Quem sou eu para o desmentir? (3)
13 Agosto, 2009
O Professor Lobo Fernandes não foi sensível aos ‘argumentos’ de Ferreira Leite.
62 comentários
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O Professor Lobo Fernandes não foi sensível aos ‘argumentos’ de Ferreira Leite.
Blasfemex all the way!
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Manuela Ferreira Leite começa a desvendar uma faceta desconhecida: quando se desculpa, a culpa transforma-se numa pastilha elástica e fica presa aos seus pés. A líder do PSD gosta de António Preto e considera que ele é essencial para que os eleitores votem…
http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS_OPINION&id=382454
Gosto da metáfora da PASTILHA DA MANUELA
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Estarão todos encantados com a lista do PS? Chega a ser comovente…
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““alguma esperança que [ela] aparentava protagonizar morreu na primeira curva”.”
Não estou a ver onde ele viu a curva.
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Quando é que esta almondega “intelectual” larga o osso. O Pinóquio continua a pagar? É assim?
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Quem ainda não percebeu que a lista de deputados escolhida pela MFL não serve os interesses do CAA, por favor levante a mão.
CAA,
por favor deixe de incomodar aqueles que não levantaram a mão.
Sinceramente, já cansa. A paciência esgota-se.
Parece aqueles miúdos que perguntam de 10 em 10 segundos: “Já chegámos?”, “Falta muito?”, “Quanto falta?”, “E agora, já chegámos?”…………
Eu gosto muito de consultar o Blasfémias, mas este spam relativo às listas do PSD impede-me de desfrutar os posts que ainda se vão colocando.
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A minha paciência ainda me surpreende.
Dei por mim a clicar no link e ler o texto.
“pior ainda é defender pessoas arguidas. Tudo isto é um desastre para a democracia”.
Come again?
Há de facto gente que se atreve a defender pessoas arguidas? Meu Deus, onde será que este mundo vai parar…
Qualquer dia deixam de queimar pessoas na fogueira só porque foram denunciadas como praticantes de feitiçaria!
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Não deixa de ser curioso comparar o que CAA diz sobre Preto e o que disse sobre Pinto da Costa.
Fica bem tanta coerência.
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Eu comparo o que se diz de Leite, com o que se disse de Sócrates…
e há coerência.
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Belo post! És um génio, pá!
P. S. Quantos destes pseudo comentários, cretinos, que não remetem para nenhum lugar da blogosfera, são feitos por vós??
Mas pronto, quem sou eu para ter alguma coisa a ver com isso?…
Por que não mudam o nome aqui da caranguejola virtual para «Descargas de Autoclismo» e fazem um programa de desintoxicação da dependência da Internet?
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caa, ainda bem que há um escrutínio tão grande das listas do psd, assim quando a mfl ganhas as eleições ninguém poderá dizer que foi enganado.
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Fui ler.
O senhor é Ex-vereador na Câmara de Braga, ex-dirigente distrital e concelhio do PSD locale, claro ex-MFL.
Coitado, tanta dor de cotovelo.
Hirudoid.
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Ele não foi sensivel aos argumentos de MFL, eu ainda não os percebi.
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Fica bem tanta coerência.
Ainda bem que assim é, percebemos a seriedade das pessoas de forma cristalina. E esta não engana ninguém.
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Presumo que não seja nenhum militante do PSD (por enquanto)
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“Devolveu o cartão à líder do PSD”
Claro, como não foi incluído nas listas…
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Citar um colega da universidade e militante do psd (tera sido assim que chegou a vice reitor?), e um bocadito idiota.
Seria o mesmo que nosso PM fazer mais uma das suas observacoes geniais sobre a economia e remata-la com “e tao a ver, o Joao Tiago Silveira tem a mesmissima opiniao”.
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““alguma esperança que [ela] aparentava protagonizar morreu na primeira curva”.”
Não estou a ver onde ele viu a curva.
Tem razão, Piscoiso.
A esperança morreu antes da linha de partida.
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Sinceramente, já cansa. A paciência esgota-se.
Parece aqueles miúdos que perguntam de 10 em 10 segundos: “Já chegámos?”, “Falta muito?”, “Quanto falta?”, “E agora, já chegámos?”………… – Essa Agora
:):):)
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A única solução seria um congresso extraordinário do PSD.
Assim, vai ser Sócrates ou emigração.
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Ódio velho não cansa! Esta homem espanta-me: gostava de um dia perceber o que queria e não lhe deram. Ainda são o Rio e o Paulo Morais?
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18
“de 10 em 10 segundos: “Já chegámos?””
Pior que isso é não chegarmos por termos um desastre antes…
E os indícios de desastre estão lá todos.
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Realmente tudo é pretexto para folclore á portuguesa no que respeita à política.
Não há um assunto interessante para debate. A malta gosta é de telenovela, “jornalistas” à cabeça. Este assunto das listas do PSd é chão que já deu uvas, uma vez que os PS’s são useiros e vezeiros em em colocar pessoas nas suas listas que estão a contas com a justiça. E estar a contas com a justiça, é ser suspeito, é ser arguido, ou ser condenado. Os recursos que venham sim senhor, a presunção de inocência é correcta sim senhor… mas quando se trata de lugares/cargos públicos, a bem da ética e do bom senso essas pessoas deveriam abster-se de se candidatar, independentemente da lei em vigor. Porque essa de estar “apenas” a cumprir a lei não me convence.
Um tipo candidata-se com base na presunção de inocência. Tudo bem. Mas depois é condenado…e agora? ai, ai. Perde o mandato? convocam-se eleições antecipadas? avança o seguinte da lista?…….. a treta do costume. Em sociedades ditas mais avançadas, qualquer titular de cargo público demite-se imediatamente a maior parte das vezes. E nem pensar em ser canditado a que quer que seja.
É simples, NÃO se candidata quem for suspeito, arguido ou quem esteja sob invetigação criminal. Depois de tudo resolvido, da absolvição, ou do afastamento do processo, então siga, candidate-se à vontade. E parece-me que se for assim essa pessoa só beneficia, porque ilibado, pode finalmente dedicar-se à sua candidatura sem qualquer ónus.
Agora por favor, façam uns posts com interesse para o tempo que atravessamos, com ideias e planos, com propostas e novos paradigmas. É qu, de MAIS do MESMO está cada vez mais gente farta.
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Esse “Lobo Feroz”é um Tótó Tontinho que subiu na vida encostado aos Socialistas e que arranjou agora uma maneira de mostrar que existia.Quem o conhece sabe como é…
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Luís Filipe Lobo-Fernandes
Biografia
É Professor Catedrático de Ciência Política e Relações Internacionais de nomeação definitiva da Escola
de Economia e Gestão da Universidade do Minho, desde Abril de 2009.
Possui o Doutoramento (Ph.D.) em Ciência Política e Relações Internacionais pela Universidade de
Cincinnati, nos Estados Unidos, (1995), o Mestrado em Ciência Política pela mesma Universidade, e o
Mestrado em Relações Internacionais, pelo ISCSP, da Universidade Técnica de Lisboa. Licenciou-se em
Relações Internacionais (Políticas e Económicas), pela Universidade do Minho.
É titular da Cátedra Jean Monnet de Integração Política Europeia atribuída pela Comissão Europeia em
concurso público mundial, em Julho de 2004.
É actualmente Director do Departamento de Relações Internacionais e Administração Pública da
Universidade do Minho. É igualmente director do Mestrado em Relações Económicas e Sociais
Internacionais.
Foi Professor Visitante Sócrates/Erasmus no Programa de doutoramento em Ciências Políticas da
Universidade de Santiago de Compostela (2004/2005) e Visiting Fulbright Scholar no Department of
Political Science e no The Henry M. Jackson School of International Studies, University of Washington,
Seattle, Estados Unidos (Agosto 2002 – Agosto 2003).
Preparou vários pareceres e estudos sobre questões europeias para a Assembleia da República.
Preparou e coordenou os projectos de instalação do Centro de Documentação Europeia da Universidade
do Minho (CDEUMINHO), em 1986, e da Biblioteca Depositária das Nações Unidas da Uminho, em 2000.
Trabalhou na Assessoria das Relações Internacionais da Presidência da República, em Lisboa, na
Comissão Europeia, em Bruxelas, e foi consultor externo do Grupo têxtil RICON, de Vila Nova de
Famalicão.
Membro da Associação Portuguesa de Ciência Política (APCP), da American Political Science Association
(APSA) e do Conselho Consultivo da revista Relações Internacionais.
Foi bolseiro das seguintes instituições: Fulbright, NATO, Fundação para a Ciência e a Tecnologia,
Fundação Calouste Gulbenkian e Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD).
É comentador regular de Assuntos Internacionais da BBC (Londres) desde Janeiro de 2002, e da RTPN
desde Outubro de 2005.
Tem várias dezenas de artigos e outros contributos publicados nas áreas da Ciência Política e Relações
Internacionais, e foi responsável da edição portuguesa e pelo Prefácio do livro de Kenneth N. Waltz,
Theory of International Politics, editado pela Gradiva, 2002. Publicou, conjuntamente com Isabel Camisão,
o livro Construir a Europa: O Processo de Integração entre a Teoria e a História, Editora Principia,
Setembro de 2005.
Foi investido Pró-Reitor da Universidade do Minho em Julho de 2006.
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Mas porque é que este homenzinho marra com os meus comentários e os suprime.
Porque é que tem tanto medo do que eu digo.
Que garotice.
Esperava-se melhor num “professor universitário” mas quando o Sócrates também é engenheiro …
(fado alexandrino)
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Este Prof. Fernandes não é aquele que rasgou o cartão de sócio do Sporting quando o Paulo Bento não ganhou a Taça?
José Badocha
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Enquanto o CAA se preocupa com a mercearia de lugares, podem ver a entrevista de Medina Carreira aqui:
http://novo-rumo.blogs.sapo.pt/25056.html
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Manuela Ferreira Leite começa a desvendar uma faceta desconhecida: quando se desculpa, a culpa transforma-se numa pastilha elástica e fica presa aos seus pés. A líder do PSD gosta de António Preto e considera que ele é essencial para que os eleitores votem…
http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS_OPINION&id=382454
Gosto da metáfora da PASTILHA DA MANUELA
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http://www.youtube.com/watch?v=IN7URFm4ECk
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Ninguém é perfeito
Eu não sou
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O TÓTÓ TONTINHO é da escola da FLAD.Será que é preciso explicar onde a FLAD vai ter?Talvez seja melhor ir buscar o Rui Mateus.Há para aí uns aventais a montar estas operações utilizando toupeiras de terceira.Mostram o desespero em que estão.Talvez seja também necessário explicar por qual porta entrou esta “notícia” no Público.
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#30
Por causa de um certa senhora que já transformou a dinâmica de vitória em derrota, vamos ter que o aguentar mais 5 anos…
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Governamentalização da investigação e informação criminal.
No último ano, assistimos a uma perigosíssima governamentalização da
investigação e informação criminal. Através de vários diplomas – Lei
de Segurança Interna, Lei de Organização da Investigação Criminal e a
Lei do Sistema Integrado de Informação Criminal –, o Governo e o PS a
atribuíram ao Secretário-geral do Sistema de Segurança Interna
(SG-SSI) e ao Gabinete Coordenador de Segurança – que dependem
directamente do Primeiro-Ministro – funções de coordenação da
investigação criminal e poderes de organização e gestão
administrativa, logística e operacional dos serviços, sistemas, meios
tecnológicos e outros recursos comuns dos órgãos de polícia criminal,
incluindo o Sistema Integrado de Informação Criminal. O Governo chegou
até a pretender colocar na dependência do SG-SSI a Interpol e Europol
(e se isso tivesse sucedido, pense-se no que poderia acontecer num
caso como o do “Freeport”), acabando por consegui-lo relativamente ao
Gabinete SIRENE (e, quanto a este, note-se que a esmagadora maioria da
informação que por ali passa é exclusivamente de interesse para a
investigação criminal). Sendo o Ministério Público quem, nos termos da
Constituição e da lei, dirige a acção penal e a investigação, a ele
deveria caber a gestão do Sistema Integrado de Informação Criminal.
Nunca a um órgão do Governo.”
http://www.smmp.pt/?p=4528#more-4528
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Moniz confirma interferências do Governo
por MARINA MARQUES
PSD considera que declarações de Moniz sobre a sua relação com o actual Executivo mostram
de forma clara um “vício” de S. Bento de “intervir onde não devia”
O deputado social-democrata Luís Campos Ferreira afirmou ontem ao DN que “José Eduardo
Moniz vem destapar de uma forma clara e transparente o que toda a gente desconfiava, que
o Governo tinha o vício de interferir onde não devia”. Esta reacção surge na sequência da
entrevista ontem publicada pelo 24 Horas na qual o ex-director geral da TVI afirma que,
“indiscutivelmente, este Governo é, de todos aqueles com que eu tive de lidar ao longo de
onze anos, o mais complicado de todos”.
O parlamentar do PSD, especialista nos assuntos relativos à comunicação social, lembra
que José Sócrates já fez saber que perfilha o conceito de “liberdade de imprensa
respeitosa para com o poder”. Luís Campos Ferreira considera o testemunho de José Eduardo
Moniz da TVI muito importante, visto que “sentiu na pele as tentativas de interferência”.
Sobre esta questão, Moniz adianta na entrevista, feita pelo pivô da TVI Pedro Pinto, que
“este Governo denotou um refinamento que nunca tinha visto”. O agora vice-presidente da
Ongoing defende que “para se estar no sector de media e no jornalismo tem que se estar
preparado para enfrentar todas as consequências inerentes a isso”, aludindo às
“investidas dos agentes políticos” com o objectivo “de controlar e condicionar a
actividade dos jornalistas”. O ex-director-geral defende que “uma empresa de comunicação
social tem que ser um bloco inexpugnável” e aponta as dificuldades financeiras como
aspecto fragilizador.
O DN tentou ao longo da tarde, e sem sucesso, ouvir o PS sobre as palavras de José
Eduardo Moniz. O ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva, não quis
comentar a entrevista. Esta atitude contrasta com o que aconteceu noutras ocasiões. Em
Fevereiro, durante o Congresso do PS em Espinho, José Sócrates desferiu um forte ataque à
TVI e ao Jornal Nacional – 6.ª Feira, apresentado por Manuela Moura Guedes. E em Abril,
em entrevista à RTP1, o primeiro-ministro afirmou mesmo que “aquilo não é um telejornal,
é uma caça ao homem, um telejornal travestido, feito de ódio e perseguição”. Estas
afirmações levaram José Eduardo Moniz a reagir, no dia seguinte, na abertura do Jornal
Nacional, anunciando um processo judicial contra José Sócrates por usar “processos de
intimação de jornalistas”.
A entrevista ontem publicada serviu ainda para Moniz falar dos projectos na Ongoing (ver
texto ao lado), arrumar com o caso Benfica e lançar uma mensagem para a TVI, que “precisa
de tranquilidade” para continuar o seu caminho.
http://www.dn.sapo.pt/inicio/tv/interior.aspx?content_id=1332549&seccao=Media
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Freeport: polícia britânica estará condicionada
Britânicos acreditam que este caso tornou mais difícil o combate à corrupção na Europa
O envolvimento do primeiro-ministro português no caso Freeport está a paralisar a acção
da polícia britânica, segundo o Times Online.
Os britânicos acreditam mesmo que este caso decapitou o Eurojust e tornou mais difícil o
combate à corrupção na Europa.
Exemplo disso é a falta de colaboração das autoridades britânicas, já que a TVI sabe que
estas se têm negado, repetidamente e alegando várias desculpas, a fornecer às autoridades
portugueses informações sobre fluxos financeiros do Freeport para offshores.
Recorde-se que o Serious Fraud Office, responsável pela investigação em Inglaterra, não é
hierarquicamente independente, antes responde ao governo de Gordon Brown, o «colega» de
José Sócrates na Internacional Socialista.
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade-nacional/freeport-britanicos-socrates-serious-fraud-office-tvi24-eurojust/1073580-4555.html
«No passado dia 13 de Junho, Pinto Monteiro, Procurador-Geral da República, à pergunta do
Expresso sobreQuem decide a permanência [de Lopes da Mota] é o Governo?, respondeu que
“Quem há-de decidir é o Governo que é quem o nomeia.”
Esta posição do Procurador-Geral, embora óbvia para quem tenha senso e conheça o processo
de designação dos representantes nacionais no Eurojust, contraria frontalmente todas as
declarações que, sobre o mesmo assunto, foram sendo proferidas pelos hierarcas da ainda
maioria socialista.
Senão vejamos:
Em 12 de Maio de 2009, Alberto Costa, Ministro da Justiça, declarava que “É sob a
iniciativa do procurador-geral da República” que o Governo intervém na nomeação do membro
nacional do Eurojust.
No dia seguinte, a 13 de Maio, seria o próprio Primeiro Ministro a dizer, no Parlamento,
que “a iniciativa da nomeação do membro nacional do Eurojust é do Procuradoria-Geral da
República”, sendo ainda mais explícito numa resposta a Paulo Rangel: “Disse o Sr.
Deputado que é ao Governo que compete agora decidir se o Procurador Lopes da Mota pode ou
não pode intervir. Desculpe, Sr. Deputado (…) essa matéria é da competência do Sr.
Procurador-Geral da República.”
Para não variar, no dia seguinte, a 14 de Maio, Alberto Martins, líder parlamentar do PS
sustentava, com invejável impassibilidade, que “Defender neste momento a demissão do dr.
Lopes da Mota é desautorizar o PGR e, se isso fosse por proposta do Governo, o que não é,
seria o Governo a sobrepor-se ao processo de natureza judicial que está em curso”.
Volvidos quatro dias, a 18 de Maio, para confundir ainda mais os Portugueses, Luís Amado,
Ministro dos Negócios Estrangeiros sustentou que Lopes da Mota “tem toda a legitimidade
de continuar a desempenhar essas funções”[no Eurojust], além de que “Cabe à organização,
ela própria, verificar em cada circunstância e em cada momento se estão ou não reunidos
os requisitos para que um determinado titular se mantenha em funções”.
A ver se eu percebo:
Para o Procurador-Geral a responsabilidade é do Governo
Para o Primeiro-Ministro, o Ministro da Justiça e o líder parlamentar do PS, a
responsabilidade é do Procurador-Geral.
Para o Ministro dos Negócios Estrangeiros, a responsabilidade é do Eurojust.
Para os Portugueses é apenas (mais) um caso de falta de vergonha e de falta de Verdade…
http://www.31daarmada.blogs.sapo.pt/2747211.html?mode=reply#reply
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Freeport: polícia britânica estará condicionada
Britânicos acreditam que este caso tornou mais difícil o combate à corrupção na Europa
O envolvimento do primeiro-ministro português no caso Freeport está a paralisar a acção
da polícia britânica, segundo o Times Online.
Os britânicos acreditam mesmo que este caso decapitou o Eurojust e tornou mais difícil o
combate à corrupção na Europa.
Exemplo disso é a falta de colaboração das autoridades britânicas, já que a TVI sabe que
estas se têm negado, repetidamente e alegando várias desculpas, a fornecer às autoridades
portugueses informações sobre fluxos financeiros do Freeport para offshores.
Recorde-se que o Serious Fraud Office, responsável pela investigação em Inglaterra, não é
hierarquicamente independente, antes responde ao governo de Gordon Brown, o «colega» de
José Sócrates na Internacional Socialista.
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade-nacional/freeport-britanicos-socrates-serious-fraud-office-tvi24-eurojust/1073580-4555.html
No passado dia 13 de Junho, Pinto Monteiro, Procurador-Geral da República, à pergunta do
Expresso sobreQuem decide a permanência [de Lopes da Mota] é o Governo?, respondeu que
“Quem há-de decidir é o Governo que é quem o nomeia.”
Esta posição do Procurador-Geral, embora óbvia para quem tenha senso e conheça o processo
de designação dos representantes nacionais no Eurojust, contraria frontalmente todas as
declarações que, sobre o mesmo assunto, foram sendo proferidas pelos hierarcas da ainda
maioria socialista.
Senão vejamos:
Em 12 de Maio de 2009, Alberto Costa, Ministro da Justiça, declarava que “É sob a
iniciativa do procurador-geral da República” que o Governo intervém na nomeação do membro
nacional do Eurojust.
No dia seguinte, a 13 de Maio, seria o próprio Primeiro Ministro a dizer, no Parlamento,
que “a iniciativa da nomeação do membro nacional do Eurojust é do Procuradoria-Geral da
República”, sendo ainda mais explícito numa resposta a Paulo Rangel: “Disse o Sr.
Deputado que é ao Governo que compete agora decidir se o Procurador Lopes da Mota pode ou
não pode intervir. Desculpe, Sr. Deputado (…) essa matéria é da competência do Sr.
Procurador-Geral da República.”
Para não variar, no dia seguinte, a 14 de Maio, Alberto Martins, líder parlamentar do PS
sustentava, com invejável impassibilidade, que “Defender neste momento a demissão do dr.
Lopes da Mota é desautorizar o PGR e, se isso fosse por proposta do Governo, o que não é,
seria o Governo a sobrepor-se ao processo de natureza judicial que está em curso”.
Volvidos quatro dias, a 18 de Maio, para confundir ainda mais os Portugueses, Luís Amado,
Ministro dos Negócios Estrangeiros sustentou que Lopes da Mota “tem toda a legitimidade
de continuar a desempenhar essas funções”[no Eurojust], além de que “Cabe à organização,
ela própria, verificar em cada circunstância e em cada momento se estão ou não reunidos
os requisitos para que um determinado titular se mantenha em funções”.
A ver se eu percebo:
Para o Procurador-Geral a responsabilidade é do Governo
Para o Primeiro-Ministro, o Ministro da Justiça e o líder parlamentar do PS, a
responsabilidade é do Procurador-Geral.
Para o Ministro dos Negócios Estrangeiros, a responsabilidade é do Eurojust.
Para os Portugueses é apenas (mais) um caso de falta de vergonha e de falta de Verdade…
http://www.31daarmada.blogs.sapo.pt/2747211.html?mode=reply#reply
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Quem se mete com Sócrates… leva.
Não se conhece ainda o leque de manigâncias de todo o processo mas Zé Eduardo Moniz acaba de arrecadar 3,5 milhões para dar corda aos sapatos e ir pregar para outra freguesia.
Virão agora a lume 2 mil histórias diferentes a justificar a saída de Moniz, claro que nenhuma delas associando esse facto a pressões vindas do PM que temos.
Mas todos os não-estúpidos sabemos que essa saída se fica a dever APENAS à actuação de Moniz, por dar cobertura às investigações que a TVI tem levado a efeito sobre o Freeport.
Independentemente do resultado desta investigação – que não será nenhum, como é costume – é preciso recordar que se não fosse a TVI não havia nenhum arguido neste processo. Assim o declarou pública e repetidamente a inacreditável procuradora Cândida Almeida que ainda não foi demitida de funções por Pinto Monteiro.
E neste momento já há 6.
Todos os envolvidos e sinalizados pela polícia britânica excepto Sócrates, que é APENAS a peça fulcral e o motivo de todo o “negócio” de que já há 6 suspeitos.
E palpita-me que, com a desistência da TVI da investigação – que deveria ter sido levada a efeito pela polícia – o carro morre por aqui.
http://www.joaotilly.weblog.com.pt/arquivo/272062.html
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Freeport: polícia britânica estará condicionada
Britânicos acreditam que este caso tornou mais difícil o combate à corrupção na Europa
O envolvimento do primeiro-ministro português no caso Freeport está a paralisar a acção
da polícia britânica, segundo o Times Online.
Os britânicos acreditam mesmo que este caso decapitou o Eurojust e tornou mais difícil o
combate à corrupção na Europa.
Exemplo disso é a falta de colaboração das autoridades britânicas, já que a TVI sabe que
estas se têm negado, repetidamente e alegando várias desculpas, a fornecer às autoridades
portugueses informações sobre fluxos financeiros do Freeport para offshores.
Recorde-se que o Serious Fraud Office, responsável pela investigação em Inglaterra, não é
hierarquicamente independente, antes responde ao governo de Gordon Brown, o «colega» de
José Sócrates na Internacional Socialista.
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade-nacional/freeport-britanicos-socrates-serious-fraud-office-tvi24-eurojust/1073580-4555.html
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No passado dia 13 de Junho, Pinto Monteiro, Procurador-Geral da República, à pergunta do
Expresso sobreQuem decide a permanência [de Lopes da Mota] é o Governo?, respondeu que
“Quem há-de decidir é o Governo que é quem o nomeia.”
Esta posição do Procurador-Geral, embora óbvia para quem tenha senso e conheça o processo
de designação dos representantes nacionais no Eurojust, contraria frontalmente todas as
declarações que, sobre o mesmo assunto, foram sendo proferidas pelos hierarcas da ainda
maioria socialista.
Senão vejamos:
Em 12 de Maio de 2009, Alberto Costa, Ministro da Justiça, declarava que “É sob a
iniciativa do procurador-geral da República” que o Governo intervém na nomeação do membro
nacional do Eurojust.
No dia seguinte, a 13 de Maio, seria o próprio Primeiro Ministro a dizer, no Parlamento,
que “a iniciativa da nomeação do membro nacional do Eurojust é do Procuradoria-Geral da
República”, sendo ainda mais explícito numa resposta a Paulo Rangel: “Disse o Sr.
Deputado que é ao Governo que compete agora decidir se o Procurador Lopes da Mota pode ou
não pode intervir. Desculpe, Sr. Deputado (…) essa matéria é da competência do Sr.
Procurador-Geral da República.”
Para não variar, no dia seguinte, a 14 de Maio, Alberto Martins, líder parlamentar do PS
sustentava, com invejável impassibilidade, que “Defender neste momento a demissão do dr.
Lopes da Mota é desautorizar o PGR e, se isso fosse por proposta do Governo, o que não é,
seria o Governo a sobrepor-se ao processo de natureza judicial que está em curso”.
Volvidos quatro dias, a 18 de Maio, para confundir ainda mais os Portugueses, Luís Amado,
Ministro dos Negócios Estrangeiros sustentou que Lopes da Mota “tem toda a legitimidade
de continuar a desempenhar essas funções”[no Eurojust], além de que “Cabe à organização,
ela própria, verificar em cada circunstância e em cada momento se estão ou não reunidos
os requisitos para que um determinado titular se mantenha em funções”.
A ver se eu percebo:
Para o Procurador-Geral a responsabilidade é do Governo
Para o Primeiro-Ministro, o Ministro da Justiça e o líder parlamentar do PS, a
responsabilidade é do Procurador-Geral.
Para o Ministro dos Negócios Estrangeiros, a responsabilidade é do Eurojust.
Para os Portugueses é apenas (mais) um caso de falta de vergonha e de falta de Verdade…
http://www.31daarmada.blogs.sapo.pt/2747211.html?mode=reply#reply
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Este tal Lobo Fernandes não foi incluído nas listas a deputados à AR. Zangou-se.
Foi incluído um seu colega da Universidade! Imbejas.
IHIHIHIHIHIHIHHHHHHH
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É essencial a separação das águas no PSD, que não pode ser uma amálgama de interesses, muitos deles totalmente promíscuos com os dos xuxas. Não é possível servir dois senhores ao mesmo tempo.
Este tal Lobo Fernandes defende o quê?
O tacho?
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O ensino superior tornou-se uma lástima. Uma vergonha.
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O estado decepcionado que Ferreira Leite conseguiu provocar no seu partido, apenas com as listas, serve de exemplo para o que nos pode acontecer se algum esta senhora chegar a primeira ministra.
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O estado decepcionado que Ferreira Leite conseguiu provocar no seu partido, apenas com as listas, serve de exemplo para o que nos pode acontecer se algum dia esta senhora chegar a primeira ministra. Queria eu dizer.
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# 44
Errado. Significa que muitos pessedês são tal e qual os xuxas e preferem a “mama” xuxa (como certa!)…
Era totalmente previsível que tal viesse a acontecer.
Os xuxas estão no poder e empregaram todos os xuxas descontentes para os calar.
Espero que MFL não ceda. Custe o que custar.
A purga foi começada a fazer muito antes das eleições e em época estival. Correctamente.
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Se MFL for primeira ministra …? – 45
Ainda tem dúvidas!?
Não considero que Louçã, Portas ou o Jerónimo o consigam ser já em 27 de Setembro.
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O novel entretém do tuga desocupado: o boato, a intriga e o mexerico on-line! 🙂
Acho que um gajo como o Marcuse consideraria isto parte dos mecanismos de repressão e alienação…
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P. S. Os «xuxas», os «pessedês»! LOL!!! O nível de reflexão que um post de merda pode provocar é, de facto, espantoso.
Pá, a seguir faz um: só com um ponto de interrogação e uma foto da Manuela Ferreira Leite…
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.
Bidon C.A.A.,
Isto bai mal, ah bai, bai…
E no puârto ainda pior, num éa?
Nuno
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Quem sou eu para desmentir?
Juíza relaciona Pinto da Costa com corrupção na arbitragem
http://dn.sapo.pt/especiais/interior.aspx?content_id=1008811&especial=Apito%20Dourado&seccao=DESPORTO
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Tem havido por aí um clamor de virgem ofendida e metros de pseudocomentário pericial por causa das “listas” do PSD. Portugal é um país sem memória. Marques Mendes (pessoa que, de resto, muito estimo) já retirou o patrocínio do partido a candidatos que estavam a contas com a justiça: Valentim Loureiro e o homem de Oeiras. Mas foi forçado a abrir uma excepção em Leiria. A regra da moralidade começou logo por não ser uma regra. E Marques Mendes, depois de alguma angústia bem merecida, acabou por reconhecer que, no fundo, não tinha aplicado um critério moral, tinha aplicado um critério político. Por outras palavras, tinha calculado que a moralidade lhe traria prestígio e, evidentemente, votos. Talvez não se enganasse. Só que não tornou o PSD num exemplo de virtude cívica, como pretendia, e meteu-se em sarilhos com que não sonhava.
Há um erro essencial em transformar um chefe de partido no árbitro da honestidade dos militantes. Manuela Ferreira Leite deixou essa função aos tribunais (que por enquanto não desapareceram) e tratou legitimamente de “fazer” o grupo parlamentar que lhe convinha. Os protestos do PSD vieram de quem deviam vir e não impressionaram ninguém. E, fora dele, só os mais cegos fiéis de Sócrates, como infelizmente o renascido dr. Soares, resolveram achar que ela se dera um tiro no pé. Não deu. Nem quando recusou o papel de juiz. Nem quando correu com Pedro Passos Coelho e com a respectiva comitiva. Tolerar (e desculpar) um cavalheiro que pública e constantemente se ofereceu como substituto dela era com certeza a melhor maneira de promover a crónica indisciplina do PSD e, em última análise, a desconfiança do eleitorado.
Uma ou outra boa alma também se aplicou a criticar o “quero, posso e mando” de Ferreira Leite. Esses democratas de ocasião chegaram presumivelmente anteontem da Lua e perderam portanto o embaraçante espectáculo do PSD, desde que Marques Mendes saiu. Sem uma autoridade fixa e até, eventualmente, brutal, o partido deslizaria outra vez para a “federação de câmaras” (à mistura com algumas “distritais”), que dia a dia se afundava na intriga e na irrelevância. As “listas” de Manuela, embora longe da perfeição, não a entregam à pasmosa irresponsabilidade dos “notáveis” e, num tempo de crise, isso é sem dúvida o ponto principal.
Vasco Polido Valente – Público
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http://www.youtube.com/watch?v=OYPc1DkWL4k
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O sr CAA defende o «eterno arguido» Pinto da Costa e considera-o em «totais condições» de ser o eterno presidente da instituição FCP …
Para professor de Direito, a “coisa” diz bastante do estado do país … e do carácter das pessoas.
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Quem sou eu para desmentir? (2)
Pinto da Costa acusado do crime de corrupção desportiva.
http://www.mundopt.com/n-pinto-da-costa-acusado-do-crime-de-corrupcao-desportiva-10986.html
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O caricato de tudo isto é o PSD, que antes da escolha das listas para deputados tinha as eleições ganhas, as perdeu no dia em que divulgou essas “estranhas” escolhas. Só quem não quer ver essa evidência continua iludido. É triste, mas é a pura verdade.
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O PSD continua com as eleições ganhas!
Nuno
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Falem mas é do PS/PSD o partido único que anda a foder o país há 3 décadas! A única diferença entre os dois, está nos jogadores (e até estes, por vezes, mudam de equipa); ou seja, não são os mesmos… mas o jogo é igual. Façam uma pequena experiência mental em «if», tipo ficção científica: corram com os políticos – todos – de ambos os partidos, e depois imaginem um país…
P. S. Só não digo para correrem com os militantes, porque estes partidos não têm militantes, exceptuando a pequena percentagem de inscritos que vai mamando os tachos. E os votantes, que, de facto, decidem quem ganha, ora votam num ora noutro: constituem a classe média (bem mais baixa em tudo que na restante Europa ocidental, uma espécie de pequeno-burgueses lavadinhos de tudo) portuguesa, aquela que não é comunista nem nazi porque não, «parece mal», despeja Morangos com Açúcar aos filhos, lê toda a revista de merda editada por cá e resolve as suas ansiedades nos canais porno por cabo!
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Caro Doutor Amorim,
Parece que também o minhoto Prof. Fernandes pensava que a Dra. Leite era a Virgem descida dos céus.
Estes dois minhotos (Amorim e Fernandes) não percebem o elementar da democracia, em democracia escolhe-se entre alternativas. Não se comparam propostas com algo que não existe. Por exemplo não se compara a lista da Dra. Leite com um lista imaginária (a de um dos minhotos). Compara-se a lista da Dra. Leite com a do Dr. Sócrates, por exemplo.
Assim anda a fina elite Bracarense. Deve andar a beber muita água do rio Este, onde os cultivadores de porcinos lavam a loja, onde a vaporização augusta aumenta a concentração do tóxico. Ou será que andam a comer rojões no verão?
Cumprimentos,
Paulo
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Mas qual alternativa??????????????? A mudança dos tachos!?
Querem um País moderno? Rebentem com o Bloco Central, acabe-se com a possibilidade de maiorias absolutas; mais, acabe-se com a possibilidade de governos de um só partido; prolifere-se o eleitorado por novas forças políticas, pouco importa que seja o Partido das Putas ou o Partido dos Caçadores: numa verdadeira democracia todos os interesses merecem representação parlamentar (a menos que sejam a negação da própria democracia).
Deixe-se de falar nos governos: governos é para limpar o cu; vão e vêm. Invista-se no Parlamento, num parlamento condigno, moderno, forte, onde estejam, de facto, deputados: em nome de partidos, em nome pessoal, em nome de uma aldeia, o que for!!
ACABE-SE COM A MERDA DA PARTIDOCRACIA!!
P. S. Indiquem-me 6 líderes de partido nos últimos 30 anos que não sejam evidentes idiotas!??
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P. P. S. E ainda têm a grande lata, os republicanos, de falar no rotativismo… 🙂
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NOTA: Quem é o caro Doutor Amorim? Algum cunhado do Obélix? 🙂
A doutorite, a alminha de esbirro e criado, lindo Portugal!
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