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Será que no fim batem palmas?

29 Março, 2009

31_cavalos_0491Esta é a entrada dum espaço cultural da cidade de Lisboa. O grupo que aí está radicado tem levado à cena peças   que em 2008 foram devidamente apoiadas com 605 mil euros Perante o espectáculo que se acumula cá fora ou o teatro em questão não tem frequentadores ou são uma gente muito estranha

17 comentários leave one →
  1. Piscoiso's avatar
    29 Março, 2009 13:47

    Qual é a relação entre o subsídio da Câmara ao Teatro Aberto e os serviços de limpeza da dita Câmara?
    Ou na óptica do post, o subsídio é para a limpeza das zonas circundantes ao teatro?
    Tem fotos do trabalho do Teatro Aberto?
    A minha tia Dulce, que é actriz secundária, diz que não é a mulher da limpeza.

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  2. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    29 Março, 2009 13:59

    Se a sua tia Dulce vivesse do dinheiro da bilheteira sabia que não podia ter uma espectáculo destes à volta do teatro. E sim a sua tia Dulce se fosse necessário limpava. Não há vergonha alguma em fazer limpezas.
    Helena matos

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  3. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    29 Março, 2009 14:07

    não percebi se o problema é uma questão de limpeza pública, de limpeza privada ou serviços de limpeza privada a sem abrigo.

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  4. Piscoiso's avatar
    29 Março, 2009 14:15

    Estou a ver Helena Matos a limpar os excrementos dos cães no passeio em frente à sua casa, não vá alguma visita trazer uma coisa daquelas agarrada aos sapatos, sujando a alcatifa..

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  5. JJ Pereira's avatar
    JJ Pereira permalink
    29 Março, 2009 14:24

    Resume-se tudo a uma questão de “cultura” – latus sensus.
    Como, aliás, os comentários…

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  6. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    29 Março, 2009 14:32

    “latus sensus…”
    pois é… tá tudo dito.

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  7. fado alexandrino's avatar
    29 Março, 2009 14:39

    Meu Deus, Associação Cultural e Recreativa de Tondela 415 mil euros, um particular a receber 125 mil euros!
    Aquele PDF devia imediatamente ser destruído.
    É pornográfico.

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  8. Desconhecida's avatar
    Lusitana Antiga Liberdade permalink
    29 Março, 2009 15:35

    Entretanto a «Filandorra», óptima companhia de teatro com sede em Via Real, admite fechar as portas devido à proverbial falta de financiamento do Estado.
    É uma companhia que leva o teatro a inóspitas povoações dos distritos de Vila Real, Viseu e Bragança e que dá assim a conhecer o melhor dos autores portugueses ao seu povo. Assisti, certa vez na minha terra a uma peça (com a sala cheia!) de Gil Vicente, de que muito gostei e considero inacreditável o caminho das várias políticas culturais dos nossos governos.
    Se a «Filandorra» não presta um serviço público de imenso relevo, quem o fará?

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  9. tina's avatar
    tina permalink
    29 Março, 2009 15:41

    Lusitana Antiga Liberdade,

    O problema é que a Filandorra não tem os amigos certos nos lugares certos. Leia-se o que António Pedro Vasconcelos escreveu no Sol de ontem:

    (…) “E como os “artistas” têm um acesso privilegiado aos media e nenhum PM quer comprar uma guerra na Cultura, nenhuma reforma estrutural é feita porque ninguém quer tocar nos direitos adquiridos. E o público, que devia ser o primeiro consultado e o primeiro beneficiário das políticas de cultura, sente-se cada vez mais afastado das obras que o estado subsidia, cuja pertinência e qualidade ninguém escrutina a não ser meia dúzia de críticos de jornais que os políticos lêem. Os números do cinema, p.e., são aterradores. Os filmes subsidiados custam, em média, 400 euros ao contribuinte e mantêm Portugal na cauda dos países europeus relativamente à percentagem de espectadores: 2,4% em 2007 (um ano excepcional) contra 9,1% na Islândia e 35% na República Checa!”(…)

    (O que quer ele dizer exactamente com 400 euros em média ao contribuinte? )

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  10. o sátiro's avatar
    29 Março, 2009 15:51

    o dinheiro gasto com esses parasitas da sociedade que se arrogam agentes da cultura(???) devia ser TODO, mas TODO, entregue aos lares de idosos e instituições de crianças deficientes.

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  11. tina's avatar
    tina permalink
    29 Março, 2009 15:51

    “não percebi se o problema é uma questão de limpeza pública, de limpeza privada”

    É um problema de desmazelo em geral, desmazelo imoral, actores desmazelados, políticos imorais, capisci?

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  12. .'s avatar
    29 Março, 2009 15:58

    Então é uma mero idiossincrasia portuguesa independente de ser público ou privado, ter ou não subsídio.

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  13. JB's avatar
    29 Março, 2009 17:03

    Tenhamos esperança, uma lusitana esperança.
    No dia em que o teatro tiver a visita do ministro da Cultura,ou de entidade equivalente, aquilo é limpo.
    Very typical, very portuguese…
    Um País de milhões (dos estádios aos comboios), sem tostões (para limpar a trampa).
    Pelo meio, alguns governam-se. os Espertos.

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  14. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    29 Março, 2009 17:21

    pelas fotografias aquilo é habitado por sem abrigo e algum do lixo é a mobília do gajo que lá vive, o resto é rsu e saneamento não conformes.

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  15. Desconhecida's avatar
    Zenóbio permalink
    29 Março, 2009 19:06

    Mais um post enviesado, martelando a realidade até caber na forma ideológica da D. Helena.
    O costume.

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  16. tina's avatar
    tina permalink
    29 Março, 2009 22:47

    Mais um argumento à Zenóbio, que percebe muito bem mas finge que não percebe.

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  17. Desconhecida's avatar
    Tribunus permalink
    30 Março, 2009 16:46

    O país está em bancarrota, moral e financeira.
    Havia a Inatel, que fazia programas para os seniores.
    Agora è a fundação inatel e tem um presidente socialista!
    Resultado p´ratico, as viagens para os seniores não se fazem em 2009, o governo não compqarticipa e se não acreditam, vão ao Palacio da Independencia, nas caves das Portas de Santo Antão, loja da Inatel e tem um segurança à porta para os seniores não entrarem e quando insistem, verificam que ali esta em 50m2 uma unica empregada que com mau modo diz que não se sabe se haverá viagens, porque o governo não deu o dinheiro!
    Querem melhor? estão a gozar com os reformados, que iam passear
    uma semana a preços intereessante, mas isso era no tempo do fascismo, no tempo do socialismo, trancas na porta!

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