Para memória futura
«Por ser importante, revelo abaixo a saga da publicação de mais um livro proibido e a necessidade de recurso à publicação nos EUA (na Lulu.com) para vencer os bloqueios da publicação em Portugal. Comunicado ao o grupo editorial Leya o meu propósito de edição do livro, recebi no próprio dia a manifestação do interesse na publicação. Apresentei o conjunto de posts que compôem a II Parte do livro e o interesse da editora manteve-se – e cresceu quando depois entreguei a I Parte (a Introdução) na qual contava o contexto da pesquisa e as vicissitudes do afrontamento do poder quase-ditatorial do Governo. Paralelamente, trabalhei ao longo de meses no desenvolvimento do livro, e investigando os novos factos. Até que, em 27 de Fevereiro de 2009, entreguei à Leya uma versão preliminar da III Parte (a Conclusão) do livro, com a descrição de alguns factos novos e a interpretação de documentos inéditos. A insistência constante da editora para que eu terminasse o livro foi substituída por um silêncio absoluto: nem mais um pio. Nunca mais se atendeu o telefone, nem se respondeu aos mails, nem às mensagens. Nem, estranhamente, sequer se correspondeu ao pedido legítimo e formal de devolução do material entregue. Nada. Contactei outras editoras, mas também não tive êxito na edição do livro. Uma delas – aparentemente insuspeita… – nem sequer respondeu ao mail que lhe enviei. E outra também recusou. Finalmente, já no final de Julho de 2009, uma editora mostrou-se interessada, oferecendo-me a possibilidade de colocar o livro para download pago e eu fazer o co-financiamento da edição impressa (co-financiamento que se destinava a prevenir o risco do bloqueio da distribuição e venda em prazo útil). Alguém, do meio, explicou-me depois a dificuldade e receio de, no Portugal socratino, uma distribuidora fornecer, e as cadeias de livrarias e superfícies comerciais exporem e porem à venda, um livro intitulado… “O Dossiê Sócrates”… Frustrada a tentativa de edição tradicional em tempo útil, sem meios para o co-financiamento da edição impressa, sem interesse numa versão digital paga, e sem a difusão natural e distribuição corrente nos pontos de venda, decidi contornar o obstáculo da edição, distribuição, exposição e venda, com a publicação integral gratuita do livro em linha e a possibilidade de compra para os leitores que queiram ler e ter o livro impresso. O valor de compra do livro impresso cobre apenas o custo da edição, e com os portes, não é superior ao preço de edições similiares no mercado. Escolhi propositadamente um tamanho de papel mais longo, o qual permite um custo baixo (14,95 euros + 6,08 euros de portes = 21,03 euros). Podia cobrar também pela edição digital; porém como o meu objectivo não é económico, mas político, o livro fica disponível para o download gratuito dos leitores. As duas modalidades estão disponíveis na Lulu.com. Creio que a alternativa que escolhi responde à máxima difusão possível e conveniência dos leitores.»

ESTA É QUE TEM RAZÃO..A VOZ DO POVO É SOBERANA..A ESTA NINGUÉM A CALA…
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voltamos aos planfetos clandestinos? ok , as voltas que o mundo dá. de todas formas , acho que falta muito , muito , muito pouco para que , em lugar de liberdade de expressão , passemos a exigir liberdade de acção. bolas , bosta para este estado pai com quem nunca chegamos à independência dado o gajo viver à nossa conta e ter um chicote do caneco.
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é um livro de receitas de caldeirada de babuínos.
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Não é minha intenção com este post insinuar o demérito de ninguém, mas será possível que as editoras simplesmente tenham perdido ou nunca tido interesse, na sua publicação? É que muitas vezes as editoras negam-se a publicar, inclusive bons livros, por causa de decisões de visão económica erradas e depois tomam este tipo de atitudes para se “safarem”.
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a recolha de material para o livro deve ter sido feita em casa do mário machado.
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Mais uma cabala, certamente…este PM tem muito azar.
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amanhã vem queixar-se que o socrates comprou toda a edição para a asfixiar. não se esqueça de declarar esse rendimento às finanças, pois pode vir a ser vítima de uma cabala fiscal.
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Coitadinho do Babuino!
Se as editoras não querem o panfleto, é por causa da politica e da opressão! Nunca porque não presta ..isso não!
Experimente escrever poesia e se ninguem publicar depois partilhe a sua explicação.
Já agora…fica a saber que a “Lulu” tb está contra si. Fiz download do seu panfleto e aquela porcaria não abre e ainda me crasha o computador!
O longo braço de sócrates já chegou á Lulu!!
Escreva um livro, tambem, sobre a Lulu..
Miguel
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****
CBS 60 Minutes: 1976 swine flu vaccine campaign killed hundreds – Part 1 (10 min)
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10 , actualize o adobe que isso passa. eu fiz tudo sem qualquer problema.
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25 de Abril: Paz à sua alma
Mário Soares considerou hoje que o cancelamento do Jornal de Sexta da TVI é uma questão “do foro exclusivamente de uma empresa” e não de “liberdade de imprensa.”
O democrata, o heroi de 1975, o homem que enfrentou a unicidade sindical atestou hoje o óbito da liberdade de imprensa.
Podia-se discordar de Mário Soares, mas respeitava-se a sua luta pelas liberdades políticas.
Até hoje.
Até vermos o Pai da Democracia lavar as mãos do pluralismo político em Portugal.
35 anos depois do 25 de Abril.
Estou muito triste.
A Liberdade está de luto.
http://www.31daarmada.blogs.sapo.pt/3023563.html
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Líder do PSD diz que «a nossa democracia está doente»
Manuela Ferreira Leite comparou, este sábado, o Governo de José Sócrates com o que havia
«antigamente», numa alusão ao período de ditadura do Estado Novo, no seu discurso do 35º
aniversário do PSD.
«Antigamente tinha-se medo da prisão caso se discordasse do poder instituído. Hoje tem-se
medo de perder o negócio ou o emprego», disse, revelando o «medo de retaliações e de
falar com desconhecidos ou ao telemóvel».
A líder do PSD considera «os actos de prepotência e arrogância intoleráveis porque
anti-democráticos, tal como é intolerável o clima de medo existente entre as autoridades
públicas e os cidadãos».
«A nossa democracia está doente. Não há democracia plena enquanto os cidadãos não puderem
confiar nela e na justiça. Os portugueses não confiam nem respeitam as instituições, como
revelam muitos estudos. Desprezam, desvalorizam e desconfiam dos políticos e da
política», acrescentou.
De acordo com Ferreira Leite, os políticos «têm agido de forma contrária ao que devem» e
«mais grave do que não se saber a verdade das coisas é as pessoas terem-se conformado com
isso, o que corresponde a uma das formas mais subtis de uma democracia se degenerar».
A social-democrata acusou ainda o PS de «tentar confundir os portugueses anunciando
êxitos onde só há fracassos».
Assim, para Manuela Ferreira Leite, o PSD «é obviamente a esperança da alternativa,
merecedor de confiança de muitos portugueses, porque é um partido estruturado que não
procura o populismo».
http://www.tvi24.iol.pt/politica/ferreira-leite-psd-socrates-estado-novo-democracia-tvi24/1062821-4072.html
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Infelizmente não consigo fazer o download.
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Segundo notícia avançada pelo Jornal de Negócios
Gabinete de José Sócrates acusado de ameaçar gestor do PSD
A denúncia é feita pelo advogado Jorge Bleck ao “Jornal de Negócios”, que refere que “houve abordagens do gabinete de Sócrates para que Alexandre Relvas “medisse bem o que dizer” no seu discurso de apresentação como presidente do Instituto Francisco Sá Carneiro, no Outono do ano passado.
A informação foi desmentida ao próprio jornal por fontes do gabinete do primeiro-ministro, enquanto Alexandre Relvas, também presidente da empresa Logoplaste, ainda não confirmou nem desmentiu a acusação.
Segundo a denúncia do conhecido advogado de Lisboa, e citando o jornal, “essas pessoas próximas do primeiro-ministro disseram-lhe que convinha ser moderado”, lembrando a ligação da Logoplaste à REN, refere o Jornal.
Jorge Bleck defende, em declarações ao mesmo jornal, que “os agentes económicos não são livres porque, se opinam num determinado sentido, o negócio não vem”, considerando que, na origem desse facto, está o “excessivo peso do Estado na economia”.
A acusação, feita a 25 dias das eleições legislativas, está a gerar polémica.
http://www.ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1398926&idCanal=12
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Eu fiz o download, imprimi e estou a ler tudo regaladamente.
A cada página, cresce em mim a vergonha de ter esse trafulha como chefe do Governo do meu país.
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Se a Manuela Moura Guedes tem informações novas por que é que não vai à polícia contá-las???
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Direcção de Informação da TVI demitiu-se
José Eduardo Moniz diz que “há um cerco à liberdade de informação”
03.09.2009 – 16h07 Luciano Alvarez
José Eduardo Moniz considera “um escândalo” o cancelamento do Jornal de Sexta da TVI. Não sabe se houve ou não interferência política, mas diz que a “liberdade de informação está a ser alvo de um cerco cada vez mais apertado”. “Há um polvo que a aperta cada vez mais”, acrescenta.
José Eduardo Moniz, que abandonou o cargo de director-geral do canal há cerca de um mês, afirmou hoje ao PÚBLICO que cancelamento do Jornal Nacional de sexta-feira “é um escândalo empresarial e político” e “um sinal dos riscos que corre a liberdade de informação em Portugal”.
Moniz, que é casado com Manuela Moura Guedes, sub-directora demissionária da TVI e apresentadora e coordenadora do Jornal de Sexta, considera ainda uma “fraqueza, um sinal de falta de inteligência e uma confrangedora incapacidade de lidar com a liberdade de informação ” acabar com o jornal.
Questionado se considera que houve interferência política no cancelamento do Jornal de Sexta, José Eduardo Moniz respondeu: “Não sei se houve ou não, mas que há várias fragilidades com a ligação da estação ao exterior há.”
“A inocência deixou de fazer parte da minha bagagem há muito tempo. Acredito que as coisas não acontecem por acaso e nada deve ser desenquadrado do seu contexto”, acrescentou.
O Jornal de Sexta foi alvo nos últimos meses de diversas críticas duras por parte do primeiro-ministro, José Sócrates, e por vários membros do Governo e do PS. Moniz anunciou mesmo que ia avançar com um processo judicial contra Sócrates, por considerar as suas declarações injuriosas.
Questionado sobre estas críticas de José Sócrates, Moniz: acrescentou: “Preocupa-me pouco o que pensa José Sócrates. Neste momento, o que me preocupa mais é o estado da liberdade do de informação em Portugal, que está a ser alvo de um cerco cada vez mais apertado. Há um polvo que a aperta cada vez mais.”
http://www.ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1398989
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Segundo notícia avançada pelo Jornal de Negócios
Gabinete de José Sócrates acusado de ameaçar gestor do PSD
03.09.2009
A denúncia é feita pelo advogado Jorge Bleck ao “Jornal de Negócios”, que refere que “houve abordagens do gabinete de Sócrates para que Alexandre Relvas “medisse bem o que dizer” no seu discurso de apresentação como presidente do Instituto Francisco Sá Carneiro, no Outono do ano passado.
A informação foi desmentida ao próprio jornal por fontes do gabinete do primeiro-ministro, enquanto Alexandre Relvas, também presidente da empresa Logoplaste, ainda não confirmou nem desmentiu a acusação.
Segundo a denúncia do conhecido advogado de Lisboa, e citando o jornal, “essas pessoas próximas do primeiro-ministro disseram-lhe que convinha ser moderado”, lembrando a ligação da Logoplaste à REN, refere o Jornal.
Jorge Bleck defende, em declarações ao mesmo jornal, que “os agentes económicos não são livres porque, se opinam num determinado sentido, o negócio não vem”, considerando que, na origem desse facto, está o “excessivo peso do Estado na economia”.
A acusação, feita a 25 dias das eleições legislativas, está a gerar polémica.
http://www.ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1398926&idCanal=12
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VELHA ESTRATEGIA NOVA IMAGEM
http://www.soucontraacorrente.blogspot.com/2009/09/velha-estrategia-nova-imagem.html
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” (…)
Hoje, calaram a Moura Guedes, como vão calando tudo o que ameace pôr em causa o Crime que governa Portugal. É o margaridamoreirismo, em todo o seu esplendor, mas não se fica po aí, e invade todos os lugares onde a livre opinião se expressa. A nossa escala é outra, mas também já passámos por tudo o que era porcaria, infiltrados, censuras, calúnias, comentários de psicopatas, a típica figura do “troll”, da mulher mal fodida, e até aquele espantoso mural, que agora antecipa “The Braganza Mothers”, como sendo um potencial sítio de transmissão de vírus (!)…
É verdade: nós transmitimos o Vírus da Verdade, e isso desagrada a muita gente, desde a Maçonaria, o “Lobby” Pedófilo, as ressentidas da Opus Dei, a vérmina infiltrada, os invejosos, os dementes, e todos aqueles que, desde a Santa Inquisição, sonham com um mundo de ficções menores, em vez da pura e dura realidade, e que desconhecem existir o direito do “Outro”.
A verdade é que há muito que me começou a faltar a paciência. Este texto é, evidentemente, de solidariedade para com todas as formas de Liberdade de Expressão, venham elas de setores alinhados mais à Direita ou à Esquerda, e, especificamente, dedicado a Manuela Moura Guedes: é-me totalmente indiferente, desde que essas ideias, justamente, não colidam com a possibilidade de expressão de todas as outras. Hoje, mais uma vez, presenciámos que ainda nos falta um longuíssimo caminho até à Maturidade da Opinião, coisa que criou, e tipificou, as sociedades avançadas, como, por exemplo, a Inglesa, onde é muito difícil fazer passar gato por lebre, e, quando querem que passe, dá direito a demissões ministeriais e quedas de governo, de um dia para o outro.
Como diz a fraquíssima Margarida Rebelo Pinto, “não há coincidências”, e não há, e esta veio mesmo a calhar, para eu antecipar um texto que estava reservado para meados da Campanha Eleitoral: o heterónimo “Arrebenta”, algures nascido nas caixas de comentários do “Expresso”, onde pontificou, desde 2001, introduzindo a variedade e exuberância, e de lá corrido, em 2005, quando se atreveu a fazer campanha cerrada contra aquele horror que é Cavaco Silva, entendeu que tinha chegado ali o fim do seu tempo útil. Os seus leitores e apreciadores, entenderam o contrário, e ofereceram-lhe o Blogue Eleitoral “The Great Portuguese Disaster 1985-1995”, cuja função findou com a desastrada eleição do Ogre de Boliqueime, sendo ainda hoje um um dos ossuários mais visitados da Blogosfera. Poderia ter aproveitado essa segunda deixa, mas, mais uma vez fui incentivado para avançar para o primeiro “The Braganza Mothers”, que se afundou naquilo que de pior a natureza humana consegue produzir. O resto já vocês conhecem, e lá fomos sobrevivendo, no meio dos ataques, das sabotagens, dos insultos da canalha, mas sempre sustentados pela força dos nossos leitores, e dos adversários que nos respeitam como tal.
Enquanto autor do heterónimo, e a pretexto do episódio Moura Guedes, de aqui lanço um desafio e um ultimato: caso, nas Eleições de final deste mês, saia um Governo com esta aberração chamada Sócrates à frente, minoritário, amuletado pelo Bloco de Esquerda, a fazer o pino, de costas, de lado, ou pintado de ouro, não voltarei a escrever uma linha que seja. Você imagina-se a escrever num país governado por um cacique revalidado nas urnas?… Eu… não. Há limites para a paciência, e não me apetece andar a fazer de parvo para um povo que perdeu totalmente o respeito por si mesmo. Quanto a mim, há, felizmente, muitos mais lugares de diários exercícios de estilo do que andar a deitar pérolas a porcos. Enterro este meu Álvaro de Campos, e sigo para a minha paisagem de Caeiro.
Pois, talvez custe ler isto, mas é mesmo assim. Muito Boa Noite.
(Desabafo de quem anda farto desta m**** de país
Por Arrebenta
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Espanta-me mais que ninguem esteja interessado em republicar o livro do Rui Mateus,que, se tivesse sido investigado seu conteúdo,o “pai da pátria” Soares teria sido constituído arguido na altura, como agora o foram o Oliveira e Costa e o D.Loureiro.Por muito menos o seu camarada Bettino Craxi acabou por morrer no exílio,fugido à justiça.Mas em Itália havia juízes e um saneadora “operação mãos limpas”.Por cá,alem de não haver nada disso,temos uma comunicação social covarde e cúmplice, que tudo encobre, e um poder que não só protege o velho chulo político,como lhe paga fundações e um sem número de prebendas,entre as quais polícia a vigiar tres ou quatro casas,nomeadamente de campo e de praia, 24 horas por dia ,356 dias por ano.
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#16 Se a Manuela Moura Guedes tem informações novas por que é que não vai à polícia contá-las???
Não seja ingénuo.
A polícia responde perante o MP. O MP está nas mãos do PS. O que é que a Cândida Almeida fez até agora com os dados todos que lá tem?
Que outra forma têm hoje em dia as pessoas de actuar em certo tipo de situações a não ser esta? Infelizmente é assim. Não restou outra forma. E mesmo assim o poder político este os seus tentáculos para calar quem o faz.
Estamos a criar um belo país, estamos.
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#21 Não só Soares não foi constituído arguido, como quem falasse do livro num tom mais sério era considerado “traidor” pela comunicação social. Foi também assim que a comunicação social tratou Rui Mateus na altura. Famosa ficou na altura a entrevista que deu com Miguel Sousa Tavares, em que a primeira pergunta deste foi “Então? Como é que se sente na pele de um traidor?”, tendo o resto da mesma decorrido no mesmo tom.
O país que temos actualmente não apareceu do nada.
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#11 Mas estavam à espera do quê? Mario Soares tem tanta vergonha como o Sócrates. Basta ver o que se passou com o livro do Rui mateus! Pobre País.
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Mas alguem poderá ter considerado que o conteudo deste livro possa não ser rentavel para as editoras?
Já são poucos os que publicam livros “por amor”… agora é “por dinheiro”…
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