Vital Moreira critica plano anti-crise do governo
Post interessante de Vital Moreira:
Propor cortes gerais nos impostos e nas contribuições da segurança social quando, em consequência da recessão económica, se assiste a uma verdadeira hemorragia orçamental (menos receita e mais despesa), bem como das finanças da segurança social (menos contribuições e mais despesas sociais), deveria parecer uma política contranatura –, pelos vistos excepto para a direcção e os economistas do PSD.
Um risco que tem de ser evitado no combate à crise é o de “morrer da cura”, em consequência de maus remédios ou de excesso de medicamentação, saindo da recessão com as finanças públicas tão degradadas (em termos de défice e de dívida pública) que constituíssem um pesado fardo para a retoma.
A crítica que Vital Moreira faz aqui aplica-se às medidas do governo contra a crise, que vão custar mais de 1% do PIB. Gastar 1% do PIB em projectos sem os quais o país tem passado bem, num momento em que ocorre uma hemorragia orçamental (menos receita e mais despesa), vai fazer com que o país saia da recessão (se sair) com as finanças públicas degradadas (em termos de défice e de dívida pública). É uma crítica implícita ao governo socialista vinda de um dos seus principais defensores.

Exmo. Senhor
Eng.º Mesquita Machado
Exmo. Senhor,
1. Na passada 5.ª feira, dia 19, almocei num restaurante na Cidade de Braga, no qual V. Exa. também se encontrava.
2. Após o almoço, e antes de sair do restaurante, saudei com um aperto de mão um funcionário do estabelecimento e o senhor que no momento tocava piano.
3. Fui posteriormente informado que, após a minha saída, V. Exa. se terá dirigido a ambos, de forma suficientemente audível para alguns dos presentes, sugerindo-lhes que desinfectassem as mãos com álcool e lavassem bem os copos da mesa onde eu tinha estado.
Face ao exposto no ponto 3, venho dizer-lhe o seguinte: tais afirmações colocam em causa a minha honra e a honra é para mim um bem indisponível. Podem existir palcos em que a política se pauta por posturas e atitudes, reveladoras de um nível pouco edificante para quem as tem. Afinal a educação escasseia, em muitos dos que deveriam dar exemplo. Felizmente não sou conhecido por tais atitudes. Prezo-me de ser respeitado por pessoas das mais diversas posições ideológicas, e partidárias, nomeadamente socialistas, precisamente pelo facto do meu combate nunca ter colocado em causa a sua honra e dignidade. Reconheço que o nível de que falo não esteja ao alcance de todos, apesar dos cargos que ocupam, do dinheiro que possuem ou da pose com que se apresentam. No fundo, malgrado todos esses privilégios, a sua pequenez é imensa, e deles se farão estórias, porque a História não os mencionará.
Sou, no presente, candidato a Deputado pelo Distrito de Braga, pelo que a disputa autárquica é para mim praticamente nacional. Os temas de que falo estão, e estarão, para lá da lógica autárquica e nada me desviará de lutar pelos Valores em que acredito. Como Republicano prezo a ética das Instituições e dos cargos públicos; como Cidadão prezo a Honra. A minha e a daqueles que a consideram e respeitam.
(Manuel Monteiro)
Nota: Permito-me tornar publica esta carta.
Braga, 25 de Fevereiro de 2009
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#1 mal empregue o alcool. creolina é mais eficaz.
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Vital está neste momento a analisar de que lado corre o vento! Mais uma vez.
É que, apesar do ambiente deflacionista, o marisco continua caro, e é preciso assegurar uma boa base no estomago!
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Este Manuel Monteiro não perde uma oportunidade para ser falado… Aparece todos os dias nos jornais… já incomoda.
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Com esta política rosada
feita de propaganda e de alcatrão,
deixará a economia arrasada
e com mais toneladas de betão!
Com milhões enterrados
em festas e inaugurações,
os mexilhões são esmurrados
para pagar estas comemorações!
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O problema não é Manuel Monteiro que apenas relatou o comportamento habituamente incorrecto do Mesquita Machado.
A questão põe-se no idiota bracarense – será? – e na sua costumeira má educação.
Manuel Monteiro teria feito melhor se tivesse saído fazendo de conta que não o via.
Para essa gente só o desprezo.
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A Grande Reforma deveria ser acabar com estas reformas!
1 trabalhador uma reforma!
Com retroactivos desde o 25 de Abril!
Apesar de ter apenas 50 anos de idade e de gozar de plena saúde, o socialista Vasco Franco, número dois do PS na Câmara de Lisboa durante as presidências de Jorge Sampaio e de João Soares, está já reformado.
A pensão mensal que lhe foi atribuída ascende a € 3.035 euros (608 contos), um valor bastante acima do seu vencimento como vereador.
A generosidade estatal decorre da categoria com que foi aposentado – técnico superior de 1ª classe, segundo o «Diário da República» -apesar de as suas habilitações literárias se ficarem pelo antigo Curso Geral do Comércio, equivalente ao actual 9º ano de escolaridade.
A contagem do tempo de serviço de Vasco Franco é outro privilégio raro, num país que pondera elevar a idade de reforma para os 68 anos, para evitar a ruptura da Segurança Social.
O dirigente socialista entrou para os quadros do Ministério da Administração Interna em 1972, e dos 30 anos passados só ali cumpriu sete de dedicação exclusiva; três foram para o serviço militar e os restantes 20 na vereação da Câmara de Lisboa, doze dos quais a tempo inteiro.
Vasco Franco diz que é tudo legal e que a lei o autoriza a contar a dobrar 10 dos 12 anos como vereador a tempo inteiro.
Triplicar o salário – Já depois de ter entregue o pedido de reforma, Vasco Franco foi convidado para administrador da Sanest, com um ordenado líquido de € 4.000 euros mensais (800 contos). Trata-se de uma sociedade de capitais públicos, comparticipada pelas Câmaras da Amadora, Cascais, Oeiras e Sintra e pela empresa Águas de Portugal, que gere o sistema de saneamento da Costa do Estoril.
O convite partiu do reeleito presidente da Câmara da Amadora, Joaquim Raposo, cuja mulher é secretária de Vasco Franco na Câmara de Lisboa. O contrato, iniciado em Abril, vigora por um período de 18 meses.
A acumulação de vencimentos foi autorizada pelo Governo PS mas, nos termos do acordo, o salário de administrador é reduzido em 50% – para € 2.000 euros – a partir de Julho, mês em que se inicia a reforma, disse ao Expresso Vasco Franco.
Não se ficam, no entanto, por aqui os contributos da fazenda pública para o bolo salarial do dirigente socialista reformado. A somar aos mais de € 5.000 euros da reforma e do lugar de administrador, Vasco Franco recebe ainda mais € 900 euros de outra reforma, por ter sido ferido em combate em Moçambique já depois do 25 de Abril (?????), e cerca de € 250 euros em senhas de presença pela actuação como vereador sem pelouro.
Contas feitas, o novo reformado Vasco Franco do PS, triplicou o salário que auferia no activo, ganhando agora mais de 1200 contos limpos. Além de carro, motorista, secretária, assessores e telemóvel.
É UMA VERGONHA, É TRISTE TER DE VIVER COM ESTES PARASITAS!
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se o pm ganhar as eleições
portugal será só betão
não haverá espaço para plantar couves
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Gastar à fartazana em projectos megalomanos condenados, dar benesses a empresários e banqueiros de forma totalmente arbitrária está bem para Vital, agora baixar os impostos, desafogar as pequenas médias empresas é que é o perigo… Esta malta não se enxerga!
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Essas reformas com que os políticos e a gente bem relacionada, o polvo nacional, se premeiam, são imorais e insultuosas para quem tem uma vida inteira de trabalho e vê a situação piorar a cada dia. Estes “socialistas” são bons é a pedir sacrifícios aos outros, eles tratam-se bem, mas o povo não é cego e surdo e os privilégios desta casta de eleitos está a chegar ao fim. Vão pagá-las com juros…
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O financiamento e os usos da riqueza da S Social têm de levar uma volta de alto a baixo. As tropelias e abusos faliram-na e acabarão com ela se as soluções teimarem em aumentos da idade de reforma etc, “avestruzes com a cabeça debaixo da areia”.
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No resto, com o dinheiro, ou fiança, dos Impostos a Governança, que nunca teve Oposição, mantém à força de biliões a Produção de Automoveis, Construção Civil, Electronica etc. Para vender a quem ? Naturalmente seria aos Contribuintes.
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Mas se os Impostos lhes tira à força da carteira cerca de 70% (21% IVA +34% S Social + 5% IRS +10%/15% de Impostos pagos pelo circuito do produtor até ao consumidor incorporados no preço final +Taxas, emolumentos, multas, juros) etc,
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Se não há compradores só restam bailouts continuos, subsidios permanentes, linhas de crédito perenes.
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Fica a pergunta: os “bailouts”, subsidios à Produção, as linhas de crédito etc são a “Grande Politica” para o Estado abrir falência ?
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É o resultado final da responsabilidade pessoal dos FUNDAMENTALISTAS DE IMPOSTOS e pelos FANATISMOS FISCAIS. Interessa a quem ? A ninguém, todos os cidadãos ficam falidos mesmo os que se pensam imunes.
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Verdades de La Palisse.
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A boas fés, ansiedades sociais ou eleitoraleiras não são metamorfoses da clarividência nem da capacidade de ver e antecipar o futuro próximo.
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E que projectos são esses? Não estará a confundir com auto-estradas, tgv, etc.? O investimento previsto em 2009 (os tais 1%) vão ser na renovação de escolas, eficiência energética, entre outros.
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Pedro Morgado disse
26 Fevereiro, 2009 às 1:16 am
Este Manuel Monteiro não perde uma oportunidade para ser falado… Aparece todos os dias nos jornais… já incomoda.
Começo a estranhar essa suavidade em relação ao Mesquita. Será que alguém do PS Braga foi falar contigo à boleia do futebol? Dessa tua patologia com o “braguinha”?
A pergunta que te deixo é se, a ser verdade o que está escrito na carta, concordas com o tom com que MM se dirigiu ao funcionário do restaurante?
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O que está a acontecer com as camaras municipais, que estão a atirar dinheiro pela porta fora, para ajudar todos os coitadinhos, que ninguem sabe quem são, pelo menos mostram que não existe nenhum criterio, a naõ ser comprar votos para as eleições municipais!
Reduzir rendas pagar transportes etc etc
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Após o almoço, e antes de sair do restaurante, saudei com um aperto de mão um funcionário do estabelecimento e o senhor que no momento tocava piano.
quem pagou os almoços?
quanto é que deixaram de gorgeta?
lavou as mãos antes de as apertar?
e o piano? respondeu ao comprimento ou era vertical?
acho que o mp devia mandar a judite investir umas ajudas de custo nesta história.
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