Deontologia
1. José Azeredo Lopes, da ERC, recusou ser entrevistado por Humberto Costa, jornalista do Expresso. Na edição em que publicou a entrevista, o Expresso revelou que o dito jornalista tinha sido vetado. O Expresso realizou a entrevista apenas para depois poder confrontar o presidente da ERC com esta tentativa de condicionamento.
2. No dia em que o ministro Silva Pereira foi entrevistado por Mário Crespo estava marcada uma entrevista de Mário Crespo a Passos Coelho. A entrevista de Passos Coelho foi adiada por causa do caso Freeport. Note-se que o espaço de entrevistas de Mário Crespo é um espaço semanal para o qual não faltarão interessados. O ministro Silva Pereira estava interessado na entrevista para limpar a imagem do Primeiro-Ministro. Não estava em condições de negociar a entrevista. Tentou ainda assim condicionar o entrevistador. Mário Crespo denunciou o caso.
Não há nada na deontologia jornalística que obrigue um jornalista a ocultar tentativas de pressão. Caso contrário, a deontologia protegeria quem pretende condicionar os jornalistas de qualquer tipo de retaliação.

nacional-socialistas de sarjeta
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«jaz morto e arrefece»
um país onde nada acontece
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A presença da frase “não estava em condições de neogciar a entrevista” é particularmente reveladora. Haverá então circunstâncias em que se está em condições de negociar a entrevista? E o que te leva a concluir que o Mário Crespo estava na posição de cima? Qualquer canal estaria interessado em ter alguém do governo a falar sobre o Freeport. Não se tratou de um favor.
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Os socialistas parecem estar a provocar alguém.
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Foi Mário Crespo que o convidou e não o contrário.
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A grande tentativa de pressão denunciada por Mário Crespo é os telefonemas a perguntar como ia começar a entrevista, e para não o tratar ó pá, tu aí. O jornalista deve ter ficado muito assustadinho e muito pressionadinho por tal coisa. Se calhar é um assustadiço.
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#4 “Os socialistas parecem estar a provocar alguém.”
A mim estão-me a provocar nojo.
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««Qualquer canal estaria interessado em ter alguém do governo a falar sobre o Freeport. »»
Pois. Mas são os canais que dão audiências específicas. O Governo estava interessado em em defender as suas posições no número máximo de canais de forma a captar toda a audiência.
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««O jornalista deve ter ficado muito assustadinho e muito pressionadinho por tal coisa.»»
Óbvio que não ficou. Mas isso não dá direito ao ministro de exigir segredo sobre as pressões.
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“Óbvio que não ficou. Mas isso não dá direito ao ministro de exigir segredo sobre as pressões.”
O João Miranda chama pressão o entrevistado telefonar para tentar saber como ia começar a entrevista ou a tentar ter uma luz e tirar nabos da púcara sobre o que é que lhe iam perguntar à frente da tv? Pressão é o jornalista depois escrever aquilo para dar a entender que foi muito pressionado, tão pressionado que ficou tão intimidado que até queria saber se o tio era o tio. O jornalista quer dar entender que foi muito pressionado. Que este país é governado por Mugabes e Eduardos. Que andam todos muito assustado a tal ponto que nem conseguem insultar mais o PM na tv todos os dias.
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com este artigo o Crespo vai-lhe acontecer o mesmo que á M.M.Guedes do governo nem um para entrevistar.Eles só gostam de jornalistas macios e domesticados.
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#10 “O jornalista quer dar entender que foi muito pressionado. Que este país é governado por Mugabes e Eduardos”
Pelos vistos não é só o jornalista.
Nomes como Alegre, Edmundo Pedro, Henrique Neto disseram publicamente que esta lista não é maior… por medo.
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” O ministro Silva Pereira estava muito interessado para limpar a imagem do primeiro ministro”.
Só que, talvez pela falta de qualidade do detergente, ou porque as nódoas eram difíceis, foi pior a emenda que o soneto…
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Desde quando é que as entrevistas não são previamente preparadas?
Só um irresponsável é que vai para lá sem rede.
Condicionamentos há sempre, de um lado e do outro.
A simples iluminação pode dar cabo da imagem de um entrevistado, como fizeram com a Ferreira Leite. Que fazer dela uma beleza também não era fácil.
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Era um bocado divertido se por acaso os telefonemas tivessem sido gravados. Acho que os ministros deviam começar a gravar os telefonemas que era para quando isto acontecesse se defenderem.
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Essas gravações não serão proibidas?
Ah! pois! claro! para o governo nada é proibido…
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Miranda, com base no relato do Crespo, identifica a pressão exercida. Escuso de te lembrar que no conceito de “pressão” deve-se dar conta da força e da direcção. De caminho, podes também explicar em que consistiu a tentativa de “condicionamento” do entrevistador. Finalmente, gostava que partilhasses com a malta a estatística relativa aos contactos prévios entre entrevistados e entrevistadores, de modo a podermos aferir com algum rigor outro para além do subjectivo o valor da ocorrência.
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O post tem dois pontos.
Engraçado o número de virgens ofendidas só com um.
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“Essas gravações não serão proibidas?”
Sei lá? Os jornalistas podem gravar e depois colocar nos jornais sem nada lhes acontecer. Porque é que uma pessoa não pode gravar os telefonemas que faz? Desde que diga ao outro que está a gravar e que só as use com conhecimento do outro não vejo mal. É tão mau como divulgar conversas privadas que uma pessoa teve ao telefone nos jornais.
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“O post tem dois pontos. Engraçado o número de virgens ofendidas só com um.”
O personagem do primeiro já deu provas, do ridículo.
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o crespo é um queixinhas, quando a coisa não lhe corre bem bota a boca no trombone e diz o que deve, o que não deve e o haver. foi assim recentemente com o cavaco, com o silva pereira, etc.
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Estes sucialistas nojentos vão passar as “passas do Algarve”.
Cá se fazem, cá se pagam!
Não vale a pena emigrar.
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Já me enojam os comentários do Piscoiso.
E não se pode exterminá-lo?
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Quem diz o Piscoiso diz o Valupi.
Da-se!!!
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É impressão minha, ou isto
«Votemos, já que temos a valsa começada, e o nada há-de acabar-se como todas as coisas.» [Mário Crespo, Jornal de Notícias.]
está a pedir aspas? Caso contrário, torna-se um plágio disto:
«[…]
Mas dancemos; dancemos
Já que temos
A valsa começada
E o Nada
Deve acabar-se também,
Como todas as coisas.
[…]»
Reinaldo Ferreira 1922-1959 / Eu, Rosie, eu se falasse, eu dir-te-ia
http://www.daliteratura.blogspot.com/
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Mário Crespo é muito lesto a atirar pedras aos outros. Mas infelizmente tem telhados de vidro. Plagiar os outros é todo um programa.
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Eu acho que o Silva Pereira tem um nariz parecido ao do Pinóquio.Reparem bem de perfil o nariz do dito.Para mim as semelhanças são evidentes.
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Graves graves são as acusações do Director do Sol que diz com todas as letras que alguem do PS lhe disse que se neste fds houvesse alguma noticia sobre o Freeport que enterrasse o Socas, o Sol não iria sobreviver pois com as dificuldades existentes no jornal o mesmo seria estrangulado até à sua extinção.
Um dos juizes do caso Freeport anda a ser perseguido por estranhos e na sua terra Mação, foram vistos 2 homens que faziam perguntas sobre o dito senhor. Foi tirada a matricula, que se revelou falsa.
Suspeita-se que o SIS anda a vigiar pessoas ligadas ao MP e ao caso Freeport.
ISTO É CRIME
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António Cunha,
onde é que o director do SOL diz isso?
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Na revista Sabado desta semana
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António Cunha,
obrigado, encontrei http://www.smmp.pt/?p=2888
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Mas isso de fazer pressão è pratica corrente de Socrates e Silva Perreira, o outro è ameaçar que malha!
Que gente elegante………….
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