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Leituras:

30 Agosto, 2009

«Tempo de autocrítica», por Manuel António Pina

38 comentários leave one →
  1. Fado Alexandrino's avatar
    30 Agosto, 2009 22:06

    Já tinha sido postado por um comentador.
    Pina é um ferveroso adepto do PCP, nunca em crónica nenhuma o critica.
    Deve ser tomado com todas as precauções que se reservam para remédios perigosos.

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  2. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    30 Agosto, 2009 22:17

    isso são trocados. o problema é caracter, dela e do chefe.

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  3. JMF's avatar
    30 Agosto, 2009 22:20

    Não interessa o seu Partido para o caso. Interessa é o que escreve. Corrosivo.

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  4. MJRB's avatar
    30 Agosto, 2009 22:22

    Os órgãos políticos do PPD/PSD nada opinam.
    Os vices, nada pensam.
    Os assessores, nada aconselham.
    Os conselheiros, nada dizem.
    MFLeite nada decide — JPPereira é que é o ma(o)u da ‘fita’…

    Mr. Gabriel Silva, responda, se quiser, a esta pergunta, que garanto-lhe, não é para si:
    Há muita animosidade, (inveja, será ?) de algumas pessoas residentes no Porto, para com JPPereira e para com outras figuras públicas oriundas da Invicta, mas que vivem em Lisboa e nesta área metropolitana ?
    (“Não há necessidade…”, carago !).

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  5. Desconhecida's avatar
    30 Agosto, 2009 22:29

    Este Pina é um bocado demagogo ou não percebe nada de nada e portanto devia, apenas, ler jornais e não escrever neles.

    Em Abril de 2002, o défice deixado pelos “governos” beiçolentos do guterres (e também do sokas, afinal ele ajudou bastante com a trampa – espanhola e portuguesa – do Euro 2004), MFL não tinha grandes instrumentos para calar a UE, com o défice excessivo, que levava ao corte dos financiamentos dos fundos estruturais. Por isso, teve que fazer o que fez (IVA, pagamento por conta). E o défice calculado era o de 2001, não era uma fantasia como o vitinho dos anzóis fez em 2005.

    Agora, o défice é problema para resolver a médio prazo. Na UE não há procedimento por défice excessivo. Não é daí que há corte de fundos.

    Um bom gestor (público ou privado), em momentos diferentes faz e desfaz soluções. Ora esta é uma das razões que meleva a confiar na Manuela.

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  6. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    30 Agosto, 2009 22:32

    o sr. gabriel está a candidatar-se ao prémio amorim.

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  7. Fado Alexandrino's avatar
    30 Agosto, 2009 22:42

    Não interessa o seu Partido para o caso. Interessa é o que escreve. Corrosivo.

    Reli-me e por acaso tem toda a razão.
    Por exemplo a história do futebol nacional também podia ser escrita pelo senhor Carlos Abreu Amorim.
    Também é muito corrosivo e tão isento neste assunto como o outro o é em política.

    Já agora leu a crónica do senhor Pina sobre os muçulmanos e o tirar da camisola em jogos de futebol?
    Nessa crónica até mostraram o lindo par que podiam fazer os dois nomes aqui nomeados.

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  8. Paulo's avatar
    30 Agosto, 2009 22:52

    Caro Gabriel Silva,

    Não deixa de ser curiosa a abordagem do tema por esse tal Pina. Em vez de comparar — a democracia é a escolha de várias alternativas, critica apenas uma.

    A conclusão a tirar é que Pina ou é intelectualmente desonesto ou então não percebe o que é a democracia. Sendo alguém aparentemente ligado ao PCP não é de espantar…

    Cumprimentos,
    Paulo

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  9. Desconhecida's avatar
    Zé Leitão permalink
    30 Agosto, 2009 23:12

    Pois, a malta primeiro olha para cor e depois para o conteudo. Se a cor não é bonita que se lixe o conteúdo.É assim com quase toda a gente da política, do CDS ao BE.

    #5 o que escreve é mentira. Um bom gestor olha mais para a frente. Não faz nem defaz ao sabor da conjuntura. Isso é conducta de políticos e quejandos.
    É um dos sérios problemas do nosso país, é precisamente não existirem planos, nem a médio nem longo prazo.
    A gestão em cima do joelho ou ao sabor do vento, tem sido tristemente a sina de sucessivos governos. Esta gestão tem como principal justificação, a corrupção entre políticos e empresários e a satisfação das muitas centenas de “clientes partidários”.
    Portanto Sr. Ed, não me venha com tretas. Quem estiver disponível para enfiar esse barrete que o enfie.

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  10. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    30 Agosto, 2009 23:45

    Quem criou o PEC não foi Ferreira Leite mas sim Sousa Franco no governo Guterres. Ferreira Leite limitou-se a aplicar a medida com fervor.

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  11. Piscoiso's avatar
    31 Agosto, 2009 00:11

    O Pina. é das mentes mais lúcidas e um dos que melhor sabe escrever no JN.
    Seja qual for a sua religião, o seu partido, o seu clube, ou o nome do gato.

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  12. Desconhecida's avatar
    31 Agosto, 2009 00:30

    #9 Leitão

    De tretas de desenvolvimento, arrojo e determinação estou eu (e não só) farto!

    V. deve ser “de letras”… Um gestor é aquilo que eu disse. É disso que precisamos agora, principalmente.

    V. quer um estratega. Também era bom que aparecesse, mas a sério (com conhecimento das coisas) e sério (honesto).

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  13. Fado Alexandrino's avatar
    31 Agosto, 2009 01:09

    O Pina. é das mentes mais lúcidas e um dos que melhor sabe escrever no JN.
    Seja qual for a sua religião, o seu partido, o seu clube, ou o nome do gato.

    (São João 11,25)

    Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que esteja morto, viverá.

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  14. José Barros's avatar
    José Barros permalink
    31 Agosto, 2009 01:46

    O artigo do Pina, que aprecio como poeta e cronista, é pobrezinho. Explicando por partes:

    1) Os estudantes que mostraram o traseiro ao governo protestavam contra os exames nacionais que Manuela Ferreira Leite instituiu. Hoje os exames nacionais existem e ninguém os questiona, pelo contrário, defendendo a maioria das pessoas que deviam existir mais exames do género.

    Este ponto é particularmente relevante: gente como o Pina e o CAA têm dito que Ferreira Leite foi uma má ministra da educação. Argumentos, não têm. Lembram-se da contestação, pelo que recordam-nos a todos dos traseiros dos estudantes como se isso fosse simbólico de alguma coisa que não da imbecilidade daquela juventude.

    2)Congelamento dos salários dos funcionários públicos – uma medida elementar em cenário de crise orçamental e de ameaça da expulsão da zona Euro que qualquer liberal aplaudiria.

    Estou certo também que o Gabriel Silva terá concordado com a mesma, tendo em conta que o aumento de 2,9% deste ano, num cenário igualmente preocupante em termos orçamentais, foi amplamente criticado neste blogue.

    No entanto, o Gabriel Silva cita o texto do Pina para criticar Ferreira Leite? Confusos? Pois, eu também.

    3) A consolidação das contas públicas – o anti-comuna já provou – e ninguém o contrariou – que MFL baixou a despesa corrente de forma muito significativa nos 24 meses enquanto ministra das finanças. Pelo que o Pina ou não sabe ou não quer saber ou as duas coisas juntas (o mais provável). Quanto às receitas extraordinárias, os liberais defendem-nas, porque emagrecem o Estado. A crítica só pode vir do Pina, que é de esquerda. Mais uma vez, parece contraditório, mas não sei.

    4) Quanto à frase de Rangel, autonomia não significa oposição ou indiferença. Como um bom poeta, o Pina, deverá saber.

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  15. o sátiro's avatar
    31 Agosto, 2009 01:52

    Esse Pina mostrou total ignorância e sectarismo ressabiado.

    típico da esquerda, aliás….

    O guterres/Sókas etc. deixaram “este país” num pântano orçamental.

    défice de 4,4% apenas encontrado em Agosto.

    processo instaurado pela UE por défice excessivo.

    Barroso/MFL tomaram conta deste pântano a meio do ano e tinham que baixar o défice para 3% até 31 de DEzembro.

    Aquelas medidas foram mais do que urgências…para evitar multas pesadas e perda de fundos comunitários.

    isto é..aquilo que devia ser louvado como acto patriótico é motivo de crítica pelos parasitas das economias desenvolvidas.

    típico da esquerda.

    essa cambada que critica a MFL como ministra devia ser obrigada a pagar os custos do défice excessivo dos seus bolsos…a começar pelo guerres e seus ministros.

    talvez assim percebessem a realidade e calassem a maledicência ressabiada.

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  16. o sátiro's avatar
    31 Agosto, 2009 01:53

    Oops errata
    “começar pelo Guterres e seus ministros”

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  17. o sátiro's avatar
    31 Agosto, 2009 01:59

    #14
    MFL só congelou os salários dos funcionários públicos acima de MIL €€!!!

    TEVE CONSCIÊNCIA SOCIAL.

    Muito pior fez o Sókas que congelou os escalões e impôs o SIADAP….

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  18. Anónimo's avatar
    Anónimo permalink
    31 Agosto, 2009 05:34

    No JN de 14/05/08: Por outras palavras,de Manuel António Pina:

    “Um partido com duas caras

    Termina hoje a visita de uma delegação do PCP, chefiada por Albano Nunes, membro da Comissão Política, à China. E são chocantes os elogios dos comunistas portugueses aos “êxitos chineses na construção socialista”, obtidos, como o PCP não ignora, à custa do mais selvagem capitalismo ultraliberal e, levados a níveis extremos, de todos os pecados que o PCP aponta em Portugal às políticas económicas do Governo fome, desemprego, precariedade, salários (de miséria) em atraso, segurança social inexistente, fosso abissal entre ricos e pobres, gritantes e escandalosas injustiças sociais. E que dizer do apoio do PCP à repressão no Tibete e às políticas chinesas de direitos humanos, apoio que o secretário do Comité Central do PC Chinês, Liu Yunshan, já enalteceu e agradeceu? Arauto das “amplas liberdades” e denunciante de qualquer pontual deriva autoritária em Portugal, o PCP aceita com normalidade as prisões arbitrárias, a tortura, a ausência de liberdade de expressão ou de liberdade de associação política na China (como as aceitara antes na URSS). Talvez, depois de apresentar uma moção de censura ao Governo a pretexto do novo Código do Trabalho, o PCP queira explicar aos portugueses os direitos de que gozam os trabalhadores no paraíso socialista chinês.”

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  19. #Anónimo#'s avatar
    #Anónimo# permalink
    31 Agosto, 2009 06:24

    No JN de 14/05/08: Por outras palavras, de M.A. Pina:

    “Terrorismo bom e terrorismo mau

    A presença das FARC na Festa do “Avante!”, justificada pelo PC com o facto de o convite ter sido feito ao órgão oficial do grupo terrorista e não ao grupo (algo assim como convidar o “Avante!” sem convidar o PC…), deu origem a declarações que, num país de cidadania mais exigentemente crítica, seriam motivo de escândalo, a menor das quais não é decerto a de o PC classificar as FARC de “organização progressista” e as suas actividades de extorsão, roubo, sequestro e tráfico de droga de “luta pela real democracia na Colômbia” (assusta pensar no que entenderá o PC por “real democracia”). Para o PC, condenar os métodos das FARC significa apoiar os métodos, também eles terroristas, do governo de Uribe e das suas milícias. É uma lógica idêntica à de Uribe: condenar os seus crimes é pôr-se ao lado das FARC. A “questão central”, como diz Jerónimo de Sousa, é que o PC tem, como Uribe, “uma concepção diferente de terrorismo”: há o terrorismo bom e o terrorismo mau… Continua-se entretanto à espera (pelo sim pelo não, é melhor esperar sentado) que os nossos “Verdes”, à semelhança dos partidos “Verdes” de todo o Mundo, condenem o sequestro pelas FARC (que dura há quatro anos) da candidata “verde” colombiana à Presidência, Ingrid Betancourt.”

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  20. #Anónimo#'s avatar
    #Anónimo# permalink
    31 Agosto, 2009 06:26

    Corrijo: No JN de 12/0906″

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  21. MX's avatar
    31 Agosto, 2009 08:01

    O BE propõe a redução do apoio do Estado aos partidos políticos.
    Com esta medida ficam resolvidos todos os problemas do défice das contas do Estado e as obras, como o TGV e o aeroporto, já podem avançar sem problemas.
    Como é que ninguém se tinha lembrado disto, hein?

    Assim se vê a inteligência do BE…

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  22. Piscoiso's avatar
    31 Agosto, 2009 09:05

    Leio no telemóvel:

    “Sobre o programa social-democrata, MFL explicou que o principal objectivo será reduzir o peso do Estado”.

    Sobre a dieta a seguir, nada disse. Mas deve ser o costume.
    Às escondidas comem-se umas goluseimas cremosas.

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  23. Desconhecida's avatar
    Kolchak permalink
    31 Agosto, 2009 09:51

    É Espantoso como uma certa «Esquerda» infantil, continua a acreditar nos eternos «Amanhãs que Cantam» que nunca chegaram ou alguma vez chegarão. Ontem na Roménia ou na RDA, hoje na Venezuela ou em Cuba, o resultado é sempre o mesmo: Fim das Liberdades; Miséria do Povo e Colapso do Sistema Económico Comunista.
    Manuel António Pina é um óptimo jornalista. Já tinha obrigação de se não surpreender com o mais que previsivel resultado da «Revolução Bolivariana».

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  24. Piscoiso's avatar
    31 Agosto, 2009 11:29

    Depois há aqueles que continuam insistindo na fotografia a preto e branco, mesmo que as máquinas digitais só fotografem a cores.
    “Esquerda e direita”, é uma visão cinzenta e ultrapassada da política.

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  25. Desconhecida's avatar
    Kolchak permalink
    31 Agosto, 2009 12:20

    Visão ultrapassada da política é a do seu «camarada» Sócrates.
    Prometer «mundos e fundos» a todos e, com a mesma cara, voltar atrás nas promessas, substituídas por uma tremenda dose propagandística esgotada desde há muito tempo: um Circo…!

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  26. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    31 Agosto, 2009 12:43

    #1 – “Pina é um ferveroso adepto do PCP, nunca em crónica nenhuma o critica.”

    e tu da velha, estão bem um para o outro. so what?

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  27. Piscoiso's avatar
    31 Agosto, 2009 13:21

    Visão demagógica da política, é a do comentário #25., ao atribuir “camaradas” contrários às suas camaradagens, só porque se pensar diferente. Mas concordo que deve ser difícil, a alguém arregimentado, pensar que haja quem não se arregimente.
    Assim vai o regimento de caca ao voto.

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  28. nimo's avatar
    31 Agosto, 2009 13:49

    Terça-feira, 25 de Agosto

    Os parentes da liberdade
    Moita Flores, o vulto que há quatro anos ganhou a autarquia de Santarém pelo PSD, que este ano volta a concorrer à autarquia de Santarém pelo PSD e que afirma não votar no PSD (nas legislativas, que o homem não é maluco), decidiu entregar ao eng. Sócrates a medalha de ouro da cidade, a única que um português conquistou nestes dias fraquinhos para o atletismo. O eng. Sócrates, que correu mais do que Naide Gomes a aceitar o prémio, aproveitou para criticar a “cultura da maledicência”. Na insuspeita opinião do primeiro-ministro, a atribuição da medalha à sua pessoa “é um acto de coragem e até de nobreza”. Moita Flores, outro insuspeito, acha igualmente que é preciso coragem “para agradecer quando a mediocridade adora que se diga mal”. É um facto: o País está repleto de maledicentes. E medíocres. E biltres. E ressabiados, canalhas, patifes, fuinhas e sifilíticos. São, em suma, todos os que não presenteiam o eng. Sócrates com pechisbeques dourados. Felizmente, no meio do lodaçal há ilhas paradisíacas de grandeza. Moita Flores é uma ilha assim. Até porque o próprio já a referiu, é escusado insistir na coragem que a oferta da medalha implica, e “coragem” é logo a primeira palavra que ocorre para classificar um herói que ousa adular o chefe do Governo. Mas importa alertar para as perseguições a que, de agora em diante, o herói está sujeito. Quantas figuras foram capazes de feito semelhante? A História não regista muitas. E cada uma amargou o inferno em vida: pressões, ameaças, chantagem, a ocasional tortura, o eventual degredo. Porém, o sofrimento vale a pena quando, segundo o eng. Sócrates, a homenagem ao eng. Sócrates “honra a cultura da liberdade, porque a liberdade é irmã da tolerância e da compreensão”. No caso, parece que também vem a ser prima da cara de pau e cunhada da pobreza de espírito, isto para não mencionar os restantes familiares da “liberdade respeitosa” tão apreciada pelo eng. Sócrates
    http://www.dn.sapo.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=1348004&seccao=Alberto%20Gon%E7alves&tag=Opini%E3o%20-%20Em%20Foco

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  29. Desconhecida's avatar
    Pifas permalink
    31 Agosto, 2009 13:53

    Ainda não perceberam que o Moita está senil?

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  30. nimo's avatar
    31 Agosto, 2009 13:56

    UM ESTADO SINO-SOVIÉTICO NA WEST COAST

    A administração pública está praticamente paralisada por causa do
    SIADAP, o novo regime sino-soviético de “avaliação” dos funcionários
    públicos. Dirigentes máximos e dirigentes intermédios, passando por
    batalhões de “especialistas” à força, espremem-se para aplicar a
    maravilhosa invenção do governo do admirável líder, o mesmo que ainda
    há dois dias, na televisão e com ar amargurado, se lamentava do torpor
    burocrático do processo de avaliação dos professores. Mais tarde ou
    mais cedo estes regimes de avaliação perecerão às mãos da sua própria
    ineficácia e ineficiência. O texto que se segue foi escrito há mais de
    três anos. Nada mais há a acrescentar.

    «O PS aprovou a proposta de lei do governo que fixa a aplicação do
    Sistema Integrado da Avaliação de Desempenho na Administração Pública
    (SIADAP). Entre outras coisas, e com a desculpa de que não se “mexia”
    nisto há décadas, o governo introduz um regime de quotas onde há lugar
    para os “menos bons” – por exclusão de partes -, para os “muito bons”
    – não podem exceder os 20% – e para os “excelentes”, sempre menos de
    5%. Só a ingenuidade ou o estado de beatitude é que podem levar alguém
    a acreditar nisto e a imaginar que tudo irá ser conduzido dentros dos
    parâmetros da isenção e da boa-fé. Não vai. Em primeiro lugar, este
    “sistema” é posto em prática, não pela sua validade ou bondade
    intrínsecas (que não são nenhumas), mas porque é necessário reduzir a
    despesa em promoções e em progressões “automáticas”. Em segundo lugar,
    o “sistema” não tem nenhum tipo de coerência interna, nem podia ter,
    já que, dentro da chamada “função pública”, coexistem vários registos
    diferenciados que o “sistema” pretende tratar da mesma maneira.
    Depois, o “sistema” destina-se a facilitar o nepotismo hierárquico e o
    caprichismo dos dirigentes que, assim, podem à vontade exprimir os
    seus pequenos ódios e as suas pequenas preferências. Até dispôem de
    “quotas” para o fazer. Finalmente as próprias “quotas” são um perfeito
    disparate e um convite à bufaria, à discricionariedade e ao
    carreirismo mais despudorado. Mesmo que existam mais de cinco por
    cento de “excelentes” ou de vinte por cento de “muito bons”, o
    “sistema” obriga a “comprimir” artificialmente a “dotação” para
    cumprir a regra. Por detrás deste aparente lance de “modernização” e
    de “moralização” dos costumes administrativos, apenas espreitam o
    amiguismo e as práticas de “sovietização” dos serviços públicos. Nada
    mais.»

    http://www.portugaldospequeninos.blogspot.com/2009/06/um-estado-sino-sovietico-na-west-coast.html

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  31. Desconhecida's avatar
    Kolchak permalink
    31 Agosto, 2009 14:49

    «Visão demagógica da política, é a do comentário #25., ao atribuir “camaradas” contrários às suas camaradagens, só porque se pensar diferente. Mas concordo que deve ser difícil, a alguém arregimentado, pensar que haja quem não se arregimente.
    Assim vai o regimento de caca ao voto».

    Sr. Piscoiso:

    Já lhe expliquei, penso que em duas ocasiões, que não estou arregimentado com nada e com ninguêm, a não ser com a minha consciência de homem livre. Tudo o que sou, sou-o, porque assim quis ser. Sou: Português; Monárquico; Católico; Social-Democrata.
    Nunca pensei que ficasse ofendido por tratar o Sr. Sócrates por seu «Camarada»! No meu Partido (PSD), as pessoas já se trataram assim e parece-me ser tratamento bem mais bonito do que o actual «companheiro e amigo».
    A conotação «esquerdista» de «camarada» é coisa recente até. Relembro Francisco Rolão Preto, a defender o «Rei e os Sovites» contra o salazarismo, a tratar assim os seus camaradas de camisa azul e de Cruz de Cristo no braço.

    Peço-lhe desculpa! Esqueci-me que o PS é hoje um Partido «direitista» ao serviço da «Situação!». Já não são «Camaradas!» os do PS…!

    Camarada Kolchak.

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  32. Fado Alexandrino's avatar
    31 Agosto, 2009 14:58

    O senhor Pina veio com a ajuda de um anónimo explicar que há três anos fez uma crítica ao PCP e depois há um ano fez outra.
    Outro anónimo veio criticar eu apontar que ele é do PCP e de raspão eu não criticar MFL.
    Há uma diferença enorme entre mim e o senhor Pina que aliás são duas:

    Eu não sou jornalista e portanto não quero passar por imparcial.

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  33. Piscoiso's avatar
    31 Agosto, 2009 15:08

    #31, A sua preocupação em rotular os comentaristas é assim a modos que burocrática.
    Ponha lá os rótulos na sua árvore genealógica, porque não sou seu súbdito, nem de ninguém.

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  34. MJRB's avatar
    31 Agosto, 2009 15:45

    Pifas, 29

    Acho que está mais situacionista, do que senil. Obviamente, fruto (também) da senilidade.

    Essa, dele e de Sócrates, ao relevarem a “coragem” por medalhar “O Menino de Oiro do PS”…só para apparatchiks, amanuenses e senis.

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  35. MJRB's avatar
    31 Agosto, 2009 15:49

    A ‘coisa’ está a ficar desesperada para os servidores do regime, como se constata também no Blasfémias…
    Estão impacientes, truculentos, insultuosos…

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  36. Desconhecida's avatar
    Pifas permalink
    31 Agosto, 2009 15:59

    Não. Tá senil mesmo. Senil e frouxo. assim acabam todos os mitos.

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  37. MJRB's avatar
    31 Agosto, 2009 16:21

    Pifas, 36

    Com todas as recentes incidências e, incidentes provocados por MF(*), lá vai o PS reconquistar a câmara de Santarém…

    (*) Ao que consta, muitos eleitores do PPD não votarão no ‘desalinhado’…

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  38. Desconhecida's avatar
    Kolchak permalink
    31 Agosto, 2009 16:43

    Sr. Piscoiso:

    Finalmente estou de acordo consigo.
    Eu também não sou «súbdito» de ninguêm.
    Fico feliz por saber que é assim que pensa. Pensa muito bem.Mais uma vez lhe peço desculpa por tratar o Sr. Sócrates por «seu» Camarada. Percebo que «seu» Camarada é que ele não é. Ainda bem para si!

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