Paixão pela tralha*
Primeiro pensei que fosse um azar doméstico. Depois comecei a perguntar a outras pessoas, pois não me parecia que tal pudesse ser verdade. Agora estou mais ou menos convencida que se trata duma prática generalizada. Refiro-me à paixão pela tralha e ao horror à experimentação que se tem instalado nas escolas portuguesas. Como venho duma geração que nas mais comuns escolas públicas fez experiências em laboratórios, desde a electrólise da água à decantação, e percebeu, abrindo pombos e peixes, porque voavam os primeiros e nadavam os segundos, não entendo como é possível que tudo isto e muito mais que anteriormente era prático se tenha transformado numa fastidiosa matéria teórica. Nem sequer umas raízes tipo cenouras à mão de semear em qualquer casa têm entrada nas salas de aulas. Atulhadinhas de manuais aos quais se juntam agora os livros de preparação para os testes e outros de revisões, sem esquecer que muitas salas já têm quadros interactivos e computadores, sejam Magalhães ou outros quaisquer, as criancinhas portuguesas, até ao 9.º ano, frequentam pouco os laboratórios das escolas, fixando os nomes e os resultados de experiências que não fazem. Parafraseando o poeta António Gedeão (ou se se quiser o professor e divulgador científico Rómulo de Carvalho, pois ambos são a mesma pessoa) os alunos de hoje são como Filipe II, o rei que “tinha tudo, tudo” menos “um fecho éclair”. Muitos dos alunos de hoje têm “tudo, tudo” menos a possibilidade de aprender.
*PÚBLICO

Isto é mentira, mais uma mentira. É evidente que os alunos das escolas públicas têm laboratórios, muitos mais laboratórios do que há uns anos atrás, frequentam esses laboratórios e não têm um ensino livresco.
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1. Eu não escrevi que as escolas não têm laboratórios. Escrevi sim que até ao 9º ano a frequência desses laboratórios tem dimunuído.
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Que tristeza, sempre a falar do que nem sabe.
Se na escola que conhece é assim olhe mude de casa.
Andar sempre a dizer mal do que as pessoas fazem
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3. Eu estou a dizer mal do que as pessoas não fazem e podiam fazer.
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Teve sorte Helena, eu tenho 43 anos e nunca abri um pombo nem um peixe, não me lembro de qualquer laboratório activo no meu liceu.
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Os laboratórios estão lá, muitas vezes equipados e em muitos casos não é necessário nada de especial, apenas deixar de entender as aulas como locais de divulgação dos manuais
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Acualmente já não se abrem pombos, porque existe mundo virtual. Não é precios andar a matar pombos. Se voltarem a abrir pombos é a barbarie de novo nas escolas. Os pombos voam. Acutualmente já ninguém precisa de abrir um cão para ver que o coração bate bate.
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Só gente parvinha é que lembraria de voltar a abrir animais nas aulas. Gente ultrapassada.
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O mundo evolui. Mas as experiencias continuam a ser feitas. Por vezes nas areas de projectos. Até constroem carros. E os laboratorios quando existem não estão parados. É informar-se. Em vez de dizer disparate.
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E não se esqueçam hoje é o ultimo dia para se inscreverem nos laboratorios de férias
http://www.cienciaviva.pt/estagios/jovens/ocjf2009/faqalunos.asp
ainda podem correr para ver se conseguem lugar se tal coisa vos inspirar em vez de ir à praia andar aos tubos de ensaio
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Mas os meus caros comentadores de post estarão bons da cabeça??
Mas há alguém no mundo que aprenda biologia sem abrir animais para ver como é aquilo por dentro?
Ou acham que os cirurgiões deste mundo aprendem tudo em manuais sem nunca meter o dedo no fígado, coração ou cólon de alguém?? E isto é barbárie, por acaso??
No dia em que tiver de ser operado espero que seja por algum médico que tenha aberto vários animais quando andava no secundário, tenha mexido em muitos cadávares durante a licenciatura e depois tenha praticado muito em seres humanos. Ai dele se eu descubro que é um desses que nunca abriu nada por achar que é bárbaro!
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“Ou acham que os cirurgiões deste mundo aprendem tudo em manuais sem nunca meter o dedo no fígado, coração ou cólon de alguém?? ”
Aprendem a ver nos blocos operatórios e nos teatros anatomicos. Nem pensem que aprendem a ver animaizinhos. Haviam de aprender muito.
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“Mas há alguém no mundo que aprenda biologia sem abrir animais para ver como é aquilo por dentro?”
Pombos? Toda a gente pode ver matar uma galinha, não precisa de andar aos pombos.
E o mundo virtual para aprender como as aves voam é muito melhor que a peça viva. Não consegues voltar a fazer voar um pombo morto, mas um pombo virtual ai não que não consegues! Até consegues mudar o formato da asa para ver o que acontece!
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O ideal é que se fizesse a aula de biolgia e a seguir a aula de culinária…
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biologia raios…
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10 – O anónimo 10 refere uma iniciativa muito interessante que devia inspirar muitas das aulas.
Sobre a morte dos pombos – já cá faltava o problema de se matar os animaizinhos. Ainda acabamos com excomunhões como no tempo em que a Santa Madre Igreja condenava as autópsias!!! – quero lembrar que os pombos nas cidades são uma praga e no campo servem para fazer canja e arroz.
Mas em vez de pombos pode ser um frango e estes não costumam chegar vivos ao forno. E quanto às raízes enfim ainda não haverá problema em vê-las assim exactamente como são.
Presumo que não tenham objecções quanto à electrólise, a decantação ou a peneiração
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raios é mais física
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Duvido que agora se faça uso dos laboratórios como se fazia há uns anos atrás.
Há muito, mas muito tempo mesmo que não ouço nenhum professor de biologia dizer que fez algumas das experiências mais gostosas que eu tive oportunidade de realizar há muitos anos atrás, num liceu de província.
Lembro-me, por exemplo, de ter determinado o meu grupo sanguíneo e de ter feito experiências com testosterona em galináceos para observaçaõ do desenvolvimento dos caracteres sexuais secundários (salvo erro, é assim que se diz).
Isto, para não falar das experiências de Química e de Física. Já na Universidade ainda fiz uso do laboratório de física: lembro-me perfeitamente porque estava então a iniciar-se a utilização das células fotovoltaicas e tive o privilégio de ter algumas das primeiras nas minhas mãos.
Os modelos virtuais não substituem o contacto com a realidade – são apenas complementares.
E, a conversa das cenouras é, infelizmente, verdadeira. A maioria dos ovens actualmente não sabe como, quando e onde se cultiva um legume. Alguns até pensam que crescem nos supermercados.
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Antigamente é que era bom!
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#14 ehehehe
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Essa história de se abrirem animais é a responsável por eu não ter seguido a área de Ciências.
Agora as experiências químicas em laboratório eram excelentes e é um facto que já não se fazem.
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Mas é verdade, também não encontro explicação. Têm aulas com toda a traquitana informática e projectores de toda a espécie mas trabalho de laboratório acabou.
Aliás, a química também já foi retirada como disciplina obrigatória no 12º ano.
Quanto a abrir bicharada, lembro-me que até chegavam a levar coelhos enormes. Era uma barbaridade imbecil.
Foi mesmo por não a conseguir suportar que não segui a área de Física.
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Cara Helena:
não é bem assim. faz-se muitas experiências na sala de aula.
Mesmo assim, deixe-me dizer-lhe uma coisa que pode explicar o que se passa: há uns anos os alunos tinham 4 aulas por semana de ciências naturais, por exemplo. Com as reformas, agora têm uma aula por semana.
Imagine que essas aulas calham em feriados (olhe só o 1 e o 8 de Dezembro), visitas de estudo dos alunos, etc… Perdem-se logo muitas aulas preciosas e por vezes fica-se semanas sem ver os alunos.
Tudo isto acontece devido à introdução de disciplinas de utilidade duvidosa, tipo formação cívica, estudo acompanhado, área projecto, etc… E agora calcule como será se houver ainda ed. sexual, ed. alimentar, ed. rodoviária, ed. ambiental…
Se hoje se fazem menos experiências é muito devido à reorganização curricular, acredite.
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E era estupidamente obrigatório assistir a essa barbárie de abrir bichos vivos, mantidos com clorofórmio, apenas para se ver o coração a bater e descobrir o que toda a gente sabe, que estando vivos têm o coração a bater.
Depois matavam-nos, para se aprender que também morrem pelo saber.
E bem que se podia ter as maiores médias a matemática que sem participar nesta barbárie não havia positiva para ninguém.
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Quanto às experiências de química é mentira. Hoje em dia ninguém aprende nada.
E isso é que não tem explicação.
Do mesmo modo que também deixaram de estudar a História da Ciência e dos grandes inventores.
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Mas o Fernando Alves já deu a resposta- trocou-se toda essa aprendizagem pelas tais palhaçadas da “cidadania”.
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#23 também é de utilidade muito duvidosa abrir pombos e matar o coelho da páscoa, sorry mas os tempos são outros e já existem outras formas de aprender o interior dos animaizinhos sem obrigar as crianças a lidar com o facto de matarem animais para elas “brincarem”.
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É perigoso tomarmos o nosso pequeno mundo pela realidade.
E a realidade é que, em muitíssimas escolas, os alunos do ensino básico têm um tempo semanal (45 min) destinado exclusiva e obrigatoriamente a trabalhos práticos de Ciências.
Quando tal não existe, importa compreender bem a explicação do 23º comentador.
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as palhaçadas da “cidadania” não parecem ser suficientes, pois os pais talvez prefiram matar gatos e cães pelas ruas, e andar aos tiros aos pombos. A cidadania para muitos pais é insultarem-se nos jogos de futevol, na net, fazer comentários horrorosos a insultar pessoas nos sites de jornais, escrever blogs a dizer mentiras, e ser maleducado. Além de criticarem esses tais projectos duvidosos das escolas, como se não interessassem para nada. Incomoda que as crianças depois interroguem os pais por serem mal educados e mal comportados em sociedade. Uma chatice.
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Ah, mas a Helena, fazendo um niquinho de investigação (coisa que nunca faz) até podia escrever um bom artigo no jornal acerca disto.
Por outra razão- a Helena esqueceu-se que existe uma gigantesca palhaçada pago pelo Estado e que apenas beneficia uns mecos que assim metem ao bolso e nem precisam de dar tantas aulas- chama-se “Ciência Viva”.
Informe-se do que consiste e do valor dos financiamentos para depois resultar numas tretas de aquários sujos e balúrdios para os monitores.
E ainda andam com essas palhaçadas em viagem e até fazem exposições no Porque das Nações.
Informe-se que tem aí um mundo estranho de tachos e muito dinheiro para nada.
Isso sim, era serviço público, mandar para o jornal uma boa reportagem factual com essas tretas.
Basta pedir umas dicas para saber onde ir e juntar montantes e formas como são sacados.
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Esse trabalho prático em Ciências é uma gigantesca patranha.
E é nessa patranha que se incluem os tais financiamentos da “Ciência Viva” que até misturam autarquias.
Tentem informar-se dos valores das bolsas e dos privilégios de quem consegue entrar nessa treta.
São sempre dezenas de cães a um osso e quem tem o tacho não o larga.
Depois fazem daquilo circo com os alunos a irem à tv e ainda conseguem currículo pessoal com a mentira.
Conheço alguns casos de forma directa e garanto que é a maior patranha. Mas nunca li uma única reportagem no jornal a falar desta aldrabice que já dura há muitos anos.
Os jornalistas também preferem dar em comentadores e já nem investigam nada.
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São outros que precisavam de muito “trabalhinho prático”…
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Já sabia que íamos acabar a discutir o coração do ratinho. Fiquemo-nos pelos bichinhos mortos, pelas plantas e pelos tubinhos de ensaio.
Creio que o post 23 de Fernando Alves merece atenção:
»há uns anos os alunos tinham 4 aulas por semana de ciências naturais, por exemplo. Com as reformas, agora têm uma aula por semana. (…) Imagine que essas aulas calham em feriados (olhe só o 1 e o 8 de Dezembro), visitas de estudo dos alunos, etc… Perdem-se logo muitas aulas preciosas e por vezes fica-se semanas sem ver os alunos.Tudo isto acontece devido à introdução de disciplinas de utilidade duvidosa, tipo formação cívica, estudo acompanhado, área projecto, etc… E agora calcule como será se houver ainda ed. sexual, ed. alimentar, ed. rodoviária, ed. ambiental…»
A substituição de disciplinas em que se transmitem conhecimento por disciplinas em que se moldam atitudes está a destruir boa parte do ensino
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Aproveitem o sangue para uma cabidela.
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Entrou-se numa discussão sem nexo ao falar de “bichinhos mortos” nas aulas. Esse tipo de experiências representam uns 5% de todas aquelas que se podem fazer numa sala de aula.
Além disso, hoje recorre-se mais a analisar restos de animais mortos em talhos para consumo humano. Vai-se a um talho e pede-se para guardar um coração de porco, por exemplo.
Em toda a minha vida de aluno abri um rato e uma minhoca. E sinceramente, não me arrependo. Se não fossem os cientistas a abrir ratos e minhocas não teríamos grande parte da insdustria farmaceutica ou médica de hoje em, dia, por exemplo.
As disciplinas de “cidadania” são efectivamente uma treta e acrescento: têm um efeito de contaminação sobre as outras. Como? É simples: não se atribuem notas nessas disciplinas e isso gera nos alunos um sentimento de desprezo em relação a elas que se estende depois às outras. Mesmo o próprio comportamento deles é diferente depois de uma aulas dessas onde normalmente não há formalidade ou disciplina. Quando dou uma aula de ciências logo depois de os alunos terem tido moral, formação cívica ou estudo acompanhado, estes estão muito mais irrequietos e indisciplinados.
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País de cursos de medicina em que não há reagentes para experiências.
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Há pessoas que devem pensar que os medicamentos que vão comprar às farmácias foram testados directamente em humanos e que a carne que compram no talho vem de alguma árvore.
Relativamente às novas disciplinas, muito em voga actualmente, só há uma coisa a dizer: depois da paranóia dos observatórios, nada melhor que uma nova paranóia; a das disciplinas da nova moral. Da prevalência da moral do Estado.
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E, a par das paranóias dos observatórios e das disciplinas para a educação de qualquer coisa, não nos podemos esquecer da paranóia dos projectos de reintegração.
Hoje, no Expresso, mais um projectozinho “que procura evitar a exclusão e comportamentos desviantes.”
Sublinho, da reportagem do vídeo, a comovente entrevista a um pobre excluído da nossa sociedade capitalista, de seu nome Jairo. Mais uma desgraçada vítima do capitalismo.
Eis a transcrição:
Jairo: Estou cá há seis anos. Vou-me cá a divertir, como todos os outros fazem. Mais nada.
Jornalista: E estudar não?
Jairo: Não. Não, não, não, não, não.
Jornalista: Já não andas na escola?
Jairo: Não. Saí há … 6 meses atrás. Do curso. Era na Portela de Sintra. Era bué da longe u que. Um gajo andava cá [Monte Abraão] u que; tinha que ir lá. Não. Não deu mais. Tá gaque.
Jornalista: Então e agora? Que é que fazes?
Jairo: Quem, eu? Pá a minha vida normal. O que eu fazia nas férias, faço agora.
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Helena Matos, só concordo consigo na parte em que refere a substituição das disciplinas mais clássicas pelas “outras” (post 33). E poderemos discutir se a diminuição é devido aos programas, à estrutura curricular ( para mim o grande mal da Escola portuguesa, a par da indisciplina)ou aos professores.
Agora uma pequena grande acha para a fogueira: a prática científica tem diminuido nas escolas públicas, mas a diminuição é bem maior nas privadas. Falo de familiares meus, cujos filhos estão em bons colégios de Lisboa e Margem Sul e a prática experimental é quase inexistente ( e não é só até ao 9º ano)! Poupança de dinheiros em professores especializados e nos custos dos laboratórios?? Política de escola?? Anemia dos pais?
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Abrir, abrir era mais a cabeça dos gajos do 11º – 5ª e era à pedrada. Para os pombos usávamos a mesma fisga. Hoje os laboratórios já não são usados para o fabrico de pólvora. Uma lástima. Para isso tem que se recorrer à fábrica de fogo-de-artifício do Ti Xico. Felizmente há LUAR.Ou já não.
PS: Com os novos quadros interactivos abrimos e desmembramos o corpo humano à vontade. Mas o Prof. não explica onde é que se espeta a naifa!
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Cara Helena
Laboratórios:
– Os laboratórios do seu tempo tinham sido apetrechados aquando da abertura da escola. Os equipamentos utilizados tinham dezenas de anos, obsuletos (pedras, dois microscópios, meia dúzia de lamelas, um esqueleto, uma lente de reflexão e outra de refracção, um disco de Isaac Newton, ou um prisma óptico para ver a decomposição da luz branca nas cores do arco-íris, um metrónomo, um espelho curvo côncavo e outro convexo, um espelho plano, as esferas para a demonstração da electricidade estática, uma roldana fixa e outra móvel, um electoscópio, um diapasão). A única coisa que se substituia eram os bens de consumo (reagentes,…
-Os laboratórios de hoje, estão apetrechados com equipamentos actualizados e em número que permite a formação de quatro grupos em simultâneo.
O problema de hoje como ontem é a exígua verba destinada à aquisição de bens de consumo
Quatro aulas por semana de Ciências Naturais ou de Ciências da Natureza, só se for de Português e Matemática.
Quanto às cenourinhas! E as hortas pedagógícas, já ouviu falar?
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Pela forma como o texto está escrito, dá a ideia que um dos motivos para que se ensinem menos disciplinas de ciências e de haver menos aulas práticas é da tralha tecnológica. Mas esse problema já é antigo. Já há bastante tempo que, apesar de existirem laboratórios, os programas e provavelmente a formação dos professores não contempla esse tipo de aulas. Também tenho pena de não ter tido mais. Mas, desde que os professores tenham conhecimento das matérias, de uma forma ou de outra, acabam por transmiti-lo aos alunos. Acontecia, mesmo no tempo da ardósia e da pena que era, aliás, um método bastante ecológico. Mas evoluímos, para os cadernos e agora para os computadores.
Rotulá-los de tralha parece-me estranho: os adultos não os dispensam em praticamente nenhuma área profissional. Tudo, ou quase tudo, pode ser simulado em computador. Não vejo problema nenhum em que os alunos os utilizem como ferramenta.
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Cara Helena
“E agora calcule como será se houver ainda ed. sexual, ed. alimentar, ed. rodoviária, ed. ambiental…»”
Está desactualizadíssima. Das enumeradas, por si, só não há ed. sexual.
“A substituição de disciplinas em que se transmitem conhecimento por disciplinas em que se moldam atitudes está a destruir boa parte do ensino”
Essa é uma das filosofias dos “Velhos do Restelo”. Não se MOLDAM atitudes, EDUCAM-SE atitudes
A destruição de boa parte do ensino, como afirma, é desmentido com o facto de termos, hoje, jovens recém-formados com um elevadíssimo sucesso em todas as partes do mundo.
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ahahahahaha
Este Olhão só deve o nick a qualquer outro apêndice que não há-de estar na cara.
O sucesso dos portugueses fruto do eduquês é mesmo um fenómeno mundial.
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«a prática científica tem diminuido nas escolas públicas, mas a diminuição é bem maior nas privadas.» Do que conheço concordo
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43 – Moldam mesmo.
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Pois moldam- mas se fossem padres a fazer isso caía o Carmo e a Trindade. Como é manipulação e doutrina laica, chamam-lhe um figo.
Estes comunas não têm emenda- está-lhes no sangue o gosto por moldar as alminhas das criancinhas.
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Quando os humanos são uma praga, com ânsias cientóides ainda por cima, não há bicho, planta, minério que esteja em paz.
Em nome da superstição “científica” a praga humana que se julga dona do planeta tem-no monopolizado só para si.
Propostas
1. Retorno à Idade da Pedra, já. Com alguma tecnologia.
1.2. Refeminização do planeta. Ladies, become a mystery.
1.2.3. Abolição dos aviários, lactários e infantários. ários, ários, ários.
1.2.3.4. Desportugalização acelerada e relusitanização diferida. Reintrodução do Homem Vulpino em vez do Burocrata taurino.
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