Pedro Magalhães dá conferência no Porto
26 Fevereiro, 2009
Seminário: Modelo de previsão de resultados das eleições legislativas de 2009
28 de Fevereiro de 2009 – Sábado – 11h00
Universidade Lusófona Porto / Sala tribunal
Orador convidado: Pedro Magalhães, Investigador do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa
Participação Livre!
27 comentários
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Publicidade corporativa?
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UM CONTRIBUTO:
O que me tem suscitado interrogações em catadupa é o que está a impedir a consciência popular da tragédia em que o país, mas não só, se transformou! O estranho, ou não, alheamento popular de que estamos todos a um passinho minúsculo do precipício. Creio que o circo montado pela política caseira (estarão PSD, Bloco e PS conluiados?) está a impedir as pessoas, o povo, de olhar em volta e reparar que dois, seis, mais… conhecidos, amigos, já têm as vidas, pessoais e familiares, estrilhaçadas. Seja pela crise (desemprego etc.), seja pela impressionante falta de agilidade política de quem nos dirige (e não falo apenas do PS de Sócrates) e incapacidade para solucionar problemas de forma sensata e fugir à medicidade dos poderosos (como se sabe aquela a que é mais difícil resistir!), para agir de forma altruista, por bondade, sem a matemática dos dividendos a atordoar a caminhada… O quê?! O que é que falta para que o povo ganhe consciência e perceba que, nestas ocasiões, o poder só percebe a linguagem da força para acabar com esta maltrapilhice? Quantos mais vizinhos sem poder pagar o arroz para a mesa, a escola dos filhos, quantos mais, quantos?? são precisos para que essa consciência passe para o todo, saindo abruptamente do compartimento “cada-um-com-o-seu-problema-e-que-o-resolva!” para a percepção de que este é um problema de todos e que a todos vai tocar mais cedo que tarde. E o poder político (porque o militar já o percebeu, ou melhor já o sentiu na carne-outra-vez-para-canhão!) já percebeu que, para além dos votos, um dia destes vai ter que, humildemente, pedir paz ao povo prometendo que nada será como dantes?! A Bastilha foi assim, Abril foi assim… outros assim houve, tantos outros, que foram tão poucos que esta gajaria já não se lembra! Mas receio que o povo vai pçerceber que a medida para a solução dos problemas vai ter de passar pela metragem de vidros de montras partidos e toneladas de aço calcinado nas ruas. Temo isso, temo sim… cada vez mais.
RIBO
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Entre o “alheamento popular” e o catastrofismo dos catastróficos, há todo um mundo que não faz da política o seu modo de vida. Claro que se vota, quando chega a altura.
No Partido dos catastrofistas?
XIÇA!
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Modelo de previsão de resultados das eleições legislativas de 2009
como construir uma sondagem que dê vantagem ao psd?
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Ando a trabalhar nisso há uns tempos mas não está nada fácil.
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Um modelo de previsão suponho que seja econométrico. Se alguma coisa as eleições dos EUA mostraram é que os métodos de simulação são mais poderosos. Mas não temos sondagens suficientes por cá. Em todo o caso, boa sorte.
Eu fico-me pos uma sugestão de reflexão sobre a política energética:
http://ovalordasideias.blogspot.com/2009/02/os-argumentos-das-energias-renovaveis.html
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Afinal o “Magalhães” sempre tem alguma utilidade. Valha-nos isso.
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Desconhecia a existência de modelos de previsão nesta área mas fiquei curioso.
A filosofia é idêntica aos modelos numéricos de previsão do tempo por exemplo ? Mas se nestes existem equações físicas ligadas à dinâmica da atmosfera, que equações existem num modelo deste tipo ? Também existe o conceito de ensembles hehehe ? Perturbações introduzidas na simulação, neste caso, sei lá, perturbações poderiam ser a demissão da MFL ou mais uma noticia explosiva do Freeport ?
Fiquei curioso, pode dar mais algumas indformações pois não tenho qualquer possibilidade de ir ao Porto.
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“Fiquei curioso, pode dar mais algumas indformações pois não tenho qualquer possibilidade de ir ao Porto.”
Sobre este assunto e outros, o Prof. Karamba dá informações igualmente fiáveis.
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Deve ter o “Dragon” cheio, a mim ,é que ele não me apanha, nem que ele me desse cachet. Se ainda fosse ciclo de Manuel de Oliveira,ainda vá lá, mais que não fosse, para bater uma sorna.
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Por falar disso, o “Magalhães” é o do Computador?
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Amigos e Amigas, Companheiros e Companheiras, Camaradas em Cristo.
O meu nome é Zé da Cunha e estou pronto a dar umas dicas que resultaram no passado e resultam no futuro.
Amigos Companheiros/as e Camaradas, se ainda não tem o Cartão, não de identificação ou 5 em 1, Obtenham numa casa qualificada para obter o – Cartão Laranja – e deem conhecimento disso aos 4 ventos e mais alguns, se o vento não for feiçao.
Companheiros Amigos e Camaradas, a fome é muita, o jobs ainda mais, pois esta na altura de mostrar o apego á “laranjinha”.
Companheiros Amigos Camaradas, façam aquilo que eu digo, não façam aquilo que eu faço
Este conselho é totalmente e puramente grátis de um “velho” lutador pelos “jobs for the Boys”
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Habituei-me a ler o blog do Pedro Magalhães, e até hoje, não tenho razões para acreditar que o que ele publica, não é sério. Lamento alguns comentários acima, pois falam do que desconhecem. ( Declaração de interesses; não conheço Pedro Magalhães)
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Roubo aos contribuintes em ano de eleições
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=1154899
Nacional rss
Proposta de pôr famílias isentas de IRS a deduzir despesas custaria 150 milhões
14h15m
A proposta que um grupo de jovens quadros socialista vai apresentar no Congresso do PS para que as famílias trabalhadoras isentas de IRS possam deduzir despesa deverá custar ao Estado até cerca de 150 milhões de euros.
“O custo anual será entre os 140 e os 150 milhões de euros”, adiantou o secretário de Estado da Segurança Social, Paulo Marques, durante a apresentação da moção sectorial que o movimento “Geração de Ideias” vai levar ao congresso do PS, que se realiza entre sexta-feira e domingo, em Espinho.
A proposta do movimento, que além de Paulo Marques integra ainda o secretário de Estado da Justiça, Tiago Silveira, entre outros jovens quadros socialistas, defende, assim, a criação do “Imposto Negativo”.
Ou seja, trata-se de um “prémio fiscal” para as famílias que estão isentas de IRS por não auferirem mais do que 14 salários mínimos por ano, que passariam a poder beneficiar das deduções relativas aos sujeitos dependentes e ascendentes.
Segundo explicou Hugo Mendes, um dos membros do movimento “Geração de Ideias”, este “prémio fiscal” terá “uma eficácia tremenda” caso venha a ser aplicado, já que abrangerá cerca de 50 por cento das famílias portuguesas, ou seja, um universo de 2 milhões de agregados familiares.
“Não será uma devolução ou reembolso do IRS, mas uma entrega do Estado às famílias”, acrescentou o secretário de Estado da Justiça, Tiago Silveira.
Por outro lado, continuou, esta medida será também um “incentivo ao emprego” e uma proposta para combater o risco de pobreza entre a população trabalhadora.
“É uma forma muito simples para reduzir a pobreza das famílias”, salientou Hugo Mendes, lembrando também que se trata de uma medida já posta em prática em muitos países e que se tem relevado muito eficaz.
Ainda no capítulo da “Igualdade” da moção sectorial “Gerar novas ideias, concretizar políticas”, que é resultado de um ano de trabalho do movimento “Geração de Ideias”, é também defendida uma “nova mentalidade para o sector da Justiça” e uma “mudança de paradigma da relação entre o Estado e os cidadãos.
Neste âmbito é proposto que o Estado assuma um “compromisso público quantificado relativamente à redução dos prazos de decisão nos processos”, prevendo-se que “ao incumprimento injustificado dos prazos de decisão assumidos devem ser associados mecanismos de compensação dos cidadãos e das empresas”.
“É preciso reduzir prazos”, defendeu o jurista Pedro Delgado Alves.
Por outro lado, continuou, é também necessária uma “injecção de gestão” nos tribunais, além de concretizar uma “reengenharia dos procedimentos”, eliminando trâmites e passos burocráticos desnecessários.
Além disso, para tornar a Justiça acessível a todos, cada tribunal deverá dispor de um serviço único de atendimento dirigido ao utente do sistema de Justiça e a comunicação entre o tribunal e o cidadão deve ser “radicalmente alterada”, com as citações e notificações escritas de forma a serem compreendidas por todos e não apenas pelos juristas.
Os cidadãos e empresas deverão também conhecer os prazos de decisão previsíveis dos diferentes tribunais em função do tipo de acção, bem como se deve assegurar que as audiências e diligências se realizem “a tempo e horas” e que existem avisos dos tempos de espera.
Ainda no âmbito do capítulo da “Igualdade”, o movimento “Geração de Ideias” defende a limitação da construção de novos bairros sociais, preconizando a reabilitação dos centros históricos e a utilização de casas devolutas para realojamento.
Promover o apoio temporário à habitação e não a atribuição de “uma casa para toda a vida” é outras das ideias defendidas pelo movimento “Geração de Ideias”.
Na moção, são também apresentadas outras medidas para a área do conhecimento, nomeadamente a obrigatoriedade de 12 anos de escolaridade obrigatória, bem como do pré-escolar aos 5 anos de idade para todas as crianças nascidas a partir de 2009.
A continuação da aposta na Ciência e na Tecnologia e o reforço das políticas de desenvolvimento industrial, porque a “desindustrialização não é inevitável” e existem áreas, como as energias renováveis, com grande potencial, e a aposta no Turismo como “um valor estratégico para Portugal, são outras das proposta constantes da moção sectorial.
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Lamento alguns comentários acima
Concordo. Mas penso que o Pedro Magalhães não se ofende pois certamente conhecerá a habitual multidão de homo neanderthalensis que fazem das caixas de comentário do Blasfémias as cavernas onde vivem, ou melhor, onde vegetam, pois muitos não devem ter sequer uma vida.
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#15 este anónimo é da casa.
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#15 o magalhães dá resposta a isso:
Quando analisamos como se distribui o eleitorado de cada partido em termos das suas qualificações académicas, é evidente a diferença do BE e, em menor grau, do CDS-PP: uma forte presença de diplomados do ensino superior. Forte, digamos, em termos do país e do que se passa nos outros partidos.
a maioria dos frequentadores desta tasca são bimbos do psd.
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PS em campanha com o dinheiro de quem paga impostos
Proposta de pôr famílias isentas de IRS a deduzir despesas custaria 150 milhões
14h15m
A proposta que um grupo de jovens quadros socialista vai apresentar no Congresso do PS para que as famílias trabalhadoras isentas de IRS possam deduzir despesa deverá custar ao Estado até cerca de 150 milhões de euros.
“O custo anual será entre os 140 e os 150 milhões de euros”, adiantou o secretário de Estado da Segurança Social, Paulo Marques, durante a apresentação da moção sectorial que o movimento “Geração de Ideias” vai levar ao congresso do PS, que se realiza entre sexta-feira e domingo, em Espinho.
A proposta do movimento, que além de Paulo Marques integra ainda o secretário de Estado da Justiça, Tiago Silveira, entre outros jovens quadros socialistas, defende, assim, a criação do “Imposto Negativo”.
Ou seja, trata-se de um “prémio fiscal” para as famílias que estão isentas de IRS por não auferirem mais do que 14 salários mínimos por ano, que passariam a poder beneficiar das deduções relativas aos sujeitos dependentes e ascendentes.
Segundo explicou Hugo Mendes, um dos membros do movimento “Geração de Ideias”, este “prémio fiscal” terá “uma eficácia tremenda” caso venha a ser aplicado, já que abrangerá cerca de 50 por cento das famílias portuguesas, ou seja, um universo de 2 milhões de agregados familiares.
“Não será uma devolução ou reembolso do IRS, mas uma entrega do Estado às famílias”, acrescentou o secretário de Estado da Justiça, Tiago Silveira.
Por outro lado, continuou, esta medida será também um “incentivo ao emprego” e uma proposta para combater o risco de pobreza entre a população trabalhadora.
“É uma forma muito simples para reduzir a pobreza das famílias”, salientou Hugo Mendes, lembrando também que se trata de uma medida já posta em prática em muitos países e que se tem relevado muito eficaz.
Ainda no capítulo da “Igualdade” da moção sectorial “Gerar novas ideias, concretizar políticas”, que é resultado de um ano de trabalho do movimento “Geração de Ideias”, é também defendida uma “nova mentalidade para o sector da Justiça” e uma “mudança de paradigma da relação entre o Estado e os cidadãos.
Neste âmbito é proposto que o Estado assuma um “compromisso público quantificado relativamente à redução dos prazos de decisão nos processos”, prevendo-se que “ao incumprimento injustificado dos prazos de decisão assumidos devem ser associados mecanismos de compensação dos cidadãos e das empresas”.
“É preciso reduzir prazos”, defendeu o jurista Pedro Delgado Alves.
Por outro lado, continuou, é também necessária uma “injecção de gestão” nos tribunais, além de concretizar uma “reengenharia dos procedimentos”, eliminando trâmites e passos burocráticos desnecessários.
Além disso, para tornar a Justiça acessível a todos, cada tribunal deverá dispor de um serviço único de atendimento dirigido ao utente do sistema de Justiça e a comunicação entre o tribunal e o cidadão deve ser “radicalmente alterada”, com as citações e notificações escritas de forma a serem compreendidas por todos e não apenas pelos juristas.
Os cidadãos e empresas deverão também conhecer os prazos de decisão previsíveis dos diferentes tribunais em função do tipo de acção, bem como se deve assegurar que as audiências e diligências se realizem “a tempo e horas” e que existem avisos dos tempos de espera.
Ainda no âmbito do capítulo da “Igualdade”, o movimento “Geração de Ideias” defende a limitação da construção de novos bairros sociais, preconizando a reabilitação dos centros históricos e a utilização de casas devolutas para realojamento.
Promover o apoio temporário à habitação e não a atribuição de “uma casa para toda a vida” é outras das ideias defendidas pelo movimento “Geração de Ideias”.
Na moção, são também apresentadas outras medidas para a área do conhecimento, nomeadamente a obrigatoriedade de 12 anos de escolaridade obrigatória, bem como do pré-escolar aos 5 anos de idade para todas as crianças nascidas a partir de 2009.
A continuação da aposta na Ciência e na Tecnologia e o reforço das políticas de desenvolvimento industrial, porque a “desindustrialização não é inevitável” e existem áreas, como as energias renováveis, com grande potencial, e a aposta no Turismo como “um valor estratégico para Portugal, são outras das proposta constantes da moção sectorial.
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#18 só tiros nos pés. em vez de divulgar o programa do psd fazem publicidade ao ps. balha-nos deus.
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Isto é uma entrega de dinheiro dos nossos impostos sem qualquer controlo, ou será que alguém pensa ser possível fiscalizar 2 milhões de contribuintes por ano?
Mais um bodo eleitoral que os tansos do costume vão pagar.
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O que se escreveu acima do Pedro Magalhães é injusto. Ele é doutorado em Ciência Política e uma das vozes que vale a pena ouvir a este respeito. Tem feito trabalho de investigação meritório e com aspectos pioneiros na utilização de modelos econométricos à explicação de comportamentos eleitorais. Digo tudo isto sem o conhecer, mas com a pouca autoridade que ser um dos poucos doutorados em Econometria me dá: cientificamente, o Pedro aceitou um desafio grande ao conjugar métods com um autor da área da economia para produzirem papers de qualidade superior. Li um sobre referendos que me pareceu muito bom, em 2008.
Os modelos de previsão falham como quaisquer modelos. O método das simulações que referi acim é desenhado para outros sistemas eleitorais que não envolvem método de Hondt por exemplo. Mas em todo o caso, a previsão não é aquilo que eu acho que a econometria faça melhor. De qualquer forma, o PMagalhães não tem culpa disso e tem feito um trabalho cientificamente sério e inovador.
O mais difícil em Ciência é ser criativo. E o Pedro tem mostrado que o consegue ser. Nao poderei estar presente porque apresento um livro no Porto à mesma hora. Mas digo isto: se pudesse estava.
Carlos Santos (http://ovalordasideias.blogspot.com)
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Somos uma firma do Norte e oferecemos, a preços promocionais, previsões de resultados eleitorais (pague 1 e leve previsões para 3 eleições em 2009).
Amostra das conclusões:
não haverá maioria absoluta; haverá eleitos em 8 partidos; O CDS fará coligações com o Bloco de Esquerda no que respeita aos direitos dos homossexuais; o desemprego atingirá a classe política; a tia do Piscoiso terá um grande desgosto de amor.
Concomitantemente podemos também prever que dentro de 3 meses Pedro Magalhães e o ISC estarão preocupado com assuntos bem mais candentes. Mais ou menos por essa altura o futebol ocupará menos tempo de antena do que actualmente.
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Não é preciso sondagens!
Sócrates não chega aos 25%….
Levou o país à ruína, mas mesmo assim vai haver ainda 25% de palonços a votar nas novas tretas chuchialistas.
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Constou-me que isto aqui era uma caverna onde nos podiamos recolher para passar a noite. Alguém me sabe dizer a que horas passam as ONGs com o caldo quentinho? Tenho medo de adormecer. Haverà um camarada que me acorde se eu me finar? Obrigadinho
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Uau, o comentário da semana. Pelos vistos o BE é um partido multifacetado, vai da ganza ao caviar, mas sempre com canudo. Será então a caixa de comentários do Basfémias não a caverna neandertal mas a toca dos coelhinhos ?
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#24 se não sabes ler. pede ao pacheco que ele traduz.
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#25 Vou pensar no assunto. Qual foi a parte que lhe desagradou ? Dos coelhinhos ? Compreendo, isso passa.
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