Onde é que se pode baixar o filme, para o poder comentar?
Ah, é sobre formatos!
Ou seja, será que algo não formatado, já tenha um formato?
Haverá um (ou mais) formato fora dos formatos?
Afinal para que serve o formato, se fora dele já é?
Desculpem lá, mas expliquem-me neste contexto, e como se eu fosse muito burro, qual é a diferença entre “televisão” e “cinema” (tirando o tamanho do ecrã, claro).
Porque é que se diz que o tal documentário (do qual vi o “trailer” e me pareceu bastante interessante) é “televisão” e não “cinema”?
“Cinema” tem efeitos especiais e a “televisão” não? O “cinema” tem mais meios? É uma questão de técnica? De “qualidade” (se formos por aí, há muito “cinema” que é bem pior do que muita “televisão”)? Angulos de camera? É a duração? Mas normalmente (digo eu) os documentários são maiores que um programa de televisão “normal” (uma série, por exemplo)… Ou para ser “cinema”, um documentário tem que ter hora e meia? Ou tem que ter actores profissionais? Ou o quê?
Expliquem-me lá, quem estiver por dentro das artes, por favor, que isto está a fazer-me confusão…
Não se pode cair na armadilha dos formatos. Quantos filmes “main- stream” integram hoje a linguagem que nos habituamos a considerar própria dos documentários?
Aposto que vai encontrar três ou quatro exemplos num minuto.
Já nem Hollywood se prende com esse tipo de classificações.
A ideia de Documentário/Filme está completamente posta em causa. Veja o caso do Pedro Costa.
Sobretudo o que é preciso evitar são os purismos. Falamos de Cultura e do modo como deve continuar a ser um território de transgressão, onde a contaminação não leva ao hospital!
bora lá proibir a passagem de filmes na tv e video filmes tamém, só no nimas com pacote de pipocas.
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Onde é que se pode baixar o filme, para o poder comentar?
Ah, é sobre formatos!
Ou seja, será que algo não formatado, já tenha um formato?
Haverá um (ou mais) formato fora dos formatos?
Afinal para que serve o formato, se fora dele já é?
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Iuuuuuuuh! Quer dizer que o filme foi visto por público??? Como é que agora pode receber subsídios????
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Desculpem lá, mas expliquem-me neste contexto, e como se eu fosse muito burro, qual é a diferença entre “televisão” e “cinema” (tirando o tamanho do ecrã, claro).
Porque é que se diz que o tal documentário (do qual vi o “trailer” e me pareceu bastante interessante) é “televisão” e não “cinema”?
“Cinema” tem efeitos especiais e a “televisão” não? O “cinema” tem mais meios? É uma questão de técnica? De “qualidade” (se formos por aí, há muito “cinema” que é bem pior do que muita “televisão”)? Angulos de camera? É a duração? Mas normalmente (digo eu) os documentários são maiores que um programa de televisão “normal” (uma série, por exemplo)… Ou para ser “cinema”, um documentário tem que ter hora e meia? Ou tem que ter actores profissionais? Ou o quê?
Expliquem-me lá, quem estiver por dentro das artes, por favor, que isto está a fazer-me confusão…
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Lena,
Não se pode cair na armadilha dos formatos. Quantos filmes “main- stream” integram hoje a linguagem que nos habituamos a considerar própria dos documentários?
Aposto que vai encontrar três ou quatro exemplos num minuto.
Já nem Hollywood se prende com esse tipo de classificações.
A ideia de Documentário/Filme está completamente posta em causa. Veja o caso do Pedro Costa.
Sobretudo o que é preciso evitar são os purismos. Falamos de Cultura e do modo como deve continuar a ser um território de transgressão, onde a contaminação não leva ao hospital!
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O “Pare, Escute e Olhe” é um filme do outro mundo! E vi-o no cinema…será cinema?
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É! Mesmo que o tivesse visto no laptop.
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