Leituras:
8 Outubro, 2009
Tema sempre actual e «candente»: tem o PSD futuro?
«O ADN do PSD», por Adolfo Mesquita Nunes;
«As dores do PSD e o futuro do centrismo reformista», editorial de JMF no Público
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Tema sempre actual e «candente»: tem o PSD futuro?
«O ADN do PSD», por Adolfo Mesquita Nunes;
«As dores do PSD e o futuro do centrismo reformista», editorial de JMF no Público
Relativamente ao post do AMN, escrevi no Delito de Opinião, o seguinte:
1. Se formos olhar para os programas dos partidos nas últimas eleições são muito mais nítidas aproximações entre o PSD e o CDS do que entre o primeiro partido e o PS. Tanto na estratégia de crescimento económico assente nas PME e na rejeição das grandes obras públicas, como na rejeição de um Estado motor do crescimento através dos grandes investimentos públicos. Por isso, vindo do Adolfo, este post não faz grande sentido, a não ser de um ponto de vista estratégico.
2. Compreende-se e é lógico que o post do AMN se insira na estratégia do CDS de tentar aproveitar o bom resultado e afirmar-se como o partido da direita portuguesa, isto à custa do PSD. Mas se formos ver os programas eleitorais vemos que o CDS nem é liberal, nem conservador. Basta ver que as propostas mais ideológicas do partido (por exemplo, em matéria de liberdade de educação) estiveram ausentes dos debates televisivos, predominando nessa sede – sede, na qual se vê realmente a firmeza ideológica de um partido – o discurso social do combate ao desemprego, partilhado por todos, em especial, pelos partidos da extrema-esquerda.
Daí que, se formos pelo prisma da análise, pura e dura, o CDS tenha de ser qualificado como um partido semelhante ao PSD e não como um partido de direita, seja a conservadora ou a liberal. De diferente apenas a lógica de pequeno partido por oposição a um catch-all party que o PSD tem necessariamente de ser; e por isso também a lógica de o CDS apelar a nichos do mercado eleitoral (agricultores, pescadores, polícias), o que também contribui para a descaracterização ideológica do partido em termos diferentes da que sucede no PSD.
Numa altura em que a tendência é para considerar que tudo correu mal no PSD, pessoalmente acho que o que falhou redondamente foi a capacidade de assentar o discurso de oposição nos números da economia e na demonstração de que o país está pior hoje do que estava em 2005. De resto, o programa era aceitável e a líder – com todos os seus problemas de comunicação – também.
Se o PSD pensar que tem de inventar a roda nos próximos tempos, arrisca-se, de facto, a perder as características de um grande partido, afunilando a sua capacidade de atrair votos, tanto à direita, como ao centro; se preservar na estratégia que definiu o tempo dar-lhe-á razão, quer no diagnóstico da situação do país, quer na estratégia para fazer crescer a economia.
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Esta cambada não tem visão política nenhuma!
Na altura em que o PS/PINÓCRATES/XUXIALISMO perde QUINHENTOS MIL VOTOS;
em que não sabe o que fazer à vida com a maioria relativa;
em que se prepara para situação económica grave;
em que o povo vai ficar ainda + farto do Sókas;
andam a questionar o ADN do PSD!
Tb o PSD/ Sá Carneiro perdeu metade do grupo parlamentar em 1977 ou 78 e em 1979 teve maioria absoluta!
(claro, agora não há Sá Carneiro; mas o k será do PS com Sókas derrotado, como se avizinha a curto prazo???)
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É a total ignorância da situação económica do País que leva a escritas destas!
pq não “perguntam” q tipo de Governo vai fazer Sókas?
Independentes?
Do aparelho?
virado à esquerda?
à direita?
Lobby Gay?
Fuga de investimentos?
aumento do desemprego?
Cauda da UE?
enfim, tudo sarilhos à volta do Sókas…..
a começar pelo orçamento daqui a um mês! Exacto: UM MÊS!
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Parece, de facto, estranho que só se interrogue o PSD quanto ao programa e intenções, quando, em boa verdade, o programa dos Socialistas preocupa muito mais dados os resultados dos últimos quatro anos de muito má governação.
Quanto ao resto, à essência da questão, já sabemos que o Socialismo é muito diferente da Social Democracia.
E quem não souber que vá consultar os livros e também ficará a saber que este partido nem tão pouco o socialista têm a ver com o Centro Democrático Social.
Nuno
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O socretino fanático frustrado do MST é outro que por vontade dele o PSD desaparecia do mapa da democracia portuguesa. O anormal numa das suas crónicas “futeboleiras” no jornal “A Bolha” vem comparar o zbording ao PSD. Só mesmo um percevejo sem o mínimo de categoria é que fazia uma analogia com esse desdém. O pobre coitado é outro lacaio que que vende a alma e o pirilau, senão vejamos o papel triste que faz para jornal oficioso do ex ele bê para falar supostamente de futebol e do seu clube do coração. O desanimado não percebe puto de futebol e então quando fala do seu clube, que por acaso é o meu clube, é uma autêntica nulidade. Uma aberração. Não acerta uma. É outro rato de esgoto. Uma mistura de MEO com GATO FEDORENTO. Os dois grandes sonhos do miguelito foram 1) um dia ser Ministro da Propaganda e/ou 2) Presidente do Futebol Clube do Porto mas como é tão medíocre fica-se pela bola de trapos. Traumas duma vida: 1) advogado de tasca – FAIL 2) jornalista de referência – FAIL 3) Cronista de referência – FAIL 4) Romancista “Cette Nuit la Liberté” – FAIL. Ele que se dedique ao tiro aos pratos e patos. PUM PUM PUM! Nunca esquecendo as maravilhosas viagens de jipe aos seus amigos muçulmanos de Marraquexe, mais conhecidas como “Trip On Cannabis”. E já agora o MST podia fazer um favor ao pessoal, ficar pelo Brasiú, assinando um contracto com a Globo e fazer uma espécie do Caldeirão do Hulk com a Maitè Porença, Tatiana Salém Levy, Lula da Silva e o Macaco Adriano. Como disse o velho sábio do Norte: Não passa de um lisbonizado. A mãe e o pai deste rapaz são um marco da História Nacional, que nada tem a ver com este rebento. Uma pena. A frase que o MST gosta mais de ouvir susurrar na penumbra das tertúlias e chouriçadas: “os professores” são “os inúteis mais bem pagos deste país”. A sua “hermana” licenciada em Filologia Românica, com Mestrado em Ensino da Literatura e Doutoramento em Literatura Comparada e actualmente professora auxiliar da Faculdade de Letras de Lisboa é uma mandriona. Uma inútil portanto. O MST Está ao nível do Emídio Rangel, tendo sido um dos mais insurrectos e mal comportados alunos que passaram pelo liceu Diogo Cão em Sá da Bandeira, é agora professor na Universidade Técnica de Lisboa por mérito como é óbvio lol e comentador “paineleiro” do regime, socretino que diz mal dos seus colegas de trabalho que leccionam por esse país fora mas que não têm tachos e mamas e nem ambições políticas ou empresariais. Por isso tenham muita calma meus caros tristes e desanimados amigos, pois provavelmente antes do PSD se extinguir, vocês estarão de volta ao ecrã noutra dimensão: Sete Palmos de Terra ou Six Feet Under.
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manobra de diversão
ou abcesso de fixação
para tentar esquecer os problemas dos portugueses
sobretudo dos que não comem todos os dias
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Coincidências
Votação (%)PSD+CDS
Legislativas 1999 41%
Referendo do Aborto 2007 (Não) 41%
Europeias 2009 40%
Legislativas 2009 40%
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SETEMBRO,porta da ‘invernia’:
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O preço da onça ouro passou finalmente os 1000 USD. Revela o estado confuso da Economia mundial, dos aparelhos produtivos nacionais e regionais, e sinaliza a chegada da DEPRESSÃO.
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Os preços do ouro bateram um novo recorde na passada 3ª feira enquanto o dólar desvalorizou estando a ser escrutinado o seu papel como divisa global no negócio mundial do petróleo. A onça do ouro bateu o recorde dos 1.045 USD ultrapassando os 1.030 USD de Março quando o Banco de investimentos Bear Stems entrou em falência técnica.
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Os sinais são claros. O pós melltdown financeiro “Lehman” começou. Desta vez a DEPRESSÃO é real.
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Na fase actual da Crise são lesivos e não fazem sentido fundamentalismos fiscais especulativos para suposto Controle das Contas Publicas. Nem fanatismos sobre a Divida Externa. Não são Tempos para ‘talibãs’ políticos ou partidários de governança. Nem de “asterixes” embasbacados á espera que o céu lhes caia em cima.
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Requer a antecipação de Estadistas através de forte baixa geral de impostos, amnistia fiscal, baixa da idade de reforma para os 55 anos, e reforma fiscal taxando só o Consumo e abolindo o resto dos impostos e contribuições para a S Social.
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Sob pena de empobrecimento geral ainda mais acelerado e falência da universalidade dos Direitos Sociais à Saúde, Educação, Subsídios de Desemprego, Pensões e Idade de Reforma.
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Admitir politicos desconhecidos e governantes inovadores que são capazes de revolucionar pacificamente Portugal.
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Apenas ‘simplex’ a sério: SABER O QUE FAZER, COMO FAZER e ser capaz de FAZÊ-LO.
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