È uma questão a ponderar seriamente. A mudança de residência fiscal para muitos será um imperativo. Este país está a ficar sem eira nem beira e governado por alguém que cortou com a realidade. Fiquei preocupado após ouvir a entrevista com Ricardo Salgado ….
Offshores, sigilo bancário etc são apenas questões de “Custos-Beneficios” a nivel nacional macro. Qual o prejuizo para Portugal e para mais empobrecimento de cada Português ? É muitissimo pesado. O que deitarmos fóra concerteza absoluta que outros enriquecerão à custa do nosso País.
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Maquiavel não morreu nem na politica internacional, no actual reajustamento planetário em curso está presente que nunca.
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É uma fantasia alguém acreditar que alguma vez os offshores vão acabar. Mesmo admitindo teoricamente que acabariam bastaria perguntar a qualquer aldeão quais as alternativas. Surgiria logo uma duzia.
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Embarcar imprudentemente, dar como verdade o impossivel, é outro grande trambolhão de Portugal no Mundo.
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Surge que Portugal tem de seguir um rumo prudente mas arrojado, seguro, e deixar-se de fantasias e irrealismos.
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Blasfémia estava a precisar de ser relembrado disto (no Arrastão):
“Indignação selectiva
Posso ter andado muitíssimo distraído, mas não me lembro de ter ouvido nenhuma das vozes que agora se levantam contra a possibilidade das finanças cruzarem os dados fiscais dos contribuintes com o valor das suas contas bancárias, insurgir-se quando a Segurança Social passou a exigir o acesso às contas de todos os candidatos ao Rendimento Social de Inserção ou Complemento Social de Idosos. Não há nenhum problema com o levantamento do sigilo bancário quando é para evitar a fraude nos programas sociais para os mais pobres dos mais pobres, mas quando pretende evitar a despudorada evasão fiscal de quem, tendo rendimentos para ter Porches e Ferraris, declara o ordenado mínimo, ai meu Deus, que é uma invasão da privacidade indigna de um país civilizado. Pois é, já me tinham contado.”
Não será a altura de o João Miranda exigir aos seus companheiros de blog uma declaração para vermos se há conflito de interesses ?
Coisas do género de serem advogados e terem clientes que podem ser afectados por esta medida.
Admiro o João Miranda ainda não ter exigido isso.
isso são destinos fatelas para gajos manhosos. a malta cool curte london, lichas & fernando zurique.
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nesse caso prefiro ir para UK, o maior (em numero e volume) paraíso fiscal que existe. Ao menos aí ainda posso ir ver a bola
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È uma questão a ponderar seriamente. A mudança de residência fiscal para muitos será um imperativo. Este país está a ficar sem eira nem beira e governado por alguém que cortou com a realidade. Fiquei preocupado após ouvir a entrevista com Ricardo Salgado ….
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Offshores, sigilo bancário etc são apenas questões de “Custos-Beneficios” a nivel nacional macro. Qual o prejuizo para Portugal e para mais empobrecimento de cada Português ? É muitissimo pesado. O que deitarmos fóra concerteza absoluta que outros enriquecerão à custa do nosso País.
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Maquiavel não morreu nem na politica internacional, no actual reajustamento planetário em curso está presente que nunca.
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É uma fantasia alguém acreditar que alguma vez os offshores vão acabar. Mesmo admitindo teoricamente que acabariam bastaria perguntar a qualquer aldeão quais as alternativas. Surgiria logo uma duzia.
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Embarcar imprudentemente, dar como verdade o impossivel, é outro grande trambolhão de Portugal no Mundo.
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Surge que Portugal tem de seguir um rumo prudente mas arrojado, seguro, e deixar-se de fantasias e irrealismos.
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Eu vou a Gibraltar ver os macacos (lê-se maqueicos)
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Blasfémia estava a precisar de ser relembrado disto (no Arrastão):
“Indignação selectiva
Posso ter andado muitíssimo distraído, mas não me lembro de ter ouvido nenhuma das vozes que agora se levantam contra a possibilidade das finanças cruzarem os dados fiscais dos contribuintes com o valor das suas contas bancárias, insurgir-se quando a Segurança Social passou a exigir o acesso às contas de todos os candidatos ao Rendimento Social de Inserção ou Complemento Social de Idosos. Não há nenhum problema com o levantamento do sigilo bancário quando é para evitar a fraude nos programas sociais para os mais pobres dos mais pobres, mas quando pretende evitar a despudorada evasão fiscal de quem, tendo rendimentos para ter Porches e Ferraris, declara o ordenado mínimo, ai meu Deus, que é uma invasão da privacidade indigna de um país civilizado. Pois é, já me tinham contado.”
ShareThisPor Pedro Sales
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jcd dirá, em defesa do indefensável, que os corruptos não abrem conta-ordenado na CGD!
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Não será a altura de o João Miranda exigir aos seus companheiros de blog uma declaração para vermos se há conflito de interesses ?
Coisas do género de serem advogados e terem clientes que podem ser afectados por esta medida.
Admiro o João Miranda ainda não ter exigido isso.
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Esta palhaçada dos 100000, serem decididos por um funcionario de finanças, vai dar muita maça aos mesmos. Nada que ministros não yenham feito!
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