A propósito da bandeira na CML
11 Agosto, 2009
e das ameaças de prisão para a ala monárquica do 31 da Armada alguém ainda se lembra da comoção gerada pela resposta do então ministro Paulo Portas ao barco da dona Rebecca?
53 comentários
leave one →

A tentar se consigo entender a ligação de uma coisa com a outra
…
não, não consigo. Passo.
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Deve ser daqueles passatempos de Verão, “descubra as diferenças”.
Também passo.
Prefiro ir ao frigorífico, ver se ainda há cervejas.
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Pois é…o calor tem destas coisa…Alucinações…Palpitações….
Ridiculo…
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Se é só para bater no Portas…há melhores coisas pra bater.
Porque é que não vai bater uma para ver se fica mais calminho?
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Paulo Portas afirmou, esta terça-feira, que o Governo português proibiu, em 2004, a entrada do chamado «barco do aborto» para «defender a legalidade», argumentando que o grupo que fretou o navio pretendia realizar abortos ilegais.
Portugal condenado por impedir entrada do «barco do aborto»
Em declarações à Lusa, Paulo Portas, que era à data ministro da Defesa, frisou que a decisão teve a ver «não com qualquer opinião pessoal», mas «com a protecção da legalidade portuguesa vigente à época, que em 2004 só permitia o aborto em três circunstâncias excepcionais».
«O grupo [que fretou o navio] não pretendia defender outra posição, mas permitir que no barco fosse praticado o aborto noutras circunstâncias que não as da lei vigente», disse.
O ex-governante sublinhou que a decisão que tomou foi «validada pelas três instâncias judiciais em que o tema foi discutido em Portugal»: o Tribunal Central Administrativo de Coimbra, o Tribunal Central Administrativo do Norte e o Supremo Tribunal de Justiça.
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E pode a Helena dizer qual foi o crime praticado pela Dona Rebeca no nosso país?
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A Srª Dª Rebecca incorria em acto criminoso e Portas ameaçou-a com a prisão. Caiu o carmo e a trindade! Perceberam agora, oh memórias curtas!!!!
É que somos todos iguais mas uns são mais iguais que outros!
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Coisas realmente importantes:
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1395613&idCanal=62
Entre Janeiro e Agosto de 2010 volto a ter direito a semi-borlas.
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«A Srª Dª Rebecca incorria em acto criminoso»
Incorria? Como? Tanto quanto sei o barco não tinha bandeira portuguesa; logo, não se aplica a ordem jurídica portuguesa; logo, não se pode dizer que incorresse na prática de crime nenhum.
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ó helena! e os betos reais não lhe causam falta de paciência? ou já preencheu a ficha para princesa?
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9 – E aqui com duas bandeiras portuguesas como fazemos?
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#11
Às embarcações e aeronaves aplica-se o princípio do pavilhão, ou seja, a ordem jurídica vigente é a do país da bandeira do navio/avião (daí o comportamento do comandante do avião da TAP que, na Venezuela, não permitiu que os passageiros fossem revistados dentro do avião, aquando da detenção de dois ou três correios de droga – o avião era, para todos os efeitos, território nacional).
Ou seja, o barco da D. Rebeca não era território nacional, logo, a ordem jurídica portuguesa não era para ali chamada.
Embora o nosso C. Penal preveja a punição de agentes que se deslocam deliberadamente para fora de território nacional para praticar actos criminosos. Mas isto são outros 500.
A praça do Município de LIsboa é, até ver, indubitavelmente, terrotório nacional, pelo que, aplicam-se, naturalmente, as leis da República que até criminalizam o comportamento dos 31.
Pessoalmente, acho que os Senhores beberam uns copos e deu-lhes para aquilo. Devem ser tratados coma relativa condescendência de quem não sabe melhor.
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Esta sra helenafmatos é especialista na arte da diversão. Diverge para o barco para não comentar a bandeira. Mas a sra ainda é jornalista ou está a fazer tirocínio para ingressar numa qualquer TASS, eventualmente sentido contrário?
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Os indivíduos que violaram/assaltaram o espaço e retiraram a bandeira, substituindo-a por outra não consignada na Constituição, terão de ser levados a tribunal.
Caso contrário, de ‘brincadeira’ em ‘brincadeira’, vai passar a valer quase tudo, dependendo as punições do grau e apoio social dos prevaricadores ?
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tá bom de ver os moços trocaram as bandeiras para ver se aumentam as audiências na tasca. ele é tv, ele é discussão na bloga, ele é a segurança em causa, ele é a bandalheira da autoridade, ele é moita, ele é deus, ele é falta de assunto e uma grande vontade de herdar aquilo que é dos outros. só foi pena que o escadote não se partisse, aproveitavam e constestavam os serviços de saúde plebeus.
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MJRB os Verdes Eufémia tiveram protecção da GNR para destruir uma plantação de milho. Destruir, não foi substituir uma bandeira por outra.
O 31 da Armada é que foram parvos. Pediam a presença da GNR e estes até talvez segurassem a escada…
…a não ser que certos protestos só possam ser feitos por uma certa área política…
Como a Esquerda acha que é a única que tem exclusivo direito ao Populismo não é de admirar que defenda que só ela tem direito exclusivo a hapennings e “Causas fracturantes”. Por isso vão espernear pelos jornais “independentes” pedindo castigos exemplares.
Esquerdistas, a Monarquia é uma Causa Fracturante!
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“a Monarquia é uma Causa Fracturante”
sim, é de partir o carolo.
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Lucklucky, 16
No caso do milho destruído, como no caso 31 da bandeira, são puníveis e “mai nada” !
(Assalto/violação de espaço vedado ao público –a varanda–, furto e substituição de bandeira, falta ao respeito e ultraje de símbolos. A monarquia vs república, é outra “matéria”…).
Não pode valer tudo, caso contrário…
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Pelo que tenho lido no 31 da Armada ao longo do tempo, aqueles “meninos” de estúpido não têm nada, como é óbvio.
Antes de fazerem aquele corajoso acto, sabiam ao que iam e quais as consequências.
Se tiverem que ir para a prisão irão com a satisfação do dever cumprido e a honra resgatada.
Há coisas que só para génios, como estas frases roubadas de lá:
“Dizem que em Caxias, nesta altura do ano, está óptimo tempo.”
“Não percebo se a CML apresentou “queixa à PSP” ou “queixa da PSP”…”
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Miss Isabel,
Os 31 estão bem ‘amparados’…Nada lhes acontecerá. Têm um muitifacetado apoio corporativista: blogs, comunicação social, outros influentes…
(Reconheço: as frases são óptimas).
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#19
“corajoso acto”?*
Está tudo maluco? Os tipos não correm o risco que lhes aconteça nada (que não seja uma palmadinha na mão, quais crianças mal educadas) e nem sequer dão a cara pelo que fazem pela calada da noite…!
Corajoso? Coisa de bêbados, isso sim.
*em todo o caso, muito apreciámos o registo do «adjectivo antes do substantivo». Muito aristocrático, shall we say.
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Só não lhes acontecerá nada porque o ridículo de os penalizar era completo.
Estarem 3 meses “dentro”, reivindicando o estatuto de “presos políticos”, na nossa democracia republicana é de um caricato inigualável.
República esta que, assaltada descaradamente por colarinhos brancos, só se ofende quando lhe sujam os sapatos.
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#22
Essa dos presos políticos esteve ao nível das citações que fez, Isabel. Já lhe descobrimos o talento.
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Sofia Ventura
Por lapso não pus corajoso entre aspas. Assim não é aristocrático, mas sim jocoso.
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Miss Isabel,
Por si, doravante, uns quantos “corajosos repositores” do que quer que seja, se bem ‘almofadados’ na sociedade portuguesa, podem assaltar os palácios de Belém, de S.Bento, da Ajuda, qualquer paços do concelho, um tribunal, roubar(!) e substituir símbolos através de bandeiras, que, quem os punir, cairá no “ridículo”…
Não há Lei ? Não há uma Constituição ? Não há deveres dos cidadãos ?
Pode valer quase tudo, desde que praticado por indivíduos ‘especiais’ ?
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Após 25 comentários continuo a figurar no lote daqueles que não sabem o que tem o cu a ver com as calças.
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Isto não é um caso de violação de propriedade.
Isto é um acto de “Desobediência Civil”. Tem características próprias e tem que ser tratado como tal. Não como um assalto vulgar.
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.
Bem, não só o cú a ver com as calças como a inteligência com a estupidez descarada.
Se calhar, foi por isso que os ignorantes sem vontada de saber eram chamados de ralé.
É o que ainda temos: a ralé.
Nuno
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Miss Isabel, 27
Ora, ora…
Não é um caso de violação/assalto dum espaço vedado ao público ?
Não houve uma bandeira roubada ?
Desobediência civil e muito mais !
Quais são as “características próprias” ?
Um anarquista que assaltasse/violasse o espaço vedado ao público, roubasse aquela bandeira e colocasse no mastro o símbolo do anarquismo, era, para si, o quê ? Aquele acto ?
Um comunista que fizesse o mesmo, era para si, o quê ? Aquele acto ?
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Ohh MJRB, por amor de Deus. Eles tiraram uma bandeira dum edifício. Não é que eles tenham “skullf*cked” o busto do Camões!
Realmente que país triste este e que tristes comentadores, que metem no mesmo patamar uma brincadeira “ideológica” (que realça muito o estado da segurança em Portugal, ou falta dela…) e a destruição efectiva de propriedade privada.
Gostava de ver a mesma indignação contra os nossos ilustres eleitos, que tão zelosamente delapidam o erário público e arruinam o futuro das próximas gerações. É que já falta pouco para estarmos há mais tempo em “liberdade” do que na “longa noite fássista”…
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Um emigrante de Angola chega a Portugal – Lisboa!
No seu primeiro dia, decide sair a ver os arredores da sua nova cidade.
Andando rua abaixo em Lisboa, pára a primeira pessoa que vê e diz: Obrigado senhor Português por permitir-me estar em este país onde me deram casa e comida grátis, seguro, médico e educação grátis, obrigado.
A pessoa sorri e reponde: ‘… Sinto muito mas eu sou ucraniano! ‘
O Angolano continua rua abaixo e encontra a outro que caminhava na sua direcção e diz: Senhor português, obrigado por este país tão belo que é Portugal.
A Pessoa responde: Sinto muito mas eu não sou português sou brasileiro.
O Angolano continua o seu caminho pára a seguinte Pessoa que vê na rua cumprimenta-o e diz: Obrigado por este país tão belo que é Portugal.
A Pessoa após o cumprimentar diz: Muito bem mas eu não sou português sou Marroquino.
O Angolano continua o seu caminho e finalmente vê uma senhora morena e mais ou menos bem vestida que vem a seu encontro e pergunta: Você é Portuguesa?
A mulher sorri e diz: Não, sou cigana e sou romena.
Estranho e confuso o angolano pergunta: Mas onde estão os portugueses?
A cigana olha-o de cima abaixo e reponde: Espero que a trabalhar para nos sustentar
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“Espero que a trabalhar para nos sustentar”
e deve ser na construção civil.
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Rxc, 30
Não há desculpa, justificação aceitável, para “aquilo”.
Não pode ser tolerado e muito menos aceite como “brincadeira”, como temporária “reposição da monarquia”.
Um espaço vedado ao público foi assaltado/violado.
Uma bandeira, roubada — e não interessa o que colocaram no mastro: bandeira da monarquia ou do anarquismo, ou do comunismo, ou trapo preto, tanto faz em termos jurídicos.
Não pode valer já quase tudo.
Imagine-se que duas ou três pessoas (sem médio-alto estatuto social, sem blog, sem apoio de jornalistas amigos, sem outras ‘almofadas’), assaltava a varanda, tal-e-qual fizeram os 31, roubavam a bandeira e colocavam um pano preto como protesto pela fome que por aí vai.
Eram identificados. O que lhes aconteceria ?
Quem se indignava ? Quem os apoiaria ? Em termos jurídicos, tal acto seria considerado “brincadeira” ?
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O Ti Zé Chaparro, aproveitando a viagem a Mértola, foi ao médico fazer um ‘xécápi’.
Pergunta o médico.
– Sr. José, o senhor está em muito boa forma para 40 anos.
– E eu disse que tinha 40 anos?
– Quantos anos o senhor tem?
– Fiz 57 em Março.
– Não me diga! E quantos anos tinha o seu pai quando morreu?
– E eu disse que meu pai morreu?
– Oh, desculpe! Quantos anos tem o seu pai?
– O velho tem 81.
– 81? Que bom! E quantos anos tinha o seu avô quando morreu?
– E eu disse que ele morreu?
– Sinto muito. E quantos anos ele tem?
– 103, e ainda anda de bicicleta.
– Fico feliz em saber. E o seu bisavô? Morreu de quê?
– E eu disse que ele tinha morrido? Ele está com 124 e vai casar na semana que vem.
– Agora já é demais! – Diz o médico revoltado.
– Por que é que um homem de 124 anos iria querer casar?
– E eu disse que ele QUERIA se casar? Não queria nada, mas engravidou a rapariga!..
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“No caso do milho destruído, como no caso 31 da bandeira, são puníveis e “mai nada” !
(Assalto/violação de espaço vedado ao público –a varanda–, furto e substituição de bandeira, falta ao respeito e ultraje de símbolos. A monarquia vs república, é outra “matéria”…).”
O milho destruído teve proteccção “policial” muito ao contrário do que aqui se passa.
Falta ao respeito e ultraje de símbolos deve ser permitido. A maior parte dos esquerdistas ultrajou os pergaminhos do Estado Novo tal como os Republicanos ultrajaram a Monarquia. Faz parte da liberdade de expressão.
Já troca e desaparecimento da bandeira deve ser punida. Como espero(sentado!) que os happening dos Greenpeace, da Quercus e outros o sejam.
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Lucklucky,
Óbvio que a passividade da GNR (e de outras autoridades) para com os indivíduos que destruiram o milho, não deveria ter acontecido e é preocupante.
Também óbvio que algumas das acções da Greenpeace ou da Quercus, são puníveis.
‘O ponto’ é precisamente esse: roubo e troca de bandeira, invasão de espaço público vedado, tem de ser punido !
Um ‘desgraçado’ que fizesse o mesmo e hasteasse a bandeira da fome, estaria tramado !…
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eu vou põr,
uma bandeira dessas na camãra do rui rio.
alguem alinha?
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“E aqui com duas bandeiras portuguesas como fazemos?”
pode sempre recolocar os comentários e/ou os posts da altura, sobre os “VerdeEufémia”…terrorista foi o termo mais brando
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MJRB
Pelo que transcrevo do site do GAIA que patrocinou a invasão do campo de milho, a desobediência civil não só não e punida como é um direito constitucional.
«Afim do direito de resistência é o direito à desobediência civil entendido como o acto público, não violento, consciente e político, contrário à lei, praticado com o propósito de provocar uma alteração político-legislativa ou reagir contra uma grande injustiça.
Não é líquido, porém, ver se se trata de um verdadeiro direito ou de um direito autónomo (em relação ao direito de resistência ) ou se se deve inserir no âmbito normativo de certos direitos fundamentais (exemplo: liberdade de expressão, direito de manifestação, direito à greve, objecção de consciência, além do direito de resistência), à sombra dos quais pode colher protecção constitucional»
(reprodução de um comentário ao Artigo 21º sobre o Direito de Resistência ,que está consagrado na Constituição da República Português, e da autoria de José Gomes Canotilho e de Vital Moreira numa edição da Coimbra Editora)
Reprodução textual do artigo 21º da Constituição Portuguesa:
Artigo 21º ( direito de resistência)
Todos têm o direito de resistir a qualquer ordem que ofenda os seus direitos, liberdades e garantias e de repelir pela força qualquer agressão, quando não seja possível recorrer à autoridade pública.
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Ora porra
Se fosse a bandeira nazi se calhar a excitação não era tão grande
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Miss Isabel, 39
Uma plantação de milho transgénico(admitida e estimulada pelo Ministério da Agricultura) é parcial ou totalmente destruída. O seu proprietário fica prejudicado.
Os violadores da propriedade privada e destruidores, não são punidos. E estão protegidos pela GNR.
E a Lei assegura que tudo foi legal…
Estranho Estado de Direito este…
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” acto público, não violento,”
Foi o que aconteceu ontem e não no caso do milho.
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O acto na varanda da câmara foi público. E ainda mais tornado público pelo vídeo exibido no blog 31, noutros blogs, em sites e nas televisões da autoria de quem invadiu um espaço público vedado.
O roubo da bandeira pode ser interpretado como acto violento.
Obviamente, a interpretação de Miss Isabel também pode ser considerada, inclusivé por um juíz.
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Eles não roubaram a bandeira. Eles “conquistaram” a bandeira. Eles trocam a bandeira de Lisboa pela Monárquica que os Republicanos retiraram em 5 de Outubro de 1910. Essa e só essa.
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(__Já que o Figo diz `coisas´ em Política,
incensando o Sócrates (???), assiste-me o
mesmo direito de falar de `Futebol´ )
______________________
Espanhóis
A vinda do Cristiano aborta.
Os Espanhóis não mudam: são o que são.
Mesmo que forjem uma gripe-torta,
Não pode vir à sua Selecção.
Nem Portugal existe, a Europa
Apenas quando vantagem lhes dão. . .
Sendo a lógica que os suporta:
Compraram-no, pois não o cederão.
De gente assim pode fazer-se fé?
Real Madrid, sem ponta de razão,
Sem pormenores, assim é que é
Trato de sujeita população.
O Madail parece-me que até
Não reagirá à provocação,
Ficando tudo isto neste pé:
Resta concluir: a Bem da Nação.
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Miss Isabel,
Por favor… essa não !
Em termos jurídicos, aquele acto é sempre considerado um roubo e nunca uma “conquista” !…
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“(…)contrário à lei, praticado com o propósito de provocar uma alteração político-legislativa ou reagir contra uma grande injustiça.”
Chamemos-lhe roubo ou resgate, o resultado é o mesmo. Está contido no conceito de “desobediência civil”.
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#11
helenafmatos disse
11 Agosto, 2009 às 5:14 pm
«9 – E aqui com duas bandeiras portuguesas como fazemos?»
Será ignorância? Oh, mulher, só há uma Bandeira Portuguesa: é a azul e branca, com o Brazão Real ao centro.
Estamos entendidos?
Nuno
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Portugal, pelo menos em termos de bandeiras, é suficientemente rico para ter todas as que entender.
Foi posta uma bandeira portuguesa num edifício construído quando precisamente essa bandeira flutuava.
Os símbolos não são vivos hoje, mortos amanhã, a particularidade dos símbolos, como por exemplo o Ankh dos egípcios, é que tem vida para sempre.
Prendam-nos!
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Parece que a República se transformou em dona da História.
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Não tendo medo algum em ser “preso político”, declaro sem sofismas esta república como merdosa coisa a abater. Senão, vejamos:
1. Quantos laureados da nobreza republicana, dito comendadores, foram processados por vigarices, roubo descarado, peculato, falsificação de documento e outras fraudes mais? Tentem fazer a contabilidade de condecorados nos 10 de Junho dos últimos 25 anos e verão.
2. Ultraje à república. Qual ultraje? A bandeira que lá estava, a da CML, NÃO É sequer um símbolo nacional e por acaso, data dos tempos do rei D. José I! É monárquica sem qualquer tipo de dúvida. Na verdade, a Bandeira Nacional, a azul e branca, é ainda considerada como um histórico símbolo nacional que não pode ser adulterado, destruído,, vandalizado ou desrespeitado seja por que forma for. Vão ao Colégio Militar e perceberão porquê.
3. Ridículo este argumento de tasca, quando se fala em ultraje. É que se trata exactamente da gente que é “politicamente descendente! (por interesse material, claro), dos outros que logo no 5 de Outubro, arriaram, rasgaram e queimaram em público a Bandeira Nacional adoptada pelas Constituintes de 1820. Pior, organizaram queimadas por toda a cidade e por todo o país, onde foram feitas em cinza milhares de bandeiras em Autos-da-Fé no Rossio, Restauradores, Terreiro do Paço, Praça do Município, av. da Liberdade, Rotunda. Mais, as novas “autoridades” deram ordem de mutilar os Escudos Nacionais presentes na frontaria dos edifícios públicos. Só não destruíram aqueles onde não podiam chegar ou que oferecessem “dificuldades técnicas” para os alcançar. Foi uma depredação total.
4. Ilegalidade?!!! Uma Câmara Municipal que é conhecida por todo o tipo de atropelos à decência e às PRÓPRIAS normas – esta CML e as outras antecedentes, diga-se -, com rotineira suspensão do PDM, com a retirada de edifícios do Inventário Municipal (para poderem demoli-los à vontade dos interesses da especulação betonista; que patrocina a construção de abortos (Hotel Altis junto à Torre de Belém); que atribui obras SEM concurso público (Terreiro do Paço), que atribui casas camarárias quase de graça a “pobrezinhos” abastados e amigos do partido; que está envolvida em negociatas turvas como os contentores de Alcântara; que gasta milhões em irrealizáveis projectos para a vaidade do “presidente” (Parque Mayer, projecto Gehry, tempos de Santana); que permite a terciarização completa das zonas residências, com a liquidação do património arquitectónico (avenidas novas, av. “república”, av. Liberdade, Duque de Loulé, Almirante Reis, Martim Moniz, Campo de Ourique, etc, etc, etc.
Lehgalidade? Qual? A dos prevaricadores oportunistas?
Por amor da santa…
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Caro Nuno, isso são questões de menor importância. Neste país de formalismos imbecis (a Educação caminha a passos largos para ser o expoente máximo desse formalismo), o grave é ter-se substituído um pedaço de tecido por outro. Corrupção, falcatruas, roubo, isso é o pão-nosso de cada dia, já ninguém liga.
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Ola boa noite, os sr. ainda não viram que o Salazar ao pé do sócrates ( letra pequena não merece mais ) era um menino de couro, quando estes ladrões apanharam isto havia toneladas de ouro. Eles que digam o que lhe fizeram, e estes desgovernos são só ladões, corruptos e filhos de P….A. Teno dito.
VIVA SALAZAR:
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