Já tinha sido postado por um comentador.
Pina é um ferveroso adepto do PCP, nunca em crónica nenhuma o critica.
Deve ser tomado com todas as precauções que se reservam para remédios perigosos.
Os órgãos políticos do PPD/PSD nada opinam.
Os vices, nada pensam.
Os assessores, nada aconselham.
Os conselheiros, nada dizem.
MFLeite nada decide — JPPereira é que é o ma(o)u da ‘fita’…
Mr. Gabriel Silva, responda, se quiser, a esta pergunta, que garanto-lhe, não é para si:
Há muita animosidade, (inveja, será ?) de algumas pessoas residentes no Porto, para com JPPereira e para com outras figuras públicas oriundas da Invicta, mas que vivem em Lisboa e nesta área metropolitana ?
(“Não há necessidade…”, carago !).
Este Pina é um bocado demagogo ou não percebe nada de nada e portanto devia, apenas, ler jornais e não escrever neles.
Em Abril de 2002, o défice deixado pelos “governos” beiçolentos do guterres (e também do sokas, afinal ele ajudou bastante com a trampa – espanhola e portuguesa – do Euro 2004), MFL não tinha grandes instrumentos para calar a UE, com o défice excessivo, que levava ao corte dos financiamentos dos fundos estruturais. Por isso, teve que fazer o que fez (IVA, pagamento por conta). E o défice calculado era o de 2001, não era uma fantasia como o vitinho dos anzóis fez em 2005.
Agora, o défice é problema para resolver a médio prazo. Na UE não há procedimento por défice excessivo. Não é daí que há corte de fundos.
Um bom gestor (público ou privado), em momentos diferentes faz e desfaz soluções. Ora esta é uma das razões que meleva a confiar na Manuela.
Não interessa o seu Partido para o caso. Interessa é o que escreve. Corrosivo.
Reli-me e por acaso tem toda a razão.
Por exemplo a história do futebol nacional também podia ser escrita pelo senhor Carlos Abreu Amorim.
Também é muito corrosivo e tão isento neste assunto como o outro o é em política.
Já agora leu a crónica do senhor Pina sobre os muçulmanos e o tirar da camisola em jogos de futebol?
Nessa crónica até mostraram o lindo par que podiam fazer os dois nomes aqui nomeados.
Não deixa de ser curiosa a abordagem do tema por esse tal Pina. Em vez de comparar — a democracia é a escolha de várias alternativas, critica apenas uma.
A conclusão a tirar é que Pina ou é intelectualmente desonesto ou então não percebe o que é a democracia. Sendo alguém aparentemente ligado ao PCP não é de espantar…
Pois, a malta primeiro olha para cor e depois para o conteudo. Se a cor não é bonita que se lixe o conteúdo.É assim com quase toda a gente da política, do CDS ao BE.
#5 o que escreve é mentira. Um bom gestor olha mais para a frente. Não faz nem defaz ao sabor da conjuntura. Isso é conducta de políticos e quejandos.
É um dos sérios problemas do nosso país, é precisamente não existirem planos, nem a médio nem longo prazo.
A gestão em cima do joelho ou ao sabor do vento, tem sido tristemente a sina de sucessivos governos. Esta gestão tem como principal justificação, a corrupção entre políticos e empresários e a satisfação das muitas centenas de “clientes partidários”.
Portanto Sr. Ed, não me venha com tretas. Quem estiver disponível para enfiar esse barrete que o enfie.
O Pina. é das mentes mais lúcidas e um dos que melhor sabe escrever no JN.
Seja qual for a sua religião, o seu partido, o seu clube, ou o nome do gato.
O Pina. é das mentes mais lúcidas e um dos que melhor sabe escrever no JN.
Seja qual for a sua religião, o seu partido, o seu clube, ou o nome do gato.
(São João 11,25)
Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que esteja morto, viverá.
O artigo do Pina, que aprecio como poeta e cronista, é pobrezinho. Explicando por partes:
1) Os estudantes que mostraram o traseiro ao governo protestavam contra os exames nacionais que Manuela Ferreira Leite instituiu. Hoje os exames nacionais existem e ninguém os questiona, pelo contrário, defendendo a maioria das pessoas que deviam existir mais exames do género.
Este ponto é particularmente relevante: gente como o Pina e o CAA têm dito que Ferreira Leite foi uma má ministra da educação. Argumentos, não têm. Lembram-se da contestação, pelo que recordam-nos a todos dos traseiros dos estudantes como se isso fosse simbólico de alguma coisa que não da imbecilidade daquela juventude.
2)Congelamento dos salários dos funcionários públicos – uma medida elementar em cenário de crise orçamental e de ameaça da expulsão da zona Euro que qualquer liberal aplaudiria.
Estou certo também que o Gabriel Silva terá concordado com a mesma, tendo em conta que o aumento de 2,9% deste ano, num cenário igualmente preocupante em termos orçamentais, foi amplamente criticado neste blogue.
No entanto, o Gabriel Silva cita o texto do Pina para criticar Ferreira Leite? Confusos? Pois, eu também.
3) A consolidação das contas públicas – o anti-comuna já provou – e ninguém o contrariou – que MFL baixou a despesa corrente de forma muito significativa nos 24 meses enquanto ministra das finanças. Pelo que o Pina ou não sabe ou não quer saber ou as duas coisas juntas (o mais provável). Quanto às receitas extraordinárias, os liberais defendem-nas, porque emagrecem o Estado. A crítica só pode vir do Pina, que é de esquerda. Mais uma vez, parece contraditório, mas não sei.
4) Quanto à frase de Rangel, autonomia não significa oposição ou indiferença. Como um bom poeta, o Pina, deverá saber.
Esse Pina mostrou total ignorância e sectarismo ressabiado.
típico da esquerda, aliás….
O guterres/Sókas etc. deixaram “este país” num pântano orçamental.
défice de 4,4% apenas encontrado em Agosto.
processo instaurado pela UE por défice excessivo.
Barroso/MFL tomaram conta deste pântano a meio do ano e tinham que baixar o défice para 3% até 31 de DEzembro.
Aquelas medidas foram mais do que urgências…para evitar multas pesadas e perda de fundos comunitários.
isto é..aquilo que devia ser louvado como acto patriótico é motivo de crítica pelos parasitas das economias desenvolvidas.
típico da esquerda.
essa cambada que critica a MFL como ministra devia ser obrigada a pagar os custos do défice excessivo dos seus bolsos…a começar pelo guerres e seus ministros.
talvez assim percebessem a realidade e calassem a maledicência ressabiada.
No JN de 14/05/08: Por outras palavras,de Manuel António Pina:
“Um partido com duas caras
Termina hoje a visita de uma delegação do PCP, chefiada por Albano Nunes, membro da Comissão Política, à China. E são chocantes os elogios dos comunistas portugueses aos “êxitos chineses na construção socialista”, obtidos, como o PCP não ignora, à custa do mais selvagem capitalismo ultraliberal e, levados a níveis extremos, de todos os pecados que o PCP aponta em Portugal às políticas económicas do Governo fome, desemprego, precariedade, salários (de miséria) em atraso, segurança social inexistente, fosso abissal entre ricos e pobres, gritantes e escandalosas injustiças sociais. E que dizer do apoio do PCP à repressão no Tibete e às políticas chinesas de direitos humanos, apoio que o secretário do Comité Central do PC Chinês, Liu Yunshan, já enalteceu e agradeceu? Arauto das “amplas liberdades” e denunciante de qualquer pontual deriva autoritária em Portugal, o PCP aceita com normalidade as prisões arbitrárias, a tortura, a ausência de liberdade de expressão ou de liberdade de associação política na China (como as aceitara antes na URSS). Talvez, depois de apresentar uma moção de censura ao Governo a pretexto do novo Código do Trabalho, o PCP queira explicar aos portugueses os direitos de que gozam os trabalhadores no paraíso socialista chinês.”
No JN de 14/05/08: Por outras palavras, de M.A. Pina:
“Terrorismo bom e terrorismo mau
A presença das FARC na Festa do “Avante!”, justificada pelo PC com o facto de o convite ter sido feito ao órgão oficial do grupo terrorista e não ao grupo (algo assim como convidar o “Avante!” sem convidar o PC…), deu origem a declarações que, num país de cidadania mais exigentemente crítica, seriam motivo de escândalo, a menor das quais não é decerto a de o PC classificar as FARC de “organização progressista” e as suas actividades de extorsão, roubo, sequestro e tráfico de droga de “luta pela real democracia na Colômbia” (assusta pensar no que entenderá o PC por “real democracia”). Para o PC, condenar os métodos das FARC significa apoiar os métodos, também eles terroristas, do governo de Uribe e das suas milícias. É uma lógica idêntica à de Uribe: condenar os seus crimes é pôr-se ao lado das FARC. A “questão central”, como diz Jerónimo de Sousa, é que o PC tem, como Uribe, “uma concepção diferente de terrorismo”: há o terrorismo bom e o terrorismo mau… Continua-se entretanto à espera (pelo sim pelo não, é melhor esperar sentado) que os nossos “Verdes”, à semelhança dos partidos “Verdes” de todo o Mundo, condenem o sequestro pelas FARC (que dura há quatro anos) da candidata “verde” colombiana à Presidência, Ingrid Betancourt.”
O BE propõe a redução do apoio do Estado aos partidos políticos.
Com esta medida ficam resolvidos todos os problemas do défice das contas do Estado e as obras, como o TGV e o aeroporto, já podem avançar sem problemas.
Como é que ninguém se tinha lembrado disto, hein?
É Espantoso como uma certa «Esquerda» infantil, continua a acreditar nos eternos «Amanhãs que Cantam» que nunca chegaram ou alguma vez chegarão. Ontem na Roménia ou na RDA, hoje na Venezuela ou em Cuba, o resultado é sempre o mesmo: Fim das Liberdades; Miséria do Povo e Colapso do Sistema Económico Comunista.
Manuel António Pina é um óptimo jornalista. Já tinha obrigação de se não surpreender com o mais que previsivel resultado da «Revolução Bolivariana».
Depois há aqueles que continuam insistindo na fotografia a preto e branco, mesmo que as máquinas digitais só fotografem a cores.
“Esquerda e direita”, é uma visão cinzenta e ultrapassada da política.
Visão ultrapassada da política é a do seu «camarada» Sócrates.
Prometer «mundos e fundos» a todos e, com a mesma cara, voltar atrás nas promessas, substituídas por uma tremenda dose propagandística esgotada desde há muito tempo: um Circo…!
Visão demagógica da política, é a do comentário #25., ao atribuir “camaradas” contrários às suas camaradagens, só porque se pensar diferente. Mas concordo que deve ser difícil, a alguém arregimentado, pensar que haja quem não se arregimente.
Assim vai o regimento de caca ao voto.
Os parentes da liberdade
Moita Flores, o vulto que há quatro anos ganhou a autarquia de Santarém pelo PSD, que este ano volta a concorrer à autarquia de Santarém pelo PSD e que afirma não votar no PSD (nas legislativas, que o homem não é maluco), decidiu entregar ao eng. Sócrates a medalha de ouro da cidade, a única que um português conquistou nestes dias fraquinhos para o atletismo. O eng. Sócrates, que correu mais do que Naide Gomes a aceitar o prémio, aproveitou para criticar a “cultura da maledicência”. Na insuspeita opinião do primeiro-ministro, a atribuição da medalha à sua pessoa “é um acto de coragem e até de nobreza”. Moita Flores, outro insuspeito, acha igualmente que é preciso coragem “para agradecer quando a mediocridade adora que se diga mal”. É um facto: o País está repleto de maledicentes. E medíocres. E biltres. E ressabiados, canalhas, patifes, fuinhas e sifilíticos. São, em suma, todos os que não presenteiam o eng. Sócrates com pechisbeques dourados. Felizmente, no meio do lodaçal há ilhas paradisíacas de grandeza. Moita Flores é uma ilha assim. Até porque o próprio já a referiu, é escusado insistir na coragem que a oferta da medalha implica, e “coragem” é logo a primeira palavra que ocorre para classificar um herói que ousa adular o chefe do Governo. Mas importa alertar para as perseguições a que, de agora em diante, o herói está sujeito. Quantas figuras foram capazes de feito semelhante? A História não regista muitas. E cada uma amargou o inferno em vida: pressões, ameaças, chantagem, a ocasional tortura, o eventual degredo. Porém, o sofrimento vale a pena quando, segundo o eng. Sócrates, a homenagem ao eng. Sócrates “honra a cultura da liberdade, porque a liberdade é irmã da tolerância e da compreensão”. No caso, parece que também vem a ser prima da cara de pau e cunhada da pobreza de espírito, isto para não mencionar os restantes familiares da “liberdade respeitosa” tão apreciada pelo eng. Sócrates http://www.dn.sapo.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=1348004&seccao=Alberto%20Gon%E7alves&tag=Opini%E3o%20-%20Em%20Foco
A administração pública está praticamente paralisada por causa do
SIADAP, o novo regime sino-soviético de “avaliação” dos funcionários
públicos. Dirigentes máximos e dirigentes intermédios, passando por
batalhões de “especialistas” à força, espremem-se para aplicar a
maravilhosa invenção do governo do admirável líder, o mesmo que ainda
há dois dias, na televisão e com ar amargurado, se lamentava do torpor
burocrático do processo de avaliação dos professores. Mais tarde ou
mais cedo estes regimes de avaliação perecerão às mãos da sua própria
ineficácia e ineficiência. O texto que se segue foi escrito há mais de
três anos. Nada mais há a acrescentar.
«O PS aprovou a proposta de lei do governo que fixa a aplicação do
Sistema Integrado da Avaliação de Desempenho na Administração Pública
(SIADAP). Entre outras coisas, e com a desculpa de que não se “mexia”
nisto há décadas, o governo introduz um regime de quotas onde há lugar
para os “menos bons” – por exclusão de partes -, para os “muito bons”
– não podem exceder os 20% – e para os “excelentes”, sempre menos de
5%. Só a ingenuidade ou o estado de beatitude é que podem levar alguém
a acreditar nisto e a imaginar que tudo irá ser conduzido dentros dos
parâmetros da isenção e da boa-fé. Não vai. Em primeiro lugar, este
“sistema” é posto em prática, não pela sua validade ou bondade
intrínsecas (que não são nenhumas), mas porque é necessário reduzir a
despesa em promoções e em progressões “automáticas”. Em segundo lugar,
o “sistema” não tem nenhum tipo de coerência interna, nem podia ter,
já que, dentro da chamada “função pública”, coexistem vários registos
diferenciados que o “sistema” pretende tratar da mesma maneira.
Depois, o “sistema” destina-se a facilitar o nepotismo hierárquico e o
caprichismo dos dirigentes que, assim, podem à vontade exprimir os
seus pequenos ódios e as suas pequenas preferências. Até dispôem de
“quotas” para o fazer. Finalmente as próprias “quotas” são um perfeito
disparate e um convite à bufaria, à discricionariedade e ao
carreirismo mais despudorado. Mesmo que existam mais de cinco por
cento de “excelentes” ou de vinte por cento de “muito bons”, o
“sistema” obriga a “comprimir” artificialmente a “dotação” para
cumprir a regra. Por detrás deste aparente lance de “modernização” e
de “moralização” dos costumes administrativos, apenas espreitam o
amiguismo e as práticas de “sovietização” dos serviços públicos. Nada
mais.»
«Visão demagógica da política, é a do comentário #25., ao atribuir “camaradas” contrários às suas camaradagens, só porque se pensar diferente. Mas concordo que deve ser difícil, a alguém arregimentado, pensar que haja quem não se arregimente.
Assim vai o regimento de caca ao voto».
Sr. Piscoiso:
Já lhe expliquei, penso que em duas ocasiões, que não estou arregimentado com nada e com ninguêm, a não ser com a minha consciência de homem livre. Tudo o que sou, sou-o, porque assim quis ser. Sou: Português; Monárquico; Católico; Social-Democrata.
Nunca pensei que ficasse ofendido por tratar o Sr. Sócrates por seu «Camarada»! No meu Partido (PSD), as pessoas já se trataram assim e parece-me ser tratamento bem mais bonito do que o actual «companheiro e amigo».
A conotação «esquerdista» de «camarada» é coisa recente até. Relembro Francisco Rolão Preto, a defender o «Rei e os Sovites» contra o salazarismo, a tratar assim os seus camaradas de camisa azul e de Cruz de Cristo no braço.
Peço-lhe desculpa! Esqueci-me que o PS é hoje um Partido «direitista» ao serviço da «Situação!». Já não são «Camaradas!» os do PS…!
O senhor Pina veio com a ajuda de um anónimo explicar que há três anos fez uma crítica ao PCP e depois há um ano fez outra.
Outro anónimo veio criticar eu apontar que ele é do PCP e de raspão eu não criticar MFL.
Há uma diferença enorme entre mim e o senhor Pina que aliás são duas:
Eu não sou jornalista e portanto não quero passar por imparcial.
#31, A sua preocupação em rotular os comentaristas é assim a modos que burocrática.
Ponha lá os rótulos na sua árvore genealógica, porque não sou seu súbdito, nem de ninguém.
Finalmente estou de acordo consigo.
Eu também não sou «súbdito» de ninguêm.
Fico feliz por saber que é assim que pensa. Pensa muito bem.Mais uma vez lhe peço desculpa por tratar o Sr. Sócrates por «seu» Camarada. Percebo que «seu» Camarada é que ele não é. Ainda bem para si!
Já tinha sido postado por um comentador.
Pina é um ferveroso adepto do PCP, nunca em crónica nenhuma o critica.
Deve ser tomado com todas as precauções que se reservam para remédios perigosos.
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isso são trocados. o problema é caracter, dela e do chefe.
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Não interessa o seu Partido para o caso. Interessa é o que escreve. Corrosivo.
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Os órgãos políticos do PPD/PSD nada opinam.
Os vices, nada pensam.
Os assessores, nada aconselham.
Os conselheiros, nada dizem.
MFLeite nada decide — JPPereira é que é o ma(o)u da ‘fita’…
Mr. Gabriel Silva, responda, se quiser, a esta pergunta, que garanto-lhe, não é para si:
Há muita animosidade, (inveja, será ?) de algumas pessoas residentes no Porto, para com JPPereira e para com outras figuras públicas oriundas da Invicta, mas que vivem em Lisboa e nesta área metropolitana ?
(“Não há necessidade…”, carago !).
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Este Pina é um bocado demagogo ou não percebe nada de nada e portanto devia, apenas, ler jornais e não escrever neles.
Em Abril de 2002, o défice deixado pelos “governos” beiçolentos do guterres (e também do sokas, afinal ele ajudou bastante com a trampa – espanhola e portuguesa – do Euro 2004), MFL não tinha grandes instrumentos para calar a UE, com o défice excessivo, que levava ao corte dos financiamentos dos fundos estruturais. Por isso, teve que fazer o que fez (IVA, pagamento por conta). E o défice calculado era o de 2001, não era uma fantasia como o vitinho dos anzóis fez em 2005.
Agora, o défice é problema para resolver a médio prazo. Na UE não há procedimento por défice excessivo. Não é daí que há corte de fundos.
Um bom gestor (público ou privado), em momentos diferentes faz e desfaz soluções. Ora esta é uma das razões que meleva a confiar na Manuela.
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o sr. gabriel está a candidatar-se ao prémio amorim.
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Não interessa o seu Partido para o caso. Interessa é o que escreve. Corrosivo.
Reli-me e por acaso tem toda a razão.
Por exemplo a história do futebol nacional também podia ser escrita pelo senhor Carlos Abreu Amorim.
Também é muito corrosivo e tão isento neste assunto como o outro o é em política.
Já agora leu a crónica do senhor Pina sobre os muçulmanos e o tirar da camisola em jogos de futebol?
Nessa crónica até mostraram o lindo par que podiam fazer os dois nomes aqui nomeados.
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Caro Gabriel Silva,
Não deixa de ser curiosa a abordagem do tema por esse tal Pina. Em vez de comparar — a democracia é a escolha de várias alternativas, critica apenas uma.
A conclusão a tirar é que Pina ou é intelectualmente desonesto ou então não percebe o que é a democracia. Sendo alguém aparentemente ligado ao PCP não é de espantar…
Cumprimentos,
Paulo
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Pois, a malta primeiro olha para cor e depois para o conteudo. Se a cor não é bonita que se lixe o conteúdo.É assim com quase toda a gente da política, do CDS ao BE.
#5 o que escreve é mentira. Um bom gestor olha mais para a frente. Não faz nem defaz ao sabor da conjuntura. Isso é conducta de políticos e quejandos.
É um dos sérios problemas do nosso país, é precisamente não existirem planos, nem a médio nem longo prazo.
A gestão em cima do joelho ou ao sabor do vento, tem sido tristemente a sina de sucessivos governos. Esta gestão tem como principal justificação, a corrupção entre políticos e empresários e a satisfação das muitas centenas de “clientes partidários”.
Portanto Sr. Ed, não me venha com tretas. Quem estiver disponível para enfiar esse barrete que o enfie.
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Quem criou o PEC não foi Ferreira Leite mas sim Sousa Franco no governo Guterres. Ferreira Leite limitou-se a aplicar a medida com fervor.
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O Pina. é das mentes mais lúcidas e um dos que melhor sabe escrever no JN.
Seja qual for a sua religião, o seu partido, o seu clube, ou o nome do gato.
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#9 Leitão
De tretas de desenvolvimento, arrojo e determinação estou eu (e não só) farto!
V. deve ser “de letras”… Um gestor é aquilo que eu disse. É disso que precisamos agora, principalmente.
V. quer um estratega. Também era bom que aparecesse, mas a sério (com conhecimento das coisas) e sério (honesto).
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O Pina. é das mentes mais lúcidas e um dos que melhor sabe escrever no JN.
Seja qual for a sua religião, o seu partido, o seu clube, ou o nome do gato.
(São João 11,25)
Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que esteja morto, viverá.
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O artigo do Pina, que aprecio como poeta e cronista, é pobrezinho. Explicando por partes:
1) Os estudantes que mostraram o traseiro ao governo protestavam contra os exames nacionais que Manuela Ferreira Leite instituiu. Hoje os exames nacionais existem e ninguém os questiona, pelo contrário, defendendo a maioria das pessoas que deviam existir mais exames do género.
Este ponto é particularmente relevante: gente como o Pina e o CAA têm dito que Ferreira Leite foi uma má ministra da educação. Argumentos, não têm. Lembram-se da contestação, pelo que recordam-nos a todos dos traseiros dos estudantes como se isso fosse simbólico de alguma coisa que não da imbecilidade daquela juventude.
2)Congelamento dos salários dos funcionários públicos – uma medida elementar em cenário de crise orçamental e de ameaça da expulsão da zona Euro que qualquer liberal aplaudiria.
Estou certo também que o Gabriel Silva terá concordado com a mesma, tendo em conta que o aumento de 2,9% deste ano, num cenário igualmente preocupante em termos orçamentais, foi amplamente criticado neste blogue.
No entanto, o Gabriel Silva cita o texto do Pina para criticar Ferreira Leite? Confusos? Pois, eu também.
3) A consolidação das contas públicas – o anti-comuna já provou – e ninguém o contrariou – que MFL baixou a despesa corrente de forma muito significativa nos 24 meses enquanto ministra das finanças. Pelo que o Pina ou não sabe ou não quer saber ou as duas coisas juntas (o mais provável). Quanto às receitas extraordinárias, os liberais defendem-nas, porque emagrecem o Estado. A crítica só pode vir do Pina, que é de esquerda. Mais uma vez, parece contraditório, mas não sei.
4) Quanto à frase de Rangel, autonomia não significa oposição ou indiferença. Como um bom poeta, o Pina, deverá saber.
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Esse Pina mostrou total ignorância e sectarismo ressabiado.
típico da esquerda, aliás….
O guterres/Sókas etc. deixaram “este país” num pântano orçamental.
défice de 4,4% apenas encontrado em Agosto.
processo instaurado pela UE por défice excessivo.
Barroso/MFL tomaram conta deste pântano a meio do ano e tinham que baixar o défice para 3% até 31 de DEzembro.
Aquelas medidas foram mais do que urgências…para evitar multas pesadas e perda de fundos comunitários.
isto é..aquilo que devia ser louvado como acto patriótico é motivo de crítica pelos parasitas das economias desenvolvidas.
típico da esquerda.
essa cambada que critica a MFL como ministra devia ser obrigada a pagar os custos do défice excessivo dos seus bolsos…a começar pelo guerres e seus ministros.
talvez assim percebessem a realidade e calassem a maledicência ressabiada.
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Oops errata
“começar pelo Guterres e seus ministros”
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#14
MFL só congelou os salários dos funcionários públicos acima de MIL €€!!!
TEVE CONSCIÊNCIA SOCIAL.
…
Muito pior fez o Sókas que congelou os escalões e impôs o SIADAP….
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No JN de 14/05/08: Por outras palavras,de Manuel António Pina:
“Um partido com duas caras
Termina hoje a visita de uma delegação do PCP, chefiada por Albano Nunes, membro da Comissão Política, à China. E são chocantes os elogios dos comunistas portugueses aos “êxitos chineses na construção socialista”, obtidos, como o PCP não ignora, à custa do mais selvagem capitalismo ultraliberal e, levados a níveis extremos, de todos os pecados que o PCP aponta em Portugal às políticas económicas do Governo fome, desemprego, precariedade, salários (de miséria) em atraso, segurança social inexistente, fosso abissal entre ricos e pobres, gritantes e escandalosas injustiças sociais. E que dizer do apoio do PCP à repressão no Tibete e às políticas chinesas de direitos humanos, apoio que o secretário do Comité Central do PC Chinês, Liu Yunshan, já enalteceu e agradeceu? Arauto das “amplas liberdades” e denunciante de qualquer pontual deriva autoritária em Portugal, o PCP aceita com normalidade as prisões arbitrárias, a tortura, a ausência de liberdade de expressão ou de liberdade de associação política na China (como as aceitara antes na URSS). Talvez, depois de apresentar uma moção de censura ao Governo a pretexto do novo Código do Trabalho, o PCP queira explicar aos portugueses os direitos de que gozam os trabalhadores no paraíso socialista chinês.”
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No JN de 14/05/08: Por outras palavras, de M.A. Pina:
“Terrorismo bom e terrorismo mau
A presença das FARC na Festa do “Avante!”, justificada pelo PC com o facto de o convite ter sido feito ao órgão oficial do grupo terrorista e não ao grupo (algo assim como convidar o “Avante!” sem convidar o PC…), deu origem a declarações que, num país de cidadania mais exigentemente crítica, seriam motivo de escândalo, a menor das quais não é decerto a de o PC classificar as FARC de “organização progressista” e as suas actividades de extorsão, roubo, sequestro e tráfico de droga de “luta pela real democracia na Colômbia” (assusta pensar no que entenderá o PC por “real democracia”). Para o PC, condenar os métodos das FARC significa apoiar os métodos, também eles terroristas, do governo de Uribe e das suas milícias. É uma lógica idêntica à de Uribe: condenar os seus crimes é pôr-se ao lado das FARC. A “questão central”, como diz Jerónimo de Sousa, é que o PC tem, como Uribe, “uma concepção diferente de terrorismo”: há o terrorismo bom e o terrorismo mau… Continua-se entretanto à espera (pelo sim pelo não, é melhor esperar sentado) que os nossos “Verdes”, à semelhança dos partidos “Verdes” de todo o Mundo, condenem o sequestro pelas FARC (que dura há quatro anos) da candidata “verde” colombiana à Presidência, Ingrid Betancourt.”
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Corrijo: No JN de 12/0906″
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O BE propõe a redução do apoio do Estado aos partidos políticos.
Com esta medida ficam resolvidos todos os problemas do défice das contas do Estado e as obras, como o TGV e o aeroporto, já podem avançar sem problemas.
Como é que ninguém se tinha lembrado disto, hein?
Assim se vê a inteligência do BE…
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Leio no telemóvel:
“Sobre o programa social-democrata, MFL explicou que o principal objectivo será reduzir o peso do Estado”.
Sobre a dieta a seguir, nada disse. Mas deve ser o costume.
Às escondidas comem-se umas goluseimas cremosas.
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É Espantoso como uma certa «Esquerda» infantil, continua a acreditar nos eternos «Amanhãs que Cantam» que nunca chegaram ou alguma vez chegarão. Ontem na Roménia ou na RDA, hoje na Venezuela ou em Cuba, o resultado é sempre o mesmo: Fim das Liberdades; Miséria do Povo e Colapso do Sistema Económico Comunista.
Manuel António Pina é um óptimo jornalista. Já tinha obrigação de se não surpreender com o mais que previsivel resultado da «Revolução Bolivariana».
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Depois há aqueles que continuam insistindo na fotografia a preto e branco, mesmo que as máquinas digitais só fotografem a cores.
“Esquerda e direita”, é uma visão cinzenta e ultrapassada da política.
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Visão ultrapassada da política é a do seu «camarada» Sócrates.
Prometer «mundos e fundos» a todos e, com a mesma cara, voltar atrás nas promessas, substituídas por uma tremenda dose propagandística esgotada desde há muito tempo: um Circo…!
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#1 – “Pina é um ferveroso adepto do PCP, nunca em crónica nenhuma o critica.”
e tu da velha, estão bem um para o outro. so what?
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Visão demagógica da política, é a do comentário #25., ao atribuir “camaradas” contrários às suas camaradagens, só porque se pensar diferente. Mas concordo que deve ser difícil, a alguém arregimentado, pensar que haja quem não se arregimente.
Assim vai o regimento de caca ao voto.
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Terça-feira, 25 de Agosto
Os parentes da liberdade
Moita Flores, o vulto que há quatro anos ganhou a autarquia de Santarém pelo PSD, que este ano volta a concorrer à autarquia de Santarém pelo PSD e que afirma não votar no PSD (nas legislativas, que o homem não é maluco), decidiu entregar ao eng. Sócrates a medalha de ouro da cidade, a única que um português conquistou nestes dias fraquinhos para o atletismo. O eng. Sócrates, que correu mais do que Naide Gomes a aceitar o prémio, aproveitou para criticar a “cultura da maledicência”. Na insuspeita opinião do primeiro-ministro, a atribuição da medalha à sua pessoa “é um acto de coragem e até de nobreza”. Moita Flores, outro insuspeito, acha igualmente que é preciso coragem “para agradecer quando a mediocridade adora que se diga mal”. É um facto: o País está repleto de maledicentes. E medíocres. E biltres. E ressabiados, canalhas, patifes, fuinhas e sifilíticos. São, em suma, todos os que não presenteiam o eng. Sócrates com pechisbeques dourados. Felizmente, no meio do lodaçal há ilhas paradisíacas de grandeza. Moita Flores é uma ilha assim. Até porque o próprio já a referiu, é escusado insistir na coragem que a oferta da medalha implica, e “coragem” é logo a primeira palavra que ocorre para classificar um herói que ousa adular o chefe do Governo. Mas importa alertar para as perseguições a que, de agora em diante, o herói está sujeito. Quantas figuras foram capazes de feito semelhante? A História não regista muitas. E cada uma amargou o inferno em vida: pressões, ameaças, chantagem, a ocasional tortura, o eventual degredo. Porém, o sofrimento vale a pena quando, segundo o eng. Sócrates, a homenagem ao eng. Sócrates “honra a cultura da liberdade, porque a liberdade é irmã da tolerância e da compreensão”. No caso, parece que também vem a ser prima da cara de pau e cunhada da pobreza de espírito, isto para não mencionar os restantes familiares da “liberdade respeitosa” tão apreciada pelo eng. Sócrates
http://www.dn.sapo.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=1348004&seccao=Alberto%20Gon%E7alves&tag=Opini%E3o%20-%20Em%20Foco
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Ainda não perceberam que o Moita está senil?
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UM ESTADO SINO-SOVIÉTICO NA WEST COAST
A administração pública está praticamente paralisada por causa do
SIADAP, o novo regime sino-soviético de “avaliação” dos funcionários
públicos. Dirigentes máximos e dirigentes intermédios, passando por
batalhões de “especialistas” à força, espremem-se para aplicar a
maravilhosa invenção do governo do admirável líder, o mesmo que ainda
há dois dias, na televisão e com ar amargurado, se lamentava do torpor
burocrático do processo de avaliação dos professores. Mais tarde ou
mais cedo estes regimes de avaliação perecerão às mãos da sua própria
ineficácia e ineficiência. O texto que se segue foi escrito há mais de
três anos. Nada mais há a acrescentar.
«O PS aprovou a proposta de lei do governo que fixa a aplicação do
Sistema Integrado da Avaliação de Desempenho na Administração Pública
(SIADAP). Entre outras coisas, e com a desculpa de que não se “mexia”
nisto há décadas, o governo introduz um regime de quotas onde há lugar
para os “menos bons” – por exclusão de partes -, para os “muito bons”
– não podem exceder os 20% – e para os “excelentes”, sempre menos de
5%. Só a ingenuidade ou o estado de beatitude é que podem levar alguém
a acreditar nisto e a imaginar que tudo irá ser conduzido dentros dos
parâmetros da isenção e da boa-fé. Não vai. Em primeiro lugar, este
“sistema” é posto em prática, não pela sua validade ou bondade
intrínsecas (que não são nenhumas), mas porque é necessário reduzir a
despesa em promoções e em progressões “automáticas”. Em segundo lugar,
o “sistema” não tem nenhum tipo de coerência interna, nem podia ter,
já que, dentro da chamada “função pública”, coexistem vários registos
diferenciados que o “sistema” pretende tratar da mesma maneira.
Depois, o “sistema” destina-se a facilitar o nepotismo hierárquico e o
caprichismo dos dirigentes que, assim, podem à vontade exprimir os
seus pequenos ódios e as suas pequenas preferências. Até dispôem de
“quotas” para o fazer. Finalmente as próprias “quotas” são um perfeito
disparate e um convite à bufaria, à discricionariedade e ao
carreirismo mais despudorado. Mesmo que existam mais de cinco por
cento de “excelentes” ou de vinte por cento de “muito bons”, o
“sistema” obriga a “comprimir” artificialmente a “dotação” para
cumprir a regra. Por detrás deste aparente lance de “modernização” e
de “moralização” dos costumes administrativos, apenas espreitam o
amiguismo e as práticas de “sovietização” dos serviços públicos. Nada
mais.»
http://www.portugaldospequeninos.blogspot.com/2009/06/um-estado-sino-sovietico-na-west-coast.html
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«Visão demagógica da política, é a do comentário #25., ao atribuir “camaradas” contrários às suas camaradagens, só porque se pensar diferente. Mas concordo que deve ser difícil, a alguém arregimentado, pensar que haja quem não se arregimente.
Assim vai o regimento de caca ao voto».
Sr. Piscoiso:
Já lhe expliquei, penso que em duas ocasiões, que não estou arregimentado com nada e com ninguêm, a não ser com a minha consciência de homem livre. Tudo o que sou, sou-o, porque assim quis ser. Sou: Português; Monárquico; Católico; Social-Democrata.
Nunca pensei que ficasse ofendido por tratar o Sr. Sócrates por seu «Camarada»! No meu Partido (PSD), as pessoas já se trataram assim e parece-me ser tratamento bem mais bonito do que o actual «companheiro e amigo».
A conotação «esquerdista» de «camarada» é coisa recente até. Relembro Francisco Rolão Preto, a defender o «Rei e os Sovites» contra o salazarismo, a tratar assim os seus camaradas de camisa azul e de Cruz de Cristo no braço.
Peço-lhe desculpa! Esqueci-me que o PS é hoje um Partido «direitista» ao serviço da «Situação!». Já não são «Camaradas!» os do PS…!
Camarada Kolchak.
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O senhor Pina veio com a ajuda de um anónimo explicar que há três anos fez uma crítica ao PCP e depois há um ano fez outra.
Outro anónimo veio criticar eu apontar que ele é do PCP e de raspão eu não criticar MFL.
Há uma diferença enorme entre mim e o senhor Pina que aliás são duas:
Eu não sou jornalista e portanto não quero passar por imparcial.
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#31, A sua preocupação em rotular os comentaristas é assim a modos que burocrática.
Ponha lá os rótulos na sua árvore genealógica, porque não sou seu súbdito, nem de ninguém.
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Pifas, 29
Acho que está mais situacionista, do que senil. Obviamente, fruto (também) da senilidade.
Essa, dele e de Sócrates, ao relevarem a “coragem” por medalhar “O Menino de Oiro do PS”…só para apparatchiks, amanuenses e senis.
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A ‘coisa’ está a ficar desesperada para os servidores do regime, como se constata também no Blasfémias…
Estão impacientes, truculentos, insultuosos…
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Não. Tá senil mesmo. Senil e frouxo. assim acabam todos os mitos.
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Pifas, 36
Com todas as recentes incidências e, incidentes provocados por MF(*), lá vai o PS reconquistar a câmara de Santarém…
(*) Ao que consta, muitos eleitores do PPD não votarão no ‘desalinhado’…
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Sr. Piscoiso:
Finalmente estou de acordo consigo.
Eu também não sou «súbdito» de ninguêm.
Fico feliz por saber que é assim que pensa. Pensa muito bem.Mais uma vez lhe peço desculpa por tratar o Sr. Sócrates por «seu» Camarada. Percebo que «seu» Camarada é que ele não é. Ainda bem para si!
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