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Doha(r)

10 Julho, 2009

As promessas de injecção de uns quantos «biliões» junto de elites corruptas e em programas burocráticos geridos por umas dezenas de «agências» internacionais, apenas fomentam a destruição das economias locais e impossibilitam o seu desenvolvimento.
A querer fazer-se algo pelas sociedades em desenvolvimento seria terminar com os obstáculos ao comércio livre, nomeadamente o fim da parasitagem agrícola subsidiada com mais de 250 mil milhões de euros/ano na UE/EUA/Japão.
Todos ficaríamos a ganhar: os contribuintes, os consumidores com acesso a maior diversidade de escolha e preço e em especial as sociedades em desenvolvimento.

13 comentários leave one →
  1. Marafado de Buliquei-me's avatar
    Marafado de Buliquei-me permalink
    10 Julho, 2009 14:41

    O Sr. Silva já fez isso aqui há uns anos atrás e houve umaa data de gajos a comprar Jeeps e montes alentejanos !

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  2. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    10 Julho, 2009 14:53

    #1 – correcção: gajos armados em jeep (jovens empresários elevado potencial) a montar alentejanos.

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  3. Carlos Pires's avatar
    10 Julho, 2009 14:58

    Tem toda a razão – ainda por cima é evidente. Mas deixe-me fazer de advogado do diabo:
    o que aconteceria aos governos da UE, dos EUA e do Japão depois de uma medida dessas? Tem alguma solução para evitar o suicídio político dos partidos que detêm o poder nesses países?
    É que muitos eleitores votam em função dos seus interesses particulares e não do interesse comum (por muito evidente que seja em termos racionais).

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  4. Gabriel Silva's avatar
    Gabriel Silva permalink*
    10 Julho, 2009 15:15

    Carlos Pires,
    Acho muito bem, e entendo mesmo desejável que os eleitores votem em função dos seus interesses particulares. Afinal, tal é a essência da democracia. em outros sistema é que se costuma abafar tais interesses e substitui-los por pretensos (definidos por terceiros) «interesses comuns».

    Convirá é claro que vejam que será do seu interesse particular deixar de andar a sustentar tal parasitismo que lhes sai caro do bolso, seja sob a forma de imposto, seja sob a forma de produtos agrícolas mais caros, seja sob a forma de «ajudas ao desenvolvimento», seja sob a forma de custos das consequências do fomento à pobreza no terceiro mundo.

    Porque coloca a hipótese de «suicídio politico» acaso algum governo/partido defendesse o fim desse parasitismo?
    Porque perderiam os eleitores que benificiam do parasitismo? Mas se estes tem apenas força porque os demais contribuitnes lhes pagam, é fácil de ver como acabar com a sua força….

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  5. Farmer's avatar
    Farmer permalink
    10 Julho, 2009 15:37

    Quem vai a França e vê com são organizados os seus agricultores, como tudo é limpeza, asseio, cooperação, investimento no que realmente as terras produzem, investimento na modernização das suas alfaias agríciolas e propriedades, etc, etc,
    Aqui em Portugal os nossos agricultores é “cada um por si”…querem é mais e mais subsídios…organização e cooperação …nem vê-la…..investir e modernizar nos seus campos? Era o fazías…..aproveitar o campo para produzir o que o campo realmente dá….faz tu!
    Mas gasóleo verde…..é toca a encher os Jeepaços e as máquinas novas que compraram com os subsídios do Estado e da Uniao.

    É tudo uma questão de mentalidades.

    E se perguntarem a estes sobas da agricultura portuguesa (e outros por essa europa) o que dizem do proteccionismo, sabem o que eles vos dizem??

    – Proteccionismo, proteccionismo!!

    Saem a ganhar os sobas e aumenta-se a pobreza…que irá ter que ser paga por todos mais tarde.

    Proteccionismo? Não, obrigado.

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  6. Marafado de Buliquei-me's avatar
    Marafado de Buliquei-me permalink
    10 Julho, 2009 15:43

    # 2
    A montar alentejanos ??
    Huuuuuuuuuuummmmmmmmmm … duvido !!

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  7. Marmota's avatar
    Marmota permalink
    10 Julho, 2009 15:55

    Só precisamos de importar vegetais porque depois o que não vai faltar são zonas de caça.

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  8. JCP's avatar
    JCP permalink
    10 Julho, 2009 15:58

    Oh Gabriel vexa acha mesmo que a questão de fundo é a liberalização do comércio?
    Saberá certamente que os direitos aduaneiros preferênciais aplicáveis aos produtos agrícolas originários de uma parte substancial de países em desenvolvimento (mais e menos pobres ACP e SPG) estão a zero ou perto dele! Isto é, não há praticamente qualquer entrave à importação na UE…
    Penso que tem de explorar outros domínios que não o comercial!
    PS: APC -África Caraíbas e Pacífico; SPG – Sistema de Preferências Generalizadas

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  9. aviador's avatar
    10 Julho, 2009 16:29

    Gabriel.
    Tento na lingua.
    Então a CAP e o Paulo Portas?

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  10. per caso's avatar
    per caso permalink
    10 Julho, 2009 22:05

    A ganhar, todos?
    Todos nós, como?
    E então as ‘elites’ corruptas das famílias dos governos, essas e os agricultores bem pagos pa nada fazerem, se não levá-lo de graça, até aos vindouros, que lá saberão gastá-lo, como bons herdeiros de tais camarilhas?!

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  11. Desconhecida's avatar
    Ruben permalink
    11 Julho, 2009 03:21

    .
    As eleições valerão a pena se aparecer gente capaz no “Centrão” de resolver isto …
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    “… a serious depression seems improbable; [we expect] recovery of business next spring, with further improvement in the fall.” Harvard Economic Society (HES), November 10, 1929
    .
    “While the crash only took place six months ago, I am convinced we have now passed through the worst — and with continued unity of effort we shall rapidly recover. There has been no significant bank or industrial failure. That danger, too, is safely behind us.” President Herbert Hoover, May 1, 1930
    .
    “Under a paper money system, a determined government can always generate higher spending and hence positive inflation.” Fed Chairman Ben Bernanke, in 2002″
    .
    .
    DADOS QUE DIVULGUEI INSISTEMENTE HA 1 ANO (e há mais incluindo como se resolve politicamente sem ferir os rendimntos de Empregados / Empregadores e relançando rapidamente a Economia e o EMPREGO). Agora já em Inglês (do estrangeiro …) já é mais credivel para a elite transitoriamente no Poder em Portugal,
    ,
    Esta Crise dura de 2007 a 2017.
    .
    Essentially, because we are at the very end of the 60-year inflation-disinflation-deflation Kondratieff cycle that began in 1949 when war-frozen prices were liberalized; and that powerful long cycle is ending now.
    .
    Indeed, the era of excessive spending and of excessive debt is over. The era of excessive government economic disengagement and of financial deregulation is over. The era of irresponsible Ponzi-scheme finance is over. The era of unregulated derivatives is over. The era of greed as an ideology is over. The era of wild and predatory capitalism is over. The era of cheap oil, of cheap transportation, of cheap commodities and of cheap food is over. The era of excessive concentration of wealth and income is also over. However, the age of political corruption, of incompetent politicians and of destructive wars of aggression is not over. What has arrived is the age of hyperstagflation.
    .
    Essa moda saloia do “bota-abaixismo” é mesmo ignorância ….
    .

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  12. Desconhecida's avatar
    Ruben permalink
    11 Julho, 2009 03:26

    .
    É só esperar para os ver em “bicos-de-pés” opinativos cheios de “conhecimentos, especialismos e de já-sabiam-de-tudo” …. Isto “a bem de ver é um gozo” como diziam as velotas da minha aldeia serrana …
    .

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  13. Desconhecida's avatar
    Eremitão permalink
    11 Julho, 2009 19:13

    (11# cont)
    .
    Many observers think that “prosperity is around the corner” and that this recession, like others since World War II, will end as soon as the stock market, as a leading indicator, recovers and people start spending again. This is a myopic view of the current economic big picture.
    .
    The world economy, have entered a period of protracted adjustments. For sure, there will be some quarters of positive economic growth ahead and the recession may be declared officially over in the coming months, but the radical economic reorganization that is taking place will go on for years to come.
    .
    The central driving force behind most of these developments, besides the collapse of the financial sector, the debt pyramid and the derivative products structure, and irresponsible talk of larger wars by loose cannon politicians (as if there were not enough problems!) are,
    .
    the economic consequences are going to be profound and will affect all sectors of the economy. We only have to consider how the automobile industry, once a major engine of economic growth, is presently going through a fundamental reorganization and downsizing. Even computer-based industries have matured and cannot anymore be considered fast growing industries. The only growth sectors left seem to be the health services industry, as the population is aging, and the war-related industries, as the military-industrial complex keeps on expanding. But even those sectors will have to slow down; lest they bankrupt the entire economy.
    .
    This is not something that can be reversed overnight. This is going to be a decade-long process of adjustment, of less spending, of more saving, and above all, of paying off excessive debt loads. Let’s keep in mind that consumer spending represents 70 percent of GDP.
    .
    (Translation from Portuguese into English)
    ,

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