O primo é amigo e desfaz os equívovos. O Expresso faz o favor de o ir ouvir prestar declarações porque a Judite não tem meios para isso e a procuradora não tem interesse no caso. São todos bons cidadãos. O tio Júlio pode atestá-lo. Não há necessodade de continuarem a perseguir as pessoas.
O lopes da mota invocou o nome dele… sem ele saber….
O primo invocou o nome dele … sem ele saber…
No mesmo fim de semana vem cada um em seu semanário fazer capa a desculpar o pobre coitado….
Grande lorpa… enganado por todos, não nos deve estar a enganar…
e depois o coitado do mulherio é que tem fama de diz que disse..mais um mito urbano , de certeza. é só gajos a dizer que fulano , sicrano , ai não , foi melgano. usei , não usei , foi ele..não há pachorra.
Estes gajos (Mota da fatinha e o primo) invocam o nome do Sókas porque dormiram mal?
Ninguém lhes encomendou o frete?
Não foi a Sta Bárbara q os avisou!!!!
Eu acho piada é à evolução dos posts da HM.
Dos posts de links aos posts dos outros, passa aos grafismos das capas dos jornais.
A cachola secou?
Quanto aos temas das capas, comento nos sites desses jornais.
Por acaso o senhor tocou exactamente num ponto sensível.
Cada vez se vê mais na blogsfera, os opinadores de referência a serem preguiçosos.
Tenho a certeza que quer Helena Matos quer outros podem fazer melhor e darem-nos uma opinião em vez de cartoons.
É para isso que os leio.
As capas dos jornais deste post são muito interessantes.
Portugal chegou, com o governo que infelizmente tem, acompanhado pela habitual clique de energúmenos que a III.ª República produziu alegremente, a um estado absolutamente deplorável. Patético mesmo.
Mesmo assim, nem tudo é mau.
O “SOL” tem na capa uma entrevista ao Sr. General Jaime Neves. Um dos poucos militares do 25/04/74, a quem se pode fazer uma sentida vénia e bater orgulhosamente a «pala». Só foi pena – muita pena! – que no 25/11/75, não tivesse podido acabar de vez com a cáfila, (de traidores à Pátria!) a soldo da União Soviética, que iniciou o abismo onde estamos agora.
Jaime Neves ficará na História como um herói português. Como Azevedo Lemos por D. Miguel; como Paiva Couceiro pela Monarquia. Ao contrário destes, venceu mas… Não terá sido a vitória traída?
13, o “mercado” dos blogues é livre. Felizmente que o Estado ainda não nos impôs a leitura compulsiva dos blogues do regime. Se não gosta tem bom remédio…
Então e o milhão de rendas em dívida?Acrescidos de mais de um milhão em RSI?Portugal transformado numa imensa Casa Pia onde os africanos vêm fazer safaris de borla…e arranjar “indemnizações” por tudo e nada…
#15.
Claro que é livre.
Referi a diferença entre dois tipos de bloguers, ou de posts. O que mostra aquilo que lê ou outros fizeram e o que mostra aquilo que escreve ou fez.
No primeiro caso, o bloguer não é o autor, será um propagandista do autor.
E o facto de ser livre a execução de um post, não impede a liberdade de o criticar.
Feed-back.
#15.
Claro que é livre.
Referi a diferença entre dois tipos de bloguers, ou de posts. O que mostra aquilo que lê ou outros fizeram e o que mostra aquilo que escreve ou fez.
No primeiro caso, o bloguer não é o autor, será um propagandista do autor.
E o facto de ser livre a execução de um post, não impede a liberdade de o criticar.
Feed-back.
Por acaso acho que as capas, sobretudo por estarem juntas, são um grande post. Parece-me mais é que o Piscoiso está muito incomodado com a eficácia da mensagem que transmitem. Compreende-se, mas a culpa não é da Helena.
…Tudo se resolverá, finalmente, pelo Natal — já estava resolvido há uns tempos…
Em família. Família socialista com primos, tios, amigos.
Na tarde do dia de Natal, irão todos para o jardim brincar aos promotores imobiliários, aos especuladores, aos juízes, aos polícias, aos governantes, aos corruptores e aos corruptos.
Quem é que hoje, ao ler as manchetes do Expresso e do Sol, respirou(com soluço infantilóide) de alívio ?, quem foi, quem foi ? : “Afinal…este sítio entre o Atlântico e a Europa é mesmo maravilhoso e novamente decente”.
Portugal viu maminhas pela primeira vez em 1969. A primavera marcelista fez-se anunciar no Tivoli, com os seios imunes a tesouradas de Romy Schneider (A Piscina, Jacques Deray). Portugal, império dos sentados, viu O Império dos Sentidos em 1991 e o arcebispo de Braga confessou que aprendeu mais em 20 minutos do que em 60 anos. Entre essas duas datas marcantes da cultura portuguesa, houve uma outra: 1983.
Em 1983, aconteceu o “caso Pato com Laranja”. Na minha vaga memória (tinha dez anos), era uma vaga polémica por causa de um filme “erótico” que passou na TV. Mas não foi bem assim: na verdade, o filme foi interrompido devido a protestos de espectadores, e surgiu um embaraçoso apagão até ser reposta a legalidade (tinha graça se tivessem metido Danny Kaye, como já tinham feito a Duran Clemente em 75). O caso fez uma vítima: o Presidente do Conselho de Administração da RTP, João Palma-Ferreira, que se demitiu. Um escândalo, daqueles bem pategos.
Seria curioso revisitar essa polémica nos arquivos dos jornais da época, mas até na Internet se encontram ecos do caso, como no conhecidíssimo Internet Movie Database, que conta: “Quando o filme foi exibido em Portugal, causou um pequeno escândalo político por causa de alegadas cenas explícitas. O administrador da TV pública apareceu em antena a seguir ao filme para pedir desculpa pelos conteúdos mostrados, e isso tornou um incidente menor num assunto político sério. Hoje em dia, ninguém ligaria nenhuma à cena em que a actriz mostra o rabo nu”.
Por sua vez, lê-se no Expresso http://www.educar.files.wordpress.com/2009/05/untitled-144.jpg
Confesso que o assunto dos (bons e maus) costumes e da imagem e vivência do sexo como fenómeno social e individual me seduz há muito e não apenas pela parte prática que é, confesso, a mais interessante de todas.
É sem embaraço que admito que parte dos meus primeiros trabalhos de pesquisa historiográfica (incluindo a minha primeira publicação e boa parte da que se seguiu nos primeiros anos de aprendiz de historiador) foram nessa mesma área. Aliás, há coisa de uma dúzia de anos, em fugaz aparição mediática, deixei-me fotografar com um volume com o título Sex in History.
E sempre me chamou a atenção o facto de (quase) todas as ideologias e regimes de matriz autoritária ou totalitária – incluindo nisso as comunidades libertárias ou os herdeiros de 68, tão ou mais traumatizados pelo sexo quanto as gerações anteriores – terem uma relação mal resolvida com a sexualidade humana.
Não há ditadura que se preze, mesmo se o Benito era um bocado malandreco e quanto aos Bórgia nem se fala, que não tenha a tentação de regulamentar o que se deve ou não fazer, quando, como, porquê e para quê.
E é mesmo estranho que correntes que se qualificam como liberais em matéria política e económica, recuem quando se chega ao leito (ou ao sofá, ou ao chão da sala, ou ao banco de jardim ou ao elevador) e desatem a querer regulamentar tudo.
Claro que tudo isto resulta de uma relação mal resolvida, fruto de escassa educação e descoberta acanhada em seu devido tempo, com o SEXO.
Vai daí, ficamos neste chove e não molha, não querendo educar, mas querendo comportamentos educados, não esclarecendo, mas querendo atitudes esclarecidas. Não fazendo, mas querendo que os outros também não façam.
A procuradora Cândida nunca conseguiria fazer perguntas ao primo se estivesse em cima daquelas colunas, sabendo a senhora das dificuldades que os templos colocam aos entrevistadores achou por bem não ir nem enviar alguém à China; compreendam o problema é só forma física.
Naahhhh… Eu não os arquivaria na China.
Condenava-os a viverem numas casinhas assinadas/licenciadas por um putativo engenheiro, nos anos 1980, algures na Guarda…
Estamos num país surrealista! O preto è abatido a tiro por um GNR, pelo facto de preto andar a roubar o dinheiro das caixas multibanco. Levou um tiro na nuca. Podia ter sido moryo o GNR!
Mas felizmente que foi o preto que quinou.
A familia deste bandido, vem agora reclanar uma indeminização, pelo facto do abate. Investigue-se o que fazem estes pretos em Portugal a sua origem, como vivem e de que vivem! certamente que haverá surpresas……….
Está mais incomodada a Piscoisa que os sujeitinhos.
Compreende-se.
Aos sujeitinhos não acontece nada de mal. Quanto ao tachito piscoisal é que coisa é pior.
Esta família e uma autêntica Bórgia á Portuguesa…
Sinto uma simpatia por essa gente toda,
Sobretudo quando não merece simpatia.
Sim, eu sou também vadio e pedinte,
E sou-o também por minha culpa.
Ser vadio e pedinte não é ser vadio e pedinte:
É estar ao lado da escala social,
É não ser adaptável às normas da vida,
‘As normas reais ou sentimentais da vida –
Não ser Juiz do Supremo, empregado certo, prostituta,
Não ser pobre a valer, operário explorado,
Não ser doente de uma doença incurável,
Não ser sedento da justiça, ou capitão de cavalaria,
Não ser, enfim, aquelas pessoas sociais dos novelistas
Que se fartam de letras porque tem razão para chorar lagrimas,
E se revoltam contra a vida social porque tem razão para isso supõe-se…
Álvaro de Campos
O primo é amigo e desfaz os equívovos. O Expresso faz o favor de o ir ouvir prestar declarações porque a Judite não tem meios para isso e a procuradora não tem interesse no caso. São todos bons cidadãos. O tio Júlio pode atestá-lo. Não há necessodade de continuarem a perseguir as pessoas.
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já tinham falido, se não fossem alimentados pelo freeporcos.
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Ó Piscoiso, isto é uma família de fugir.
É ou não é?
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O lopes da mota invocou o nome dele… sem ele saber….
O primo invocou o nome dele … sem ele saber…
No mesmo fim de semana vem cada um em seu semanário fazer capa a desculpar o pobre coitado….
Grande lorpa… enganado por todos, não nos deve estar a enganar…
Está limpo!!!
Seguir em frente….
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e depois o coitado do mulherio é que tem fama de diz que disse..mais um mito urbano , de certeza. é só gajos a dizer que fulano , sicrano , ai não , foi melgano. usei , não usei , foi ele..não há pachorra.
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Afinal o Santana Lopes é um menino de coro ao pé do Pinto de Sousa e por muito menos foi posto a andar…
O Largo do Rato é o Alcácer-Qibir Português do Séc XXI
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Estes gajos (Mota da fatinha e o primo) invocam o nome do Sókas porque dormiram mal?
Ninguém lhes encomendou o frete?
Não foi a Sta Bárbara q os avisou!!!!
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Já aqui invocam o nome de Sócrates todos os dias e de manhã até á noitinha.
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Aqui não invocam…convocam.
O engraçado neste caso é ele ser primo.Será filho de que tia?
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Não é primo. É “apenas” filho-do-tio.
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Eu acho piada é à evolução dos posts da HM.
Dos posts de links aos posts dos outros, passa aos grafismos das capas dos jornais.
A cachola secou?
Quanto aos temas das capas, comento nos sites desses jornais.
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Piscoiso disse
16 Maio, 2009 às 9:36 am
Por acaso o senhor tocou exactamente num ponto sensível.
Cada vez se vê mais na blogsfera, os opinadores de referência a serem preguiçosos.
Tenho a certeza que quer Helena Matos quer outros podem fazer melhor e darem-nos uma opinião em vez de cartoons.
É para isso que os leio.
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As capas dos jornais deste post são muito interessantes.
Portugal chegou, com o governo que infelizmente tem, acompanhado pela habitual clique de energúmenos que a III.ª República produziu alegremente, a um estado absolutamente deplorável. Patético mesmo.
Mesmo assim, nem tudo é mau.
O “SOL” tem na capa uma entrevista ao Sr. General Jaime Neves. Um dos poucos militares do 25/04/74, a quem se pode fazer uma sentida vénia e bater orgulhosamente a «pala». Só foi pena – muita pena! – que no 25/11/75, não tivesse podido acabar de vez com a cáfila, (de traidores à Pátria!) a soldo da União Soviética, que iniciou o abismo onde estamos agora.
Jaime Neves ficará na História como um herói português. Como Azevedo Lemos por D. Miguel; como Paiva Couceiro pela Monarquia. Ao contrário destes, venceu mas… Não terá sido a vitória traída?
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13, o “mercado” dos blogues é livre. Felizmente que o Estado ainda não nos impôs a leitura compulsiva dos blogues do regime. Se não gosta tem bom remédio…
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“O lopes da mota invocou o nome dele…
O primo invocou o nome dele”
É gente de pouca fé. Que não conhece o 2º mandamento: “Não invocarás o seu nome em vão”.
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Então e o milhão de rendas em dívida?Acrescidos de mais de um milhão em RSI?Portugal transformado numa imensa Casa Pia onde os africanos vêm fazer safaris de borla…e arranjar “indemnizações” por tudo e nada…
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#15.
Claro que é livre.
Referi a diferença entre dois tipos de bloguers, ou de posts. O que mostra aquilo que lê ou outros fizeram e o que mostra aquilo que escreve ou fez.
No primeiro caso, o bloguer não é o autor, será um propagandista do autor.
E o facto de ser livre a execução de um post, não impede a liberdade de o criticar.
Feed-back.
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rxc disse
16 Maio, 2009 às 10:02 am
Não percebeu nada do que eu queria dizer.
Mais lá para a tarde vou tentar fazer um desenho.
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quanto é que o primo cobrou ao expresso pela entrevista?
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É um estilo de “poesia”.
apenas…
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piscoiso piscoiso… lol. Não consiguirá distinguir um copo de vidro mesmo que ele lhe acerte na testa? Vai mandando postas!
Abraço
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#22.
Deve estar confundido com as testas.
Será dos copos?
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se calhar atesta com copos.
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#22.
As ameaças físicas das claques estão em tribunal com os nonames.
Pela net, não passa de cobardia.
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Piscoiso disse
16 Maio, 2009 às 10:30 am
#15.
Claro que é livre.
Referi a diferença entre dois tipos de bloguers, ou de posts. O que mostra aquilo que lê ou outros fizeram e o que mostra aquilo que escreve ou fez.
No primeiro caso, o bloguer não é o autor, será um propagandista do autor.
E o facto de ser livre a execução de um post, não impede a liberdade de o criticar.
Feed-back.
Por acaso acho que as capas, sobretudo por estarem juntas, são um grande post. Parece-me mais é que o Piscoiso está muito incomodado com a eficácia da mensagem que transmitem. Compreende-se, mas a culpa não é da Helena.
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Pode pôr aí a fotocópia da capa dos jornais que quiser, que não me afecta minimamente.
Com a capa da “Playboy” já é diferente.
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#27 – “Com a capa da “Playboy” já é diferente.”
refere-se à playgirl, concerteza!
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As capas dos jornais estão à vista de toda a gente logo pela manhã, até no quiosque do #28.
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…Tudo se resolverá, finalmente, pelo Natal — já estava resolvido há uns tempos…
Em família. Família socialista com primos, tios, amigos.
Na tarde do dia de Natal, irão todos para o jardim brincar aos promotores imobiliários, aos especuladores, aos juízes, aos polícias, aos governantes, aos corruptores e aos corruptos.
Quem é que hoje, ao ler as manchetes do Expresso e do Sol, respirou(com soluço infantilóide) de alívio ?, quem foi, quem foi ? : “Afinal…este sítio entre o Atlântico e a Europa é mesmo maravilhoso e novamente decente”.
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Realmente, esta família é um case study estupendo.
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Caros Amigos
Revelo-vos com muito gosto – e em primeira mão – a capa da próxima edição da “Playboy”:
Hugo Monteiro – qual Samurai “marcial” – travestido de Fernanda Câncio implorando as natalícias desculpas do primo
Não digam que não sou vosso amigo!
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Escreve hoje Pedro Mexia no Público:
Portugal viu maminhas pela primeira vez em 1969. A primavera marcelista fez-se anunciar no Tivoli, com os seios imunes a tesouradas de Romy Schneider (A Piscina, Jacques Deray). Portugal, império dos sentados, viu O Império dos Sentidos em 1991 e o arcebispo de Braga confessou que aprendeu mais em 20 minutos do que em 60 anos. Entre essas duas datas marcantes da cultura portuguesa, houve uma outra: 1983.
Em 1983, aconteceu o “caso Pato com Laranja”. Na minha vaga memória (tinha dez anos), era uma vaga polémica por causa de um filme “erótico” que passou na TV. Mas não foi bem assim: na verdade, o filme foi interrompido devido a protestos de espectadores, e surgiu um embaraçoso apagão até ser reposta a legalidade (tinha graça se tivessem metido Danny Kaye, como já tinham feito a Duran Clemente em 75). O caso fez uma vítima: o Presidente do Conselho de Administração da RTP, João Palma-Ferreira, que se demitiu. Um escândalo, daqueles bem pategos.
Seria curioso revisitar essa polémica nos arquivos dos jornais da época, mas até na Internet se encontram ecos do caso, como no conhecidíssimo Internet Movie Database, que conta: “Quando o filme foi exibido em Portugal, causou um pequeno escândalo político por causa de alegadas cenas explícitas. O administrador da TV pública apareceu em antena a seguir ao filme para pedir desculpa pelos conteúdos mostrados, e isso tornou um incidente menor num assunto político sério. Hoje em dia, ninguém ligaria nenhuma à cena em que a actriz mostra o rabo nu”.
Por sua vez, lê-se no Expresso
http://www.educar.files.wordpress.com/2009/05/untitled-144.jpg
Confesso que o assunto dos (bons e maus) costumes e da imagem e vivência do sexo como fenómeno social e individual me seduz há muito e não apenas pela parte prática que é, confesso, a mais interessante de todas.
É sem embaraço que admito que parte dos meus primeiros trabalhos de pesquisa historiográfica (incluindo a minha primeira publicação e boa parte da que se seguiu nos primeiros anos de aprendiz de historiador) foram nessa mesma área. Aliás, há coisa de uma dúzia de anos, em fugaz aparição mediática, deixei-me fotografar com um volume com o título Sex in History.
E sempre me chamou a atenção o facto de (quase) todas as ideologias e regimes de matriz autoritária ou totalitária – incluindo nisso as comunidades libertárias ou os herdeiros de 68, tão ou mais traumatizados pelo sexo quanto as gerações anteriores – terem uma relação mal resolvida com a sexualidade humana.
Não há ditadura que se preze, mesmo se o Benito era um bocado malandreco e quanto aos Bórgia nem se fala, que não tenha a tentação de regulamentar o que se deve ou não fazer, quando, como, porquê e para quê.
E é mesmo estranho que correntes que se qualificam como liberais em matéria política e económica, recuem quando se chega ao leito (ou ao sofá, ou ao chão da sala, ou ao banco de jardim ou ao elevador) e desatem a querer regulamentar tudo.
Claro que tudo isto resulta de uma relação mal resolvida, fruto de escassa educação e descoberta acanhada em seu devido tempo, com o SEXO.
Vai daí, ficamos neste chove e não molha, não querendo educar, mas querendo comportamentos educados, não esclarecendo, mas querendo atitudes esclarecidas. Não fazendo, mas querendo que os outros também não façam.
Não querem beber água, não bebam. Mas não se agarrem à torneira para que ninguém mais beba.
http://www.educar.wordpress.com/2009/05/16/tanta-sede-tanta-fome/
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A procuradora Cândida nunca conseguiria fazer perguntas ao primo se estivesse em cima daquelas colunas, sabendo a senhora das dificuldades que os templos colocam aos entrevistadores achou por bem não ir nem enviar alguém à China; compreendam o problema é só forma física.
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Tolstoi,
De facto, as declarações de CAlmeida, desde há meses e hoje a propósito, são mais do que cristalinas: arquive-se !
Não será por acaso que certos magistrados têm prestado tantas opiniões…
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Se arquivassem a família toda na China, também só tínhamos a ganhar.
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É mais que óbvio … a Candita é a «prostiututa» de serviço.
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Mistério!
O que teria ido fazer à China o Albertinho?!
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Nimo,
E o Gama ? Certificar-se de que as ‘relações’ são estupendas e selar algum acordo do Alberto ?
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Melusine,
Naahhhh… Eu não os arquivaria na China.
Condenava-os a viverem numas casinhas assinadas/licenciadas por um putativo engenheiro, nos anos 1980, algures na Guarda…
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Estamos num país surrealista! O preto è abatido a tiro por um GNR, pelo facto de preto andar a roubar o dinheiro das caixas multibanco. Levou um tiro na nuca. Podia ter sido moryo o GNR!
Mas felizmente que foi o preto que quinou.
A familia deste bandido, vem agora reclanar uma indeminização, pelo facto do abate. Investigue-se o que fazem estes pretos em Portugal a sua origem, como vivem e de que vivem! certamente que haverá surpresas……….
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Tribunus,
O problema em certos bairros, é de polícia.
No da Bela Vista, também.
Polícia que consiga impôr o respeito, a ordem e a paz local.
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Santa Bárbara bendita
Que estás com a torrinha mão
Pede a nosso senhor
Que nos livre do trovão
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Está mais incomodada a Piscoisa que os sujeitinhos.
Compreende-se.
Aos sujeitinhos não acontece nada de mal. Quanto ao tachito piscoisal é que coisa é pior.
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Esta família e uma autêntica Bórgia á Portuguesa…
Sinto uma simpatia por essa gente toda,
Sobretudo quando não merece simpatia.
Sim, eu sou também vadio e pedinte,
E sou-o também por minha culpa.
Ser vadio e pedinte não é ser vadio e pedinte:
É estar ao lado da escala social,
É não ser adaptável às normas da vida,
‘As normas reais ou sentimentais da vida –
Não ser Juiz do Supremo, empregado certo, prostituta,
Não ser pobre a valer, operário explorado,
Não ser doente de uma doença incurável,
Não ser sedento da justiça, ou capitão de cavalaria,
Não ser, enfim, aquelas pessoas sociais dos novelistas
Que se fartam de letras porque tem razão para chorar lagrimas,
E se revoltam contra a vida social porque tem razão para isso supõe-se…
Álvaro de Campos
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