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Falta de capacidade produtiva

23 Fevereiro, 2009

Demoras na entrega do Magalhães estão a causar ansiedade às crianças

A demora na chegada do Magalhães às escolas está a criar ansiedade, angústia e alguma “cobiça” nas crianças, que não compreendem por que é que o colega do lado recebeu antes o famoso computador portátil, alertam pais e professores. Dos 354 mil alunos inscritos para receberem o Magalhães através do programa e-escolinhas, apenas 200 mil têm o portátil até agora.

Isto é o que acontece quando o Estado estimula uma actividade para a qual não existe capacidade produtiva instalada. As empresas do sector (neste caso uma única, mas podiam ser várias) dispersam a produção ao longo do tempo e atrasam as entregas. Note-se que a única coisa que a JP Sá Couto faz é pequenas adaptações ao Classmate PC. Isto é, o maior efeito do estímulo neste caso é a importação de computadores. Mesmo assim, existe um estrangulamente na cadeia de produção, e esse estrangulamento é a falta de capacidade produtiva da JP Sá Couto.

23 comentários leave one →
  1. Niagara's avatar
    23 Fevereiro, 2009 12:21

    Ritalin para quem não tem o Magalhães já!!!!

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  2. Desconhecida's avatar
    23 Fevereiro, 2009 12:26

    Projecto global concluído até 2013
    Alqueva envolve investimento de 1,4 mil milhões«««

    No tempo do Dr. Cavaco, não pregou um prego naquela que foi o investimento mais produtivo depois do 25 abril

    E ele Prof de Economia?

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  3. Piscoiso's avatar
    23 Fevereiro, 2009 12:32

    Quanto mais empresas a trabalharem
    E eu que julgava que o Magalhães não tinha aceitação para o Estado, melhor.
    É isso?
    E eu que julgava que o Magalhães não tinha aceitação, devido ao bota-abaixo anti-tudo.
    Com a publicidade que lhe é feita em Torres Vedras, haverá criancinhas que estão em pulgas para o receber.
    Já com as gajas no ecran.

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  4. Desconhecida's avatar
    23 Fevereiro, 2009 12:34

    A alguem, neste caso o governo que fornece os meios para as nossas crianças estar a par dos novas metodos de trabalho.

    Pode ser que as crianças escolares aprendam as Matrizes.

    O JM sabe o que são as matrizes? o que é uma T de uma matriz ou o seu I?

    Assim tenhamos Assistentes capazes, nao é só Historia,

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  5. Piscoiso's avatar
    23 Fevereiro, 2009 12:34

    Saiu trocado.
    “Quanto mais empresas a trabalharem para o Estado, melhor. É isso?”

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  6. mfm's avatar
    23 Fevereiro, 2009 12:35

    É o GOVERNAR À VISTA!Não há PLANIFICAÇÃO! Não há ORGANIZAÇÂO!É o IMEDIATISMO !

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  7. Desconhecida's avatar
    23 Fevereiro, 2009 12:37

    Viva a República Tuga, dos Magalhães.

    Mas, as nuvens adensam-se, nem com Magalhães o job existe:

    Os centros de emprego receberam em Janeiro inscrições de 70.334 trabalhadores desempregados, um aumento de 44,7 por cento em relação a Dezembro e mais 27,3 por cento na comparação com Janeiro do ano passado, anunciou hoje o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP).

    http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1366386

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  8. Desconhecida's avatar
    23 Fevereiro, 2009 12:47

    Na Alemanha, na Russia e em todo lado, não é que me conforte, Portugal, comparativamente com a Alemanha, o seu desemprego não faz doer.

    Eu continuo a ir aos Continente, quem ocupa os postos de trabalhos, são brasileiros, Africanas e outras Nacionalidades, sinal que os Portugueses não querem trabalhar

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  9. carneiro's avatar
    23 Fevereiro, 2009 12:47

    Desculpe a variação sobre o tema:
    O meu mais novo – 8 anos – recebeu o aparelho há duas semanas. Não faz mais nada que jogar, passar os níveis, estabelecer campeonatos com os colegas que já receberam também. Ele já tinha informática em casa, com acesso á net(através dos PC’s dos irmãos). Para ele não comportou nada de novo.
    A Playstation só era permitida aos fins-de-semana. Enfim, as rotinas de estudo e de trabalho estavam estabelecidas. Agora, os TPC exibem erros que antes não tinham, ficam para o último dia do prazo, a própria professora os obriga a sair da sala nos intervalos pequenos porque “o pessoal” quer ficar na sala a bater records e a passar níveis.
    Aquilo está a funcionar como uma consola de jogos. E como todos têm (ou vão ter) igual, o campeonato universal está lançado.

    Vou tomar medidas, obviamente. Não queria que o miúdo ficasse triste, mas vou ter que tomar medidas. A começar por uma carta à Professora, a informar porque razão o meu filho vai deixar de usar o magalhães que vai ficar retido, até ulterior decisão.
    (Escola nº 24 – Bairro de S. Miguel, Lisboa)

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  10. Desconhecida's avatar
    23 Fevereiro, 2009 12:52

    Ha uns tempos precisei de 0bras em casa, chamei uma equipa de Pintores e Estucadores, queriam uma fortuna (2000 mil contos), arranjei 2 Ucranianos que me fizeram o trabalho por metade do preço e fizeram mais que aquilo que era solicitado.

    Os Portugueses em Portugal não querem fazer nanhum.

    O Resto é conversa

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  11. Piscoiso's avatar
    23 Fevereiro, 2009 12:58

    A minha tia Osvalda comprou um Magalhães porque a calculadora onde faz as contas da mercearia avariou.

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  12. Desconhecida's avatar
    23 Fevereiro, 2009 13:03

    É claro, como trabalhador que sou e sempre fui, é triste ver homens e mulheres, alguns deles casais a ficarem sem trabalho, as empresas faliram, outras por nao encontram encomendas, etc. etç…As pessoas que vem aqui sabem o que é isso? a grande maioria são FPublicos e são essas que “brincam” com a falta de trabalho.

    Alguem me sabe dizer quantas reformas tem PR? ou ministro Dias Loureiro?

    Agora acabou este luxo? em que uns tem tudo e outras não tem nada.

    Há Portugueses de 1ª e outros que andam nas carruagem da CP ao tempo de Salazar.

    Esta é que é grande verdade

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  13. Desconhecida's avatar
    23 Fevereiro, 2009 13:05

    O JM sabe por ventura o que eram as carruagens da CP no tempo de Salazar?

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  14. Piscoiso's avatar
    23 Fevereiro, 2009 13:12

    Diz o meu avô, que as carruagens no tempo de Salazar tinhas 3 classes: 1ª, 2ª e 3ª.
    Os assentos das de 3ª classe era em ripas de madeira como os bancos dos jardins
    As diferenças entre 1ª e 2ª era um encosto para a cabeça.

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  15. Desconhecida's avatar
    23 Fevereiro, 2009 13:17

    Não sei como era as reformas no tempo do outro Senhor, mas sei, que atribuirem uma e só uma reforma ao Alm. Tomas, se a memoria nao me falha foi PR, foi-lhe atribuida a reforma de Almirante.

    Hoje, como é, deem o exemplo dos nossos dias -Quantas reformas carimba o PR, a de Prof? a de Dir do BP? a de Politico,

    Digam-me que eu não sei

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  16. Desconhecida's avatar
    23 Fevereiro, 2009 14:05

    A importancia das carruagens tinham um significado social e politico, como tem as reformas dos sr. Funcionarios publicos em contraste com a rale, tal era no regime do outro senhor.

    Já repararam, que anda o governo a negociar as mordomias entre eles. em 12 meses de negociação, 9, são de negociação, com ferias á mistura, ditas greves.

    Falamos de funcionaios publicos, hoje, são estes que estão no Gov amanhã, o Picão, passa a governante, com toda a carga simbolica, de quem não faz nenhum.

    Isto é bem pior que o desemprego, porque há desempregados com experiencia e now how de trabalho que substituem facilmente quem não quer trabalhar. Não acham?

    O despedimento da funçao publica, justifica-se plenamente, hoje mais que nunca

    o PR, no tempo em que foi 1ª ministro, teve todos os mecanimos para que os cidadãos fosse todos de 1ª, mas o primeiro ministro de então limitou-se a gerir a riqueza que lhe entrou pelas portas dentro, adesão da europeia

    Não basta por camisa as ricas verticais e gravata as ricas em diagonal, entre 2 tacadas, falando dos pobrezinhos que resolve o problema, quando foi tempo, disse bolha.

    Antes de falar desemprego eu quero saber se há Portugueses de 1ª, com 2 e 3 reformas, enquanto outros, reformam-se miseralvelmente.

    Isto é mais importante, é a dignidade de quem trabalha

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  17. José Magalhães's avatar
    23 Fevereiro, 2009 14:16

    Meu caro,

    Comentei assim este caso

    http://atributos-1.blogspot.com/2009/02/o-magalhaes-ainda-e-outra-vez.html

    melhores cumprimentos

    JM

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  18. Desconhecida's avatar
    23 Fevereiro, 2009 14:29

    “Antes de falar desemprego eu quero saber se há Portugueses de 1ª, com 2 e 3 reformas, enquanto outros, reformam-se miseralvelmente”.

    Isto levanta muitas questões:

    1. Como é possível um funcionário público adquirir um T2, com 182 m2, na Rua Braancamp?
    2. Como é possível um Governdor do BdP, que ganha o mais elavado valor de um funcionário público, não detectar tramóias gigantes na Banca, como sejam no BCP, no BPP, no BPN. Aliás, várias dessas tramóias, andam pelos jornais e revistas há anos?
    3. Como é que um empregado bancário de balcão chega a Administrador do maior banco português, que por acaso é do Estado?
    4. Como é que um ex-Presidente do maior banco português, que é do Estado, ajuda vários empresários a comprarem acções do BCP, a crédito, para depois o ajudarem na eleição para Presidente do BCP?

    George Orwell explicou há muitos anos, “que há porcos mais iguais do que outros”. Animal farm?

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  19. Desconhecida's avatar
    Joaquim permalink
    23 Fevereiro, 2009 17:29

    João,
    Segundo um contacto profissional, a JP Sá Couto tem um armazém cheio de Magalhães prontos a entregar. Por que razão não são entregues? Não me foi dito. Mas o tempo que falta até às eleições autárquicas e legislativas é capaz de não ser indiferente. Digo eu, que tenho a mania das conspirações.

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  20. Luis Melo's avatar
    23 Fevereiro, 2009 17:56

    Tal como disse aqui:

    O Governo queria dividir a despesa (50 € modem e 250 € ligação) do programa e-escolinha com as autarquias, mas estas recusam pagar as assinaturas de internet. A possibilidade de José Sócrates ter de pagar dos cofres do Estado é cada vez mais certa.

    Além disso, neste momento apenas 230 mil pais se inscreveram no programa, menos de metade dos 500 mil pretendidos até final do ano lectivo. Isto deixa antever que terá de ser o dinheiro do orçamento estatal a compensar o investimento das operadoras (Vodafone, Optimus e TMN).

    O executivo comprometeu-se a compensar as operadoras, caso o que elas estão a investir a fundo perdido não seja suficiente para pagar o e-escolhinhas. Por outro lado, só foram entregues 35 mil Magalhães em todo o País.

    Espero que também agora, os media se despachem a colocar em parangonas esta vergonha. Da mesma forma que se apressaram, durante meses, a fazer do Magalhães um dos maiores feitos deste governo.

    Quanto aos portugueses, mais uma vez, irão ver os seus impostos a ser gastos para cobrir mais uma grande asneira de José Sócrates. E mais uma vez podem ver desmascarada uma das maiores acções de marketing político do PM.

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  21. dutilleul's avatar
    dutilleul permalink
    23 Fevereiro, 2009 20:38

    # 9:

    “…Aquilo está a funcionar como uma consola de jogos. …”

    Bom, isto não tem nada de surpreendente. Precisamente no ano em que o programa foi lançado, foi publicado um estudo com as mesmas conclusões (The Efect of Computer Use on Child Outcomes, Ofer Malamud Cristian Pop-Eleches, University of Chicago et Columbia University, 2008), levado a cabo precisamente no país de onde o programa foi plasmado (a Roménia…):

    “Dar-lhes [aos alunos] computadores é mais ou menos a mesma coisa que dar-lhes playstations”, pode ler-se no supramencionado estudo que recomenda, em vez disso, que as escolas sejam efectivamente equipadas com os computadores de forma a que a sua utilização possa ser supervisionada.

    #11 (Piscoiso):

    Com todo o respeito, Piscoiso, a coisa não tem graça nem devia ser objecto de graçolas. O dinheiro do contribuinte não devia ser delapidado em campanhas eleitorais porque é exactamente essa a função do Magalhães; o equivalente bastante exacto da lógica dos electrodomésticos do Sr. Valentim Loureiro.
    Porquê? Porque não é possível que nem um dos MILHARES de funcionários do Ministério da Educação, (na 24 de Julho, em Lisboa) não conheça o estudo!
    Repare-se que o estudo nem sequer está numa biblioteca obscura de uma universidade. ESTÁ DISPONÍVEL ONLINE!!!!!!!!! ( http://www.columbia.edu/~cp2124/papers/computer.pdf)

    O mais extraordinário em tudo isto é o espantoso silêncio de instituições (como as Escolas Superiores de Educação, o CNE, Sindicatos, comunicação social, …, …) Então mas uma coisa destas não devia ser mais reflectida, não é o dinheiro (imenso dinheiro) de todos que está em causa?

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  22. Luís Oliveira's avatar
    24 Fevereiro, 2009 11:50

    “existe um estrangulamente na cadeia de produção, e esse estrangulamento é a falta de capacidade produtiva da JP Sá Couto”

    Como é que o JM sabe isto? Alguém na JP Sá Couto lhe disse?

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  23. DSC's avatar
    DSC permalink
    24 Fevereiro, 2009 14:03

    tadinhas das crianças.. Não se faz!

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