As listas de Manuela Ferreira Leite
Não são os eleitores que escolhem os deputados. O líder do partido escolhe os deputados.
Não são os deputados que escolhem o primeiro-ministro. É o futuro primeiro-ministro que escolhe os deputados.
O líder que perde eleições escolhe o grupo parlamentar que não tem a confiança do sucessor.
Instituições consolidadas têm processos imparciais e impessoais de partilha de poder.
Instituições disfuncionais têm métodos pessoalizados de exercício do poder. O líder prevalece sobre a instituição.
Quem se oferece para cabeça de cartaz (e.g. Zézinha Nogueira Pinto, Arnaut, Couto dos Santos, Deus Pinheiro) não está lá para ser deputado. Quer ser ministro.
Só os mentirosos é que têm necessidade de dizer deles próprios que “falam verdade”.
Em caso de Bloco Central o líder do PSD precisa da lealdade canina dos seus deputados. É isso que se prepara.
A pessoas de que Manuela Ferreira Leite se rodeia não têm a capacidade, nem a apetência, nem a coragem, nem as ideias para fazer as reformas que são necessárias. A própria também não.

“A pessoas de que Manuela Ferreira Leite se rodeia não têm a capacidade, nem a apetência, nem a coragem, nem as ideias para fazer as reformas que são necessárias. ”
Quais reformas?
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São socialistas logo estão contentes com o status squo, Sócrates também… está satisfeito com os estado do País e julga que o aumento da dívida, do défice são coisas boas…
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O problema é que, dos partidos com reais capacidades de chegar ao poder, nenhum dos líderes tem…
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Está tudo muito certo. Só fico sem saber quais são, e onde existem, essas tais “Instituições consolidadas” que “têm processos imparciais e impessoais de partilha de poder”, versus as outras, as que têm “métodos pessoalizados de exercício do poder”. Eu desconfio que ainda não há assim tanta consolidação neste planeta.
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Caro João Miranda,
O trágico do seu post é que muitas coisas do que diz são não só verdadeiras, como necessárias, mas Vc. não se apercebe (ou não percebe…) que assim. Outras são exactamente ao contrário…
“Não são os eleitores que escolhem os deputados. O líder do partido escolhe os deputados.”
É o líder do Partido que escolhe as listas. Os eleitores escolhem “conjuntos” de deputados. Em muitos casos e em partidos com votos garantidos, resulta efectivamente nos líderes dos Partidos escolherem os deputados. Fora os eleitores escreverem um nome no boletim de voto, os eleitores NUNCA são plenamente livres de escolherem quem querem. São sempre condicionados pelos candidatos disponíveis.
“Não são os deputados que escolhem o primeiro-ministro. É o futuro primeiro-ministro que escolhe os deputados.”
Errado. É o Presidente da República que escolhe o Primeiro-Ministro. Os deputados “apenas” referendam a escolha.
“O líder que perde eleições escolhe o grupo parlamentar que não tem a confiança do sucessor. ”
Pode ter ou não. E mesmo que não tenha, o grupo parlamentar foi eleito e votado de acordo com um processo completamente legítimo, logo o (novo) líder tem de se fazer valer com o que existe. Em caso de nomeação directa dos deputados (directas + círculos uninominais) o líder, futuro ou novo, tem ainda MENOS confiança sobre os deputados.
“Quem se oferece para cabeça de cartaz (e.g. Zézinha Nogueira Pinto, Arnaut, Couto dos Santos, Deus Pinheiro) não está lá para ser deputado. Quer ser ministro.”
Bem, em como até sou a favor do sistema inglês em que os ministros deveriam, obrigatoriamente, sair do Parlamento, não tenho nada contra. Tudo a favor, até!
“Instituições consolidadas têm processos imparciais e impessoais de partilha de poder. ”
Mentira. Basta, se quiser, olhar para a “partilha de poder” nos meios empresariais. O poder quando muito delega-se, divide-se e fiscaliza-se, não se “partilha”. A “partilha” de poder resulta sempre em governação (mesmo nas empresas!) por consenso, que tende a nivelar por baixo. Instituições consolidadas tem processos imparciais de ATRIBUIÇÃO de poder.
“Instituições disfuncionais têm métodos pessoalizados de exercício do poder. O líder prevalece sobre a instituição.”
Instituições disfuncionais têm métodos DESPERSONALIZADOS de exercício de poder. Vivem por “triunviratos”, “directórios” e coisas que tais, com os lindos resultados que se podem observar ao longo da história. Um bom líder É a instituição, representa-se na totalidade, assumindo os sucessos e as derrotas como pessoais. Se a instituição falha, a culpa é do líder. Se tem sucesso, idem. A partir daí (partilhar o sucesso) é uma questão de formação, honradez e humildade pessoal.
“Só os mentirosos é que têm necessidade de dizer deles próprios que “falam verdade”.”
Sem comentários…
“Em caso de Bloco Central o líder do PSD precisa da lealdade canina dos seus deputados. É isso que se prepara.”
O líder do PSD precisa de LEALDADE, não da canina. O que o PPC e outros “excluídos” ofereciam era deslealdade a rodos. Esta lista garante essa mesma lealdade e alguns dos “nomes sonantes” não me parecem do espécie canina…
“A pessoas de que Manuela Ferreira Leite se rodeia não têm a capacidade, nem a apetência, nem a coragem, nem as ideias para fazer as reformas que são necessárias. A própria também não.”
De “reformas” estou eu farto. “Reformas” passou o Sócrates 4 anos a fazer. O que é PRECISO é uma mudança a nível da confiança dos cidadãos sobre os orgãos de soberania. Se isso implicar não mudar nada durante 4 anos mas consolidar o que existe (de bom ou mau), antes isso que passar a vida a mudar para ficar tudo na mesma.
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Ainda não há muito tempo o João Miranda dava a entender que a MFL é que ia safar isto… agora ou é impressão minha ou já ficou descontente? Mal por mal, que esteja lá o Socras… ao menos o entra e sai de directores, chefes e afins não custa tanto dinheiro ao país..
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Resumiu muito bem, entre uma cripto-ditadora e um proto-ditador, esperemos que não venha o diabo e escolha – o que seria trágico. E ainda pior seria um empate técnico.
Visto que Portas, por mais opiuruetas e capachinhos que use é irrelevante, aos eleitores portugueses só resta escolher entre a Seita comunista e o Bloco com o seu justicialismo e Imanente e fundamentalismo Prático.
Hei , onde é que é a agência de viagens à Lua?
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“opiuruetas” era para ser piruetas. Mas também como “mot-valise” não está mal. Opereta e pirueta com um toquezinho de ópio numa só palavra.
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“aos eleitores portugueses só resta escolher entre a Seita comunista e o Bloco com o seu justicialismo e Imanente e fundamentalismo Prático”
bem… não concordo! de todo!
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Hoje não acerto uma, o comentário era dirigido ao excelente post do João Miranda.
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Valha-nos o Miranda, que tem capacidade para tudo isso.
Não se enxerga, V.?
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Caro JM, como chegou a esta conclusão?
“A pessoas de que Manuela Ferreira Leite se rodeia não têm a capacidade, nem a apetência, nem a coragem, nem as ideias para fazer as reformas que são necessárias. A própria também não.”
Usando as borras de café?
Explique-me, que eu não consigo chegar tão longe no seu raciocínio. 😉
anti-comuna
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Até pelo contrário. Acredito que ela será mais capaz de reformar alguma coisa que muitos badalados candidatos-a-ministro, que falam e escrevem pelos média.
Só o facto de ela fazer uma “lista de exclusão”, mostra que tem coragem para tomar decisões dificeis. Coisa que os seus críticos vêm como um erro. lolololol
Se eu um dia entenderei esta malta.
anti-comuna
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««Caro JM, como chegou a esta conclusão?»»
estamos a falar de Aguiar Branco, Deus Pinheiro, Arnault, Couto dos Santos.
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bom dia sr anti comuna, não é raciocio do SR joao miranda, é mesmo agenda politica…
“”Em caso de Bloco Central o líder do PSD precisa da lealdade canina dos seus deputados. É isso que se prepara””
sim porque o grupo parlamentar do ps nos ultimos 4 anos teve uma lealdade, que não chegou a canina, porque lembrou-me mais um animal unicelular,…
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Caro Anti-Comuna,
Esta “malta” nunca na vida teve que gerir um projecto, uma empresa ou algo minimamente importante e “acha” que se dirige por “consenso” e “inclusivamente”.
Leêm uns livros de uns tipos com algumas ideias, mas que foram falhanços absolutos fora desse mundo abstracto e acham que vão mudar o mundo! Substitua-se Marx por Hayek, o Das Capital pelo Road to Serfdom, a turtle-neck pelo power suit, mas por de baixo é tudo igual. Esterilidade total de ideias, uma incapacidade de reflectir sobre a realidade e o sonho desmedido pela utopia, não de Maksim Gorki mas de Ayn Rand. Mas, no fundo, tudo igual…
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“estamos a falar de Aguiar Branco, Deus Pinheiro, Arnault, Couto dos Santos.”
Mas como sabe que eles vão ser ministros?
Explique-me isso, que eu sou todo ouvidos. 🙂
anti-comuna
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Eu até desafio o JM (ou qualquer um) que me dê dados quantitativos, que me digam que os governos são formados por deputados.
A maioria dos ministros não são deputados (ou para tal foram eleitos), nem neste desgoverno, nem noutros.
Se o JM acredita que estes nomes irão ser ministeriáveis, é porque domina o dom da profecia. Estou a ser muito caustico, caro JM?
anti-comuna
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Assim por alto, analisando este governo, apenas 33% dos ministros foram eleitos para a AR.
No do Santana Lopes, salvo erro, nem chegava a esse número.
No do Barroso, foi a mesma coisa.
Agora, gostava que me explicassem como se pode inferir que um futuro governo de Ferreira Leite seria constituida por estas pessoas. E não por outras, também elas candidatas a deputadas.
ó JM, quando queremos criticar, pelo menos usemos um raciocinio mais sustentado. E não apenas no que Vc. pensa que será o governo de Ferreira Leite.
esta mulher troca-vos as voltas e ainda não conseguem entender como funciona aquela cabeça. Mas depois… lololol
Faz-me lembrar as críticas à escolha do Rangel. Tantas críticas e, no fim, ela deu um banho de política aos nossos “politicólogos” de serviço. ehhehehhehe
anti-comuna
PM também essa é uma vantagem dela. Subvalorizam as suas capacidades e depois espetam-se ao comprido. Ela agradece tamanha incapacidade de a compreender. lololol
É tipo jogo de xadrez. Quanto mais percebermos o que se passa pela carola do adversário, melhor. Neste caso é igual. Mas a malta pensa que chega lá a apenas analisar o que nós pensamos que ela pensa. lolololol
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“Estamos a falar de Aguiar Branco, Deus Pinheiro, Arnault, Couto dos Santos.”
Esta referência é muito boa, João Miranda analisou bem a questão e demonstrou coerência na sua analise, as pessoas não devem ter memória curta e esta analise revela a insatisfação pela escolha sectária do PSD, espero que toda a indignação seja demonstrada nas eleições…
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Embora eu discorde com os nomes escolhidos pela Ferreira Leite, apenas chamo-vos à atenção para o artigo do Avillez:
“Acontece que esta Ferreira Leite é a mesma que puxou um desconhecido para o combate europeu – quando todos a criticaram por isso. E teve sucesso. Ora, quem conhece o processo de tomada de decisão humana sabe o poderoso incentivo que uma boa decisão gera nos lóbulos frontais do cérebro humano. O que decidiu, porém, permite pensar que a sua gestão emocional está errada – gera desconforto naqueles de quem mais precisa. E confusão em quem vota. Deus Pinheiro? Helena Lopes da Costa? Couto dos Santos? Por melhores que sejam, já foram.”
Depois ele diz isto, que é essencial para entender a coisa:
“Neste raciocínio, significa que nenhum (ou quase nenhum) destes nomes será chamado para cargos no governo (de coligação ou de unidade nacional). Ficarão na retaguarda, a gerir as complexas negociações que a governação exigirá. Na frente, Ferreira Leite poderá então colocar todos estes homens e mulheres que a têm seguido – a tal renovação. Pode ser raciocínio a mais para aquilo que, afinal, não será mais do que uma errada decisão política. Mas é um raciocínio.”
In http://www.ionline.pt/conteudo/17041-que-ideia-e-essa-ferreira-leite
Leiam e meditem. Não custa nada tentar perceber as coisas.
Esta malta leva cada baile da Ferreira Leite…. lolololol
E depois ainda dizem que ela não tem jeito para a política. Não tem, não. Mas dá lições de estratégia e táctica política à generalidade dos comentadores. Que fazem análise, não aos factos e eventuais cenários, mas áquilo que eles julgam que ela está a fazer.
Tão tenrinhos…
anti-comuna
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Só agora vi. Um excelente postal, com uma ironia de fazer inveja a Eça e aos ingleses. 😉
(melhor do que o outro, mais acima – Governo de Manuela Ferreira Leite -, que recorre a uma ironia mais fácil, menos fina)
Vou colocá-lo aqui (que até dá jeito, pois não tenho tido tempo para este projecto que era supostamente colectivo, mas… os “colectivos estão a baldar-se):
http://democratadirecto.wordpress.com/
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Depois ainda temos os adversários internos, que cometem erros colossais, como o PPC, que se vem queixar de ficar de fora do tachinho da AR. lolololol
Vejamos. Os que se julgam que têm direito a um tacho na AR invocam o quê? Que legitimidade política para serem deputados. Nenhuma legitimidade política. Apenas a ideia que têm direito a um lugar, para a famosa inclusão e “unidade do partido”.
A equipa da Ferreira Leite responde-lhes assim:
“- V. Excia. não se sujeitou a candidatar-se a uma autarquia. Mas julga-se no direito de ter assento na AR? Com que legimidade? Cnadidate-se aos vários orgãos do partido e obtenha a legitimidade do voto. Depois peça um tachinho, que cá estaremos para conversar.”
os adversários internos dela são tão curtos, tão curtos, na análise política, que cometem erros em cima de erros. Deviam procurar a legimidade política que llhes falta. Não é a TV que dá legitimidade política. São os votos dos orgãos do partido.
Se ela ganhar as eleições, faz KO aos seus adversários internos. Como o cavaco o fez, em 85. E garantiu o poder para 10 anos.
Mas esta malta lê demasiados jornais mas pensa pouco. Pensar implica analisar os factos, não pelos olhos alheios, mas pelos nossos próprios olhos.
Como esta oposição interna fraquinha, sem capacidade de pensar a política, como julgam eles que seriam capazes de ganhar um dia as eleições legislativas? Como os lobbies a pagar as suas campanhas e as TVs a darem-lhe guarida no marketing político?
Eu bem digo que a maioria dos críticos da Ferreira Leite são fraquitos. Pensam com o umbigo e não com a carola.
O Rui Rio é que a sabe toda. lolololol
anti-comuna
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Lá vamos nós ter de chamar o Marcelo novamente… 😉
http://eleicoes2009.info/legislativas/outra-vez-marcelo/
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Eu divirto-me imenso com os nossos politólogos de serviço.
Atente-se a estas duas notícias:
“Listas sociais-democratas aprovadas e cenários pós-eleitorais
Ferreira Leite falou a Portas sobre Nogueira Pinto.”
In http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1394957&idCanal=12
E depois esta, que até dá para rir:
“edro Passos Coelho considera Nogueira Pinto “escolha pouco feliz”
Pedro Passos Coelho considera que Maria José Nogueira Pinto “defende claramente a candidatura de António Costa à Câmara de Lisboa” sendo por isso uma “candidatura contra o PSD”.”
In http://tv1.rtp.pt/noticias/?t=Pedro-Passos-Coelho-considera-Nogueira-Pinto-escolha-pouco-feliz.rtp&headline=46&visual=9&article=268693&tm=9
O que nos pode dizer estes dois factos?
Os nossos politólogos de serviço provavelmente não chegarão lá. Como não chegaram com a escolha do Rangel. Porque são demasiado egocêntricos para tentar ver o alcance da escolha deste nome pela Ferreira leite.
Por um lado, a Ferreira Leite salvaguarda um acesso directo ao Portas, sem se comprometer em demasia, já que pode precisar dele para formar governo. De coligação ou incidência parlamentar.
É um nome que causa engulhos nalguns sectores do partido mas em termos estratégicos é bem pensado.
Mas a coisa é ainda tão sintomática da falta de visão dos adversários internos, que o PPC, em vez de encontrar bons argumentos para criticar a escolha dos nomes, usou o argumento que este nome é uma afronta ao partido, já que a Nogueira Pinto estará ao lado do Costa. Por um lado, mostrou-se ressentido por estar fora da famosa lisa. Mostrando que está mais preocupado com o seu futuro.
Mas o argumento é de tal forma disparatado pois com esta escolha, a Ferreira leite até consegue neutralizar uma voz ouvida em importantes sectores da direita, tão necessária para derrotar o frentismo de esquerda do Costa.
Ou seja, o PPC critica a Ferreira Leite quando a devia elogiar. Este é um nome escolhido que é bem pensado. Que cede a interesses estratégicos e tácticos. Ou seja, é um nome que é valioso na estratégia do PSD.
Que faz o PPC? Critica este nome e mostra que não pesca nada de estratégia política. Mostrou-se ressentido por ter ficado de fora. Mais um tiro no pé.
Com estes banhos que a Ferreira Leite dá, não admira como ela conseguiu dominar o partido, apesar de todos os adversários que tem dentro. Dentro e fora.
Por amor de deus. Se estes adversários internos são assim tão fraquinhos, como é possível acreditar que eles seriam capazes de ganhar eleições nacionais? Só se lhes caísse um santo no colo. lolololol
Meu deus. Como eles são fraquinhos…
anti-comuna
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Caro anti-comuna, acho que está a criar complicação no que acaba por ser simples: é preciso um programa de Governo sensato para “limpar” o Estado e colocar a Justiça a funcionar. As tácticas, negociações, etc., não são aquilo que vai permitir governar bem, mas sim ideias claras e, por isso, com muita força.
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Que utilidade terá a velhada cavaquista num mundo que já provou não compreender? Que não percebe sequer o que é preciso negociar para obter resultados? Como se gere, depois, o conflito de ideias e projectos entre o passado e o futuro? Eu prefiro coisas simples, tal como dizia já não sei quem, para que as possa perceber. 🙂
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“Caro anti-comuna, acho que está a criar complicação no que acaba por ser simples: é preciso um programa de Governo sensato para “limpar” o Estado e colocar a Justiça a funcionar.”
Concordo consigo. Mas eu vejo é burburinho por nomes, não ideias. eheheh
E assim ela dá baile.
Veja-se como a argumentação dos adversários internos assenta em nomes, não ideias. Tiro no pé.
Depois dizem que é sectária mas ao mesmo tempo criticam por meter lá dentro um nome que até nem é do partido e parece ser hóstil a este, em Lisboa. Mas isto são argumentos de gente com tino? Glup! É a nossa direitinha… Não pensa.
Eu quero é saber o que ela vai apresentar em termos de linhas estratégicas, em especial ao combate à depressão deflacionista, que se instalou em Portugal. Isso sim, diz-me muito. Agora, nomes de deputados… Pfff! frenesim, frenesim.
A ver vamos. Mas o que se nota é a completa ausência de ideias dos seus críticos. A começar pelo CAA, que até anda com o PPC às costas, tipo andor, nas festas do S. João. Eu bem digo que ele vai ser um dos maiores derrotados em Setembro. Anda a comentar e a fazer campanha, não com a frieza necessária mas com o coração nas mãos. eehehehehh
Enfim, é o que temos.
anti-comuna
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23, Tiago Azevedo Fernandes:
“Lá vamos nós ter de chamar o Marcelo novamente… ;-)”
Mas que lembrança mais estapafúrdia!
Pobre PSD, se tivesse de recorrer de novo ao pantomineiro-mór MRS.
Há gente que nunca aprende, pelos vistos.
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Se ela ganhar as eleições, faz KO aos seus adversários internos. Como o cavaco o fez, em 85. E garantiu o poder para 10 anos. – anti-comuna
Precisamente. Depois de 27 de Setembro veremos os mesmos “comentadores políticos” a fazer as piruetas do costume. Quando confrontados com os malabarismos, vão dizer que foi MFL que mudou, que eles continuam na mesma. Como nas europeias. Até apoiarem o próximo Coelho.
Como diria o outro, com estas “analistas”, “no, we can`t”.
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“Há gente que nunca aprende, pelos vistos.”
É precisamente isso. MRS é um dos estatistas ferrenhos, aliás não há outros, PPC só faziam “lip service” a uma certa visão de liberalismo mas quando havia um caso concreto a receita era mais do mesmo.
Confesso que não percebo porque é que se gasta tanta tinta com o PSD. É pouco menos estatista que o PS. Sendo a receita de mais impostos para manter a máquina da corrupção legal a funcionar uma obsessão partilhada. E já aí estão mais impostos ao virar da esquina.
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A questão é se seria possível a algum líder do PSD fazer listas de concenso face aos múltiplos interesses instalados e aos comentadores que são pagos a peso de ouro, cujo único motivo de interesse dos seus comentários é criticarem o seu próprio partido e os líderes que se vão sucedendo,uns após outros, alguns sem sequer terem a oportunidade de ir a quaisquer eleições.
A prioridade de qualquer acção ou opção de qualquer líder do PSD, se quiser ter alguma opinião favorável destes “opinion makeres” será consultá-los antes dequalquer decisão ou mesmo antes de se candidatarem. Transformaram-se numa espécie de “conselho superior” que pode, ou não, sancionar tudo e todos. O espantoso é o eco que o órgão de comunicação social para quem trabalham, faz eco das declarações do seu comentador de serviço, valorizando declarações insignificantes e banais. Compreendo que tenham que valorizar o seu investimento. A coberto de uma alegada liberdade de “não sei o quê” é-lhes permitido todo o tipo de deslealdades para com o partido através do qual ganharam notoriedade. É um partido fértil a craiar “cuspidores do prato”. Os exemplos estão aí.
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Isaltino (sem morais)
Vai o Isaltino a votos, cá,
Depois de condenado à choça ser:
Mas que pedaço mais gozado, pá!
De lata não carece, está-se a ver.
P´ra mim ando cá a remoer
Se o novo Povo eterizado está.
Pois alçar este gajo ao poder
Com certeza roubalheira dará.
De traficância se esperará,
Ínsita inerente em seu ser.
Como perseguido se instalará:
Eterno *inocente* a sofrer.
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