Eu não iria por aí. O ex-PM Pinto de Sousa (agora na oposição ao PSD) disse publicamente que o processo estava a ser reaberto porque se aproximavam as eleições. Logo, esperava que não fosse aberto, ou seja, Vitorino está só a falar para a confusão.
Do que não fala Vitorino é da particularidade invulgar do caso Freeport: à beira da prescrição já foram ouvidos e/ou acareados magistrados, procuradores, PGR, polícias, tios, advogados, funcionários de empresas de mediação e representantes de sindicatos. Os únicos que não foram ouvidos são os que aprovaram umas leis suspeitas, à volta das quais roda todo o processo.
A propósito: perante este vendaval de acusações gravíssimas acerca da desestabilização da Justiça alguém se lembrou que ainda existe (?) um ministro que tutela essa pasta? – CAA
Prova de que ele não existe é que ninguém se lembrou de lhe perguntar o que quer que fosse.
Professora catedrática da Faculdade de Direito de Lisboa, é membro do Conselho Superior do Ministério Público (CSMP). É um dos dois membros nomeados pelo Ministério da Justiça para este órgão de cúpula do MP. Foi escolhida para substituir o procurador-geral adjunto António Rodrigues Maximiano, marido de Cândida Almeida, que faleceu no ano passado. Já este mês, o CSMP solicitou a averiguação “urgente” de eventuais irregularidades na investigação do processo Freeport. É casada com o ministro da Administração Interna, Rui Pereira.
Quem tem falado em arquivamento e pressões? Precisamente os mesmos órgãos de comunicação social e jornalistas que assumiram a função de jurados improvisados no julgamento do caso que promoveram na praça pública, graças à generosa ajuda de gente paga pelos contribuintes para fazerem justiça mas que preferem defender os seus interesses obscuros e usam a justiça para promoverem a sua própria falência.
Quem fala em arquivamento quer impedi-lo para que se faça justiça, deseja-o para poderem continuar a alimentar as suspeições e estão a insinuar suspeições e pressões obscuras para lançar mais suspeitas, já que as cartas derrogatórias e o DVD não foram suficientes para derrubar Sócrates?
Aquando do processo Casa Pia ouvia-se muita gente a apelar à confiança na justiça, os que mais defendiam a investigação do caso e a orientação que aquela tinha eram os que mais apelavam à confiança na justiça. É curioso, os jornais e os jornalistas que apoiavam e rentabilizavam a tese da acusação no processo Casa Pia, são mais ou menos os mesmos que agora parece estarem a lançar a desconfiança em relação à investigação, aliás já tentaram mesmo descredibilizar a responsável pela investigação. E enquanto no caso Casa Pia o então presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público desdobravam-se em apelos à confiança na justiça, o actual presidente esqueceu-se desta máxima e vem denunciar gravíssimas intimidações, tão graves que desde que abriu a boca dificilmente poderíamos confiar na justiça, isso se confiássemos na independência e boa fé do sindicalista.
Depois de uma tentativa de fazer justiça na praça pública parece que os justiceiros preferem agora que não haja confiança nas investigações. Para estes fascistas ou são eles a fazer justiça com as suas próprias mãos ou não há justiça. E como as coisas não lhes estão a correr bem já desejam que o processo seja arquivado, com a verdade querem enganar-nos.
Arquivamento do processo teria duas grandes vantagens, a suspeita manter-se-ia e os que escreveram sobre o tema teriam menos dificuldades em defender-se de eventuais acusações por difamação.
«A propósito: perante este vendaval de acusações gravíssimas acerca da desestabilização da Justiça alguém se lembrou que ainda existe (?) um ministro que tutela essa pasta?»
A reacção do PM, foi tão disparatada como a de Ferro Rorigues com o Pº CP.
A menos aconselhável.
Um tiro no pé.
Quem nada deve, nada teme.
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CAA,
Eu não iria por aí. O ex-PM Pinto de Sousa (agora na oposição ao PSD) disse publicamente que o processo estava a ser reaberto porque se aproximavam as eleições. Logo, esperava que não fosse aberto, ou seja, Vitorino está só a falar para a confusão.
Do que não fala Vitorino é da particularidade invulgar do caso Freeport: à beira da prescrição já foram ouvidos e/ou acareados magistrados, procuradores, PGR, polícias, tios, advogados, funcionários de empresas de mediação e representantes de sindicatos. Os únicos que não foram ouvidos são os que aprovaram umas leis suspeitas, à volta das quais roda todo o processo.
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JB,
Talvez seja “Quem nada teme, nada deve”.
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brilhante, só uma mente iluminada publicava isso no cm à borla. será que passa?
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A propósito: perante este vendaval de acusações gravíssimas acerca da desestabilização da Justiça alguém se lembrou que ainda existe (?) um ministro que tutela essa pasta? – CAA
Prova de que ele não existe é que ninguém se lembrou de lhe perguntar o que quer que fosse.
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Professora catedrática da Faculdade de Direito de Lisboa, é membro do Conselho Superior do Ministério Público (CSMP). É um dos dois membros nomeados pelo Ministério da Justiça para este órgão de cúpula do MP. Foi escolhida para substituir o procurador-geral adjunto António Rodrigues Maximiano, marido de Cândida Almeida, que faleceu no ano passado. Já este mês, o CSMP solicitou a averiguação “urgente” de eventuais irregularidades na investigação do processo Freeport. É casada com o ministro da Administração Interna, Rui Pereira.
http://www.dossiers.publico.clix.pt/noticia.aspx?idCanal=2708&id=1365180
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…(ainda) mastiga o que o F. Gomes lhe fez no tempo do Guterres – Administração Interna.
… (mais) um traumatizado.
http://www.almocrevedaspetas.blogspot.com/search/label/Alberto%20Costa
… (mais) um incompetente e fraco (de espírito).
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Baralhação de poderes:
Jon Stewart, do Daily Show – Em vez de darem milhares de milhões aos bancos, porque não os dão aos consumidores para pagarem as suas dívidas?
Vídeo
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Freeport: procuradores reafirmam pressões e recusam acordo
http://www.tvi24.iol.pt/alertas—sociedade/freeport-pgr-socrates-corrupcao-tvi24-ultimas-noticias/1054064-3210.html
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Quem tem falado em arquivamento e pressões? Precisamente os mesmos órgãos de comunicação social e jornalistas que assumiram a função de jurados improvisados no julgamento do caso que promoveram na praça pública, graças à generosa ajuda de gente paga pelos contribuintes para fazerem justiça mas que preferem defender os seus interesses obscuros e usam a justiça para promoverem a sua própria falência.
Quem fala em arquivamento quer impedi-lo para que se faça justiça, deseja-o para poderem continuar a alimentar as suspeições e estão a insinuar suspeições e pressões obscuras para lançar mais suspeitas, já que as cartas derrogatórias e o DVD não foram suficientes para derrubar Sócrates?
Aquando do processo Casa Pia ouvia-se muita gente a apelar à confiança na justiça, os que mais defendiam a investigação do caso e a orientação que aquela tinha eram os que mais apelavam à confiança na justiça. É curioso, os jornais e os jornalistas que apoiavam e rentabilizavam a tese da acusação no processo Casa Pia, são mais ou menos os mesmos que agora parece estarem a lançar a desconfiança em relação à investigação, aliás já tentaram mesmo descredibilizar a responsável pela investigação. E enquanto no caso Casa Pia o então presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público desdobravam-se em apelos à confiança na justiça, o actual presidente esqueceu-se desta máxima e vem denunciar gravíssimas intimidações, tão graves que desde que abriu a boca dificilmente poderíamos confiar na justiça, isso se confiássemos na independência e boa fé do sindicalista.
Depois de uma tentativa de fazer justiça na praça pública parece que os justiceiros preferem agora que não haja confiança nas investigações. Para estes fascistas ou são eles a fazer justiça com as suas próprias mãos ou não há justiça. E como as coisas não lhes estão a correr bem já desejam que o processo seja arquivado, com a verdade querem enganar-nos.
Arquivamento do processo teria duas grandes vantagens, a suspeita manter-se-ia e os que escreveram sobre o tema teriam menos dificuldades em defender-se de eventuais acusações por difamação.
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«A propósito: perante este vendaval de acusações gravíssimas acerca da desestabilização da Justiça alguém se lembrou que ainda existe (?) um ministro que tutela essa pasta?»
Bingo!
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