Para onde se liga a dizer que Portugal tem um problema?*
Não quero saber da mãe, do primo, do tio e de quem mais seja das relações do cidadão José Sócrates. Muito menos me interessa saber quais os canais de televisão de que gosta ou não gosta. O que não é suposto é que as entrevistas ao primeiro-ministro se tornem numa sessão de psicanálise em torno de um qualquer eu. Quero mesmo acreditar que não foi o primeiro-ministro de Portugal quem esteve na RTP a ser entrevistado mas sim uma outra pessoa que por acaso se chama José Sócrates e que, naquilo que na gíria se chama contar um caso de vida, ali foi dar conta de como pensa enfrentar os conflitos reais ou imaginários que outros mantêm com ele.
Quando os homens da Apollo 13 perceberam que algo estava a correr mal naquela que parecia ser mais uma viagem à Lua lançaram o célebre: ‘Okay, Houston, we’ve had a problem here.’ E Houston respondeu e naturalmente pediu-lhes que repetissem o que acabavam de dizer. Afinal as más notícias precisam muito mais do que as boas de serem repetidas para que consigamos acreditar naquilo que se acaba de ouvir. A minha grande dúvida ao ver as últimas intervenções de José Sócrates é a quem avisamos nós que temos um problema?
Portugal não tem propriamente governo neste momento. Temos sim uma estrutura que vive do anúncio do futuro liderada por um primeiro-ministro que acha que magistrados, polícias e jornalistas no país e fora dele conspiram para lhe inventar passados. À semelhança da Apollo 13, Portugal está num não-lugar e num não-tempo em que à sexta-feira o povo vê e ouve sobre o passado do primeiro-ministro algo que já não sabe se o deve fazer rir ou chorar. Às quintas é a vez de o primeiro-ministro contrapor com cenários do futuro, venha esse futuro através de leis cada vez feitas mais à pressa ou pelo lançamento virtual de obras cuja factura funciona tipo cartão de crédito a pagar pelos nossos filhos e netos.
José Sócrates tem de facto um problema com o tempo. Desde logo porque tropeça sistematicamente no seu passado. Depois porque para seu e nosso azar por causa desse passado vê cada vez mais comprometido o prestígio do cargo que presentemente ocupa. E por fim mas não menos grave, quando José Sócrates anuncia medidas para o futuro percebe-se que não só não mudou desde esse passado como se constata que não aprendeu nada com o que designa como a sua “cruz” presente: tal como dantes mandava exames por fax e, enquanto ministro, aceitou participar em reuniões que o mais distraído presidente de junta de freguesia sabe que pode comprometer o mais honesto dos cidadãos, endossa agora para as gerações futuras as contas das medidas do seu governo. Justa ou injustamente acossado pelo passado o primeiro-ministro está irritado com o presente e pode comprometer o nosso futuro ao deixar-nos com obras onde o seu nome consta na pedra de lançamento e o nosso na lista dos endividadíssimos que sem saber como terão de pagar porque algures em 2009 foi preciso inventar futuros.
PÚBLICO, 23 de Abril

Problemas sempre houve e sempre haverá, em Portugal ou no Sri Lanka.
Com Sócrates ou Platão.
HM deu agora em House de saias, rebuscando sintomas ao PM, numa entrevista de que já ninguém se lembra.
E que tal abrir a portinhola da sua nave espacial e respirar ar fresco?
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Ninguém se lembra? A entrevista foi esta semana. Pode é não querer lembrar-se mas esse é de facto o problema
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I Parte
A marca da desgovernação
é terrível e escandalosa,
a teoria da negação
é de natureza ardilosa.
Esta catástrofe social
tem uma marca bem vincada,
este socialismo demencial
é feito de política tresloucada!
O mexilhão trabalhador
e perfeitamente capacitado,
não é de todo merecedor
de um (des)Governo inabilitado!
II Parte
A fobia eleitoralista
para iludir a realidade,
faz deste (des)Governo socialista
um precursor da imbecilidade.
A poeira eleitoral
lançada diariamente,
é feita de política imoral
iludindo miseravelmente!
Não se sentindo enganado,
o mexilhão reprova os ilusionistas,
este (des)Governo falhado
é composto por débeis ficcionistas!
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Um artigo notável, que já lera ontem no “Público” e pelo qual lhe dou agora os meus parabéns, cara Helena Matos.
Felizmente, no meio da pobreza franciscana que caracteriza o comentário político em Portugal, ainda há vozes lúcidas como a sua, legitimando a nossa esperança em melhores dias. Estes virão quando o País assumir colectivamente a coragem de correr com esta gentinha do poder. Já faltou mais, penso eu.
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#2.
Ora aí está mais um sintoma que detecta, agora em mim:
Esqueço facilmente as intervenções políticas.
É um problema que me tem avassalado e suponho ser crónico.
Tenho uma tia de fitas amarelas que me receitou massagens na zona pélvica.
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A minha tia do Alto do Pina manda-lhe beijinhos e agradece por lhe ter sido dada oportunidade de ler o excelente artigo que deu à estampa.
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Sócrates é daqueles homens cujo testemunho na história será o de ter contribuído para o retrocesso de uma nação. Faz impressão que o futuro de tanta gente esteja comprometido por causa de incompetentes.
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O emplastro Piscoiso aparece sempre a desviar a conversa.
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Estimada Helena Matos: faz bem em lembrar o perigo que nos rodeia. Sócrates, em desespero para distrair Portugal dos seus assuntos pessoais, pode vir a criar-nos uma herança bem pesada.
É que os portugueses têm a memória curta, como já dizia Amaro da Costa.
Digo eu…
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Para onde se liga a dizer que Portugal tem um problema?*
Para um hospital psiquiátrico a pedir ajuda médica. É preciso ajuda psiquiátrica para tratar os paranoicos e internar os malucos
Olhe lá?
“enquanto ministro, aceitou participar em reuniões que o mais distraído presidente de junta de freguesia sabe que pode comprometer o mais honesto dos cidadãos, endossa agora para as gerações futuras as contas das medidas do seu governo”
qual reunião?
há alguma reunião suspeita nisto??!!
esta não sabia.
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um primeiro-ministro que acha que magistrados, polícias e jornalistas no país e fora dele conspiram para lhe inventar passados
Pior. Aconteceu. E os mesmos continuam a trabalhar na mesma. Foram julgados apenas por fuga ao segredo de justiça?!? Só mesmo neste país é que conspiram e continuam a trabalhar para o estado como se nada fosse.
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helena faz batota e queixa-se do resultado. se acredita, vá a fátima de joelhos, pode ser que se torne realidade e volte a ver do olho frito. de seguida canonizava-se a miss piggy.
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O desdentado Pi-Erre, sempre vigilante, em defesa de sua dama.
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a bovinidade começou a ruminar a entrevista, a digestão é lenta e as conclusões em forma de posta bosta.
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Sócrates não tem –porque nunca teve– um projecto global para o país.
CONSEGUIU ascender a PM, dadas as corcunstâncias: deserção de Barroso, inaptidão de Santana e decisiva ajuda de Sampaio.
Sócrates não governaria como tem governado, se o PRepública estivesse mais “atento” e interventivo.
Sócrates sem o guião, a pauta diária, sem a máquina propagandista, é um vulgar PM com permanentes tiques de ditadorsito — só ele saberá porquê, se por consequências de passados e modelos de vida.
É um aventureiro PM com leve noção (post-modernista requentada) da verdadeira realidade social, económica e financeira.
Todo o artigo de Miss Helena Matos é certeiro.
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Se este governo QUISESSE E DEIXASSE que a investigação criminal e os tribunais actuassem não só com celeridade mas também com absoluta isenção, muita gente neste país seria inevitavelmente incriminada.
Muitas, e TODO O TIPO DE FAMÍLIAS penalizadas, à deriva, sem o emprego, o tacho, o especial salário, as consabidas benesses que O ESQUEMA lhes proporcionou na administração pública, nas autarquias…
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o mrjb, please… se é coisa que este governo tem é projecto global para o país. O país das tecnologias e das renováveis.
o problema é que os jornais são contra. A oposição ao governo é feita pelos média que só são embasbacados pelos states e possuem agenda própria e tudo.
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E a justiça.. esse é um problema major que tem de ser resolvido
A policia e a justiça parecem estar minados pela politica e actividades subversivas esquisitas que ninguém entende
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em vez de perder tempo com tricas do sócrates, fazendo o que diz que não faz, podia promover a candidata a provedora. seria mais útil aos seus ideais e ao psd, mas talvez o público não lhe pagasse para isso.
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18,
A morosa, tendenciosa e nalguns casos “adormecida” justiça, é um dos entraves ao global E CRISTALINO desenvolvimento do país.
Tem-se assistido em momentos-chave, à descapitalização de meios de investigação, desde o propositado corte de financiamentos à PJ, ao estado caótico com que quase todos os tribunais (funcionários, magistrados) têm que trabalhar. O que não é por acaso…
Os cidadãos que não se importam com a corrupção, possivelmente já dela beneficiaram ou pensam vir a beneficiar(nem que seja pelo “favor”, o “jeitinho”, a “cunha”, no mínimo). Ou, outros, não se importando com a sua proliferação e “institucionalização” (que vem das calendas…), estão inadvertidamente a contribuir para que não haja Justiça, igualdade de oportunidades e sã convivência e desenvolvimento da vida portuguesa. Não conseguem perceber que eles-mesmos são, ou poderão ser vítimas do ESQUEMA…
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“O país das tecnologias e das renováveis.”
Fala assim um admirador de Sócrates. Não sabe como a energia eólica está a sair cara a Portugal, ao ponto de o governo ter medo cobrar os contribuintes pelos seus custos. Está a deixar para mais tarde, como já se tornou o seu hábito, fazer a despesa agora mas não mostrá-la que é para dar a impressão que está tudo a correr bem. É por isso que Sócrates diz uma coisa, mas na realidade aparece sempre outra e que é INVARIAVELMENTE MÁ!!!! A energia eólica sem subsídios nunca sobreviviria. Grande estratégia para o país sim senhor, gastar dinheiro sem possibilidade de retorno.
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O emplastro cabeça-de-giz sempre a dizer baboseiras.
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Hoje, sexta-feira, pelas 20H00,
alguns “altos dirigentes” do PS estarão atentos a:
“Boa Noite. Eu sou a Manuela Moura Guedes”.
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Tina
Então a energia eólica, à conta da qual se comeu pão na Europa durante séculos e se descobriu meio mundo, não é rentável?
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Já percebi por que são processados os que participam em manifestações ilegais contra o PM!
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Pantaleão, foi e muito, nem precisava dos subsídios da União Europeia. A qual, by the way, acabou de anunciar que vai diminuir os subsídios para as renováveis e aumentar para a nuclear.
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#21
“Não sabe como a energia eólica está a sair cara a Portugal”
É muito mais barato e mais inteligente, para não dizer ecológico, continuar a investir no petróleo. O petróleo tem muito mais retorno… Deve ser por isso que ainda ontem ouvi o Obama dizer que os EUA vão apostar forte na eólica. Mas para si o Obama deve ser outro tontinho ainda pior que o Sócrates, se é que isso é humanamente possível.
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“Mas para si o Obama deve ser outro tontinho ainda pior que o Sócrates, se é que isso é humanamente possível.”
É.
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“Deve ser por isso que ainda ontem ouvi o Obama dizer que os EUA vão apostar forte na eólica.”
Mas os Estados Unidos são um país rico, podem dar-se ao luxo de gastar dinheiro em subsídios. Poderão também ter os ventos mais fortes, e outras condições de melhor aproveitamento desta energia variável. Mas por exemplo, a Shell já disse que ia desistir da eólica e da solar por não serem competitivas. E nós estariamos também a poupar bastante dinheiro se continuássemos a importar electricidade. Porque afinal, fala-se em valor estratégico, mas nunca será o suficiente para cobrir as nossas necessidades já que é tão reduzida a sua contribuição para o consumo total. Valor estratégico mesmo seria energia nuclear e sairia mais barato.
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“Para onde se liga a dizer que Portugal tem um problema?”
Para Belém …? NÃO, o “telefone” esteve desligado durante QUATRO anos.
Já começou a ser reparada a “avaria”!?
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“tina – a electricista”, dvd à venda na área de serviço de loures
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só facciosos podem apoiar Sócrates, é por isso que não conseguem argumentar e só mandam bocas parvas. Que nível tão pobre e mentecapto, torna-se deprimente.
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#29
Têm p’ra lá tido uns vendavais valentes, têm sim senhor. A ponto de, agora, também não se poderem dar a grandes luxos..
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mais outro atrasado mental…
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Pelos vistos Sócrates é muito popular entre os atrasados mentais. Não admira.
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A Tina é mesmo assim, ou será do ar muito parado aí na sua zona?
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35, Será o seu caso??? Não fala de outra coisa…
Vá ler algumas coisas sobre o nuclear e depois logo bota postas.
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“Mas os Estados Unidos são um país rico, podem dar-se ao luxo de gastar dinheiro em subsídios.”
Nos EUA é o mesmo que cá, a Corrupção legal do Centrão. São é mais ricos como diz -por enquanto-. Veja-se isto:
Welcome to the Airport for Nobody
…You’ve heard of the Bridge to Nowhere. You might call this the Airport for Nobody. The John Murtha Johnstown-Cambria County Airport has an impressive $18 million runway made of reinforced concrete that’s big enough to land any airplane in North America. The airport also has a $7 million air traffic control tower, a $14 million hanger and $8 million radar. Most of the time, the only thing the airport doesn’t have is airplanes. . . .
The federal government provides a subsidy for every flight into the Murtha Airport of about $100 dollars per passenger, but even with the subsidy, there are plenty of empty seats. On a visit to the airport, ABC News found it virtually deserted, with an empty restaurant, vacant lounges and empty runways. An air traffic controller was twiddling his thumbs…
http://www.abcnews.go.com/Business/Politics/story?id=7412160&page=1
É a corrupção legal, resultado do Estatismo e os imorais 40-50% de recursos que os Estado-Social-Fiscal tira a quem produz riqueza.
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E com as loucuras de Obama:
“An average of just 20 people a day flew out of the Murtha Airport last year. But, the airport was just awarded more federal money — $800,000 in stimulus funds to repave an alternate runway.”
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Correcção “imorais 40-50% de recursos que os Estado-Social-Fiscal tira a quem produz riqueza.” Como 40-50% é o total da economia tira muito mais do que 40-50% a quem produz riqueza.
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Notícias de 20 de Abril de 2009
“Bruxelas tem 600 milhões de euros disponíveis para o nuclear. Os subsídios às energias alternativas vão ser reduzidos.
A Comissão Europeia (CE) tem 600 milhões de euros disponíveis para apoiar projectos de centrais nucleares, disse ao Diário Económico o director de Energia Nuclear da CE, Peter Faross. A estratégia da Europa é agora reduzir os apoios nas energias renováveis e aumentar no nuclear.”
Com a crise do gás Rússia-Ucrânia, a UE deve ter percebido que era tempo de perdermos tempo a brincar às eólicas e investirmos a sério para diminuir a dependência energética. E Portugal onde vai ficar, quando não houver mais subsídios para as eólicas?
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Que espera o Presidente da Republica para demitir este primeiro
ministro, que só atrapalha?
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.
Talvez para o BID a que chamam a “NOVA TORRE DE BAB(s)EL”
.
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A energia eólica, ninguém informado tem dúvidas, dados os preços actuais da energia, é cara. Em Portugal tem-se alastrado a zonas onde a fotovoltaica seria muito mais racional. Refiro-me, por exemplo, ao Algarve onde a solar é mais previsível e onde a sua máxima produção, além de coincidir com com as horas de maior consumo, também ocorre próximo do local de utilização, minimizando as perdas em linha e as pesadas e caras infra-estruturas de transporte. Ao contrário, as eólicas, se tiverem excesso de produçao de noite, o que é vulgar, uma vez injectada nas linhas só terá aproveitamento bombeando água já turbinada e apresada em barragem a jusante, para a barragem a montante; ora como no Algarve não existem barragens preparadas para esta operação, algum aproveitamento da energia que excede só ocorrerá muito longe com as inevitáveis perdas em linha a somar á energia consumida na bombagem, com aproveitamentos da ordem dos 50% ou menos.
Pode-se perguntar por que razão as barragens do Algarve não estão preparadas, tal a proliferação de sistemas eólicos, já que isto nos parece uma irracionalidade que como todas as irracionalidades nós temos que pagar. Mas, como diz a Helena vamos queixar-nos a quem se até o Primeiro Ministro não consegue distinguir a diferença entre um colector solar térmico e uma bomba de calor?
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“Pode-se perguntar por que razão as barragens do Algarve não estão preparadas, tal a proliferação de sistemas eólicos, já que isto nos parece uma irracionalidade que como todas as irracionalidades nós temos que pagar.”
Incrível. É tudo feito sobre o joelho com este governo, a começar com o curso do seu primeiro.
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#44 – mais um d. quixote fotovoltaico ao estilo nunes vicente
#45 – incrííível, grito de guerra da manela, não tens concertina
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#16
MJRB,
isso só vai acontecer no dia em q eliminarem a maçonaria da face da terra, ou entao no dia em q as pessoas ganharem consciencia daquilo q andam a fazer e enfraquecer a estrutura da mesma, pq caso contrário, os “irmaos” maçons estarão sempre acima da justiça
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Incrível. É tudo feito sobre o joelho com este governo, a começar com o curso do seu primeiro.
Incrível, as coisas que a Tina aprende aqui no post!!!
Uma central nuclear usa urânio. Nós temos urânio, mas tem que ser enriquecido. Para ser enriquecido, tem que ir para um ciclotrão. Nós não temos ciclotrão, logo temos que pagar para o enriquecimento desse urânio. Precisamos de água para arrefecer o núcleo central, logo utilizamos os rios Mondego, Tejo e Guadiana, como faz a Espanha, cada vez mais poluídos, com radioactividade. Depois não dominamos a tecnologia do nuclear, logos temos que importar essa tecnologia.
Negócio de muitos milhões, para quem??? Nâo é para o zé povinho, digo eu…
A central nuclear funciona a 50% da sua capacidade. Não há nenhum sistema de segurança a 100%.
A duração de uma central nuclear é, sensivelmente, de 20 anos. Quando posta fora de serviço, tem que ficar encerrada em betão.
Bom, ainda, não falámos dos desperdícios radioactivos. A radioactidade destes desperdícios tem a duração, de mais de 100 anos.
Onde os coloca, em África???
Somos um dos países da Europa, com mais horas de sol (insolação), por ano.
A saída, para este país, no que respeita ao fornecimento de energia são as energias renováveis. Dominamos a sua tecnologia, a duração de vida é incomparavelmente superior, não é poluente, não é perigosa.
Lembra-se da tragédia de Chernobil, em Kiev, sabe o que aconteceu às populações contaminadas com radioactividade, não sabe, pois não???
O que é que abona então a favor do nuclear???
Há, uns poucos, interessados nesses, muitos, milhões, porque será??? Estarão preocupados connosco, acha???
Veja o exemplo do preço que pagamos pela energia que consumimos, depois compare com os lucros anuais da empresa fornecedora. Preço justo, digo eu…
Bom fim-de-semana
PS. não se esqueça de ouvir o discurso do PR
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47,
A implantação da Maçonaria, não só neste país, é fortíssima e muitíssimo bem “amparada”. Tentacular.
AS FAMÍLIAS são diversíssimas, não só maçónicas.
Resta ao cidadão comum tentar, pelo menos tentar zelar pelos seus legítimos interesses e direitos consignados na Constituição. Dentre os quais, uma Justiça pura, eficaz e igual para todos os cidadõos, independentemente do seu estatuto, qualquer que ele seja.
Se as pessoas preferem continuar divorciadas da “coisa” pública, nada a fazer. E a corrupção agradece.
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Percebe-se o reforço do nuclear: Sarkozy está a tentar tirar a França da fossa à custa de vender umas centrais. Os marcianos que se ponham a pau que já há planos para enviar as pilhas usadas para lá. Também há planos para as enterrar em minas portuguesas desactivadas. Quanto à eólica sempre foi usada. A única novidade é o interface porque agora necessitamos de um output em corrente eléctrica. Estou certo que nem com Sarkozy nem com Tina o vento deixará de estar de feição.
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tina disse
24 Abril, 2009 às 9:38 am
Acabo de ler o seu comentário.
Estou absolutamente de acordo. Sócrates é um individuo sem escrúpulos, deverá tar a inteligência suficiente para saber que todos nós percebemos que ele é um metiroso de alto gabarito e não temos dúvidas de que ele faz parte dos destruídores que vêm dando cabo de Portugal desde o dia 25 de Abril de 1974.
Aré então a coisa estava mal e era preciso mudar o sistema. Mas o que veio a seguir, com raríssimas excepções, só escangalharam e partiram o que as vagas sucessivas de políticos iam deixando para chegarmos ao presente a ter de suportar as maiores vergonhas e a pior situação de miséria por que o nosso Povo alguma vez passou.
Nuno
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Ou muito me engano ou foi a Tina que se deu ao trabalho de tentar ensinar e não o contrário como um idiota qualque aí quis insinuar.
Anda por aí uma gente que será, no mínimo, atrazada mental com quem o Sócrates se dá bem e exactmente por isso.
Alguns, poucos e enquanto não se derem conta que não vale a pena, ainda vão tentando explicar umas coisas. Inútil.
Como é que a maioria pode compreender, agora e de repente, se nunca esteve numa escola capaz e com professores competentes?
A abriladade deu-se há 35 anos. Por favor, façam as contas. Nesse ano, sendo verdade que a coisa já estava mal, o ensino passou a ser uma bagunça: os miúdos a querer brincar e com os paizinhos a não ligar nenhuma, e os professores a quererem fazer o menos possível. Reuniões e política, que o resto dava (e dá) muito trabalho e é paisagem. Os que tivaram mais azar e foram para a escola em 1974 aos seis anos, têm hoje 41 anos e não sabem nada. Ah! E torna-se mais difícil conseguir trabalho qualificado.
Mas, nos últimos dias, o Ótelo Saraiva de Carvalho, apareceu a dizer que “rejeitava” a promoção a coronel e os dinheiritos correspondentes, e que não são poucos. Pois, a querer fazer vista grossa e a ver se nos esquecemos dos roubos que fez com as suas brigadas 25 de Abril e etc. e tal.
Moral da história é que ele vai meter o dinheiro ao bolso, aumentar consideravelmente a pensão e conseguir mais umas prebendas chorudas.
Por mim, tenho muita pena, mas venho aqui para confirmar o estado de parvoíce – de bovinidade – em que Portugal se encontra e, de vez em quando, com lágrimas, dar umas boas gargalhadas.
Nuno
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Obrigada, Nuno.
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Olhão
Se o Olhão tivesse de escolher uma fonte de energia para a sua casa, nunca escolheria a energia renovável. Era preciso ser muito irresponsável para escolher uma fonte de energia mais cara, pouco prática e que não conseguiria cobrir todas as suas necessidades. Só o faria se tivesse muito dinheiro, ou fosse financiado para isso. É a mesma situação do governo, só o faz porque é financiado pela UE, porque se habituou a não ter que levar a vida a sério, que há alguém que sempre toma conta de nós. Assim, desperdiça dinheiro sem ter quaisquer garantia de resultados. Se houvesse alguma crise energética realmente séria, Portugal desapareceria do mapa.
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#51, 52 , 53 & 54 – não fazem ponta de ideia do que falam, mas são de uma solidariedade enternecedora. parecem o quadro do menino a tirar macacos do nariz do burro,
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Para aquecer o temas das Energias:
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A autentica inovação “verde” – porque é que a energia alternativa depende mais de magias financeiras que mecânicas:
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-The Real “Green” Innovation
Why alternative energy depends more on financial wizardry than mechanical wizardry.
http://www.slate.com/id/2216129/
.
NUCLEAR – Fusão a frio é uma realidade:
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-Cold Fusion Is A Reality
http://video.google.com/videosearch?q=cold+fusion+
documentary&hl=en&emb=0&aq=4&oq=Cold+Fusion#
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Anónimo 55, não julgue que através de petulância consegue convencer os outros de que sabe alguma coisa do assunto. Julga que pode enganar facilmente, tal como Sócrates quando fala orgulhosamente à nação dos seus parques eólicos, não dizendo quanto isto lhes está a custar e qual é a sua viabilidade no futuro.
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É uma pena que tanto conhecimento em matéria de energia se desperdice em caixas de comentários, quando podia ser aproveitado para resolver o problema energético do país, quiçá do mundo. Então, se no governo e arredores não fossem todos uma cambada de atrasados mentais, era no nuclear que apostavam. Depois estavam cá vocês para, entre inúmeras outras coisas, lembrarem a inoportunidade de tal mega investimento cujo retorno só se veria daqui a não sei quantos anos. Daqui do alto da minha, mais que óbvia, debilidade mental penso que antes de concordarem com esta hipotética opção do governo, mais depressa vos via defender a produção de energia a partir de caca de cão.
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Isso pode ter a certeza que aqui na caixa de comentários e na blogoesfera em geral aprende mais sobre a realidade dos emprendimentos na energia eólica, já que o governo esconde tudo sobre os custos e faz parecer como se fosse um mar de rosas.
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