que tem como principio principal destruir Israel.
De quem é a principal responsabilidade pela situação em que estão os palestinianos?
GostarGostar
Resta que os tempos de “paz” realmente o sejam, respeitados por parte do opressor/ocupante. Por que não existe afinal ainda o tal estado palestiniano? Porque se aceitam os colonatos, quando se aceita internacionalmente o seu estatuto de ilegais? É no tempo de “paz” que se vai ver a justiça…
GostarGostar
Certamente não há o que se possa chamar de uma liderança palestina responsável por seu próprio povo.
Tampouco as atitudes dos líderes israelenses são sensatas.
Agora, a fazer valer as boas regras de guerra que se defende por aqui, não se pode continuar a manter os palestinos como refugiados eternos. E nisso, certamente, Israel tem muita responsabilidade – apesar de que também os países árabes vizinhos.
GostarGostar
Já que estamos em maré de paralelismo com as «guerras europeias», vamos começar a dar indemnizações judaicas generosas aos palestinianos espoliados e deportados, a reconhecer o célebre direito ao retorno — que nem sequer é a longo prazo, nem carece de justificação de jus solis nem jus sanguinis) — aos milhões de sobreviventes do Palestinocausto, a celebrar o extermínio exemplar dos mesmos milhões em câmaras de gás genocidas (mitológicas, mas shhhh…), a atribuir-lhes direitos de cidadania e Museus da Memória a expensas dos contribuintes em todos os países do mundo, e a exigir a proibição universal da contestação, minimização ou negação do dito Palestinocausto (como Israel faz na Assembleia Geral das Nações Unidas em relação a determinadas matérias sacras)?
Ou será que as «guerras europeias» e suas lamentáveis sequelas são um muito, muito mau exemplo?…
Não morram estúpidos: informem-se!
GostarGostar
4 # “vamos começar a dar indemnizações judaicas generosas aos palestinianos espoliados e deportados”
Este partido israelita defende isso mesmo:
http://www.herut.org.il/hebrew_new/video.html?video=4
http://www.herut.org.il/hebrew_new/video.html?video=1
Pitsui pinui, “compensação e transferencia”
GostarGostar
Então de que é que estamos à espera, prezado Levy? Já contribuiu?
Eu por mim conheço um partido que defende o regresso do Rael ou não sei quê… e acho que tem imensas contribuições de estrelas de Hollywood…
Como é que está a caixa desse tal partido judeu que defende o regresso dos deportados palestinianos devidamente indemnizados pelos responsáveis pelo seu extermínio?
GostarGostar
Muito bem, é que é isso mesmo.
Só espero que o Daniel Oliveira e muito boa gente da nossa praça venham a lamentar, daqui a umas décadas, terem dito estes disparates das últimas semanas. A não ser que queiram ‘terrorismo’ e ‘anti-semitismo’ escrito a páginas tantas das suas biografias.
Uma posta sobre o assunto, se me permitirem:
http://largodocarmo.blogspot.com/2009/01/haja-tomates.html
GostarGostar
não me parece k essas sejam as regras do DO. Nem do 4. Simplesmente estão ao lado das selvajarias islâmicas pq são anti USA! Seja o hamas, hezbollah, ayatollahs iranianos, talibãs, etc. Não há registos islâmicos fiáveis, os gajos têm n identidades. O próprio Arafat nasceu no Cairo-ver o blog.
GostarGostar
Prezado Sátiro:
Se essa do 4. desta fiada (?) é comigo, note que sou também o 13. destoutra.
Espero que pelo menos o «anti USA» fique respondido: sou, com efeito, um (George) Masoniano, muito mais adepto do Bill (quase anti-constitucional) que dos Feds (de então ou de aghora), mas enfim, há que fazer algumas concessões…
Esclarecido?
GostarGostar
asdad os aliados não ocuparam a Alemanha?
Daniel Oliveira só tem usado as técnicas que a Extrema Esquerda sempre usou durante a Guerra Fria. Explorar ao máximo a Guerra Assimétrica. Para o grau de Assimetrismo necessário a Moralidade e Ética têm também necessáriamente de ser assimétricos. Por exemplo só isso é que permitiu as FP-25, Bader Meinhoff ou Brigadas Vermelhas existirem.
É evidente que a extrema esquerda tenta camuflar tal coisa ligando Moralidade e Ética á familiar Lógica e Narrativa Marxista: recursos: Um F-16 é mais imoral que um rocket Grad. Isto é só a continuação da aplicação da narrativa da esquerda de que um Rico é mais imoral que um Pobre a outras situações.
Isto reflecte-se numa das mais estúpidas reacções pavlovianas que é a de que a relação de forças militar é chave para a moralidade. Errado. Em primeiro lugar a força não se mede só com tanques essa é uma visão primária e pouco imaginativa. Segundo a estrutura de poder interno demonstra quem o forte e quem é o fraco. Num paralelismo familiar uma Criança por ser a mais fraca não tem necessáriamente razão contra os Pais.
Mas pode chantageá-los.
Neste caso ao “fraco” é autorizado usar a sua própria população como quiser. A cultura, civilização e o apoio da Esquerda Europeia e Media permite-lhe fazer isso inclusive usar deficientes e crianças como arma sem nenhum opróbio, crítica. Ao contrário a população do “forte” nunca aceitaria tal coisa. Logo as contas não se fazem só pelo poder militar.
Assim o que existe são dois poderes o Poder do “Fraco” é Forte: na Sociedade Palestiniana está concentrado nos Líderes do Hamas ou Fatah -a população não tem poder de decisão- podem fazer o que lhes apetece, contando ainda com o beneplácito da Esquerda Europeia e consequentemente dos Media – qual foi por exemplo o Jornalista que falou em Convenções de Genebra quando rockets do Hamas caem em Cidades israelitas? – Enquanto no “Forte” o Poder é fraco, na sociedade Israelita o Poder é mais difuso logo os Civis têm mais voz, logo mais protecção.
Comparando por exemplo com o Clássico da ficção e das histórias de oprimidos Robin dos Bosques. Vemos que o Sheriff de Nottingham é o Forte, mas também é o Forte internamente pois pode fazer o que quiser internamente, logo Forte+Forte. Enquanto o grupo de Robin é Fraco>Forte(uma vez que veio a ganhar a Guerra segundo a lenda)+Fraco(internamente as decisões são colegiais).
Resumindo a destribuição do Poder:Poder Militar+Poder Interno
Palestiniano Fraco+Forte
Israelitas Forte+Fraco
Sheriff de Nottingham Forte+Forte
Robin Fraco>Forte+Fraco
O nível de Poder Interno sobre as Populações diz-nos quais as sociedades Fascistas e agressivas por natureza.
São também as sociedades onde há mais baixas, explicadas pela forte Poder da Liderança sobre a População.
A União Soviética e a Alemanha Nazi são bons exemplos. São sociedades onde não é preciso prestar contas.
A sorte é que o Hamas e a Fatah não são Forte+Forte.
GostarGostar
[Já agora: era «agora» não era «aghora».]
Sátiro 8.:
Que diabo de cretinice é essa do «não há registos islâmicos fiáveis»?
Pretende o amigo Sátiro insinuar que se deve substituir uma população residente milenar só porque não tem papeladas em ordem e há que abrir lugar para outra população não residente que diz que tem contratos celebrados com a Divindade durante o neolítico superior?
Se não é isso, explique melhor s,.f.f.
GostarGostar
incapazes de falar nos problemas nacionais
o caso freeport não existe
portugal também não
nem em saldo o querem
GostarGostar
Parece haver um mal-entendido na discussão acima.
Por um lado, este artigo de João Miranda não refere explicitamente Israel, Gaza, palestinianos, Hamas; por outro lado, embora restasse a possibilidade de se referir implicitamente a esses tópicos partindo de algum texto de Daniel Oliveira (que não li), o exercício não parece apresentar suficientes pontos associáveis ao conflito depois debatido.
GostarGostar
As regras da guerr é que os savanas lá conseguiram mais uns milhoes de euros dos outros países tansos. Israel dos Estados Unidos com mais um acordo de ajuda e a Palestina dos doadores tansos como tudo. É simples. São usn sacanas de povos israel e palestina que não valem nada. Ladroes do resto do mundo que bricam a matar-se uns aos outros para arranjar dinheiro.
GostarGostar
Comentário 13.: Por um lado, este artigo de João Miranda não refere explicitamente […]
Judiciosa observação de uma realidade tão subtil que quase passa despercebida.
Parece com efeito tratar-se de uma alegoria platónica sem teatro de guerra efectivo.
Nem apresentação de frente.
Nem exposição — necessária ou desnecessária — de flanco.
Nem argumentos em reserva.
A única presença detectável, para além das sombras fugidias, é a da divindade tutelar a quem se dedicam as libações guerreiras.
Mas depois não há guerra nenhuma.
Não pode haver, porque nem sequer há força presencial.
Nem evolução no terreno.
Nem sequer um foguete simbólico.
Um curioso caso de hegelianismo clausewitziano.
GostarGostar
podem continuar a discutir o acessório neste locus horridus
os assuntos importantes ficam para a próxima encarnação
preparem-se para pagar a factura das eleições
GostarGostar
Uma das várias claúsulas mirandianas que me intrigam, produtos «da nossa civilização europeia», segundo o dito teórico, é esta: «o dono de um território é responsável pela segurança e properidade [sic] dos seus habitantes».
Será prosperidade? Será propriedade?
Ambas as hipóteses parecem embaraçosas se as fizermos descer do firmamento platónico para a Palestina terrena de que suponho que falaria o tal Oliveira.
De qualquer modo, em caso de território ocupado (e ainda por cima ilegalmente ocupado) a responsabilidade civil e moral não recai sobre o ocupante?
GostarGostar
E outra que ele atribui ao tal Oliveira e parece reprovar é esta: «Ignorar os factos do terreno em nome de uma utopia não é uma atitude irresponsável nem reprovável».
Mas então isso quer dizer que, por exemplo, a utopia sionista envolvida numa luta mortífera contra os factos do terreno é irresponsável e reprovável?
Ou não?
Alguém pode explicar?
GostarGostar
De qualquer modo, em caso de território ocupado (e ainda por cima ilegalmente ocupado) a responsabilidade civil e moral não recai sobre o ocupante?
Acho que definitivamente e de uma p*** vez , vai haver que “gazear” aos olivençanos para ver sim os portugueses aprendem na sua pele e de uma vez por todas…
GostarGostar
E que tal começar a aforrar para um fundo de dos expulsos, mortos e deportados da península ibérica,se não me engano feito por um tal de Afonso?
GostarGostar
Errado João Miranda.
Mas pela sua análise uma conclusão retiramos e bastante má, está a comparar os métodos do Hammas com os de um Estado de Direito Democrático…olhe que para o Daniel Oliveira isso já é bom!
Nessa lógica, se o Hammas bombardeia vitimas civis, Israel tb vai bombardear?
Só argumentos falaciosos, Israel como estado de direito que o é, está obrigado a cumprir com o Direito Internacional Humanitário em períodos de guerra, o hammas não, sabe porquê? Porque o Hammas é uma cambada de bandidos e de Terroristas, mas se acha que israel para os combater tem que descer ao nivel deles, então estámos conversados.
É essa a grande diferença…
GostarGostar
“Até as regras da guerra são o produto da nossa civilização europeia.”
O impressionante é que há gente que ainda têm dúvidas acerca da superioridade da civilização europeia! É impressionante, não é João Miranda? A verdade é que nós somos os maiores e os mais fortes e, por conseguinte, somos nós que temos o direito e o dever de naturalmente ditar as regras, a cultura e os valores. É assim tão difícil de perceber?
O hamas, responsável pelos habitantes da faixa de Gaza, em vez de reconhecer a superioridade do exercito israelita, e com isso impedir a guerra eterna que apenas prejudica a população palestiniana, não se conforma, ousa desafiar a lei do mais forte, na crença de que a justeza das causas não se mede pela força. Ingénuos e estúpidos.
GostarGostar
Vale mil vezes mais um cobarde vivo do que um herói morto.
GostarGostar
O Daniel sempre me pareceu aquele moço que se torna porta voz dos mais fracos e pobres.
É bom moço, mas não entendo a obstinação aberrante com os números que o Daniel profere. Como se justificasse alguma coisa, ou se ambos tivessem um algarismo de óbitos iguais, tudo seria perfeitamente plausível.
Neste próximo Natal, a ver se ofereço uma máquina de barbear ao amigo Daniel, ou umas cores menos berrantes.
GostarGostar
««O hamas, responsável pelos habitantes da faixa de Gaza, em vez de reconhecer a superioridade do exercito israelita, e com isso impedir a guerra eterna que apenas prejudica a população palestiniana, não se conforma, ousa desafiar a lei do mais forte,»»
Ousa desafiar o poder do mais forte sacrificando no processo a população por que é responsável. O Hamas ousa, a população paga. Não é grande ousadia, pois não?
GostarGostar
OS Palestinianos não querem paz, nem agora nem nunca. O que eles querem é sangue e vingança. E deste modo isto só vai parar no dia em que Israelitas ou Palestinianos estejam todos mortos
GostarGostar
“Ousa desafiar o poder do mais forte sacrificando no processo a população por que é responsável. O Hamas ousa, a população paga. Não é grande ousadia, pois não?”
E o mais impressionante é que mesmo com a população a pagar a as favas, o hamas vai voltar a ganhar as eleições com maioria absoluta!! Estes palestinianos são mesmo loucos, não são JMiranda?
GostarGostar
O Daniel de Oliveira deve pertencer àquele grupo de escuteiros de “boas acções” que se dedicam a “ajudar” as velhinhas a atravessar a rua.
GostarGostar
“E o mais impressionante é que mesmo com a população a pagar a as favas, o hamas vai voltar a ganhar as eleições com maioria absoluta!!”
E vão levar novamente nos cornos. Está tudo previsto no Alcorão, que é que se há-de fazer?…
GostarGostar
««E o mais impressionante é que mesmo com a população a pagar a as favas, o hamas vai voltar a ganhar as eleições com maioria absoluta!! Estes palestinianos são mesmo loucos, não são JMiranda?»»
Portanto, na sua opinião Gaza tem uma sociedade aberta onde a discussão pública é permitida e a divergência é tolerada ao ponto de se poderem considerar como legitimas todas as eleições, certo? Suponho que também pensa que a opinião de uma maioria justifica que todos sejam sacrificados a objectivos militares utópicos.
GostarGostar
É claro que ao Hamas só interessa esta forma de confrontação. Quanto mais crianças e mulheres puser á frente das bombas dos israelitas mais ódio provoca fazendo jus á sua razão de existencia.
Mesmo que não sejam bombas dos israelitas, como no caso em que os artesanatos rebentaram numa escola em 2005, se “venderem” a passagem para o paraíso dos martires como tendo sido ataque dos cães sionistas além das virgens prometidas no céu conseguirão ter sempre o seu inferno querido na terra.
Assinaram um acordo que não cumpriram. A falácia estratégica no tempo (de eleições em israel e nos eua) de que não iam renovar o cessar-fogo serviu apenas para intensificar o que já vinham fazendo provocando os inimigos até á exaustão.
Um pouco de paz tira-lhes votos, tira-lhes apoio.
Não são loucos não. São bem pior que isso.
GostarGostar
“Portanto, na sua opinião Gaza tem uma sociedade aberta onde a discussão pública é permitida e a divergência é tolerada ao ponto de se poderem considerar como legitimas todas as eleições, certo? “
Está bem visto, JMiranda. Não me tinha lembrado que muito provavelmente houve fraude nas eleições. Ou mesmo que não tenha havido, o Hamas, em virtude de a palestina não ser uma sociedade aberta, condicionou o voto, não deixando alternativa aos palestinianos. A verdade é que se a discussão pública fosse permitida, os palestinianos teriam a oportunidade de ver que os Israelitas são um povo irmão que só querem o seu bem. João Miranda, descupa-me dizer isto, mas tens que acordar.
GostarGostar
“Suponho que também pensa que a opinião de uma maioria justifica que todos sejam sacrificados a objectivos militares utópicos.”
Não há jeito de acabar com esta mania que os povos têm de se confrontarem com nações mil vezes mais poderosas, sabendo de antemão que pagarão essa ousadia com milhares de vidas humanas, só porque põem a dignidade, a honra e outras tetras acima de dos reais valores pragmáticos.
Lá por um dia os escravos o terem conseguido deixar de ser, ingenuamente julgam que a justiça far-se-á sempre. Como se só fosse uma questão de tempo. Ainda há quem acredita em utopias. Ingénuos.
GostarGostar
Caro Nuspirit,
Não tem nada a ver com existir fraude ou não. Tem a ver com existirem ou não os mecanismos que protegem a minoria da ditadura da maioria. As democracias liberais não se esgotam nas eleições. Nem as eleições são a característica central das democracias liberais.
Mas, tendo em conta que eu tenho que acordar, suponto que o Nusprit está desperto, não há mais nada que eu possa acrescentar a esta discussão.
GostarGostar
Adora ver-se ao espelho, a sua imagem é o seu bezerro de ouro e fá-lo por uma questão de sobrevivência. É desprezado, mas ele sabe que faz rir de gozo a maioria dos comentaristas. Está cansado, satisfaz-se com pouco. Mas há dias em que se olha ao espelho e não ri: confessa-se! Encontra no gesto uma gravidade inesperada, a voz é delambida e choraminga. Abre o monitor e vinga-se no mundo, deixando-se enredar por esquemas mentais megalómanos, previsíveis volte-faces e tiradas morais compradas na loja dos 300, que levam a um tom confuso durante situações de subjectividade.
GostarGostar
re #30 aka reframing on the bullied:
Não sei como está a liberdade de expressão em Gaza, mas estou sempre interessado nessa assunto. Pode passar-me os dados que informam a sua opinião? Ah, reparei só agora: em rigor não arriscou enunciar nada de seu sobre o assunto, apenas levantou a questão a outro.
É compreensível que espere não estar muito bem, mais ainda em situação de ocupação/cerco. E admito que o Hamas tenha reacções estrategicamente patetas. Como admito que a força militar de Israel, mais organizada, com mais meios, esteja em melhores condições para actos bem reflectidos e informados sobre expectável reacção inimiga.
Por outro lado, parece pressuposto, para o João Miranda, que o Hamas e população em geral esperem, em caso de rendição, poder viver em paz (mesmo que sob domínio alheio). Têm razões para esperar?
O que nos traz a
“The neighborhood bully strikes again”
http://www.haaretz.com/hasen/spages/1050459.html
GostarGostar
JM e os nossos Pavlov’s!
GostarGostar
“(…) o Hamas vai voltar a ganhar as eleições com maioria absoluta!!”
Acredito que sim. Aquele sistema de fusilar os adversários após a victória é uma medida muito eficaz para atingir esse objectivo! E continuam a ser subsidiados pelos países ocidentais, Portugal incluído, a desviar as dádivas dos verdadeiros destinatários e ainda têm quem os aplauda por cá.
GostarGostar
Por outro lado e quanto a exclusividades de insensatez humana: judeus dentro e fora de Israel questionam-se sobre riscos do comportamento de sucessivos governos para a sobrevivência de Israel e para a forma como podem ser afectados lá e pelo mundo fora.
Ou como alguém (talvez mesmo judeu) escrevia há uns dias: Churchill escondeu-se atrás dos civis de Londres?
Quanto a conversas sobre o irresistível apelo das virgens e o tampão que nos protege a todos do ódio que posto à solta virá assombrar qualqer ocidental, ficam como exercício de literacia. Ou até serem “resolvidas” por legislação de hate speech, agora em importação universal tão cara à pequena democracia e aos chamados países árabes “moderados”.
GostarGostar
José Esteves,
Lendo os seus links, e este seu comentário, há um elemento que sobressai: os palestinianos e os respectivo líderes nunca são responsabilizados pelo seu destino ou pelas suas opções. A culpa é sempre de Israel, do Bush etc. Nem as guerras civis dos palestinianos são da responsabilidade dos próprios. São sempre de uma conspiração internacional, do Bush ou dos ideólogos do Grande Israel. O máximo que se pode ler é que o Hamas teve “reacções estrategicamente patetas”. Mas esse é o padrão de 60 anos de conflito de todos os responsáveis por liderar os palestinianos.
GostarGostar
««judeus dentro e fora de Israel questionam-se sobre riscos do comportamento de sucessivos governos para a sobrevivência de Israel e para a forma como podem ser afectados lá e pelo mundo fora.»»
Pois. É a vantagem de viver em sociedades abertas. A crítica não é suprimida. A opinião pública conta. O bem estar da população sobrepõe-se à utopia. É por existir um debate político e uma opinião pública em Israel que as opções estratégicas dos governos nunca foram excessivamente utópicas ou irrealistas.
GostarGostar
João Miranda,ou és um inocente e acreditas piamente no que dizes ou não passas de um miserável vendido ao sistema da estrelinha azul, como o CAA e outros rastejantes. Levanta-te e vê a verdade, lê a história desde a “fundação” de Israel com atenção, repara nos pormenores todos e depois expressa-te livremente. Por enquanto não passas de um criado.
GostarGostar
Não percebo porque é que o senhor se coloca ao nível de Daniel Oliveira ao argumentar.
Quando ele der pelo post vai perder na luta pois assim dizem as regras.
De qualquer maneira foi uma publicidade bem barata.
GostarGostar
O engraçado é que qualquer exército de uma qualquer nação ocidental, tem instruções expressas para, no caso do território nacional ser invadido e se encontrar em inferioridade, adoptarem a modalidade de guerra “terrorismo” e misturarem-se com a população a fim de evitar traições e colaboracionistas. Porque é que os palestinianos haviam de ser diferentes?
JM, se te passou ao lado, podes ler aqui:
http://dragoscopio.blogspot.com/2009/01/clister-preliminar.html
GostarGostar
Meio Kilo,
Um exército regular que se transforme em grupo terrorista perde os direitos que lhe são concedidos pela lei da guerra. Por exemplo, os prisioneiros capturados podem ser fusilados.
GostarGostar
Sim, o que só mostra que a lei da guerra é uma convenção abstracta, decretada pelos vencedores das últimas guerras e que mesmo os estados que convencionaram a “lei da guerra”, têm previsto nas suas directrizes militares, em caso de ocupação do território e inferioridade, a adopção da modalidade de guerra “terrorismo”.
É uma questão de sobrevivência (do estado/nação).
GostarGostar
Meio Kilo,
As leis da guerra resultam do princípio da reciprocidade. Se um dos lados abdica das convenções habituais, deve esperar reciprocidade.
GostarGostar
6 # “Então de que é que estamos à espera, prezado Levy? Já contribuiu?”
Julgo que não percebeu. Apenas escrevi que havia um partido que defendia o pagamento aos palestinianos a troco de sairem dos seus sitios. Não disse que concordava com isso. Pelos vistos os israelitas não concordaram, apenas lhes deram 2mil e tal votos em 2006.
GostarGostar
As bolhas de 2008
Publicado por JoaoMiranda on 24 Dezembro, 2008
“A onda de criminalidade. Nunca mais se falou nisso.”
——————————————————-
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=368737
segunda-feira, 19 de Janeiro de 2009
“Segurança: Toda a criminalidade aumentou em 2008”
“O secretário-geral do Sistema de Segurança Interna, Mário Mendes, admitiu hoje pela primeira vez que todo o tipo de criminalidade aumentou em 2008, apesar de ainda não ser possível quantificar.”
E agora, vai continuar a insistir na teoria da “bolha imaginária” ou repescar a da falta de noticias própria da silly season?
Just checking!… 😉
GostarGostar
Eh, os povos mais fracos não têm armas do calibre das do mais forte. E não tem saída, não tem fuga, apanhado como um rato na sua gaiola. O povo mais fraco, menos abençoado da hipocrisia manhosa dos media americanos e ingleses, que iluminam o JM, não tem mais que odiar eternamente, até um dia, o judeu imundo que o oprime e cerca, invasor, esclavagista e prepotente.
GostarGostar
Se os mais fracos não tem armas do calibre dos mais fortes, então porque se armam em reguilas e passam a vida a foder o juiso dos mais fortes ?
GostarGostar
“Se os mais fracos não tem armas do calibre dos mais fortes, então porque se armam em reguilas e passam a vida a foder o juiso dos mais fortes ?”
Epá, há gajos assim, vide Viriato ou Geraldo Sem Pavor.
Que é que se há-de fazer, gajos com colhões, que defendiam o seu território…
GostarGostar
««Epá, há gajos assim, vide Viriato ou Geraldo Sem Pavor.
Que é que se há-de fazer, gajos com colhões, que defendiam o seu território…»»
O que não faz sentido é gajos com colhões armados em Calimeros. Ou bem que se aceita que a guerra é lixada, ou bem que se rejeita a guerra de todo.
GostarGostar
“que defendiam o seu território…”
Não não defendem, o poder Palestiniano está ao nível dos Gangues de Extrema Esquerda que pulularam pela Europa nos anos 70 e que vão voltar dentro em pouco, é só ver a alianças que cá conseguem. Com o Hamas o Governo Palestiniano defende o extremínio dos vizinhos, a xenofobia, a supremacia do Islão sobre outras religiões, logo o totalitarismo.
Como atacam o território dos outros com isso perdem mais território como a Alemanha, a Italia, o Japão na Segunda Grande Guerra.
GostarGostar
“Com o Hamas o Governo Palestiniano defende o extremínio dos vizinhos, a xenofobia, a supremacia do Islão sobre outras religiões, logo o totalitarismo.”
Perante isto deve Israel ficar sentada à espera que essas ameaças se concretizem?
Quando é que os palestinianos irão escolher gente capaz para os governar?
GostarGostar
Mas viriato concerteza que não era um cobarde que colocava crianças e mulheres à frente dos seus inimigos. De certeza que os encondia muito bem.
Só existe uma palavra para os valentes combatentes do Hamas: COBARDES
GostarGostar
o que o JM diz é que quem é mais fraco ou aceita as regras do mais forte ou tem de aceitar desaparecer do mapa…
GostarGostar
“…Só existe uma palavra para os valentes combatentes do Hamas: COBARDES…”
se o fossem, estariam agora comodamente a “negociar” com Israel, como o faz O presidente da Autoridade Palestiniana, enquanto os colonatos israelitas vão aumentando dia após dia, transformando a Cisjordãnia num autêntico queijo suíço, cuja única intenção é a de inviabilizar qualquer Estado palestiniano independente…
Valentes, valentes, são os israelitas a despejar bombas em cima de populações indefesas, a destruir milhares de casas, a urinar, defecar e vandalizar as casas que ocuparam nestas semanas de chacina…
GostarGostar
“…O que não faz sentido é gajos com colhões armados em Calimeros. Ou bem que se aceita que a guerra é lixada, ou bem que se rejeita a guerra de todo…”
Coisa cínica de se dizer. Estamos a falar de crianças assassinadas, homem…a sua cegueira de incondicional apoio a Israel, independentemente dos crimes que possa cometer, é moralmente indefensável…
As voltas que o mundo dá: começaram vocês por defender Israel, com base numa superioridade moral, civilizacional. À medida que foram conhecidas as atrocidades das tropas israelitas foram-se calando…agoram mudam de agulha para o cínico, perverso e cobarde argumento de que quem é fraco não se deve armar em valente…
GostarGostar
isto foi retirado de um artigo do publico. Quem o diz é um israelita que perdeu a filha vitima de um rocket
“E qual será a solução verdadeira? “Dois estados, com Jerusalém dividida. Não tenho problema com isso, como a maioria dos israelitas não tem. E os colonatos têm que ser retirados. Tem que haver uma fronteira clara. O problema é que até hoje não temos fronteiras. Em 1967, Israel entrou nos territórios e não devia ter ficado. Foi um grande erro. Mas há espaço suficiente para os dois povos.” ”
Será que conseguem ver aqui a diferença entre este homem e um palestiniano ?
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1356677
GostarGostar
««o que o JM diz é que quem é mais fraco ou aceita as regras do mais forte ou tem de aceitar desaparecer do mapa…»»
O que eu digo, e está bem explicadinho, é que não se pode estar ao mesmo tempo em guerra, em paz e a fazer terrorismo. Estas 3 situações implicam regras diferentes.
GostarGostar
O que diz nestas alturas é efeito pinóquio. E mais nada. Desde quando é que um sock and awe é guerra limpa? Aquilo é necrofilia colonial à nazi e mais nada. Os gajos parece que têm prazer no convívio com os escravos- tal como os nazis tinham as taras das prisões e dos campos de concentração. É papel químico- foi neste jogo de espelhos que Israel se criou. Com instrução militar de nazis e estalinistas. Ainda deu para exportarem essas técnicas para o terrorismo do IRA.
E estamos agora com merdas que isto é limpo e os outros é que são terroristas porque têm armas menos poderosas…
GostarGostar
Nas guerras não há leis nem regras, são convenções que desaparecem quando se tem o inimigo pela frente, ainda por cima numa guerra por território, em que ambas as partes se sentem ameaçadas de extinção pelo adversário, é óbvio que a assimetria entre as partes gera estratégias diferentes. E também é óbvio que como em todas as guerras há momentos de paz (ainda que podre), guerra aberta e estratégias de guerra alternativa como o terrorismo. O resto é propaganda.
GostarGostar
Ó Cunha António, cais c… cais reguilas?, homem de carácter jamais tira da cabeça o tirano que o fode e não desiste de se vingar todos dias.
GostarGostar
Ai, Cunha Anónio, o Hitler não faria melhor, não levaria mais fundo o terror à essa gaiola de Gaza que o ignóbil colono que a toma, prepotente e racista.
GostarGostar
Mas é escusado paleio, tipos há sem carácter, vendidos, sempre e, por força serviçais dos grandes, como sem a aparente razão há ratas de sacristia.
GostarGostar
«Matei um homem porque me feriu, e um rapaz porque me pisou. Se Caim foi vingado sete vezes, Lamec sê-lo-á setenta vezes sete.»
– Genesis, 4, 23-24
A agressão Isreilita ontem, hoje, amanhã…
GostarGostar
Há jornalistas e personalidades que depois das posições tomadas a respeito do Hamas nunca poderão reclamar o título de “simpatizantes do terrorismo”.
GostarGostar
Os comentários ao excelente post do João Miranda confirmam uma coisa de que muitos suspeitavam: os neonazis (e os seus apêndices, incluindo os que negam o Holocausto), a extrema esquerda e os islamo-fascistas aliaram-se. Pode ser uma aliança de circunstância, e porventura precária, como a de Hitler com Estaline, o futuro o dirá. Atendendo ao número dos participantes e aos seus objectivos declarados, proponho que se passe a designá-los como “O Eixo”.
GostarGostar
“e qualquer modo, em caso de território ocupado (e ainda por cima ilegalmente ocupado) ”
Pedro Botelho, em que se baseia para afirmar que a Margem Ocidental é território “ocupado” e “ilegalmente ocupado”?
GostarGostar
VITÓRIA DO GLORIOSO E HERÓICO HAMAS
(leiam e depois digam quem ganhou a guerra):
“Hamas Rising
In my recent travels (to the Middle East) I was struck by the widespread popular support for Hamas – from college students and street vendors to workers and intellectuals. Very few ventured criticism of Hamas, and many said they felt awed by the fierce resistance put forward by its fighters, notes Fawaz A. Gerges.
I have just returned from the Middle East and witnessed how Israel’s assault on Gaza is radicalizing mainstream Muslim opinion. Shown endlessly on Arab and Muslim television stations, the massive killing of civilians is fueling rage against Israel and its superpower patron, the United States, among mainstream and moderate voices who previously believed in co-existence with the Jewish state. Now, they are questioning their basic assumptions and raising doubts about Israel’s future integration into the region.
Many professionals, both Christian and Muslim Arabs, previously critical of Hamas, are bitter about what they call Israel’s “barbaric conduct” against Palestinian noncombatants, particularly women and children. No one I have encountered believes Israel’s narrative that this is a war against Hamas, not the Palestinian people. A near consensus exists among Arabs and Muslims that Israel is battering the Palestinian population in an effort to force it to revolt against Hamas, just as it tried to force the Lebanese people to revolt against Hezbollah in the summer of 2006. But Hezbollah weathered that Israeli storm, acquired a sturdier immune system and became the most powerful institution in Lebanon. In so doing it shattered Israeli deterrence, delivered a blow to US Mideast policy and expanded the influence of Iran, Hezbollah’s main supporter in the region.
In my recent travels I was struck by the widespread popular support for Hamas — from college students and street vendors to workers and intellectuals. Very few ventured criticism of Hamas, and many said they felt awed by the fierce resistance put forward by its fighters. Israel’s onslaught on Gaza has effectively silenced critics of Hamas and politically legitimized the militant resistance movement in the eyes of many previously skeptical Palestinians and Muslims. Regardless of how this war ends, Hamas will likely emerge as a more powerful political force than before and will likely top Fatah, the ruling apparatus of President Mahmoud Abbas’s Palestinian Authority.
“No one dares any longer to question Hamas’ right to represent the Palestinian people,” said a 30-year-old leftist Palestinian, a graduate of the American University in Beirut. Why so, I asked. “The Islamist resistance has earned a place at the table with blood,” he told me.
What Israeli officials and their American allies do not appreciate is that Hamas is not merely an armed militia but a social movement with a large popular base that is deeply entrenched in society. It cannot be wiped out without massacring half a million Palestinians. If Israel succeeds in killing Hamas’ senior leaders, a new generation, more radical than the present, will swiftly replace them. Hamas is a fact of life. It is not going away, and it will not raise the white flag regardless of how many casualties it suffers.
More than the war against Hezbollah, Israel’s ongoing assault on Gaza has already undermined the legitimacy and authority of pro-Western regimes like Egypt, Jordan and Saudi Arabia in the eyes of many of their citizens. They stand accused of collusion with the enemy against fellow believers…)
http://www.middle-east-online.com/english/opinion/?id=29835
GostarGostar
“só tem civis com armas ligeiras”
Morteiros não são armas ligeiras. Mísseis anti-carro tb não. E lança-foguetes BM-21 e derivados, muito menos.
Creio bem que o meu amigo não sabe o que é uma arma ligeira e uma arma pesada…é que não tem a ver com os quilos.
Quanto aos “civis”, se são tão fracos e desprotegidos, no mínimo devem ser espertos e evitar dar soquinhos num campeão de boxe.
Se insistem, há um momento em que este se irrita , puxa a culatra atrás e mete o “civil” a pintar à pistola.
De resto, como irá verificar a partir de agora, os “civis” do Hamas vão pensar 200 vezes antes de deixar escapar um foguete “ligeiro”.
Como aconteceu com o Hezbolah….
GostarGostar
Olhe que não, Lidador. Os 1200 mártires são facilmente substituíveis e as mães palestinianas tem 8 ou mais filhos cada uma. Só em Gaza há 1,5 milhão de pessoas que apoiam mais que nunca o Hamas. A disponibilidade para o combate é maior que nunca. Num campo de concentração não há nada a perder… E há dezenas de milhares de mujahedins vindos de todo o mundo que virão para Gaza mal a fronteira com o Egipto abra (ou pelos túneis). E você parece avaliar a resistência islâmica pelos critérios da paneleiragem decadente ocidental. Para eles por cada um caído há pelo menos 10 para os substituirem. Aqui bastaria matar 10 para borrar milhões… O Hamas está hoje muito mais forte do que antes do ataque. Teve ganhos políticos imensos. São admirados em todo o mundo muçulmano que despreza Abbas e Mubarak, traidores e colaboracionistas. E vai ser reconhecido como representante legítimo do povo palestiniano pelos europeus. O facto de não se terem rendido ao 4º exército do mundo que atacou na máxima força tranformou-os em heróis em todo o mundo muçulmano. Se não fizeram tanto como o Hezbollah há dois anos (que derrotou literalmente as amélias das SS Tsahal) foi apenas por duas razões: o terreno é plano e não tem as colinas do Líbano, e tinham as linhas de abastecimento para o Egipto cortadas (ao contrário do Líbano).
Que eu saiba as RPG’s e alguns misseis anti-carro tipo bazooka (disparam-se sobre o ombro) são armas ligeiras..ou serão artilharia pesada ? BM-21 não havia em Gaza. Os kassans são completamente made in Gaza. Não têm blindados, misseis teleguiados, fragatas, helis, F-16 e bombas inteligentes, artilharia pesada…mas as amélias nazi-sionistas da casa acham que teriam mais tomates que os leões do Hamas…Enfim… Se iSSrael não puser fim ao bloqueio total (por ar, mas e terra) de Gaza, os kassans vão voltar a voar em breve…
GostarGostar
Deixem-se de mariquices, defensores dos terroristas…o Hamas levou nas trombas, forte e feio, tal como o Hezbollah há 2 anos ( nunca mais arrebitaram o nariz )e durante uns tempos vai estar caladinho, tal como a esquerdalhada pró-terrorista. Daqui a um ano ou dois voltamos ao mesmo e levam nas trombas novamente. Nessa altura lá vem a esquerdalhada de novo chorar baba e ranho. Ainda têm que chorar muita baba e ranho, porque enquanto os palestinianos não aceitarem Israel, nunca haverá processo de paz, mas uma guerra com intervalos regulares.
GostarGostar
JM,
isto que eu aqui disse:
««o que o JM diz é que quem é mais fraco ou aceita as regras do mais forte ou tem de aceitar desaparecer do mapa…»»
é o resultado lógico do que o JM diz a seguir:
««O que eu digo, e está bem explicadinho, é que não se pode estar ao mesmo tempo em guerra, em paz e a fazer terrorismo. Estas 3 situações implicam regras diferentes.»»
e como há certas imagens que valem mais do que certas blasfêmeas, aconselho uma visita aqui: http://e-konoklasta.blogspot.com
GostarGostar
Israel, um bando de ladrões de terras com um regime apartheidesco, nunca será reconhecido. E será esmagado pela força. O Hamas continua no poder em Gaza, cada vez mais forte, mesmo sem tanques, F-16 e fragatas. O “4º exército do mundo” não o conseguiu esmagar em 3 semanas. Vai esmagar o bananas Abbas nas próximas eleições e os regimes fantoches do Egipto e outros têm os dias contados. A rua árabe não perdoa aos traidores… A UE vai reconhecer o Hamas como governo legítimo da Palestina. isssrael está exilado. 4 países cortaram relações, a Turquia virou e Israel está a retirar rapidamente para não levar uma ordem de despejo do Obama já amanhã… Que derrota ! Hoje todo o mundo sabe q
GostarGostar
73 #
“Os 1200 mártires são facilmente substituíveis e as mães palestinianas tem 8 ou mais filhos cada uma. Só em Gaza há 1,5 milhão de pessoas que apoiam mais que nunca o Hamas. A disponibilidade para o combate é maior que nunca. Num campo de concentração não há nada a perder… E há dezenas de milhares de mujahedins vindos de todo o mundo que virão para Gaza mal a fronteira com o Egipto abra (ou pelos túneis).”
Como diria o saudoso Sadam Hussein: “contra os insectos, usa-se insecticida”
GostarGostar
73 #
Vocês parecem o PCP: de derrota em derrota, mas sempre cantando vitória.
GostarGostar
69 # António
Isso viu-se em 1979 no Irão. O PC do Irão apoiou a revolução islamica contra o Xá imperialista apoiado pelos facinoras americanos. A seguir foi o que se viu: 2 anos depois não havia nenhum comunista para contar a história.
GostarGostar
The Beginning of the End for Israel
By Yvonne Ridley
January 19, 2009 “Information Clearinghouse” — – TRY as he might, Israeli Prime Minister Ehud Olmert can not snatch any sort of victory out of the jaws of defeat that are closing down on the failed Zionist project.
This, quite simply, is the beginning of the end for Israel.
The only thing Israel has proved it can do militarily better than anyone else is kill innocent women and children. And in its genocidal drive to wipe the Palestinian people from existence it has dealt itself a fatal blow.
In the belief they would seize an easy victory from the people of Gaza, after retreating broken and humiliated by Hizb’Allah in Lebanon two years earlier, Israel once again learned what happens when you underestimate the enemy.
Gaza has been reduced to piles or rubble in some areas as Zionist bombs pounded the tiny coastal strip by land, sea and air. It was a ruthless, brutal campaign deliberately timed for the final weeks of George W Bush’s US presidency and before the start of the Israeli elections.
Olmert and Tzipi Livni, the daughter of a war criminal and terrorist (well, the apple doesn’t fall far from the tree, does it?) boasted how they would crush Hamas and stop the Qassam rockets from being fired into Israel.
And so, playing the victim yet again, the Zionist State unleashed the might of its army – the fourth largest in the world – on the most densely populated piece of land on Earth, claiming it needed to stop a few tin rockets powered by fertiliser fuel heading towards land stolen from the Palestinians in the first place. Oh, the irony of it all.
By trying to win hearts and minds they enlisted the support of Zionist think tanks who would go into overdrive to try and discredit Hamas and its supporters through TV and newspaper columns. Some of the accusations laid against Hamas were plain ridiculous and silly and fooled no one apart from the commissioning editors.
As I write this article I am watching Olmert on the BBC speaking at a news conference with European leaders saying he wants Israeli troops to leave Gaza “as quickly as possible”. Meanwhile Hamas Prime Minister Ismail Haniya, is on al-Aqsa TV praising his people for their courage and bravery and saying they have won a great victory over Israel.
And indeed they have.
The drive to crush Hamas has failed – in fact many of the millions across the world who marched against the war proudly and loudly declared: “We are all Hamas”.
The cries shocked Olmert, Livni and co who, in their breath-taking arrogance believed the world would stand by and applaud from the sidelines as they went to war with the people of Gaza.
What happened instead was demonstrations, riots, anarchy and outrage from ordinary people pouring out of just about every city on the planet. This was the moment when another battle was launched: People Power versus the politicians. And ‘we’ the people won it easily.
Leaders who once said they supported Israel began putting a distance between themselves and Tel Aviv. The gaggle of belly-dancing Arab leaders began to dance to a different tune while some of the Arab world’s most brutal dictators clamped down even more on their own citizens seeing coups and plots, real or imaginary, at every turn.
Shameful ‘scholars for dollars’ issued fatwas proclaiming demonstrations were haram … these same sheikhs were full of praise for those of us who rallied and marched to show our anger over the vile Danish cartoons which ridiculed The Prophet Mohamed (pbuh). Such hypocrisy reveals them for what they are – men without honour or integrity.
Oh how the Middle East could do with some revolutionary figures like Venezeula’s Hugo Chavez who kicked out the Israeli Ambassador and then Bolivia followed suit.
But perhaps the most devastating blow to Israel came from one time Gulf ally, The Emir of Qatar who ended trade relations with the rogue state.
We still do not know how many Israeli soldiers have died … it is a figure Olmert is trying to keep quiet. No public, ceremonial funerals are shown on TV in Tel Aviv. The Israelis, so used to playing the victim for the American and European media, have not been able to publicly display their mourning to the world. Could it be that mothers, wives and daughters of the dead would want to blame the Israeli government for yet another failed campaign?
It is a far cry from the week before, when Olmert regaled a cheering crowd in Ashkelon about how he telephoned George W Bush and interrupted him in the middle of a speech he was making in Philadelphia and told him to instruct Condaleezza Rice not to vote for a UN resolution Condi herself had written. Bush did as he was told, said Olmert to roars of approval.
I hope Barrack Obama and Hilary Clinton take note.
And I hope they realise now that the democratically elected Hamas are the only party in town to sit down and negotiate with. Failed Palestinian leader Mahmoud Abbas should now viewed as collateral damage. His credibility has gone and any deal he made with Israel over this shameful period will soon be revealed. By the way, I understand his luxury villa in Gaza is about the only building that is free of shrapnel, shells or bullet marks. It certainly survived the bombing in a district which was attacked without mercy. Funny that!
Gaza will rise again from the rubble with its people even stronger than before. They are an example to resistance fighters across the world and they will go down in history for their bravery and courage.
In a few years time children across the Middle East will be raised on the her oic stories and exploits of the people of Gaza. And as they are safely tucked up in their beds, they’ll probably ask: “So what did happen to Israel? Did it really exist?”
GostarGostar
Levy, 1.100 mortos. Acho que deve ir comemorar tão memóravel vitória. Com champanhe.
GostarGostar
81 # Daniel Oliveira
Acho curioso que desça a um nível desses para discutir: insinuar que eu comemoro 1100 mortos. Lá porque não alinho na sua desonestidade intelectual, é porque gosto de ver pessoas mortas? Julga-se moralmente superior?
Não costumo dar a face, por isso respondo-lhe da mesma maneira:
Você é que parece que os anda a comemorar todos os dias. Quanto mais mortos, melhor para si e para as suas posições. Tem assunto para postas e mais postas anti Israel. Nestas alturas panfletos não lhe faltam. Devia ser um bocadinho mais recatado com os festejos.
GostarGostar
Queriam continuar a bombardear à vontade, sem haver resposta? Ora tomem!
Agora é arrasar aquela merda toda!!!!!!
GostarGostar
77 # “Como diria o saudoso Sadam Hussein: “contra os insectos, usa-se insecticida”
Isso foi o que ele disse para os iranianos (que chegavam aos magotes com foguetes à volta da cintura) antes de lhes mandar armas químicas.
O Sadam Hussein era o quê? UDP?
GostarGostar
“Levy, 1.100 mortos. Acho que deve ir comemorar tão memóravel vitória. Com champanhe.”
Não se faça modesto Daniel Oliveira quem comemora os 1100 mortos é você. Nem interessam que sejam verdade ou não, se sejam membros do Hamas ou não.
É por mortos que a sua extrema esquerda anseia, pois é essa a tática, é essa a razão porque a sua extrema esquerda apoia as táticas do Hamas, o uso de civis como reféns, a colocação de explosivos em casas civis, o disparo de rockets indiscriminados sobre cidades.
“BM-21 não havia em Gaza.”
Como é que foram atingidas cidades a 40km de distancia de Gaza. Não foi sequer por BM-21(Grad) foi pela variante Chinesa vendida ao Irão.
GostarGostar
86 #
Meu caro,
não perca o seu tempo a adjectivar-me, se isso que você diz está mesmo para acontecer.
GostarGostar
87 # Lucklucky
Não sei se reparou em quem é que aqui apareceu a cantar vitória. E deve ter reparado que a mim é que me ofereceram o champanhe. As coerências do costume…
GostarGostar
Acho curioso pensarem que o hamas está mais forte e que o exército israelita não os conseguiu vencer. Se o objectivo militar de Israel é matar criancinhas e não elementos do hamas já tinham arrasado aquela merda toda.
Incrível mesmo é ler os posts do Daniel Oliveira e tentar imaginá-lo de lágrimas nos olhos a ver as últimas notícias. O argumento final de quem já não tem argumentos nenhuns é o número de vítimas civis. Pergunto-me se as mesmas lágrimas foram corridas quando o Daniel Oliveira viu um autocarro explodir em Israel. Tendo em conta o tipo de argumentação que ele usa nos seus posts não me custa imaginá-lo a pensar “bem feito”. Pergunto-me se o mesmo Daniel Oliveira derramará uma lágrima ou escreverá um texto comovido no dia em que vir judeus na europa e US a serem mortos pela intolerância. Judeus esses que têm tanta culpa nesta guerra como ele.
Não há mal nenhum ter um par de tomates entre as pernas e admitir que não se gosta de uma raça. Não se enganem a vocês próprios ao recusarem limiarmente de serem acusados de anti-semitismo. E isso faz de vocês xenófobos? Claro que sim e então?
Sabem qual é a grande diferença entre a extrema-esquerda e a extrema direita? É que a extrema-direita não se esconde com o lirismo de progressistas. Odeia tudo o que não é a raça deles e tem orgulho nisso. Ao menos sabemos o que contar com eles e ou se gosta ou não. A extrema esquerda, com os mesmos ódios e preconceitos é aquela ressaibiada e medrosa que odeia com o mesmo fervor com que odeia de ser acusada de anti-semitismos, preconceituosa, etc, e se refugia nos casamentos gay e despenalização das drogas leves (as mesmas que devem vir em malas diplomáticas..) como o caminho progressista e tolerante.
O joão Miranda conseguiu numa frase dizer aquilo que a extrema-esquerda medrosa e caguinxas não percebeu:
“Ou bem que se aceita que a guerra é lixada, ou bem que se rejeita a guerra de todo.”
É DA NATUREZA DA GUERRA A MORTE, DESTRUIÇÃO e MISÉRIA. ALI E EM QUALQUER PARTE DO MUNDO. E ou se é contra (incluindo portanto as tácticas terroristas do hamas) ou aceita-se que é um assunto mesmo pesado e alguém (e geralmente são os mais fracos) vai pagar caro a factura.
Será um dia muito triste aquele em que se enaltecerá um grupo de pessoas que tem como objectivo a destruição de uma outra, sejam palestinianos ou israelitas. Será um dia negro na nossa sociedade porque será aí que voltaremos à nossa triste condição humana da destruição e intolerância. E é mesmo muito triste ver posts e blogs que tudo fazem para que esse dia chegue.
GostarGostar
Acho piada. Agora até querem uma guerra em que não se matem civis, mesmo que esses civis se metam exactamente nos locais onde sabem que vão ser atacados.
Quem vai à guerra dá e leva. E o Hamas levou na boca. Em grande estilo. O povo da palestina ? Infelismente pagou pelas opções que tomou. Aos comentadores terroristas e apoiantes de regimes ditatoriais e “islamicidas” sugiro que metam a viola no saco e esperem mais 2 anitos.
GostarGostar
Zeze euroliberal, embora já não esteja aqui o teu post de ontem quero te dizer que já é a 2ª vez que te esticas comigo. Uma coisa é o debate de ideias e outra são insultos gratuitos.
Podes mudar de nome as vezes que quiseres, mas mais tarde ou mais cedo a tua conversa fascista e atrofiada vem ao de cima.
Penso que devias canalizar essa raiva toda para outras coisas mais construtivas. Tu e o teu alter ego zazie podem insultar à vontade, pois voces são como o Hamas, uns cobardes de merda, que refastelados no vosso sofa insultam os outros só porque não concordam com eles.
GostarGostar
Este participante do forum que dá pelo nome de zeze/euroliberal, já em 2004 andava a fazer das dele em vários blogs.
Aqui fica um exemplo concreto. Epá vê se arranjas um parceiro sexual e deixa-te disto.
http://barnabe.weblog.com.pt/arquivo/052133.html
GostarGostar
para 76 – zézé
Não passas de um criminoso a solta.
GostarGostar
Lidador 70. «Pedro Botelho, em que se baseia para afirmar que a Margem Ocidental é território “ocupado” e “ilegalmente ocupado”?»
— “OCUPADO”: Não compreendo a dúvida. Que eu saiba ninguém coloca em dúvida que Israel ocupe de facto o terreno e espaços aéreo e fluvial dos territórios vulgarmente designados por “Margem Ocidental” (do rio Jordão), encerrando os respectivos habitantes em zonas que determina e cujos acessos controla.
— “ILEGALMENTE ocupado”: A dúvida aqui parece repousar na oposição que de facto existe entre duas correntes de opinião, uma delas bastante mais vasta que a outra:
1) A das resoluções da ONU e da comunidade internacional na sua totalidade, incluindo Israel (onde a opinião prevalecente é a de que a legalidade internacional não é feita para judeus e deve ser ignorada sempre que conveniente, e não a de que essa legalidade não existe).
2) A de alguns judeus e cristãos que opinam que:
a) Só a lei divina é lei verdadeira e a simples concessão divina da Palestina aos hebreus errantes registada na Bíblia cancela as leis e disposições humanas subsequentes.
b) A comunidade cultural internacional que se diz descendente dos hebreus bíblicos, independentemente dos seus ascendentes e locais de residência, é herdeira legítima dessa concessão.
Pessoalmente opto pelo primeiro parecer, mas estou disposto a ouvir — e contestar — o parecer contrário.
GostarGostar
zézé #80 – cita: Yvonne Ridley
Vão ver o calibre da peça em:
http://en.wikipedia.org/wiki/Yvonne_Ridley
GostarGostar
«Vão ver o calibre da peça», diz DSC (no 94.).
Imagino que se refira ao facto de se tratar de uma conversa ao Islão. Mas não são só os muçulmanos que perante certos escândalos adoptam o linguajar — um tanto irritante, devo confessar — das religiões abraamicas.
Considerem por exemplo a opinião de Norman Finkelstein: “And then these satanic narcissistic people throw their hands up in the air and ask, “Why doesn’t anybody love us? Why don’t our neighbors want us to be here?”
Está aqui:
<a href="http://revisionistreview.blogspot.com/2009/01/norman-finkelstein-israel-is-satanic.html"Norman Finkelstein: Israel is a Satanic state.
GostarGostar
Correcção:
Está aqui:
Norman Finkelstein: Israel is a Satanic state.
Sugestão ao blogue: Seria boa ideia permitir a quem envia comentários um visionamento prévio á publicação. Nem todos temos tempo para fazer ensaios fora da caixinha, reler com imenso cuidado etc.
GostarGostar
Pedro Botelho (96)
Sim, seria certamente útil, mas a actual ferramenta (que não depende de nós) não tem ainda tal possibilidade.
GostarGostar
Norman Finkelstein, judeu anti-sionista, é que sabe:
“First of all, we have to use proper language. There is no operation, and there is no war. What is happening is a slaughter, a massacre. When you have 200 to 300 kids killed, that is not a war. When you have a strong military going in against a defenseless population, that is not a war. When you shoot a fish in a barrel, we do not call it a war. As an Israeli columnist put it, it does not need too much courage to send jets and helicopter gunships to shoot inside a prison. What just happened was not a war. One-third of the casualties were children. It was not a war; it was a just a massacre”
Massacre, nãu uma guerra
GostarGostar
Sr pedro botelho, não é alguém como esta senhora que diz o que pode ler no excerto que copiei que faz ganhar o meu respeito.
“At the “Muslimer i Dialog” conference in Copenhagen in September 2005, Ridley was asked if she didn’t see it as a problem that militant Islamists distribute recruiting videos of Iraqi insurgents killing hostages. She replied that it was necessary for Muslims to have these videos at home as an alternative form of news to what she perceived as the propaganda of Western media”
Sim, eu quando quero alternativas de notícias da nossa imprensa “isenta” também custumo ver vídeos de reféns a ser executados. E o senhor?
GostarGostar