Notícia de última hora: os livreiros queixam-se de que não vão conseguir imprimir os novos manuais de educassão sechual a tempo do próximo ano lectivo…
Estas piadas são muita giras, até pq toda a gente sabe q é impossível implementar uma educação sexual decente nas escolas sem melhorar o ensino em geral. Faz lembrar aquela do “ah e tal, este país tem tantos problemas, vamos lá agora tratar do casamento entre homossexuais”.
“…é impossível implementar uma educação sexual decente nas escolas sem melhorar o ensino em geral.”
Correcção:
“…é impossível implementar uma educação sexual decente nas escolas sem melhorar” a mentalidade dos portugueses, em geral.
Oh Sampy, folgo em saber que as putas são as suas grandes educadoras sexuais…deve ser da velha escola em que os pais faziam questão de levar os filhos à desfloração. Ainda sssim, já é uma vertente mais prática da pedagógica pornalhada que é a instituição de educação sexual actual.
«Para travar a polémica e procurar um consenso, o deputado Pedro Nuno
Santos, secretário-geral da Juventude Socialista (JS), explica que a
maioria socialista quer envolver as unidades de saúde nessa
distribuição de contraceptivos.» – elucidava a TSF num daqueles dias
em que a voz de quem lê os noticiários tremelica na antecipação de
mais uma questão fracturante que divida o país em progressistas
inteligentes e reaccionários estúpidos. Cabe perguntar a que polémica
se refere o secretário-geral da Juventude Socialista. Na verdade não
existe polémica alguma nem pode existir. Há décadas que as unidades de
saúde distribuem gratuitamente em Portugal contraceptivos aos jovens.
Convém que se recorde que nas cidades de Aveiro, Beja, Braga,
Bragança, Castelo Branco, Coimbra, Figueira da Foz, Évora, Faro,
Leiria, Portalegre, Porto, Santarém, Setúbal, Viana do Castelo, Viseu,
Vila Real, Caldas da Rainha e Pombal existem gabinetes específicos
para esta questão. Regra geral são designados como Gabinetes de Apoio
à Saúde e Sexualidade Juvenil e, segundo informação oficial disponível
a que qualquer um de nós, deputado ou não, 29 enfermeiros, 27 médicos,
26 psicólogos, 5 nutricionistas, 2 assistentes sociais, 1 dietista e 1
psiquiatra atendem nos mais variados horários os jovens que aí os
procuram. Se destes gabinetes citadinos passarmos para as unidades de
saúde que cobrem todo o país perceberemos que já há muitos anos foram
criadas consultas de planeamento familiar às quais os jovens podem ter
acesso independentemente do centro de saúde em causa estar ou não na
sua área de residência (infelizmente o mesmo princípio não se adapta
aos adultos!) Esta possibilidade é muitíssimo importante sobretudo nos
meios mais pequenos onde é mais difícil assegurar a privacidade dos
utentes. Está estabelecido até que não é necessário fazer marcação
prévia para ir a uma dessas consultas. E também em Portugal,
devidamente apoiados pelo ministério da Saúde, existem escolas onde
funcionam gabinetes de promoção da saúde – cuja experiência e número
deveriam ser muito mais alargados – onde os alunos não só recebem
contraceptivos como informação dada por técnicos qualificados sobre
planeamento familiar, doenças sexualmente transmissíveis, alimentação,
alcoolismo etc.
Donde não conseguir perceber o que pretende o deputado Pedro Nuno
Santos, secretário-geral da Juventude Socialista quando afirma que a
maioria socialista quer envolver as unidades de saúde nessa
distribuição de contraceptivos. Isso e muito mais e melhor já é feito
há muito tempo e o resto é conversa. Ou procura dela.
600 escolas já têm projectos para a Educação Sexual
Metade das escolas recorreu este ano aos 1,65 milhões de euros
disponibilizados pelo Governo para projectos de Educação para a Saúde,
onde se inclui a Educação Sexual. Este é dos temas mais populares, o
que põe em causa a necessidade de nova lei.
Quase 600 escolas e agrupamentos (589) pediram este ano lectivo apoio
técnico e financeiro ao Ministério da Educação para programas de
promoção da Educação para a Saúde, onde se inclui a Educação Sexual.
Um número que, de acordo com um relatório divulgado pela
Direcção-Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular (DGIDC),
“equivale a 50% do total de agrupamentos e escolas a nível do sistema
educativo”.
Em 2007 – apesar de os relatórios do Grupo de Trabalho para a Educação
Sexual/Saúde, presidido por Daniel Sampaio, terem referido que estes
temas foram abordados em cerca de 90% dos estabelecimentos – apenas
472 esco- las ou agrupamentos aproveitaram os apoios do Governo.
Este ano lectivo foram distribuídos 1,65 milhões de euros, cerca de
2800 por estabelecimento, que serviram para financiar várias
iniciativas, desde a produção e recolha de materiais à formação,
campanhas e outras acções de divulgação, actividades e exposições.
Os elementos fornecidos pelas escolas apoiadas mostram que os ritmos
de aplicação das recomendações são muito diferenciados. Por exemplo,
42% dos estabelecimentos continuam a não ter gabinete de apoio ao
aluno que, não sendo obrigatório, é fortemente aconselhado. Ainda
assim, no secundário, onde este serviço é considerado mais urgente –
porque muitos alunos já iniciaram a vida sexual -, perto de 70% dos
estabelecimentos já o têm instalado.
Por outro lado, as quatro grandes áreas prioritárias da Educação para
a Saúde – Alimentação e Actividade Física, Educação Sexual e Infecções
Sexualmente Transmissíveis (IST), Prevenção dos Consumos e Saúde
Mental e Prevenção da Violência – parecem estar todas a ter atenção.
A Educação Sexual é mesmo o segundo tema mais abordado, sendo referida
por 89% dos estabelecimentos. Um número que acaba por contrariar as
preocupações que levaram à aprovação de um projecto de lei do PS sobre
Educação Sexual nas escolas – ainda a ser votado na especialidade -,
em que os estabelecimentos são obrigados a consagrar pelo menos 12
horas anuais a este tema.
Ainda ontem, em declarações ao DN, o deputado socialista Pedro Nuno
Santos, um dos promotores da iniciativa legal, explicou que esta regra
surgiu devido a indicações, “de diversos sectores”, de que “a Educação
Sexual poderia estar a ser o tema menos abordado” na Educação para a
Saúde.
O PIQUENIQUE DA MINISTRA
A ministra da educação foi convidada para participar num piquenique em sua honra, oferecido pelos alunos que passaram o 9º ano.
Quando chegou ao local, estranhou ver um monte enorme de sacos cheios de um pó branco. Dirigiu-se ao rapaz que estava a preparar o churrasco e perguntou:
– O que é que está dentro daqueles sacos?
– É cal, senhora ministra.
– Cal? Mas para quê?
– Eu também não percebi, senhora ministra mas as ordens que recebi foram de comprar 102 sacos de cal!
Intrigada, Maria de Lurdes Rodrigues dirigiu-se ao responsável pelo piquenique (um antigo aluno seu que conseguira evoluir tirando uma especialização no programa das Novas Oportunidades) e perguntou-lhe o que é que pretendia fazer com tanta cal.
Esse seu antigo aluno, espantadíssimo, comentou que não tinha encomendado cal nenhuma. Foram os dois ter com o rapaz que fizera as compras para esclarecerem o assunto.
– Olha lá, quem é que te mandou comprar estes sacos de cal?
– Foste tu, pá! Agora não te lembras? Ainda tenho aqui o papel que escreveste.
E exibiu a lista enorme de compras que lhe tinha sido dada.
O antigo aluno mirou, tornou a mirar e disse:
– Eh pá… mas tu és mesmo burro! Não vês que me esqueci de pôr a cedilha e o acento? O que eu queria dizer era Çal! E não era 102 sacos mas sim 1 ô 2 !
A educação sexual foi aprovada para o ciclo, acho que devia começar mais cedo, gostava de saber quem é que vai dar essa …..Os professores que estão ligados a esses projectos têm uns tachitos de não dar aulas e estão na rectaguarda.
Burro velho já não aprende
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hehehehe
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Acho muito mal esse tipo de frase na T shirt. Devia ser nos boxer’s. 🙂
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Com essa escrita deve se ” secho anual “…
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O puto tem dois problemas… e o mais grave deles não é não saber escrever.
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O mais grave… deve ser do Sporting.
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Pois! Está ainda muito verde…
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Agora surgiu-me a dúvida:
Passarão as prostitutas a ostentar a profissão de explicadoras?
Ficarão elas sob tutela do ministério da educação?…
A esta hora, já a Fenprof semobiliza em peso para a recruta.
E o ministério das finanças sempre vai arranjar maneira de colectar as meninas…
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Notícia de última hora: os livreiros queixam-se de que não vão conseguir imprimir os novos manuais de educassão sechual a tempo do próximo ano lectivo…
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Este miúdo já tem a escola toda!
Só o João Miranda é que ainda não percebeu…
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Estas piadas são muita giras, até pq toda a gente sabe q é impossível implementar uma educação sexual decente nas escolas sem melhorar o ensino em geral. Faz lembrar aquela do “ah e tal, este país tem tantos problemas, vamos lá agora tratar do casamento entre homossexuais”.
Parece que somos fracos em multitasking.
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“…é impossível implementar uma educação sexual decente nas escolas sem melhorar o ensino em geral.”
Correcção:
“…é impossível implementar uma educação sexual decente nas escolas sem melhorar” a mentalidade dos portugueses, em geral.
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Oh Sampy, folgo em saber que as putas são as suas grandes educadoras sexuais…deve ser da velha escola em que os pais faziam questão de levar os filhos à desfloração. Ainda sssim, já é uma vertente mais prática da pedagógica pornalhada que é a instituição de educação sexual actual.
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22 Maio, 2009
«Para travar a polémica e procurar um consenso, o deputado Pedro Nuno
Santos, secretário-geral da Juventude Socialista (JS), explica que a
maioria socialista quer envolver as unidades de saúde nessa
distribuição de contraceptivos.» – elucidava a TSF num daqueles dias
em que a voz de quem lê os noticiários tremelica na antecipação de
mais uma questão fracturante que divida o país em progressistas
inteligentes e reaccionários estúpidos. Cabe perguntar a que polémica
se refere o secretário-geral da Juventude Socialista. Na verdade não
existe polémica alguma nem pode existir. Há décadas que as unidades de
saúde distribuem gratuitamente em Portugal contraceptivos aos jovens.
Convém que se recorde que nas cidades de Aveiro, Beja, Braga,
Bragança, Castelo Branco, Coimbra, Figueira da Foz, Évora, Faro,
Leiria, Portalegre, Porto, Santarém, Setúbal, Viana do Castelo, Viseu,
Vila Real, Caldas da Rainha e Pombal existem gabinetes específicos
para esta questão. Regra geral são designados como Gabinetes de Apoio
à Saúde e Sexualidade Juvenil e, segundo informação oficial disponível
a que qualquer um de nós, deputado ou não, 29 enfermeiros, 27 médicos,
26 psicólogos, 5 nutricionistas, 2 assistentes sociais, 1 dietista e 1
psiquiatra atendem nos mais variados horários os jovens que aí os
procuram. Se destes gabinetes citadinos passarmos para as unidades de
saúde que cobrem todo o país perceberemos que já há muitos anos foram
criadas consultas de planeamento familiar às quais os jovens podem ter
acesso independentemente do centro de saúde em causa estar ou não na
sua área de residência (infelizmente o mesmo princípio não se adapta
aos adultos!) Esta possibilidade é muitíssimo importante sobretudo nos
meios mais pequenos onde é mais difícil assegurar a privacidade dos
utentes. Está estabelecido até que não é necessário fazer marcação
prévia para ir a uma dessas consultas. E também em Portugal,
devidamente apoiados pelo ministério da Saúde, existem escolas onde
funcionam gabinetes de promoção da saúde – cuja experiência e número
deveriam ser muito mais alargados – onde os alunos não só recebem
contraceptivos como informação dada por técnicos qualificados sobre
planeamento familiar, doenças sexualmente transmissíveis, alimentação,
alcoolismo etc.
Donde não conseguir perceber o que pretende o deputado Pedro Nuno
Santos, secretário-geral da Juventude Socialista quando afirma que a
maioria socialista quer envolver as unidades de saúde nessa
distribuição de contraceptivos. Isso e muito mais e melhor já é feito
há muito tempo e o resto é conversa. Ou procura dela.
*PÚBLICO
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600 escolas já têm projectos para a Educação Sexual
Metade das escolas recorreu este ano aos 1,65 milhões de euros
disponibilizados pelo Governo para projectos de Educação para a Saúde,
onde se inclui a Educação Sexual. Este é dos temas mais populares, o
que põe em causa a necessidade de nova lei.
Quase 600 escolas e agrupamentos (589) pediram este ano lectivo apoio
técnico e financeiro ao Ministério da Educação para programas de
promoção da Educação para a Saúde, onde se inclui a Educação Sexual.
Um número que, de acordo com um relatório divulgado pela
Direcção-Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular (DGIDC),
“equivale a 50% do total de agrupamentos e escolas a nível do sistema
educativo”.
Em 2007 – apesar de os relatórios do Grupo de Trabalho para a Educação
Sexual/Saúde, presidido por Daniel Sampaio, terem referido que estes
temas foram abordados em cerca de 90% dos estabelecimentos – apenas
472 esco- las ou agrupamentos aproveitaram os apoios do Governo.
Este ano lectivo foram distribuídos 1,65 milhões de euros, cerca de
2800 por estabelecimento, que serviram para financiar várias
iniciativas, desde a produção e recolha de materiais à formação,
campanhas e outras acções de divulgação, actividades e exposições.
Os elementos fornecidos pelas escolas apoiadas mostram que os ritmos
de aplicação das recomendações são muito diferenciados. Por exemplo,
42% dos estabelecimentos continuam a não ter gabinete de apoio ao
aluno que, não sendo obrigatório, é fortemente aconselhado. Ainda
assim, no secundário, onde este serviço é considerado mais urgente –
porque muitos alunos já iniciaram a vida sexual -, perto de 70% dos
estabelecimentos já o têm instalado.
Por outro lado, as quatro grandes áreas prioritárias da Educação para
a Saúde – Alimentação e Actividade Física, Educação Sexual e Infecções
Sexualmente Transmissíveis (IST), Prevenção dos Consumos e Saúde
Mental e Prevenção da Violência – parecem estar todas a ter atenção.
A Educação Sexual é mesmo o segundo tema mais abordado, sendo referida
por 89% dos estabelecimentos. Um número que acaba por contrariar as
preocupações que levaram à aprovação de um projecto de lei do PS sobre
Educação Sexual nas escolas – ainda a ser votado na especialidade -,
em que os estabelecimentos são obrigados a consagrar pelo menos 12
horas anuais a este tema.
Ainda ontem, em declarações ao DN, o deputado socialista Pedro Nuno
Santos, um dos promotores da iniciativa legal, explicou que esta regra
surgiu devido a indicações, “de diversos sectores”, de que “a Educação
Sexual poderia estar a ser o tema menos abordado” na Educação para a
Saúde.
De referir ainda que a esmagadora maioria destas escolas já tem
parcerias com centros de saúde (84%), enquanto as associações de pais
ainda só estão associadas a 44% dos projectos.
http://www.dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1240593
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O PIQUENIQUE DA MINISTRA
A ministra da educação foi convidada para participar num piquenique em sua honra, oferecido pelos alunos que passaram o 9º ano.
Quando chegou ao local, estranhou ver um monte enorme de sacos cheios de um pó branco. Dirigiu-se ao rapaz que estava a preparar o churrasco e perguntou:
– O que é que está dentro daqueles sacos?
– É cal, senhora ministra.
– Cal? Mas para quê?
– Eu também não percebi, senhora ministra mas as ordens que recebi foram de comprar 102 sacos de cal!
Intrigada, Maria de Lurdes Rodrigues dirigiu-se ao responsável pelo piquenique (um antigo aluno seu que conseguira evoluir tirando uma especialização no programa das Novas Oportunidades) e perguntou-lhe o que é que pretendia fazer com tanta cal.
Esse seu antigo aluno, espantadíssimo, comentou que não tinha encomendado cal nenhuma. Foram os dois ter com o rapaz que fizera as compras para esclarecerem o assunto.
– Olha lá, quem é que te mandou comprar estes sacos de cal?
– Foste tu, pá! Agora não te lembras? Ainda tenho aqui o papel que escreveste.
E exibiu a lista enorme de compras que lhe tinha sido dada.
O antigo aluno mirou, tornou a mirar e disse:
– Eh pá… mas tu és mesmo burro! Não vês que me esqueci de pôr a cedilha e o acento? O que eu queria dizer era Çal! E não era 102 sacos mas sim 1 ô 2 !
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Ó Nimo, tiraste a especialização em anedotas nas Novas Oportunidades?
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É uma boa t-shirt para usar quando se vai à faculdade de letras.
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“inducassão” e não “educassâo”
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Como é que terá o João Miranda apre(e)ndido a sexuar?
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A educação sexual foi aprovada para o ciclo, acho que devia começar mais cedo, gostava de saber quem é que vai dar essa …..Os professores que estão ligados a esses projectos têm uns tachitos de não dar aulas e estão na rectaguarda.
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espero que tenham mandado isto às jugulares. elas só percebem quando alguém faz um desenho.
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