Variações sobre a presunção de inocência
24 Novembro, 2009
José Sócrates é tão presumível inocente como Armando Vara.
Sócrates e Vara presumem-se tão inocentes como Godinho.
45 comentários
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José Sócrates é tão presumível inocente como Armando Vara.
Sócrates e Vara presumem-se tão inocentes como Godinho.
Ou então, de acordo com a propriedade transitiva, se Sócrates presumível inocente como Vara e Vara presumível inocente como Godinho, então Sócrates presumível inocente como Godinho.
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Não será tanto assim. Vara é arguido e a presunção de inocência é apenas um princípio processual, o que muita gente esquece.
José S. não se presume inocente nem culpado, porque não tem estatuto processual definido. Aliás, nem sei o estatuto que se lhe deve conceder.
Por mim, é o de presumível mentiroso.
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E os três tão presumíveis inocentes como o João Miranda ou como eu. E não percebo o sentido do post. Jogos florais?
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A minha tia Inocência também é, mas não quer que se saiba.
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Claro que são jogos florais. O malmequer sócrates e a begónia vara todos na jarra da tia do outro. Ela sim a inocência em pessoa.
O cardo preto é que nunca o foi já o loureiro sem flor no fogo queimado,não se usam em jarras das tias os dois últimos.
É bom de dizer que a tia já foi casada com o mais inocente de todos os jarretas do foculporto.
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a posta não tem sentido. para não variar.
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Porque é que o João Miranda não faz variações sobre o a sova que o Germano Marques da Silva deu ontem aos bisbilhoteiros das esutas no programa Prós &Contras em vez de se pôr a fazer graçolas sobre um tema que manifestamente não domina?
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“no programa Prós &Contras…”
Esse programa Pró-Governo em que põem todos os Contras na plateia e mal se ouvem? Mas alguém ainda vê isso?
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A Tina devia ter visto, podia ser que aprendesse alguma coisa.
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E ainda vai a tempo: http://ww1.rtp.pt/icmblogs/rtp/pros-contras/?2-parte-do-programa-de-2009-11-23.rtp&post=17435
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RB você é que devia aprender uma coisa: princípios. Então não continuaria a defender um mentiroso como Sócrates. Uma pessoa que mente sobre o défice para ganhar as eleições, é capaz de mentir sobre tudo.
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Sócrates acima da lei.Um senhor com a sua africanidade servente…
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O nosso grande africanizador – o Sócrates – deveria era ser julgado por traição.Por sujeitar os Portugueses ao pagamento de impostos para se manter quase 10% da população africana que nacionalizou a nacionaliza todos os anos sem necessidade económica ou outra justificável,Só para que os seus compinchas de bando se sintam melhor em casa…e fazer o jeito aos seus amigos do outro lado do mar em fazer os Portugueses pagar aos pobres deles…
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J.Miranda:
Esse teu post apenas mostra o ignorante que és bem como o teu baixo nível. Nunca te vi escrever sobre propostas ou ideias do PSD ou da Dona velha!
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A diferença é que Sócrates é um mentiroso descarado. Temos como Primeiro Ministro o maior aldrabão da história de Portugal.
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A sova que o desatento rb presenciou foi no bom senso e no senso comum.
Por exemplo, se o PM dissesse que tinha mandado alguém cometer um crime gravíssimo ou participasse nele, pela tese abstrusa de GMS isso valeria zero. Quanto muito, a polícia e o MP, mais o JIC, teriam que parar as gravações e levá-las ao presidente do STJ. Ora, como não poderiam ouvir antes o que depois seria nulo ouvir, sem aquela autorização, o absurdo instala-se confortavelmente no regaço do professor Germano Marques da Silva e seus dilectos alunos de cátedra de jornal ou tv.
Explicar isto, tim tim por tim tim, para eles é perda de tempo, porque já têm um alibi de um professor de direito penal. Mesmo que mostre pouco entender sobre conhecimentos fortuitos e nem sequer interpretem a lei que existe, como é o caso do artº 187 nº 7 do CPP, da doutrina e jurisprudência dominantes.
Costa Andrade para eles, é um ignorante.
Enfim.
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No Prós&Contras de ontem, um dos participantes fez a comparação com outros métodos de obtenção de prova ilegais, como a tortura.
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Vara é arguido e a presunção de inocência é apenas um princípio processual – 2
Se existir matéria é constituído réu e vai a julgamento.
Ora na ordem jurídica portuguesa, nestes casos, ninguém vai a julgamento e se for, mesmo provado um crime, sai com pena suspensa.
AS LEIS SÃO FEITAS NO PARLAMENTO. OS JUÍZES APLICAM AS LEIS DO PODER LEGISLATIVO – AR.
O PARLAMENTO “FAZ” AS LEIS QUE (LHES) CONVÊEM – AOS INTERESSES E LOBIES INSTALADOS (…)
Círculo vicioso. A questão é política.
O problema reside no controle, por exemplo, das fontes de informação da população e do seu nível de desenvolvimento cultural, cívico. Existindo um nível relativamento baixo da população portuguesa a nível cultural e de intervenção cívica (35 anos, após uma longa ditadura, que promoveu o analfabetismo cultural e de participação cívica é manifestamente muito pouco tempo para alterar uma “arquitectura” de pensamento de um país), uma comunicação social forte e livre poderia colmatar esta caluna temporal.
Ora, como se tem registado, sobretudo nestes últimos tempos, estamos perante o mais grave atentado à liberdade de informação, ao contraditório, um gravíssimo atentado ao Estado de Direito e ao regime Democrático.
O PR é, na minha opinião, O MAIOR DOS CULPADOS por este estado de coisas estarem a acontecer (…) Está a permiti-lo … vai para CINCO ANOS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
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A FÁTIMA QUE NÃO PERDEU A SUA FELGUEIRAS
Prós e Contras. Tal como o Telejornal, este programa é, na minha opinião, um importante
instrumento da estratégia e da táctica concreta de comunicação da central de propaganda
governamental. Mas, no programa de segunda-feira, 12.10, autodesmascarou-se. A edição foi
toda construída como armadilha ao director do PÚBLICO e para ligar o jornal a “disparates
de Verão” de Belém e a “encomendas” de notícias. Disfarçar-se-ia com temas anódinos e
estafados (sondagens, etc.), apenas para se centrar no caso da vigilância. Mas aconteceu
a beleza do directo. A RTP (a central de propaganda do Governo?) contava com uma posição
do director do Expresso que não veio a confirmar-se. Em Agosto, Henrique Monteiro tinha
sido mais crítico com o PÚBLICO e escarneceu com a possibilidade de vigilância. O
Expresso usou em manchete uma expressão derivada da posição então assumida por Sócrates:
sillygate. Entretanto, o Expresso investigou o assunto. E uma “fonte política” (que
presumo do Governo ou do PS) tentou passar ao Expresso o famigerado e-mail entre
jornalistas do PÚBLICO. O Expresso ter-se-á apercebido, entretanto, da montagem de uma
acção de envenenamento pela propaganda mentirosa. Mas a central do Governo e a RTP não
devem ter notado a alteração de posição do director do Expresso. Resultado: além de José
Manuel Fernandes ter desmentido uma série de mentiras que a apresentadora queria fazer
passar como factos e ter reposto a essência jornalística do trabalho do PÚBLICO em 18 e
19 de Agosto, o director do Expresso revelou em directo para todo o país que foi uma
“fonte política” quem tentou plantar o e-mail no Expresso e que, não o conseguindo, o
passou para o DN, sempre pronto a fazer fretes ao poder. A apresentadora do Prós e
Contras e o director de Informação da RTP ainda tentaram salvar as posições da propaganda
governamental, mas a intervenção de Monteiro, não cumprindo o papel que aqueles esperavam
dele, estragou a jogada. Pela primeira vez em anos, o Prós e Contras não conseguiu servir
cabalmente a propaganda do Governo e, pelo contrário, viu desmoronar-se a cabala e
revelar-se a sua natureza abjecta.
Eduardo Cintra Torres, Público
http://www.portugaldospequeninos.blogspot.com/2009/10/fatima-que-nao-perdeu-sua-felgueiras.html
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olha jose esse senhor andrade quando não despe a camisola não e ignorante quere é fazer dos outros ignorantes.
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anonimo 19 :gostava que me explicasse qual a diferença para um descompremetido como o dito cujo monteiro saber de onde vem vem uma hipotese de noticia .não tem mais que investigar e apurar a sua veracidade.Mas naturalmente não ia na direcção dos seus interesses jornalistico-partidarios.
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Prós e Contras – confirmem quem elas são… vejam quem a fatuxa escolheu para representar os professores…
Afinal não são meras “Presidentes de Agrupamentos” como se identificaram…
http://www.ps.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=843&Itemid=26
É UMA VERGONHA COMO O GOVERNO, ATRAVÉS DA TELEVISÃO PÚBLICA, TENTA CONTROLAR A INFORMAÇÃO… ATÉ NOS DEBATES QUE REALIZA PARA “ESCLARECIMENTO”
PÚBLICO.
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sábado, 19 de Abril de 2008
Lusa governamentalizada à força
O conselho de redacção (CR) da Lusa revela que a direcção de informação (DI) da agência serviu
directamente os interesses noticiosos do gabinete do primeiro-ministro quando o PÚBLICOnoticiou os projectos assinados por José Sócrates no distrito da Guarda. Na altura, a Lusa divulgou um único parecer jurídico, que foi “trazido em mão à Lusa por um assessor do primeiro-ministro e entregue ao director de informação”, Luís Miguel Viana. Não foram noticiados comentários de outros juristas sobre esta matéria. Além disso, Viana “acrescentou numa notícia uma citação de um blogue favorável ao primeiro-ministro” (Causa Nossa, de Vital Moreira), ignorando a “multiplicidade de posições divergentes” sobre o assunto na blogosfera. Mais nenhum blogue foi citado. Os dois casos, segundo um comunicado conjunto da última reunião do CR com Viana, contrariam a “obrigação de isenção, objectividade e independência da Lusa”. Recorde-se que Viana foi escolhido para a direcção da Lusa pelo gabinete do primeiro-ministro. Como qualquer político, Viana inclui no comunicado justificações para todas as acusações do CR.
A situação na Lusa é grave. Nos últimos meses, a DI transferiu ou afastou das suas funções jornalísticas cinco dos seis membros do CR, o que prefigura uma perseguição político-laboral de que não há memória no país em dezenas de anos. Um membro do CR transferido afirma-se “penalizado por delito de opinião” colectivamente expressa dentro da “estrita competência de um órgão dos jornalistas” consignado na lei. Ele compara a situação ao que viveu antes do 25 de Abril. Houve mais “transferências compulsivas”. Nos últimos meses, dos sete redactores de áreas da política nacional só um ficou no cargo: Pedro Morais Fonseca, precisamente o jornalista que acompanha o PS e o Governo e de cujas notícias, digamos assim, nem o Governo nem o PS têm razões de queixa.
Alguns jornalistas saíram ou estão para sair da agência em consequência deste ambiente que o CR define como de “intimidação”. Como é próprio do autoritarismo, os atropelos às regras institucionais sucedem-se, caso do recurso a estagiários e nomeações sem pedidos de parecer. Viana afirmou há pouco tempo que a Lusa tinha “jornalistas a mais”, mas mete agora mais chefes que a redacção considera desnecessários. O controle orçamental das despesinhas (do tipo “poupar no papel higiénico”), quer em Lisboa, quer na delegação no Porto, atinge a asfixia, mas entretanto Viana propõe a entrada de dois amigos com a categoria de subdirectores para poderem manter os mesmos salários que auferiam antes, com custos que devem aproximar-se dos 200 mil euros anuais (a DI custa cerca de meio milhão de euros por ano). Há jornalistas que se referem a este tipo de comportamentos e declarações da direcção como “a Mentira”.
Um trabalhador da agência denuncia que está em curso na Lusa “a maior e mais violenta operação de ocupação” de um órgão de comunicação social “já vista desde Junho de 1974″. Entraram na agência 11 pessoas para ocupar o topo da informação: o director e os três adjuntos, um dos dois chefe de redacção, quatro editores (política, país, lusofonia e agenda) e dois editores adjuntos (sociedade e país). Este assalto pelo exterior foi dirigido às “áreas politicamente mais sensíveis” e que permitem uma maior influência política sobre a orientação (como a agenda) e a produção noticiosa. O assalto “atinge todas as áreas que realmente interessam ao controlo político e aos interesses instalados”.
A tomada da Lusa por este grupo “foi um assalto violento”, pois “não houve um projecto”, não houve diálogo, pedagogia, mobilização. Pelo contrário, “o assalto foi quezilento, cheio de polémicas, de ameaças, de processos disciplinares”. Foi “à força”.
Este quadro de violência sistémica, de autoritarismo e nepotismo há muito tempo vem sendo relatado por jornalistas da Lusa, que se sentem coarctados e ofendidos profissionalmente, mas que é ignorado pelos media em geral, pelos agentes políticos e da sociedade civil e pela ERC.
O autoritarismo, o atropelo às regras e a propaganda governamental só podem acontecer de forma tão desbragada porque Portugal tem uma ERC criada em conluio pelo Bloco Central e que serve mais para dar cobertura ao que o Governo e o Bloco Central pretendem do que para efectivamente regular a favor da liberdade. A esmagadora maioria dos jornalistas da Lusa, tal como em qualquer outro órgão de informação, não se move por fazer fretes ao Governo ou por fazer notícias contra o Governo. Apenas quer escrever notícias. Mas nem o Governo, nem a ERC, nem a administração nem a direcção de informação da Lusa os deixam fazer notícias descansadamente e em liberdade.
Eduardo Cintra Torres, Público
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Moniz confirma interferências do Governo
PSD considera que declarações de Moniz sobre a sua relação com o actual Executivo mostram
de forma clara um “vício” de S. Bento de “intervir onde não devia”
O deputado social-democrata Luís Campos Ferreira afirmou ontem ao DN que “José Eduardo
Moniz vem destapar de uma forma clara e transparente o que toda a gente desconfiava, que
o Governo tinha o vício de interferir onde não devia”. Esta reacção surge na sequência da
entrevista ontem publicada pelo 24 Horas na qual o ex-director geral da TVI afirma que,
“indiscutivelmente, este Governo é, de todos aqueles com que eu tive de lidar ao longo de
onze anos, o mais complicado de todos”.
O parlamentar do PSD, especialista nos assuntos relativos à comunicação social, lembra
que José Sócrates já fez saber que perfilha o conceito de “liberdade de imprensa
respeitosa para com o poder”. Luís Campos Ferreira considera o testemunho de José Eduardo
Moniz da TVI muito importante, visto que “sentiu na pele as tentativas de interferência”.
Sobre esta questão, Moniz adianta na entrevista, feita pelo pivô da TVI Pedro Pinto, que
“este Governo denotou um refinamento que nunca tinha visto”. O agora vice-presidente da
Ongoing defende que “para se estar no sector de media e no jornalismo tem que se estar
preparado para enfrentar todas as consequências inerentes a isso”, aludindo às
“investidas dos agentes políticos” com o objectivo “de controlar e condicionar a
actividade dos jornalistas”. O ex-director-geral defende que “uma empresa de comunicação
social tem que ser um bloco inexpugnável” e aponta as dificuldades financeiras como
aspecto fragilizador.
O DN tentou ao longo da tarde, e sem sucesso, ouvir o PS sobre as palavras de José
Eduardo Moniz. O ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva, não quis
comentar a entrevista. Esta atitude contrasta com o que aconteceu noutras ocasiões. Em
Fevereiro, durante o Congresso do PS em Espinho, José Sócrates desferiu um forte ataque à
TVI e ao Jornal Nacional – 6.ª Feira, apresentado por Manuela Moura Guedes. E em Abril,
em entrevista à RTP1, o primeiro-ministro afirmou mesmo que “aquilo não é um telejornal,
é uma caça ao homem, um telejornal travestido, feito de ódio e perseguição”. Estas
afirmações levaram José Eduardo Moniz a reagir, no dia seguinte, na abertura do Jornal
Nacional, anunciando um processo judicial contra José Sócrates por usar “processos de
intimação de jornalistas”.
A entrevista ontem publicada serviu ainda para Moniz falar dos projectos na Ongoing (ver
texto ao lado), arrumar com o caso Benfica e lançar uma mensagem para a TVI, que “precisa
de tranquilidade” para continuar o seu caminho.
http://www.dn.sapo.pt/inicio/tv/interior.aspx?content_id=1332549&seccao=Media
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Caro José (#2),
A presunção de mentiroso de José S. que lhe atribui parece-me, no meu modesto entender, uma atitude leniente que o visado não merece e desse modo é injusta.
José S. não desmentiu as notícias da comunicação social quanto ao processo PT-TVI. Apenas intentou sustentar a diferença entre conhecimento formal e informal do mesmo processo. Ou seja, justificou a sua mentira.
Ergo, José S. é mentiroso, na sua própria opinião. Ponto final.
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Portugal, a República dr Portuguesa, tem de mudar de nome para
a INOCENTELÂNDIA , País de inocentes no qual um BANDO DE DETESTÀVEIS
POLÌCIAS ANDAM A ASSEDIAR IMPOLUTOS CIDADÂOS.
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Para mim o bandalho so-cretino não é presumível nada.
É um canalha trafulha e trambiqueiro, pelo menos isto. Só quem é parvo é que não vê.
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José,
Já vi que não gostou do que disse o Germano Marques da Silva e que para si este é um ignorante enquanto o Costa Andrade é um sábio incontestável. Enfim.
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José,
Como já lhe disse hoje no seu blog, o Figueiredo Dias (outro ignorante, certamente), na entrevista hoje do Público, fala sobre essa sua terrível inquietação de poder haver provas que nada valem apesar de serem evidentes. Ele dá o exemplo de alguém que matou outra pessoa e ocultou o cadáver e depois, em interrogatório, sob tortura, confessa o local do cadáver. No entanto essa prova não seria válida por muito que isso custe a entender à opinião pública, embora não devesse custar nada a si.
Recomendo vivamente aos ávidos de curiosidade mórbida, que leiam essa entrevista do F.Dias, assim como a segunda parte do P&C que linkei acima.
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Mas essa questão da nulidade nem se põe porque o PGR disse que as escutas ao PM não revelam indícios de matéria criminal apesar do procurador de Aveiro ter entendido que podia haver. Dessa forma matou a questão e o resto é curiosidade mórbida, como disse GMS.
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Rb:
Atirou todos os tiros ao lado e nem acertou no alvo, em nenhum deles. ´´
Primo: O Germano não é ignorante. É apenas interesseiro. V. conhece o que ele escreveu no Curso de Direito Penal, sobre escutas? Não leu, claro que não.
Secundo: O Figueiredo Dias não disse nada que contrariasse o Costa Andrade. Antes pelo contrário, como logo vou escrever no meu sítio.
Tertio:O PGR matou a questão de modo ardiloso,mas provavelmente incorreu na prática do crime de denegaçãod e justiça. E cometou um grande erro básico e incompreensível: mandou um processo administrativo para o presidente STJ despachar como se fosse um processo penal: E este aceitou e caiu no logro.
Isto tolera-se nos mais altos magistrados, quando os mais básicos nunca cometeriam erros deste tipo?
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O direito não devia ter cor, mas para si, devia ser sempre cor de rosa. E isso está errado.
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“O direito não devia ter cor”
nem cheiro e muito menos opinião, mas cheira a frete ao psd que tresanda. para não falar em feudalismo, juízes de fora, moleiros e benfica.
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José,
De cada vez que lhe contraponho um comentário o José acusa-me de clubite rosa e de outras coisas que tais. Aliás, fá-lo com quem quer se atreva a defender uma posição que seja favorável a José Sócrates e ao PS. Porque para si todos os males do país residem no PS e em José Sócrates.
Como o José ontem não gostou de ouvir a sova, reafirmo “sova”, que o GMS deu aos dois juízes ontem no p&c – às tantas um deles já nem falava e o outro repetia pateticamente a mesma coisa – agora acusa o GMS de ser um interesseiro e certamente mais um vendido ao PS.
E o PGR a mesma coisa, é também um vendido ao PS.
Como disse ontem GMS quando nos recusamos a confiar nas mais elevadas magistraturas o estado de direito deixa de existir.
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Há uma diferença entre eles que JoãoMiranda esconde prepositadamente.
Um deles tem dupla nacionalidade e podia fugir para o Brasil (parece que já houve outros casos) com facilidade.
Os outros dois não.
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Há uma diferença abismal: Sócrates não é arguido nem suspeito de nada, enquanto os outros são. Claro que isso é com a conivência dos nossos PGR e presidente do STJ …
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Mãos sujas na justiça
Aos olhos dos cidadãos, há dois pesos e duas medidas na prática judicial
O país nem reagiu à notícia de uma semana, anestesiado pelos sucessivos casos que têm
abalado a confiança dos portugueses na Justiça. Concluído o inquérito ao suposto
favorecimento de Fátima Felgueiras por um juiz do Supremo Tribunal Administrativo,
chegou-se a um relatório com quase uma centena de páginas de transcrições de escutas
telefónicas entre a foragida presidente da Câmara Municipal de Felgueiras e o magistrado,
onde este transmite instruções à autarca para fugir à acção judicial que sobre ela impede
por suspeitas de corrupção enquanto responsável máxima do executivo concelhio. Mais: o
insigne jurista promete-lhe interceder junto de outros magistrados para os pressionar a
abafar o processo. Quanto à acção movida a Felgueiras com vista à perda do mandato em
consequência do processo de corrupção, o mesmo juiz pede-lhe que ela o avise do envio dos
autos para o Tribunal Administrativo do Porto, para que ele accione logo influências
junto do Ministério Público (e a verdade é que a autarca foi aí absolvida, com base no
decisivo depoimento do magistrado em audiência, como sua testemunha de defesa). Vem a
saber-se ainda que, já como vereadora em Felgueiras, 10 anos antes, a autarca vira ser
arquivado semelhante processo contra si, também no mesmo tribunal portuense e
aparentemente após diligências do mesmo magistrado. Como se tudo isto não bastasse,
apurou-se agora que, no espaço de uma hora antes de a autarca fugir para o Brasil, há ano
e meio, aparentando saber por antecipação que ia ser detida nesse dia, houve dez chamadas
telefónicas do Tribunal Tributário do Porto, onde o magistrado disporia de gabinete,
supostamente para Felgueiras (e mais uma para o seu ex-marido). Note-se que não estamos a
falar de um magistrado qualquer, mas de um juiz-conselheiro. Em que outros processos terá
sujado as mãos, ao longo de uma carreira que o levou ao topo? São situações como esta que
levam a concluir que algo está podre no reino da Justiça e que, aos olhos dos
portugueses, existe definitivamente uma prática judicial (implacável) para os cidadãos
anónimos e outra (com inúmeras escapatórias) para quem pode dispor de influência social.
In Grande Reportagem de 9 de Outubro de 2004 – OS PASSOS EM VOLTA de Joaquim Vieira”
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Como sempre José fala e Rb fica a pensar muuuuuuito, e depois sai asneira.
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O Brasil e os ofshores dão imenso jeito …
O Lopes da Mota “está” de Brasil …?
Ou no EUROJUST … a presidir à instituição que coordena os esforços dos países da UE, no âmbito do combate à criminalidade e corrupção …?
IHIHIHIHIHIHHHHHHHHHHHHHHHHHH
Qual foi o “VEREDICTO” do processo disciplinar interno do MP ?
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# 38
Não ligue.
Rb frequentou as NO.
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Ouvi dizer que o Pedro Lomba foi afastado de colunista do Diário Económico sem uma palavra de explicação do director, uns dias depois de ter criticado violentamente a actuação do governo nos negócios dos media. Espero a confirmação.
Quantas pesetas vale o caracter(e)?
http://www.abcdoppm.blogs.sapo.pt/503949.html
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E João Miranda não se ‘presume’ Inocente…é mesmo INOCENTE.
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Porra, esta súcia xuxo-parola que foi destacada para este blogue é absolutamente insuportável.
Se eu fosse dono do blogue bloqueava-os, e prontos. Aliás, o CAA faz isso, mas não é a esta corja. É mais a quem o questiona nos ódios parvos que tem. E aos benfiquistas!
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Se o sr Juiz de campo e os juizes de linha… julgarem com criterio e imparcialidade o Sporting ganhará ao Benfica…
Tudo o resto é musica “p’ra boi adormecê”
Caguem nas tricas da justiça… vão à bola!
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Estranha coincidencia dum advogado que faz parte do conselho Superios da Justiça, ser advogado do Penedos, o tal que não saia da REN e cuja administração o apoiou!
Assim as cladeiradas dos nostribunais superiores, nesta igreja democracia, proporcionam estas cenas caricatas, em que se pergunta
como um menbro do Conselho Superios da Magistratura, defende um tipo que è corrido de uma empresa publica e tem uma caução de 40.000 euros. O processo de compatilibidades leva cada abanão!
Podem censurar como fizeram ontem, mas estão obrigados a tomar conhecimento! Depois digam aue a Manuela Ferreira Leite não tinha razão da press~~ao antidemocratica!
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