Será que no fim batem palmas?
29 Março, 2009
Esta é a entrada dum espaço cultural da cidade de Lisboa. O grupo que aí está radicado tem levado à cena peças que em 2008 foram devidamente apoiadas com 605 mil euros Perante o espectáculo que se acumula cá fora ou o teatro em questão não tem frequentadores ou são uma gente muito estranha
17 comentários
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Qual é a relação entre o subsídio da Câmara ao Teatro Aberto e os serviços de limpeza da dita Câmara?
Ou na óptica do post, o subsídio é para a limpeza das zonas circundantes ao teatro?
Tem fotos do trabalho do Teatro Aberto?
A minha tia Dulce, que é actriz secundária, diz que não é a mulher da limpeza.
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Se a sua tia Dulce vivesse do dinheiro da bilheteira sabia que não podia ter uma espectáculo destes à volta do teatro. E sim a sua tia Dulce se fosse necessário limpava. Não há vergonha alguma em fazer limpezas.
Helena matos
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não percebi se o problema é uma questão de limpeza pública, de limpeza privada ou serviços de limpeza privada a sem abrigo.
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Estou a ver Helena Matos a limpar os excrementos dos cães no passeio em frente à sua casa, não vá alguma visita trazer uma coisa daquelas agarrada aos sapatos, sujando a alcatifa..
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Resume-se tudo a uma questão de “cultura” – latus sensus.
Como, aliás, os comentários…
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“latus sensus…”
pois é… tá tudo dito.
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Meu Deus, Associação Cultural e Recreativa de Tondela 415 mil euros, um particular a receber 125 mil euros!
Aquele PDF devia imediatamente ser destruído.
É pornográfico.
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Entretanto a «Filandorra», óptima companhia de teatro com sede em Via Real, admite fechar as portas devido à proverbial falta de financiamento do Estado.
É uma companhia que leva o teatro a inóspitas povoações dos distritos de Vila Real, Viseu e Bragança e que dá assim a conhecer o melhor dos autores portugueses ao seu povo. Assisti, certa vez na minha terra a uma peça (com a sala cheia!) de Gil Vicente, de que muito gostei e considero inacreditável o caminho das várias políticas culturais dos nossos governos.
Se a «Filandorra» não presta um serviço público de imenso relevo, quem o fará?
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Lusitana Antiga Liberdade,
O problema é que a Filandorra não tem os amigos certos nos lugares certos. Leia-se o que António Pedro Vasconcelos escreveu no Sol de ontem:
(…) “E como os “artistas” têm um acesso privilegiado aos media e nenhum PM quer comprar uma guerra na Cultura, nenhuma reforma estrutural é feita porque ninguém quer tocar nos direitos adquiridos. E o público, que devia ser o primeiro consultado e o primeiro beneficiário das políticas de cultura, sente-se cada vez mais afastado das obras que o estado subsidia, cuja pertinência e qualidade ninguém escrutina a não ser meia dúzia de críticos de jornais que os políticos lêem. Os números do cinema, p.e., são aterradores. Os filmes subsidiados custam, em média, 400 euros ao contribuinte e mantêm Portugal na cauda dos países europeus relativamente à percentagem de espectadores: 2,4% em 2007 (um ano excepcional) contra 9,1% na Islândia e 35% na República Checa!”(…)
(O que quer ele dizer exactamente com 400 euros em média ao contribuinte? )
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o dinheiro gasto com esses parasitas da sociedade que se arrogam agentes da cultura(???) devia ser TODO, mas TODO, entregue aos lares de idosos e instituições de crianças deficientes.
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“não percebi se o problema é uma questão de limpeza pública, de limpeza privada”
É um problema de desmazelo em geral, desmazelo imoral, actores desmazelados, políticos imorais, capisci?
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Então é uma mero idiossincrasia portuguesa independente de ser público ou privado, ter ou não subsídio.
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Tenhamos esperança, uma lusitana esperança.
No dia em que o teatro tiver a visita do ministro da Cultura,ou de entidade equivalente, aquilo é limpo.
Very typical, very portuguese…
Um País de milhões (dos estádios aos comboios), sem tostões (para limpar a trampa).
Pelo meio, alguns governam-se. os Espertos.
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pelas fotografias aquilo é habitado por sem abrigo e algum do lixo é a mobília do gajo que lá vive, o resto é rsu e saneamento não conformes.
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Mais um post enviesado, martelando a realidade até caber na forma ideológica da D. Helena.
O costume.
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Mais um argumento à Zenóbio, que percebe muito bem mas finge que não percebe.
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O país está em bancarrota, moral e financeira.
Havia a Inatel, que fazia programas para os seniores.
Agora è a fundação inatel e tem um presidente socialista!
Resultado p´ratico, as viagens para os seniores não se fazem em 2009, o governo não compqarticipa e se não acreditam, vão ao Palacio da Independencia, nas caves das Portas de Santo Antão, loja da Inatel e tem um segurança à porta para os seniores não entrarem e quando insistem, verificam que ali esta em 50m2 uma unica empregada que com mau modo diz que não se sabe se haverá viagens, porque o governo não deu o dinheiro!
Querem melhor? estão a gozar com os reformados, que iam passear
uma semana a preços intereessante, mas isso era no tempo do fascismo, no tempo do socialismo, trancas na porta!
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