“Constâncio, o perpétuo” *

Mais do que defender o Banco de Portugal e a si mesmo (que bem precisa), Constâncio foi ao Parlamento desdenhar esse órgão de soberania e rebaixar os membros da Comissão que mais o têm criticado. Estava ciente que a maioria dos comentadores económicos o secundaria e, no espírito de clube (ou de quase-seita?) que os distingue, partilhariam as suas depreciações em nome da tão badalada ‘estabilidade do sistema’.
Sejamos claros – Constâncio é apenas um político de arrimo de Sócrates e tornou-se no maior e mais aflitivo factor de desestabilização e de descrédito do sistema financeiro português.
Quando afirma que foi ‘ingénuo’ ao deixar Oliveira e Costa fazer aquilo que agora se sabe, Constâncio está enganado: não foi ingenuidade, foi incompetência. E muita.

Para entender o Constâncio e preciso entender o Nosferatu…e mesmo assim…
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Bom para o caso pouco importa se fui ingenuidade ou não!
Se a ingenuidade do VC custa milhões aos contribuintes, então VC tem que ser castigado pelo péssimo desempenho das suas funções.
Ninguém lhe paga um ordenado daqueles para ser ingénuo, mas sim para estar atento e cumprir as suas obrigações.
Portanto, com ingenuidade ou incompetência, pouco importa a distinção para o caso, só resta um caminho! O da demissão!
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Ingénuo ??? duvido, eles sabem muito bem o que fazem…. depois…depois…. bom enfim o habito em Portugal, nunca havia intenção de nada, pensava que estava a fazer bem… poic é….
LADRÕES
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Como bem disse o Ministro das Finanças, a situação ocorrida no BPN “foi um caso de polícia e não de supervisão”.
Aliás, de supervisão nunca seria! Antes de hipovisão…
http://grupo-da-boavista.blogspot.com/2009/06/o-preco-da-incompetencia.html
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Imaginemos que todas as forças de segurança e da justiça passavam a confiar…
Esta gente arranja com cada desculpa para a sua incompetência!
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A correlação entre as tomadas de decisão dos governos e as declarações do homem da bola de cristal revelam tudo … menos ingenuidade.
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O CAA apaga as mensagens
Acha-se o dono da verdade
Aprendeu com os ranhusos dos Sulistas
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“Constâncio foi ao Parlamento desdenhar esse órgão de soberania e rebaixar os membros da Comissão que mais o têm criticado.”
não, foi ao contrário foi chamado ao parlamento e criticou os membros que o têm rebaixado. a ideia é desvalorizar o caso, a justiça arquiva o que sobrar.
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Em vez dos valores da Liberdade, Igualdade e Fraternidade, temos as desculpas da Liberalidade, Ingenuidade e Fajardice.
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“Em vez dos valores da Liberdade, Igualdade…”
Liberdade e Igualdade são uma contradição.
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O tempo não favorece raciocínios muito elaborados
O calor dilata os corpos e portanto, a cabecinha também
Isto porque o CAA não deve ter visto os debates na Assembleia em que envolveu o Constâncio
É um homem de muita categoria
Grande conhecedor e muito seguro na matéria
Um gajo quando quer ser aldrabão até o pai engana quanto mais um amigo
É que o Oliveira e Costa também pertenceu ao Banco de Portugal
Claro, já sei, são todos uns incopetentes e aldrabões
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A matéria está toda do outro lado portant não me parece que seja assunto para preocupações e exaltações menos próprias dos defensores da moral e bons costunes, quais, D. Branquinha, porque vai ser arquivado, pelo andar da carruagem
Aí, eu depois quero ler……….
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Quem foi que pediu este Ferreira?
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Ingénua é a minha tia Constança, que foi violada enquanto lia o jornal.
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A juntar á incuria do Socrates, vejamos
Freeport, Jose Mota, Licenciatura, juntar a isto, o BP, não tenhamos duvidas, ele é o culpado. o PR nao tem nenhuma coisa a dizer?, ele que conhece os meandros da “supervisão”. Sai de “mansinho”?
Eu gostava que o PR se pronuncia-se
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Fui um pouco ingénuo, mas não me demito
Foi o que Vítor Constâncio declarou perante a Comissão Parlamentar de Inquérito ao caso BPN. Será de mim, ou haverá nesta afirmação algo de, como dizer? Contraditório? Esquisito? Surrealista? Impudente?
Se os contribuintes portugueses quisessem um ingénuo como Governador do Banco de Portugal, teriam com certeza muito por onde escolher; ingénuos não faltam; e com uma oferta tão grande, não haveria dificuldade em recrutar alguém por um salário relativamente baixo.
Ora acontece que Vítor Constâncio recebe um salário muito alto. Excepcionalmente alto. O mínimo que os contribuintes podem esperar em troca deste salário é um desempenho também ele excepcional.
Eu, e a maior parte das pessoas que me estão a ler, somos provavelmente ingénuos demais para sermos Governadores do Banco de Portugal. Por isso mesmo é que não o somos. Mas se Vítor Constâncio é ingénuo demais, é medíocre demais; e se é medíocre demais, o dever dele é demitir-se, deixando o lugar a outro menos confiante na virtude intrínseca dos banqueiros.
http://www.legoergosum.blogspot.com/2009/06/fui-um-pouco-ingenuo-mas-nao-me-demito.html
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Pronuncia-se “pronunciasse”.
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Ingenuidade ou conivência.
Há anos que se fala de problemas e esquemas no BPN. Não há quem lá trabalhe há algum tempo que não tenha ouvido rumores da porcaria que lá se faz.
E não era só dentro das paredes do banco.
Como é que alguém, governador de uma entidade que é suposto regular, argumenta ingenuidade e diz que não sabia de nada?
Se trabalhasse numa empresa privada, qualquer que seja, e desse a essa empresa enormes prejuizos, bem que podia argumentar ingenuidade. Estava no olho da rua ou posto de lado sendo-lhe retirada qualquer tipo de confiança que tivesse.
E nem precisava de ganhar o que ganha.
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Eu percebo-o muito bem: Como quem está na berlinda e quem ESTÁ PRESO são pessoas gradas do psd e a Cavaco Silva, aqui o CAA pretende que TEM QUE CONTRABALANÇAR AS COISAS, Constâncio TEM que estar envolvido que é para aplacar a ira de não ver os psdês sozinhos no fogareiro. Tem que colocar alguém lá do Ps para se sentir justiciado.
Cuidado amigos com as pessoas que gostam de justiciar os outros sem culpa formada. Cuidado com essas pessoas, são perigosas, pois entregam os inocentes aos carceiros sem hesitações.
Mesmo com declarações públicas dos prevaricadores afirmando que ocultaram e esconderam informações aos supervisores;
Mesmo com declarações públicas dos prevaricadores afirmando que Marta falou verdade e Loureiro mentiu;
Mesmo com declarações públicas dos especialistas na matéria dizendo repetidamente que o caso BPN não é um caso de supervisão mas sim um caso de polícia…o senhor CAA insiste em crucificar o socialista Vítor Constâncio!
CAA PENSANDO:
“Ele tem de ser culpado, mesmo que não o seja, carago,tem de ser culpado, é socialista, tem de ser culpado, é socialista, tem de ser culpado…”
VEREDICTO DE JESUS CRISTO:
“Se tem de ser culpado ENTÃO PROVA A SUA CULPA, não fiques pela insinuação, PROVA-O OU CALA-TE FARISEU HIPÓCRITA”
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Partido Socialista deixa cair Vítor Constâncio
Direcção da bancada parlamentar socialista já interiorizou ser
impossível ilibar o governador do Banco de Portugal, Vítor Constâncio,
face aos indícios da actuação negligente daquela instituição face ao
que se passava no Banco Português de Negócios, obtidos pela comissão
parlamentar de inquérito ao chamado ‘caso BPN’.
O PS já decidiu: vai deixar cair Vítor Constâncio. O relatório final
da comissão parlamentar de inquérito ao BPN será crítico para com a
actuação do governador do Banco de Portugal neste caso. E sê-lo-á com
o consentimento da maioria socialista na comissão.
Face à acumulação de indícios na comissão de inquérito apontando para
uma actuação negligente do banco central face ao Banco Português de
Negócios, a direcção da bancada parlamentar socialista já percebeu que
é impossível ilibar Constâncio. Isto por mais importante que seja a
ligação histórica do governador ao PS (foi secretário-geral do partido
de 1986 a 1989). “É impossível não criticarmos”, admitiu ontem ao DN
um membro da direcção parlamentar socialista.
Resta agora saber as consequências políticas que terá sobre a
continuidade de Constâncio como governador a aprovação de um relatório
crítico da comissão de inquérito. Por lei, um processo de exoneração
forçada é muito complexo, tendo que passar pelo Banco Central Europeu,
que nos seus estatutos garante a independência dos chefes dos bancos
centrais face aos respectivos governos. A nomeação ocorre por proposta
do ministro das Finanças, em resolução do Conselho de Ministros.
Falhando o apoio do PS na comissão parlamentar de inquérito, isso
significa que deixa de existir o apoio do respectivo Governo. Foi um
governo do PS que nomeou Constâncio governador pela primeira vez
(Fevereiro de 2000) e foi um Governo do PS (o actual) que o reconduziu
(Maio de 2006). O consulado do ex-secretário-geral do PS à frente do
banco central “apanhou” todo o processo de degradação do BPN, que
levou à necessidade, inédita desde o período revolucionário, de o
Governo nacionalizar o banco, para evitar a sua falência. O “buraco”
no BPN está avaliado em 1800 milhões de euros.
A constatação, pelo PS, de que é impossível ilibar o governador de
responsabilidades no caso, será, no conjunto das pressões para que
Constâncio se demita, uma espécie de cereja no topo do bolo.
As vozes mais veementes defendendo que se deve demitir têm-se ouvido
no CDS. Começando por Paulo Portas, líder do partido, e acabando em
Nuno Melo, o coordenador dos deputados centristas na comissão de
inquérito. Em Novembro do ano passado, face a exigências de Portas
para que se demitisse, Constâncio respondeu: “Nada me pesa na
consciência em termos de ter cometido qualquer acto, deliberado ou por
omissão, para ter contribuído para esta situação.”
O PCP exige o mesmo. Anteontem o deputado Honório Novo, membro da
comissão parlamentar de inquérito, afirmou que “Vítor Constâncio já
tem matéria de facto e de conteúdo para ter pedido a sua demissão.”
Fê-lo quando confrontado com o facto de o Banco de Portugal ter
recusado enviar vários documentos requeridos pela Assembleia. “A
punição para o crime de desobediência qualificada está definida no
código penal com pena de prisão ou multa”, comentou o parlamentar
comunista. O Bloco também há tinha pedido a demissão do governador.
Constâncio disse ontem, no Parlamento, que a oposição lhe faz
exigências de supervisão que transformariam o banco central numa
espécie de “KGB e FBI juntos”.
Na oposição, o PSD foi, até agora, o único partido que não exigiu a
Constâncio que se demitisse. Na verdade, dentro do PSD, só o ex-líder
Luís Filipe Menezes se pronunciou nesse sentido. Em Março passado, num
jantar promovido por um blogue do Porto, o presidente da câmara de
Gaia disse que “há muito” que Constâncio se deveria ter demitido do
cargo. “Não digo que tenha tido algo a ver [com o escândalo no BPN]
mas Jorge Coelho também nada teve a ver com a queda da Ponte de
Entre-os-Rios e demitiu-se quando ela aconteceu”, disse.
Já em Janeiro do ano passado, Menezes tinha pedido o mesmo – então
ainda líder do PSD – por causa do escândalo à volta do BCP. “Queremos
saber se o governador do Banco de Portugal há três anos sabia
exactamente o mesmo que soube dias atrás quando tomou a iniciativa de
inibir um conjunto de administradores do BCP. Se isso se vier a
verificar nós vamos exigir que seja demitido, que seja afastado do seu
cargo”, disse então.
http://www.dn.sapo.pt/bolsa/interior.aspx?content_id=1246049
«A manutenção de Constâncio no Banco de Portugal anos a fio é apenas
mais um daqueles fenómenos incompreensíveis deste país.
Mas em fim de mandato e em desespero de causa em busca de uma maioria
deixa-se cair tudo o que não for essencial e este já cumpriu a sua
missão de câmara de ressonância.»
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Constâncio não se demitirá. Esperará sempre que o demitam. Assim terá direito à indemnização que lhe permitirá aumentar a sua fortuna pessoal, acumulada no desempenho de funções públicas. Enquanto isso vai auferindo o seu espantoso vencimento.
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Sr. José Manuel Santos Ferreira
Desde 2005 que o “cheiro” a esquemas mais esquisitos lá para aquelas bandas se vem sentindo. Veja lá que até saiu nos jornais. Portanto o Constâncio (escolha a melhor):
1. Altamente competente e atento ao mercado financeiro.
2. Pregaram-lhe uma rasteirazita, tadito, pois não foi possível, no ambito da sua actividade, estar a par de rumores e notícias dos jornais.
3. É ingénuo, coitadinho, tal qual o Dias Loureiro. Foi, apenas, enganado por um amigo.
4. É um incompetente com o ordenado mais elevado que os seus homólogos internacionais (viva a meritocracia).
5. Foi conivente.
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Se é ingénuo então o presidente da republica também é ingénuo
S é incompetente então o presidente também…
tinha o dinheiro no bpn e até o Dials Loureiro é conselheiro de estado
E quem diz presidente diz todos os deputados da nação e todos os ministros das finanças da nação
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Quando é que o MP investiga as “ingenuidades” do Constâncio?
Antes do Constâncio, quando um cliente escrevia uma carta ao BP a reclamar contra algum abuso de um banco, esse banco desdobrava-se em iniciativas junto do cliente no sentido de resolver a situação.
Lembro-me disso.
Durante a “desgoverno” do Constãncio as reclamações ao BP eram tratadas pelas instituições financeiras como “leia-se e arquive-se”.
Também me lembro disso .. foi no tempo em que a banca deixou de ser uma casa séria.
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